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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Comunidade Quilombola do castainho receberá pesquisadores do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome


O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai realizar, este ano, pesquisa sobre a situação de segurança alimentar e nutricional de 173 comunidades quilombolas. O objetivo do estudo é avaliar o perfil nutricional de crianças menores de cinco anos de idade, bem como a situação de segurança alimentar, e descobrir como é o acesso das famílias aos serviços, benefícios e programas governamentais. Também será descrito o perfil socioeconômico das comunidades remanescentes de quilombos tituladas. O trabalho tem a parceria da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

O levantamento será realizado nas comunidades quilombolas que obtiveram título de posse coletiva da terra entre 20 de novembro de 1995 e 14 de outubro de 2009. No total, 55 municípios serão pesquisados. Durante as visitas, as crianças menores de cinco anos de idade serão pesadas e medidas.

Para realizar o trabalho de campo, o MDS contratou, por meio de licitação, o Núcleo de Pesquisa, Informação e Políticas Públicas da Universidade Federal Fluminense (DataUFF). A empresa foi selecionada a partir do edital publico 10.333/2010, no âmbito do Projeto de cooperação técnica BRA 04/046 – firmado entre o MDS e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Oficinas – Responsável pela coordenação do estudo, a Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi) do MDS, em parceria com Seppir, realizará oficinas técnicas regionais. Nesses encontros, os objetivos e metodologia da pesquisa serão apresentados aos membros das comunidades. As duas primeiras oficinas deste ano ocorrerão no Pará, no dia 23 de fevereiro, em Belém, e no dia 25, em Santarém. Já a última reunião contará com as presenças de comunidades de todo o Nordeste e está marcada para o dia 16 de março, em São Luís, no Maranhão.

Segundo o coordenador de avaliação da Sagi, Alexandro Pinto, a primeira oficina, em Brasília, em outubro de 2010, reuniu pessoas do Sudeste, Centro Oeste e Sul. Durante a reunião, tanto os pesquisadores quanto os líderes comunitários foram orientados sobre como proceder durante as visitas. “O levantamento será bem exaustivo, vamos perguntar quanto gastam, o que comem, pegar as crinaças para pesar e medir. Então, isso pode causar um certo constragimento. Por isso, vamos explicar nas oficinas sobre o que vamos fazer com esses dados, qual a utilidade deles para as politicas públicas, explicar tudo para a comunidade para podermos atuar sem problemas”.

Ainda de acordo com Alexandro, cerca de 11.070 famílias serão avaliadas em 14 unidades federativas (veja quadro). Os resultados do estudo serão divulgados em novembro.

Mais informações podem ser obtidas pelo seguinte endereço eletrônico: quilombolas@mds.gov.br.

Fernanda Souza
Ascom/MDS
(61) 3433-1070

Carnaval em Garanhuns - Porque não?

Eu gosto de carnaval. Aliás, não querendo ser saudosista, mas as festas tradicionais são fundamentais para a identidade de um povo. Portanto, não apenas o carnaval, mas as festas natalinas e principalmente, o São João devem ser vivenciados em sua plenitude. E não apenas em Garanhuns, mas toda cidade nordestina deve cuidar da sua cultura tradicional.

Quando vai se aproximando essa época que a gente vê nos jornais as cidades se preparando para a Festa de Momo, a gente sente um sentimento de frustração, como se tivesse perdido alguma coisa muito importante. Perdemos uma característica.

E ainda tem a questão econômica, tem cidades que estão conseguindo angariar recursos para seus eventos, que a cada ano crescem mais. Bezerros e Pesqueira também não eram riquezas culturais quando se falava em carnaval, mas foram investindo, criando suas peculiaridades, tornando-se aos poucos polos da festa no interior do estado. Hoje fazem parte do calendário oficial do carnaval pernambucano.

Arcoverde também não chegava a ser uma referência da festa junina. E é provável que alguém tenha tentado desmotivar aqueles que ousaram tentar - Não façam isso, deixem o São João para Caruaru e Campina Grande. - Arcoverde foi em frente, não se intimidou e hoje colhe frutos.

Garanhuns abdicou do seu carnaval. E não podemos dizer que o Jazz substitui, não, nada disso! É outro evento, aliás, um grande evento! Mas não tira a responsabilidade de deixarmos de promover um grande carnaval regional.

