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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Dilma oficializa mais dez ministros, nada de pernambucanos




A assessoria da presidente eleita, Dilma Rousseff, oficializou nesta quarta-feira (8), por meio de nota, os nomes de mais dez ministros que integrarão o futuro governo.

Entre eles, estão cinco do PMDB:
- senador Edison Lobão (MA) será o ministro de Minas e Energia;
- Wagner Rossi (SP) continuará no Ministério da Agricultura;
- o deputado Pedro Novais (MA) comandará o Ministério do Turismo;
- o senador Garibaldi Alves (RN) vai para o Ministério da Previdência;
- e o ex-governador Moreira Franco (RJ) ocupará a Secretaria de Assuntos Estratégicos.

Os outros cinco ministros oficializados nesta quarta são:
- a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), para o Ministério da Pesca;
- a deputada Maria do Rosário (PT-RS) para a Secretaria de Direitos Humanos;
- Paulo Bernardo (PT-PR), atual ministro do Planejamento, para o Ministério das Comunicações;
- Alfredo Nascimento (PR-AM) para o Ministério dos Transportes;
- e a jornalista Helena Chagas para a Secretaria de Comunicação Social.
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Agora comigo: Continua a expectativa sobre os nomes de Pernambuco que serão chamados por Dilma. Quem você acha que deve estar lá?

fonte: G1

A primeira grande derrota nacional de Eduardo Campos


O presidente Lula resolveu vetar a lei aprovada no Congresso Nacional na semana passava que redistribuía os royalties do Pré-Sal.

É muito dinheiro, e em determinados momentos da campanha política entre Serra e Dilma, monopolizou o debate.

Pois bem, foi gerada uma discussão nacional se esses royalties pertencem aos estados produtores ou devem ter uma distribuição com os demais estados da federação, já que os recursos minerais se encontram no subsolo nacional e, com a redistribuição, teríamos uma melhor adequação social, principalmente com os estados mais pobres podendo ter sua participação.

Estava tudo certo. Seria assim: 25% das receitas ficaria com os estados produtores. 44% iria ser dividido com estados e municípios brasileiros e à União restaria 22%. O restante, entendo, seria das empresas exploradoras.

Mas esqueceram de combinar com o presidente que afirmou que irá vetar. Assim, os estados produtores passam a fazer jus aos royalties integralmente. O principal beneficiado é o Rio de Janeiro, e o governador Sérgio Cabral sai fortalecido do embate público.

Já o governador Eduardo Campos foi pego de surpresa pela decisão do presidente. O pernambucano que assumiu uma liderança regional incontestada também foi um dos que assumiram a defesa pela divisão dos royalties por estados e municípios brasileiros.

Eduardo Campos ainda não deu nenhuma declaração pública de maior impacto a este respeito, deve estar esperando o momento de falar com Lula e principalmente com os futuros integrantes do novo governo.

Mas em um momento em que tudo estava dando certo para o neto de Arraes, essa decisão de Lula põe águas frias em seu grande projeto nacional que está apenas começando, de ganhar notoriedade e de se tornar um líder natural, não apenas pernambucano e nordestino, como já conseguiu, mas conseguir adesões do sul do país.

Agora o governador estava preocupado com as negociações por cargos no governo Dilma, a decisão de Lula é um desastre, que traz mais implicações de bastidores.
Particularmente concordo com Eduardo Campos na divisão desse quinhão brasileiro que é o Pré-Sal, e vejo nas recentes decisões do Governo Lula, as influências daqueles que assumirão o governo a partir de janeiro, a exemplo dos freios na economia com as novas regras de crédito no país. Junto deve vir aumento de juros para evitar a bolha inflacionária.

Tropa de Elite 2 é o filme mais visto da história do Cinema Nacional


Depois de bater o recorde de maior abertura de filme brasileiro desde a Retomada, o filme "Tropa de Elite 2" atingiu a marca de maior bilheteria da história do cinema nacional ao conseguir, nesta terça-feira (7), 10.736.995 espectadores. Até então, a maior bilheteria brasileira era a de "Dona Flor e seus Dois Maridos" (1976), de Bruno Barreto, com 10.735.524.

Os dados são do Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA), da Ancine. "Tropa de Elite 2" estreou em 8 de outubro deste ano e se mantém em cartaz., com 331 cópias, em todo o Brasil, na sua nona semana em circuito. Na décima, estará em aproximadamente 200 salas.

"Estima-se, que 'O Ébrio' teria feito, na década de 40, quando ainda não havia serviços de estatística para o setor cinematográfico, algo em torno de 14 ou 15 milhões de espectadores na carreira comercial", diz Marco Aurélio Marcondes, coordenador de lançamento de "Tropa 2". O filme de Gilda de Abreu, com Vicente Celestino, foi lançado nos cinemas brasileiros em 28 de agosto de 1946.
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Agora comigo: Isso sem contar a pirataria.

Fonte: Cinema UOL

FBC na Integração Nacional, Ferro no Meio Ambiente e Rands na Cultura


Em uma articulação política que começou muito paulista, parece que enfim vamos ter a divulgação dos nomes nordestinos e, principalmente, pernambucanos.

Fernando Bezerra Coelho deve ser indicado hoje para o Ministério da Integração Nacional. É a volta dos Coelhos ao cenário político em nível federal. Considerado o supersecretário da administração estadual, FBC acumulou o Porto de SUAPE com a Secretaria de Desenvolvimento do Estado, e foi a área que Eduardo Campos mais conseguiu visibilidade com a expansão do estado e a chegada de grandes investimentos. Mas politicamente FBC entrou na briga pelo senado, Eduardo Campos acalmou o companheiro, tirou-o do páreo (foi difícil FBC aceitar), mas agora foi premiado com sua obediência política e capacidade gestora. Será ministro.

