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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Novos empreendimentos chegando em Garanhuns


Garanhuns está vivendo um momento de expansão comercial, parece que de repente as pessoas estão descobrindo nosso potencial econômico e principalmente no que se projeta para Garanhuns num futuro próximo.

E tudo isto vai além do Shopping Center que contará inicialmente com mais de 100 lojas (124 para ser mais preciso) e âncoras como C&A, Marisa, Americanas, Riachuelo, etc. Deve se chamar mesmo Garanhuns Shopping Center e será construído de frente ao 71 BI e AABB. A previsão é que comece a ser levantado em janeiro e leve 2 anos para ficar pronto. O terreno pertence aos irmãos Jânio e Jaimilson Almeida, proprietários do Posto XV de Novembro, que se encontra fechado depois da queda da estrutura da cobertura. Parece que se desmotivaram com o posto depois do shopping center (rsrsrsrs).

Mas tem mais coisa vindo por aí. Saullo Paes e sua equipe têm sido bastante contratados recentemente para fazer inaugurações de lojas na cidade, nos encontramos por acaso na Secretaria de Turismo de Garanhuns e ele nos adiantou outros empreendimentos que devem estar inaugurando nos próximos dias. Aliás, Saullo está organizando o novo feirão de automóveis da BV Financeira, que acontecerá no final do mês na Esplanada Guadalajara. Saímos rapidamente fazendo um levantamento desses novos empreendimentos.

Foi inaugurada nesta quinta-feira a Dona Mô, loja que comercializa vinhos, queijos e especiarias, fica de frente à Cultura Inglesa.

Ali também, na esquina do semáforo do Bonanza, ao lado do antigo cinema, deve inaugurar no início de dezembro a Buongustaio, filial da casa de massa presente no Recife Antigo e no Shopping Recife. Tem um prato chamado Filletino a Platti, o meu especial que é um show.

Teremos também na Av. Rui Barbosa uma nova farmácia de manipulação, a BioFármaco.

Mais... Na esquina do cinema, já em fase final de acabamento, será inaugurada a filial do Laçaburguer, para delírio dos apaixonados por sanduíches especiais.

Onde funcionou o Skina 1, na praça da fonte luminosa será mais uma loja de móveis planejados, a exemplo das recentes Criare e Favorita, que estão na Av. Rui Barbosa.

Do outro lado, os meninos do Bicho, Fábio e Geraldo, estarão reformando o espaço onde funcionou o comitê de Izaías para virar um bar. Assim, ficariam dois ambientes, ao lado já tem o Coluna Café e na frente seria o bar, muito comum hoje na capital pernambucana.

O prédio onde funcionará o Banco do Brasil está quase pronto, belíssimo.

O da Caixa Econômica, também na Av. Rui Barbosa vai levar mais tempo, ainda estão trabalhando em sua estrutura. Pena que ao lado, o vizinho Zoolo Motos, que trabalhava com a bandeira Suzuki, fechou.

No Centro da cidade estão iniciando as obras do Centro Cultural João Ferreira da Costa, do SESC. Um investimento que há alguns anos era aguardado ansiosamente por nossa população.

As Lojas Americanas estarão ocupando duas lojas na Av. Santo Antonio e o ritmo de construção está acelerado.

O curso de medicina vive intensamente o seu primeiro vestibular. Engenharia na AESGA vai para o seu segundo. Novos cursos superiores chegaram a Garanhuns através da UNOPAR, e o vestibular está aberto às inscrições.

Numa conta bem rapidinha, temos mais de 10.000 universitários em 2010 matriculados em nossas instituições de ensino superior. Esse número deve dobrar nos próximos 5 anos, quando todos os cursos estiverem a pleno vapor de seu funcionamento.
Tem ainda o Instituto Técnico Federal e a FAMEG que anseia por voltar às suas atividades.

Ainda tem o boom em que vive nossa construção civil. Inúmeros prédios de apartamentos (de no máximo 3 andares, não é gente???) estão sendo construídos. Condomínios fechados tomam conta da paisagem na entrada da cidade.

