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domingo, 16 de janeiro de 2011

PR sai do governo municipal - E aí?

O ex-vereador Gedécio Barros tem reputação na cidade, uma pessoa de boa formação, de família tradicional e religiosa. Talvez nem precisasse estar na política, mas gosta e o faz com compromisso. Foi vereador, candidato a vice-prefeito na chapa de Bartolomeu Quidute, mas mesmo com a derrota eleitoral tem uma legião de seguidores.
Pois bem, estando no PR foi muito bem recepcionado por Inocêncio Oliveira e Alberto Feitosa, deputados federal e estadual, respectivamente. Tem trabalhado para o partido nos últimos anos, e é inegável que é na figura de Gedécio que cresce a legenda nem Garanhuns e região.
Acabamos de postar uma longa avaliação do momento pré-eleitoral que vive a cidade, onde nos bastidores se desenham as candidaturas, pois qualquer que seja o nome, tem que criar as condições de viabilização. Existem prazos e costuras político-partidárias. E é claro que as situações geradas agora têm forte impacto na eleição do próximo ano. E esse rompimento de Gedécio com o governo municipal é um sinal de que a união em torno de um nome de consenso será muito difícil.
Garanhuns, por natureza, já tem a pluralidade de candidatos como tradicional, por isso, por falta de união, é que ao longo dos anos aqueles que conquistam apenas 30 e poucos porcento dos votos se tornam prefeitos.
O PR tem seus motivos de rompimento, assim como outros grupos poderão também partir para caminhos opostos ao que Seu Luiz indicar para sua sucessão.
Em um comentário agora a pouco, meu amigo Cândido recorda ainda estarmos a dois anos da eleição, portanto seria prematuro antecipar o debate. Acho que não, Cândido, a campanha já começou, só que está longe dos olhos do eleitor, acontece nos bastidores. E esse lance no tabuleiro jogado por Gedécio e seu PR já repercute no processo eleitoral.

Amy Winehouse cai em show no Recife, mas agrada ao seu público. Veja o vídeo!

Amy Winehouse tomou um tombo durante sua apresentação no Recife, nesta quinta-feira, 13. No vídeo, postado por um fã na web, a cantora aparece animadíssima e aparentemente alterada, dançando pelo palco, dando pulinhos e fazendo graça com seus backing vocals. Ela cai após fazer uma pirueta e se desequilibrar.

http://ego.globo.com/
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A ciranda dos nomes para a campanha de prefeito em Garanhuns


Garanhuns começa a ferver nos bastidores políticos diante da aproximação da campanha de prefeito, ou pelo menos da viabilização de nomes.

Eduardo Campos saiu da campanha exaltado nas urnas, mas ele conhece Garanhuns e entende que aqui é um vespeiro, olha de longe e não se aproxima. Virá em 2012?

Em 2008, mesmo com todo alarde de Zé da Luz, Eduardo aqui não apareceu, na verdade deve ter sido aconselhado a não interferir, já que seu Luiz brigava pela reeleição, é de um partido aliado, e etc. A estratégia deu certo, não se queimou com ninguém e teve mais de 90% dos votos de Garanhuns agora em 2010. Todo mundo pedindo votos pra ele. Aliás, também não deu mostras de preferências nesta campanha, tinha muitos aliados por aqui, aliás, com exceção de Sivaldo Albino, todos os outros eram do palanque de Eduardo: Zé, Izaías, Marcantonio, Leonardo Dias, e até Claudiano Filho, que é do PSDB.

E então? Eduardo entra em 2012? Se entrar tem voto de ouro. Mas, e se tivermos candidatos de vários partidos aliados, a exemplo de 2008, porque viria? Há a possibilidade de termos Izaías pelo PTB do senador Armando Monteiro. Adolfo apoiado por Sílvio Costa. Zé da Luz (PHS) ou até mesmo Ivan Rodrigues pelo PSB. Quase todos os partidos têm suas opções. O próprio PDT do prefeito Luiz Carlos tem Dr. Dimas, ou quem sabe até uma aposta em um nome jovem como Carlos Eugênio, ou ainda se for a vez da mulher com Eliane Simões assumindo a cabeça de uma candidatura majoritária.

É claro que Eduardo Campos trabalhará pela junção de uma candidatura única que represente a sua proposta política, e ela pode sim ser referendada pelo prefeito em um só nome, mas isso é quase impossível em Garanhuns. Roberto Almeida já soprou que o governador apoiará o candidato de Luiz Carlos, é claro que o nome apresentado será referendado pelo Palácio do Campo das Princesas, mas isso não quer dizer que todas as lideranças alinhadas ao governador seguirao a indicação, pois a unidade é utópica em nossa cidade.

Por isso, pode de fato surgir um nome novo, sem rejeições de quem já está na política. Pois em Garanhuns os adversários maiores estão todos do lado de Eduardo, que só vê contrariedade aqui na candidatura de Silvino Duarte. O prefeito está do lado do governador e seus maiores opositores, também. Como unificar isso, é uma missão que Eduardo já aprendeu ser o vespeiro que não vale a pena chegar perto.

O nome de Ivan Rodrigues foi bem recepcionado, mas seria a indicação de Eduardo. Poderia ser Ivan o candidato do prefeito? De certo, muita coisa ainda a se conversar, mas a hora é agora. E se o nome novo fosse Fernando Ferro ou Pedro Falcão, essas opções são mais fáceis de conseguir adesões dos grupos contrários.

Se o prefeito opta por um nome da casa, pode gerar a insatisfação de grupos feito PT e PSB, que terão força eleitoral, se aparecem de fato as possibilidades de candidaturas feito Zé da Luz e Fernando Ferro. Também o prefeito não indicará um nome em quem não confie para sucedê-lo. Caso indique Izaías, como existe a possibilidade, podemos ter o racha com o grupo que apoiou Zé da Luz e irmos para uma campanha pesada, com já foi esta de 2010. Não seria bom para a nossa cidade.
Seu Luiz caminha agora com várias opções, mas em todas deve ter o aceno de Eduardo Campos. Um nome de seu grupo. Ou um nome novo e de fora, que traga a unidade das forças aliadas. Ou um nome indicado por Eduardo. E por aí vai.

Se fica claro que teremos uma candidatura com a chancela de Eduardo Campos e de Luiz Carlos, se desenha que do outro lado devemos ter Silvino ou Sivaldo, pela oposição pernambucana que marcha com Jarbas. Sérgio Guerra do PSDB apoiaria esta composição. Mas ambos saíram fragilizados na última campanha por aqui e já não são bons cabos eleitorais.

E a terceira via. Existem nomes que sempre são lembrados como Márcio Quirino, Adolfo Lopes que pode viabilizar novamente sua candidatura. Ou nomes novos geralmente lembrados por entusiastas de um novo projeto político-administrativo que ganhasse as ruas como proposta de criar um fato novo na política garanhuense, como Alexandre Marinho, Alcindo Menezes. Nomes que poderiam quebrar a personificação em busca de um projeto de desenvolvimento, aliás, características também de nomes como Eliane Simões e Pedro Falcão, fulcrados nos bons resultados conseguidos em suas áreas de atuação em nossa cidade.

Viram que não falei no nome de Lula? Isso dá outro post. Pois se o homem aparece por aqui, elege qualquer um.
Ufffa. Escrevi demais, vou descansar a pontas dos dedos!

Abraços e volto já!

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