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terça-feira, 13 de julho de 2010

UPE amplia interiorização e anuncia mudanças para o vestibular

A Universidade de Pernambuco (UPE) anunciou nesta terça-feira (13) diversas mudanças no processo para o vestibular de 2011. No primeiro ano em que a universidade se torna totalmente gratuita, sem cobrança de qualquer mensalidade, também vai ser formada a primeira turma aprovada através do vestibular seriado.

A UPE amplia também a interiorização, com a criação de um novo campus, em Arcoverde, para atender a alunos do Agreste e do Sertão pernambucanos: no local, será oferecido o primeiro curso de Odontologia do Interior, com 20 vagas, e a segunda graduação em Direito mantida no Interior por universidade pública, com 50 vagas. Em Garanhuns, no Agreste, a unidade acadêmica começa 2011 com 40 novos alunos no curso de Medicina, outra novidade deste ano.

Outra modificação é que a Comissão do Vestibular da UPE separou as 3.580 vagas disponíveis nos 44 cursos em dois grupos: 80% (2.864 vagas) para o vestibular tradicional e 20% (716 vagas) para o vestibular seriado. Dentro do total da prova tradicional, 2.291 vagas são para os candidatos em geral e 573 para os cotistas; em relação ao exame seriado, essa divisão ficou em 573 postos para os candidatos em geral e 143 para os cotistas.

A UPE define como cotista aquele aluno que fez todo o Ensino Fundamental II (da 5ª à 8ª série) e o Ensino Médio em escolas da rede pública pernambucana. Alunos de baixa renda que estudaram em escolas privadas com bolsa não têm direito ao benefício, nem tampouco quem já tenha concluído algum curso de graduação. Diferentemente do que acontecia até o ano passado, quando o candidato dito cotista que não comprovasse suas condições era transferido para a seleção geral, este ano ele será eliminado do processo. “Não aceitamos como instituições públicas as que são filantrópicas ou federais”, falou o reitor da UPE, Carlos Calado (foto).

Sobre o uso da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a UPE informa que possíveis vagas restantes serão oferecidas ao SiSU depois da matrícula dos candidatos tradicionais, dos aprovados cotistas e da realização de todos os remanejamentos.

INSCRIÇÕES E ISENÇÃO

As inscrições acontecem somente pela internet e custam R$ 100,00. O prazo começa na próxima quinta-feira (15) e vai até o dia 30 de julho para quem se declara cotista e vai fazer a prova tradicional. Os candidatos gerais do mesmo sistema têm entre os dias 31 de julho e 15 de agosto para se inscrever. A data de inscrição para as provas do vestibular seriado ainda não foram definidas.

O pedido de isenção deve ser informado na hora da inscrição, através do NIS, cadastro nacional instituído pelo Governo Federal. Tem direito à isenção, através de lei estadual, todo candidato cuja renda familiar é inferior a três salários mínimos – e é justamente isso que o NIS atesta. Quem não informar o NIS não poderá se inscrever como isento. Em 2009, cerca de 6 mil pessoas se inscreveram no vestibular da UPE com isenção total ou parcial.

As provas estão marcadas para acontecer nos dias 28, 29 e 30 de novembro. A previsão é de que o listão seja divulgado até o dia 20 de dezembro e as matrículas devem ser realizadas em janeiro do ano que vem.
http://pe360graus.globo.com/

Belos bancos de praça com material reciclado - Confira!


As Secretarias de Desenvolvimento Econômico e Serviços Públicos da prefeitura de Garanhuns, estão implantando bancos de praça reciclados, em madeira e ferro, no Pólo Heliópolis e na sede do Programa Empreender Comunidade, localizado próximo ao Pórtico de entrada da Cidade.

Todo o material foi confeccionado por alunos dos cursos de Serralharia Industrial e Marcenaria, que integram a Escola Técnica Municipal. “Essa é uma oportunidade para que os alunos desenvolvam seus potenciais técnicos. O trabalho também contempla a população e os turistas, já que o Pólo Heliópolis está passando por um processo de revitalização e estamos prestes a receber o Festival de Inverno de Garanhuns”, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ornilo Lundgren.

A Escola Técnica Municipal dispõe de cursos na área de Informática Básica; Marcenaria; Serralharia Industrial e Tornearia Mecânica, e funciona de segunda a sexta-feira, no horário de 8 ás 12 horas. Cerca de 80 alunos estão matriculados. No local, são fabricados produtos como: cadeiras, mesas, barracas, churrasqueiras, berços, janelas, cestos para lixo, brinquedos, vasos de plantas, suportes para vinho, máquinas para a produção de vassouras, sabão, e para ralar milho, entre outros produtos, tudo a partir de material reciclado em madeira, ferro ou plástico.
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Agora comigo: Vamos conservar, gente!

Quem escolhe os homenageados do Festival?