Temos que aproveitar este momento para alavancar o desenvolvimento de Garanhuns.
E aí? Alguém sabe de mais alguma coisa?
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Confira o gabarito do ENEM 2010


O Ministério da Educação divulgou no final da tarde desta sexta-feira (12) os gabaritos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado no último fim de semana. A liberação ocorre depois que o Tribunal Regional Federal da 5ª Região derrubou a liminar que suspendeu o exame e a divulgação do resultado das provas.

No primeiro dia de provas, no sábado passado (6), os estudantes responderam questões de ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias. As provas foram distribuídas por cores (rosa, branca, azul, amarela).

No domingo, segundo dia de provas, as provas foram sobre linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, e redação, nos cadernos rosa, cinza, azul e amarelo.

Logo depois da primeira prova, alguns inscritos reclamaram de erros na folha de respostas e no caderno de provas amarelo.

Na folha de respostas, os enunciados das áreas de conhecimentos estavam invertidos, na comparação com o caderno de questões. Alguns alunos alegam que preencheram o gabarito de forma invertida.

O MEC havia informado que abriria uma página na internet para receber pedidos de correção invertida e que os casos seriam avaliados separadamente. O espaço virtual deveria ser lançado na quarta-feira (10) mas, por causa da decisão judicial, não foi publicado na data.

Muita gente aqui em Garanhuns fez o ENEM 2010 e agora pode conferir o gabarito clicando no link abaixo, do portal G1.

Sivaldo volta para conferir a construção da famosa ponte

Está no Blog do vereador Sivaldo Albino.

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Tudo começou com a denúncia do vereador Sivaldo Albino que apontou com documentos o desvio dos recursos destinados a recuperação e ampliação da Ponte no sítio baraúna no Distrito de Miracica. A repercução do escândalo foi nacional e gerou uma ação do Ministério Público contra o Prefeito Luiz Carlos, sua filha Andrea Fabiana, secretário Municipais e os donos da Empresa Construlins Construtora.

Após toda essa repercução, a Câmara Municipal de Garanhuns criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI para apurar as irregularidades, sendo esta comissão composta por: Vereador Dimas Carvalho – Presidente, Vereador Ary Souto – Relator e Vereador Sivaldo Albino – Membro. Após apresentação em plenário do relatório o Vereador Sivaldo Albino se pronunciou totalmente contra o arquivamento da CPI, prometendo lutar via judiciário para que os culpados sejam realmente punidos.

Depois de ter sido arquivada a CPI por 8 votos à 3 (votaram a favor do arquivamento os Vereadores : Ary, Dimas Carvalho, Silvio Sabino, Zaqueu, Gersinho Filho, Marcelo Marçal, Zé de Vilaço e Natalício Rodrigues. Votaram contra o arquivamento : Sivaldo Albino, Junior Negrão e Geraldo Lucena), agora a Ponte do Sítio Baraúnas está sendo recuperada.

O Vereador Sivaldo Albino esteve nesta quinta feira (11) ao lado de sua assessoria visitando as obras da Ponte do Sítio Baraúna, e ficou satisfeito com o que encontrou, que realmente a obra esta sendo feita, inclusive sendo realizada pelos próprios servidores do Município, fruto também de uma emenda de sua autoria apresentada a LOA 2010 no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), e que segundo declarações do Secretário de Comunicação Social deverá ter um custo de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), isso quer dizer quase R$ 3.200,00 (três mil e duzentos reais) mais barata do que o valor que a Construlins Construtora Ltda recebeu pela a obra que não realizou.

Sivaldo frisa a importância que teve sua denúncia e demonstrou sua alegria em ver que uma obra que já tinha mais de 50 anos e que há muitos anos precisava de uma recuperação está sendo contemplada, melhorando o acesso de todos daquela comunidade, inclusive proporcionando a economicidade da Administração Pública em ter o custo da obra reduzido.

