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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Parcial dos prefeitos - Os que estão mais fáceis de conseguir a reeleição

Vamos dar uma parcial dos 100 votos da enquete em que perguntamos quais dos prefeitos listados têm mais chances de se reeleger. Temos nove nomes citados, e fico com uma impressão de termos dois grupos, mas vamos deixar pra falar disso no final, quando avaliarmos o resultado. Alguns nomes foram pedidos para estarem incluídos na enquete, como Aécio de Caetés. Depois a gente faz outra.

E você, quem acha que tem mais chances de se reeleger?

Sandoval - Brejão 53 (53%)
Dudu - Capoeiras 49 (49%)
Zé Teixeira - Paranatama 40 (40%)
Antonio João - Lajedo 39 (39%)
Marco Calado - Angelim 34 (34%)
Celina - Jupi 23 (23%)
Júnior Lúcio - Correntes 21 (21%)
Judith - Bom Conselho 18 (18%)
Genivaldo - Águas Belas 13 (13%)

Briga boa no MELHOR DE DOIS


Quietinhos lançamos uma nova ideia para enquetes culturais aqui no blog, é o MELHOR DE DOIS. Pode procurar aí ao lado que você vai encontrar. Sempre haverá uma enquete envolvendo dois grandes nomes da música brasileira. Na primeira enquete perguntamos as preferências entre Alceu e Geraldo Azevedo. Deu Alceu.

O vitorioso agora enfrenta Zé Ramalho, e o páreo está duro. Quem vencer continua, quem perder volta em outra oportunidade. Resolvemos somente não colocar dois nomes para concorrer. Serão pra sempre hours-concours, são eles Roberto Carlos e o nosso eterno Rei Luiz Gonzaga. Aproveite e vote agora.

Quem é o melhor de dois? Imagino que teremos embates muito interessantes. Aliás, neste exato momento, com 19 votos, temos Zé na frente por um único voto. Participe.

Uma grande perda

Recebemos do companheiro Antônio Cândido texto em que retrata a perda para Garanhuns do professor José Rodrigues. Transcrevo:
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Caro Ronaldo,

Garanhuns, desde ontem à noite, ficou menor. Menor na sua memória viva, na perda de uma figura humana extraordinária. Faleceu o Prof. José Rodrigues.

Barbeiro, escrivão de polícia, professor, administrador de empresas, escritor, cronista, historiador e um vasto conhecedor da história recente de Garanhuns, principalmente dos últimos 70 anos. Conhecia de cor todas as figuras lendárias e foclóricas da cidade. Durante muito tempo me deliciei com os seus relatos, os quais, na maioria das vezes, trazia em seu bojo, inclusive, a genealogia dos comentados.

Ficamos mais pobres. A cultura ficou ressentida pela perda. Boa parte da mágica que encanta nossos ares desapareceram, sumiu parte do brilho que lustrava a cultura nas terras altas da borborema.

Garanhuns perde, perde a cultura, perde a bravura de um lutador, perde a fidelidade de um homem grato, perde aquela que era uma das memórias vivas das terras bravias de Simôa Gomes.
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Agora comigo: O professor José Rodrigues parte deixando uma legião de amigos e admiradores. Tomara que Garanhuns aprenda a homenagear verdadeiramente essas pessoas que construíram a identidade de nossa cidade.
Lembro-me das crônicas do professor na Sete Colinas FM, sempre gostei da rádio inteligente, e pessoas como José Rodrigues fazem falta em qualquer lugar que tenham passado.

Fernando Henrique Cardoso inaugura uma nova fase na era dos ex-presidentes


Nos Estados Unidos os presidentes quando deixam o poder, geralmente, se afastam também da vida político-partidária, a grande maioria adotam uma causa e correm o mundo defendendo alguma coisa. Exemplos mais recentes são Jimmy Carter, em ações humanitárias, representando seu país, Bill Clinton segue na mesma linha e Al Gore, que foi vice-presidente e candidato derrotado tem um trabalho desenvolvido na área ambiental.

Aqui no Brasil é diferente, muito diferente, não que seja melhor nem pior, mas os ex-presidentes continuam participando ativamente da vida pública. Vejamos, Collor, mesmo extirpado do poder, voltou e é senador. Sarney continua, ou melhor, nunca deixou o poder. Itamar também, poderia já ter vestido o pijama.

Dos exemplos mais recentes, somente Fernando Henrique deixou a presidência e não se candidatou a mais nada, embora nunca tenha deixado de dar seus pitacos e interagir com o seu sucessor através da mídia eletrônica em críticas diretas, respondidas por Lula como se Fernando Henrique fosse o causador dos males do Brasil, embora a população reconheça que foi no seu governo que se estabilizou a economia e começaram os programas sociais para a população de baixa renda, intitulados de bolsa-isso, bolsa-aquilo, que se tornaram o grande programa assistencial do governo petista e alavancou o partido, princialmente no Nordeste, aliado a um forte investimento desenvolvimentista que priorizou ações para tornar o país mais igual, a estratégia deu certo, O Brasil vive hoje um momento estável e a vida das pessoas está melhorando, com mais oportunidades de educação e trabalho.

Voltando a FHC, pois bem, o ex-presidente está inaugurando uma fase meio norte-americana, a de escolher uma causa e usar seu prestígio em defendê-la. Fernando Henrique, que governou o País entre 1995 e 2002, é presidente da Comissão Global de Políticas sobre Drogas e presidiu os debates realizados durante dois dias em Genebra.

O nosso ex-presidente tem defendido a descriminilização das drogas, diz ele - "É preciso descriminalizar o uso de todas as drogas, pois nenhuma política de combate às drogas vai funcionar se não houver também informação e educação. Somente assim as pessoas irão dispor de elementos para usar sua liberdade e para saber que as drogas causam danos", acrescentou.

Além disso, o ex-presidente afirma que os dependentes de drogas devem ser considerados doentes e, por essa razão, devem ter acesso a tratamento médico, bandeira levantada pela comissão, uma vez que tal ação reduziria os danos individuais e sociais.

Lula também pode ter os holofotes do mundo se buscar a defesa das nações subdesenvolvidas, sob dois âmbitos, o econômico e o social, principalmente no combate à fome.

A verdade é que NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS tivemos ex-presidentes respeitados lá fora, Agora com FHC, por sua formação e aproximação com grandes lideranças, e Lula pela sua história de superação e os resultados impressionantes do seu governo, o mundo abre espaços para ouvir o que eles têm a falar.

E quanto a FHC, a questão não é se ele está certo ou errado, não é o mérito do que ele defende, mas ouvir seus argumentos, pois é visto que as políticas públicas estão falhando no combate ao narcotráfico e as cadeias estão cheias de usuários, enquanto os grandes traficantes estão em seus jatinhos e iats luxuosos.
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Sob informações do JC ONLINE



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