Não tenho dúvidas de que os homenageados do Festival de Inverno de Garanhuns contribuíram decididamente para criar uma identidade cultural pernambucana. O MCP-Movimento de Cultura Popular criado quando Arraes foi prefeito de Recife e depois ganhando o estado, com a participação dos mestres Paulo Freire e Abelardo da Hora, acabou por influenciar as gerações seguintes e por fazer discutir a arte como fonte de libertação popular. Tudo bem! Mas a cidade poderia ter sido consultada, né não!?!?
A Fundarpe acaba de editar uma "cartilha" sobre o Festival que faltou bem pouquinho pra esquecer que ele acontece em Garanhuns. É superficial e não fala das coisas de Garanhuns, nem faz as justiças históricas a quem de fato deu vida a este grande evento multicultural.
Temos por aqui pessoas que batalharam para que fosse construído imaterialmente esse conglomerado de segmentos culturais e a Fundarpe nunca nem ouviu. Parece que o FIG nasceu junto com o governo Eduardo Campos, ou melhor, junto com a Fundarpe atual. Que é isso?
Para quem está por aqui, precisamos que o FIG é maior que qualquer administração pública, seja municipal ou estadual, eles passam e o FIG fica, portanto precisamos contar a história como ela aconteceu. Nem existia Fundarpe naquele primeiro Festival, então porque não falar da luta que foi para botar o bloco na rua?
E os homenageados a cada ano? Esse ano pegou todo mundo de surpresa. No ano passado, que o pedido partiu de Garanhuns, parece que iam esquecendo. O nome de Toinho Alves estava tão disforme e em fonte tão desconexa que parece que lembraram de colocar depois em todo o material de divulgação do FIG. Faixas, banners, panfletos, tudo, tudo... E ainda não disseram a ninguém. A gente ia entrevistar os artistas sobre a importância de homenagear o músico e arranjador do Quinteto Violado e as pessoas diziam, - "e é???"
Este ano a banda Estado Suicida está fazendo 20 anos. Um marco na história cultural do interior do estado, mas a Fundarpe não sabe. Bem que o Palco Pop poderia homenagear a banda.
E não para por aí! O grande Grupo Diocesano de Artes, formador de jovens para a cultura e como entidade é a que mais vezes partivipou mdo Festival de Inverno estará também completando duas décadas. Bem que a programação do Teatro poderia ser em homenagem ao grupo de Garanhuns. Mas a Fundarpe não sabe. Ela não vive aqui nem ouve a cidade. Pior! Corremos o risco de não ter o Grupo Diocesano de Artes comemorando essa data histórica no FIG. Eles só queriam se apresentar, mas os seus atores também são atletas do colégio, e estarão desde esta terça-feira em Aracaju nos jogos regionais diocesanos. Precisavam que fossem programados a partir da quarta-feira, e isso mexeu com todo o cronograma de atividades no Parque Euclides Dourado, ainda bem que resolveram. Mas eles não estavam preparados para um pedido simples assim!
Dominguinhos e Toinho Alves foram homenageados porque se tornaram figuras nacionais nascidas em Garanhuns. Então tá ruim pra gente homenagear quem escolheu nascer e viver por aqui!
Vem aí o centenário de Luís Jardim. Tem o Centenário de Luiz Gonzaga que cantou o primeiro hino de Garanhuns numa belíssima composição de Onildo Almeida, que ainda é vivo e não recbeu sua justa homenagem.
Perdemos de uns tempos pra cá umas figuras que o FIG poderia marcar com homenagens. Mas num era botar seu nome no cantinho de uma faixa-banner não. É homenagear mesmo! Fazer o material inspirado no cara. Lançar CDs, livros, deixar uma estátua, uma placa, um programa de rádio e TV, sei lá, são tantas coisas...
Imagina o Palco do Forró ganhar o nome fixo de Mestre Dominguinhos e ano que vem homenageasse Reginaldo do Acordeon ou Cego do Piado! Seria o máximo! Lançássemos um Cd com os forrozeiros homenageando esse músicos que tocavam com qualquer cantor nacional, mas que FELIZMENTE escolheram viver em Garanhuns!
Criar e homenagear sem consultar o povo é o inverso do que fazia o Movimento de Cultura Popular! Estão sendo homenageados com a antítese do que defendiam.
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SAIBA MAIS SOBRE O MCP


O MCP surgiu no Recife em 1961, quando Miguel Arraes assumiu a prefeitura local, com o apoio de um grupo de intelectuais pernambucanos. Assumiu inovadoramente o conceito de cultura popular como chave para o trabalho com a população pobre, por meio de escolas para crianças, alfabetização de adultos, praças e núcleos de cultura. Revitalizou as festas folclóricas e teve expressiva atuação no teatro e cinema. Seu Livro de Leitura para Adultos renovou radicalmente o material didático da época. Sediou a primeira experiência do Sistema de Alfabetização de Adultos de Paulo Freire.

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