Com Rands e Ferro é diferente. Fernando Ferro é deputado federal considerado veterano. Líder do PT na Câmara dos Deputados. Já falamos de sua amizade com Dilma aqui, talvez ele seja mais próximo da futura presidente que mesmo de Lula. O nome de Ferro nasce de uma necessidade do PT nordestino se sentir representado na Esplanada dos Ministérios. É um cargo de visibilidade, o Meio Ambiente, que revelou Marina Silva para o Brasil.
Se o nome de Ferro for indicação do PT, Dilma aceitará com muita alegria.

O nome de Maurício Rands é mais jovem no cenário político nacional, mas ele é um daqueles que chegou chegando, em seu primeiro mandato na gestão anterior do governo Lula, Rands se mostrou um importante aliado, bom articulador e líder natural. Seu nome também seria pela representatividade natural e regional, pois foi no Nordeste que Dilma estabeleceu a diferença proporcional na vitória para presidente, e os políticos da região ainda não estão vendo essa reprentatividade nos nomes divulgados. O nome de Rands é bem aceito pela comunidade cultural.

Poderíamos dizer que os senadores eleitos Humberto Costa e Armando Monteiro também são ministeriáveis, mas dificilmente seriam chamados.

Vamos aguardar as divulgações, que pelo andar da carruagem, vão ser bastante importantes para Pernambuco. E se der Fernando Ferro no Meio Ambiente, podemos dizer que temos um Ministro da República.

Uma Garanhuns transformada e crescendo da forma que queremos


Tenho visto nos últimos dias uma discussão sobre nomes que não sei se nesse momento é importante para Garanhuns. Se o prefeito for fulano ou Beltrano vai melhorar. E outra coisa, procurar saber se os recursos são federais ou municipais nas obras que estão sendo feitas na periferia, para quem está na periferia, não importa, o que importa é fazer.

São recursos federais sim, mas estão em Garanhuns. Não é a prefeitura, e nem poderia, com o atual quadro financeiro desenhado na região, muita gente está feliz somente porque o prefeito conseguiu segurar a administração sem demissão.

Garanhuns vem cortando o cordão umbilical com sua administração pública, e isto é desenvolvimento. As coisas vêm acontecendo independentemente do patrocínio público, ou seja, a roda gigante começa a girar.

Em cidades pequenas a dependência do poder público é integral. Nada acontece e as pessoas têm na prefeitura a sua sobrevivência.
Temos no momento na administração pública municipal alguns órgãos e pessoas competentes que estão desenvolvendo bons trabalhos. Em outros setores temos pessoas que estão simplesmente pela dependência do emprego. Sem a capacidade necessária para a ação pública. Então vamos incentivar aqueles que estão cumprindo bem seu papel com o reconhecimento, assim deve ser.
Mas, independentemente disso, em Garanhuns as coisas vêm acontecendo. Na saúde, na educação, nos empreendimentos, na construção civil, etc. Sejam investimentos públicos ou privados, a cidade vai se transformando. É claro que ter um governo empreendedor e parceiro acelera o ritmo deste crescimento, seja ele municipal, estadual ou federal.
Mas não creio que a discussão personalista sobre fulano ou beltrano no futuro, voltando a criar heróis seja benéfica. Precisamos sim, criar um modelo de administração que gere desenvolvimento para a cidade, para que não percamos esse momento de demanda e fluxo de ações positivas.

E são várias boas notícias em vários segmentos.

Precisamos identificar entraves como o plano diretor do município que está deixando a cidade "nanica", segundo palavras de Paulo Camelo. Precisamos cobrar responsabilidade e competência de órgãos públicos, como a Câmara de Vereadores, que deixou de ser um órgão de discussão dos anseios populares e fiscalizador do executivo para ser um balcão de atendimento popular.

Precisamos discutir nosso trânsito. Nosso centro da cidade. Nossa lei de incentivo à captação de empreendimentos industriais. Porque não funciona? Precisamos cobrar nossos representantes políticos.

E precisamos aprender a antever o futuro. Como será a Garanhuns de daqui a 10 anos? Teremos quase duas dezenas de estudantes universitários. Como vamos melhorar nossa infra-estrutura para esse crescimento sem perder a qualidade de vida?

Não podemos perder mais nada. Já perdemos tudo que podíamos nos últimos trinta anos. E não vejo que seja discutir se foi A, B ou C possa melhorar o presente. O que não podemos é repetir os erros do passado fazendo o jogo político da mesma forma.
Precisamos de representatividade política na esfera administrativa estadual. Garanhuns precisa estar presente nas grandes decisões.

Municípios como Petrolina, Caruaru e Campina Grande já aprenderam a crescer independemente de quem seja o prefeito, se é do lado de cá ou de lá. Precisamos fazer igual.

E não vou deixar de comparar Garanhuns a estas cidades, pois nosso potencial é neste nível. Não podemos deixar de merecer nosso futuro comparando com cidades que vivem exclusivamente da prefeitura. Espero subirmos desse patamar.

Finalizando, precisamos desejar e construir a cidade que queremos, e não vai ser um prefeito ou prefeitura que fará tudo. Mas sabendo cobrar e contribuir com quem está lá pode também transformar Garanhuns.

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