Sivaldo se comprometeu com os moradores do Sítio Baraúna que irá acompanhar a obra até o final, para que a mesma seja realizada com boa qualidade e que seja concluída em breve.
www.

http://vereadorsivaldo.blogspot.com/

Escola Técnica Municipal forma novos profissionais


Tem sido cada vez mais difícil encontrar pessoas que trabalhem em determinadas categorias profissionais, como é o caso de pedreiro, eletricista, mecânico, etc.

Pensando nisso, e proporcionando a possobilidade de geração de renda através da capacitação profissional, a Prefeitura de Garanhuns, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, vem trabalhando junto aos alunos da Escola Técnica Municipal, o desenvolvimento de diversas atividades profissionalizantes.

Entre os cursos oferecidos pela instituição estão: Marcenaria, Serralharia Industrial, Tornearia Mecânica e Informática Básica. Na Escola são fabricados produtos como: cadeiras, mesas, tendas, barracas, churrasqueiras, berços, janelas, cestos para lixo, brinquedos, vasos para plantas, suportes para vinho, máquinas para a produção de vassouras, de sabão, e para ralar milho; dentre outros produtos. Tudo a partir de material reciclado em madeira, ferro ou plástico.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ornilo Lundgren, a Escola recebe jovens de Comunidades carentes, a exemplo da Maçaranduba, Indiano, Parque Fênix, Liberdade, Várzea e Cohab 3, entre outros, que chegam motivados com a oportunidade de se profissionalizar. “Eles têm a história do nosso presidente Lula, como referência de sucesso. E nós oferecemos aulas teóricas aliadas a muita prática para profissionalizá-los e torná-los aptos a entrar no mercado de trabalho”, registra o Secretário.

E como resultado desse trabalho desenvolvido pela Escola Técnica Municipal, recentemente, um grupo de jovens da Escola, formalizou parceria com a Associação Santa Quitéria, que trabalha com a produção de artesanatos em geral e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, para a utilização do espaço e equipamentos da Escola, no intuito de produzir peças, que servirão para montagem do próprio negócio. Eles pretendem produzir Abrigos Cobertos para a comercialização de produtos na feira de artesanato, que acontece no Santuário da Mãe Rainha, um dos principais atrativos Turísticos da cidade.

“Essa parceria complementa o curso, tornando-se uma espécie de Pós-Graduação. O que na verdade se configura em um projeto inovador de inclusão de jovens carentes no mercado empreendedor”, declarou Ornilo Lundgren. A Escola Técnica Municipal funciona de segunda a sexta-feira, no horário de 8 as 12 horas.
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Agora comigo: Seria interessante agregar novos cursos para construção civil, como pedreiro e técnicos em eletricidade e parte hidráulica.

Substituição tributária aumenta em até 700% ICMS de empresas do Simples


É o que mostra levantamento do Sebrae; mais de 400 mil produtos estão sujeitos a esse tipo de tributação e empresários reclamam de dificuldades nos negócios

Dilma Tavares

Levantamento comparativo feito pelo Sebrae e Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ) mostra os estragos que a cobrança do ICMS via substituição tributária vem fazendo nos micro e pequenos negócios, principalmente os inscritos no Simples Nacional. Dependendo do local e do produto, o aumento entre o imposto pago no Simples Nacional e o que é pago via substituição tributária se aproxima de 700%. O problema afeta mais de 2 milhões de empresas dos setores de comércio e indústria que estão entre as cerca de 4,3 milhões de empresas do Simples Nacional.

A substituição tributária (ST) ocorre quando uma empresa, normalmente indústria ou atacadista, recolhe o imposto, no caso o ICMS, devido pelos demais integrantes da cadeia produtiva até o consumidor final. No caso do ICMS, o governo de cada estado determina qual será a empresa substituta tributária e os produtos sujeitos a essa tributação. Já são mais de 400 mil produtos sujeitos à ST, milhares deles produzidos ou vendidos por micro e pequenos negócios de áreas como alimentação, vestuário, materiais de construção e de escritório. O problema se agravou após o Simples Nacional entrar em vigor, em julho de 2007.

O Simples Nacional foi criado pela Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06) para reduzir burocracia e tributação para os pequenos negócios. Para isso, unifica a cobrança de seis tributos federais (IRPJ, IPI, PIS, Cofins, CSLL e INSS patronal), o ICMS estadual e o ISS municipal. Todos pagos num único boleto e numa unida data. A tributação é reduzida e escalonada, aumentando de acordo com a receita bruta da empresa.

Para as empresas do comércio a alíquota do ICMS começa com 1,25% para aquelas com receita bruta anual de até R$ 120 mil, e vai até 3,95% para as que têm receita bruta anual de até R$ 2,4 milhões. Com a substituição tributária elas deixam de pagar o ICMS reduzido no Simples Nacional e passam a pagar o imposto pela alíquota cheia, normalmente de 18% nos estados mais industrializados, sobre a Margem de Valor Agregado (MVA) – percentual aplicado sobre valor do produto no inicio da cadeia produtiva para estimar o seu preço para o consumidor final. A MVA muda de percentual dependendo do produto e do estado.

Em São Paulo, maior centro industrial do País, por exemplo, o MVA do creme de barbear é de 76% e a alíquota do ICMS, que serve de base de cálculo da substituição tributária, é de 18%. No comparativo entre o ICMS inicial de 1,25% pago pelo produto no Simples Nacional e o valor pago via substituição tributária, o aumento é de 668,80%. No papel higiênico, que tem MVA de 45%, a alta é de 346,40%. Com MVA de 20% o sabonete tem aumento de 196,80%. Mesmo estando entre os produtos da cesta básica, com MVA de 27% e ICMS de 7%, nas massas alimentícias a alta é de 18,4%.

Em Minas Gerais, onde a alíquota do ICMS também é de 18%, o aumento é de 653,6% nas lentes para óculos de grau, que tem MVA de 110%. Para cadernos escolares, com MVA de 65%, a subida é de 467,20%. No Rio Grande do Sul, com ICMS de 17%, o imposto para o caramelo, com MVA de 51%, sobe em 359,20%. Para o molho de tomate, que tem MVA de 50%, a subida é de é 352,80%. Na cuca, o tradicional pão doce, com MVA de 24%, o aumento é de 85,60%.

“Na prática, a substituição tributária anula a redução do ICMS a que essas empresas têm dentro do Simples Nacional e faz com que elas paguem mais imposto”, diz o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto. Segundo avaliação da instituição, o aumento sistemático da pauta de produtos sujeitos à substituição tributária acaba com o caráter nacional do sistema de simplificação e de tratamento diferenciado para os pequenos negócios por parte dos estados. “Em relação ao ICMS, o Simples Nacional praticamente não existe mais”, alerta o gerente de Políticas Públicas da instituição, Bruno Quick.

Pagamento antecipado

Outro problema: no Simples Nacional o imposto é pago a partir no dia 20 do mês seguinte ao da venda. Com a substituição tributária o imposto é recolhido normalmente na indústria ou no atacado, antes de o produto chegar ao varejo. A empresa escolhida como substituta tributária recolhe a sua parte do tributo e também o imposto dos demais integrantes da cadeia, incluindo-o no preço do produto na emissão a nota fiscal.

O problema, conforme o Sebrae, é que o prazo para pagamento dado pelo fornecedor da pequena empresa, muitas vezes de 30 a 60 dias, é menor do que o tempo necessário para a revenda e o recebimento do valor do produto no varejo. Geralmente, este valor é financiado ao consumidor em até seis vezes ou mais, no cartão de crédito ou no cheque pré-datado. Se o empresário recorrer ao sistema financeiro para cobrir essa defasagem o problema se agrava, em decorrência dos altos juros cobrados no desconto de títulos e empréstimos para capital de giro. O entendimento é que, assim, os pequenos negócios financiam o Estado, arrebentam seu capital de giro e perdem a competitividade.

“Isso acaba com o caixa e a competitividade da empresa”, confirma Davidson Luiz Cardoso, dono de uma pequena ótica em Belo Horizonte. Em virtude do problema, ele adiou o sonho de abrir uma filial. “Tem produto com prazo de validade, como cola escolar, que se você não vende perde tudo, inclusive o imposto”, reforça o dono de uma pequena papelaria e diretor da Câmara de Dirigentes Lojistas da capital mineira, Marco Antônio Gaspar, que alerta para fechamento de negócios. No caso em que a pequena é substituta tributária, ela tem que recolher o imposto dela e o da empresa para a qual está vendendo o produto, repetindo problemas em relação ao capital de giro e competitividade.

Outro problema é a antecipação do ICMS nas divisas estaduais, praticada principalmente pelos estados compradores. É o mesmo processo da substituição tributária, com o ICMS incidindo sobre um valor estimado para venda ao consumidor final e demais tributações. O imposto é pago na hora, no posto da Secretaria de Fazenda, antes mesmo de o produto chegar ao ponto de venda.

“O mundo derruba fronteiras para se integrar e o Brasil cria barreiras internas, dificultando a competitividade das empresas, na contramão do que ocorre na economia internacional”, afirma o gerente adjunto de Políticas Públicas do Sebrae, André Spínola.

Burocracia

A substituição tributária também tira o caráter desburocratizante do Simples Nacional. As empresas precisam de controles paralelos para produtos que saem do sistema e entram na ST. Muitas vezes, por falta de estrutura administrativa, elas não fazem isso e acabam pagando o imposto duas vezes: via ST e via Simples Nacional. Há também as empresas que, mesmo não revendendo produtos com ST, utilizam insumos tributados dessa forma, como farinha de trigo para fazer produtos alimentícios. Elas pagam o imposto no insumo e não podem abater no preço do produto final.

Solução

O levantamento sobre impactos da substituição tributária junto às micro e pequenas empresas do Simples Nacional foi realizado para subsidiar a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional, que propôs o Projeto de Lei Complementar 591/10, em tramitação na Câmara dos Deputados. Ele altera a Lei Geral e resgata a eficácia do Simples Nacional, retirando as micro e pequenas empresas integrantes do sistema da aplicação da ST - exceto para produtos como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis e energia elétrica. O projeto também define que nas aquisições interestaduais não haverá recolhimento de diferencial de alíquota.

Seminário

A substituição tributária e seus impactos nas empresas e na economia brasileira estarão em debate nesta terça-feira (09/11), em São Paulo, durante o Seminário Reforma Tributária Viável: Desafios do ICMS Rumo ao Desenvolvimento Nacional. A iniciativa, que vai reunir especialistas brasileiros e estrangeiros, é uma promoção do Sebrae e do Núcleo de Estudos Fiscais da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (NEF).

Fonte: Agência Sebrae de Notícias / GIRO CONTÁBIL CRC-PE - 11/11/2010

SEBRAE realiza curso para profissionalização de bandas em Garanhuns


O curso “Música Ltda – como transformar sua banda em uma microempresa” é uma adaptação do livro. O curso é dividido em dois módulos.

O objetivo do Módulo Básico é desenvolver conhecimentos e técnicas que possibilitem ao participante:

a) entender a cadeia produtiva da música na atualidade
b) identificar comportamentos empreendedores
c) formalizar o empreendimento musical de modo sustentável
b) planejar a carreira e aposentadoria
d) buscar fontes alternativas de financiamento

O conteúdo programático do Módulo Básico é composto por cinco tópicos:

1. A indústria da música
2. Empreendedorismo
3. Estatuto da microempresa
4. Planejamento
5. Finanças

Público Alvo: Músicos e Empresários musicais

Período: 16 a 18 de Novembro
Horário: 08h às 14h

Local de inscrição: SEBRAE Garanhuns

Taxa de Inscrição: R$ 20,00 (vinte reais)
* A inscrição dará direito ao livro Música Ltda.

Informações: (87) 3762-1752

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