Poderíamos ter o carnaval de rua, nos bairros, e um especial criado para atrair o turista, sendo lírico, dos blocos da Saudade, das Flores, etc... Este projeto, acredito, teria interatividade com o Jazz, pela qualidade da música.

Várias cidades estão conseguindo recursos da Fundarpe para seus eventos. É mais fácil, existe a receita para isso, basta iniciativa e bons projetos!

Como diria Getúlio Cavalcante -"Não deixem não, que o bloco campeão, guarde no peito a dor de não cantar..."

Arte para o Garanhuns Jazz Festival 2011


É grande a procura de informações sobre o Garanhuns Jazz Festival 2011. Nossos posts que falam do evento em nossa cidade já estão entre os mais procurados no blog. Vejam essa arte, aliás, de muito bom gosto!
A programação que está sendo fechada é de altíssimo nível. Acredito que teremos a rede hoteleira novamente no máximo de sua capacidade ocupada.
É importante que Garanhuns abrace este evento que pode se tornar em sua área o maior do Brasil!

Frevo e Forró - Precisamos tocar no rádio


Carlos Fernando, um dos maiores compositores de música pernambucana, concedeu uma entrevista à Rádio Universitária em que cobrou das rádios locais tocar frevo o ano todo. Disse ele: "Vejam bem, o carnaval do Rio de Janeiro é samba, toca. O carnaval da Bahia é axé, toca. Aqui é frevo e não toca, e quando toca, é somente durante o carnaval, assim mesmo concorrendo com as músicas de fora. E mais, as rádios que vêm de fora, que as programações são feitas lá, trazem a música deles". 

A entrevista foi baseada em um artigo com o mesmo título deste post escrito e publicado pelo jornalista do Jornal do Commercio, José Teles. 

Eu vou além, e digo que o forró verdadeiro, aquele deixado pelo Rei Luiz Gonzaga, e que tem grandes representantes como Maciel Melo, Jorge de Altinho, Flávio José, Dominguinhos, Petrúcio Amorim, Zezinho de Garanhuns, Gláucio Costa e tantos outros, também não toca no rádio, hoje recheado de forrós pornográficos de bandas. E quando o frevo e o forró tocam são em programações especiais. O forró só toca no comecinho da manhã ou finalzinho da tarde, e eu acho que ele tem força, qualidade e ouvintes para tocar em qualquer horário.

Outros ritmos pernamucanos também não tocam de jeito nenhum nas rádios, nem no carnaval. Ciranda, Maracatu, Caboclinho, Côco, etc.

Alguns até defendem leis que forcem um percentual de música pernambucana no rádio, não sei se deveria ser assim, esperava a conscientização dos programadores das grandes rádios, mas talvez, feito Olinda que proibiu por lei a música estrangeira em seu carnaval, Pernambuco deva agir assim como uma estretégia de garantir o respeito e a execução das músicas, resgatando um espaço perdido para mostrar sua cara.

E não importa se a rádio é comercial ou comunitária, pois as programações estão idênticas.

Tudo isso em defesa da cultura pernambucana, que é forte, mas a música não toca no rádio.

Vamos cobrar que toquem ao menos Gonzagão, é o ano do centenário dele. Tocar na programação diária.
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A ilustração é do Emerson Fialho, internet.
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publicado originalmente em 07/03/2011.

Prova de fogo para o Santa Cruz - Pela ordem, Náutico, Porto, Sport e Central


Os tricolores estão felizes da vida com a liderança isolada do time nesse começo de campeonato, e mais, 100% de aproveitamento. O Santinha venceu todas as seis partidas que disputou. Mas, como diria o Altamir Pinheiro, vem chumbo grosso por aí.

As quatro próximas rodadas vão mostrar se o Santa Cruz está verdadeiramente bem ou se é apenas fogo de palha.

No domingão tem o clássico contra o Náutico, que vem se recuperando, venceu nesta quinta e conseguiu na rodada anterior uma impressionante goleada contra o Porto, que até então não tinha levado um golzinho sequer. O Alvirrubro é o quarto colocado da tabela.

Depois o Santa enfrenta o próprio Porto. Terceiro na tábua de classificação. É bom lembrar que o Gavião tem o clássico matuto contra o Central domingo.

No ooooutro domingo tem o grande clássico contra o Sport, que deve chegar fumaçando de raiva pra bater o Santa e voltar a ter sua hegemonia rotineira. É aí que tá, o Santa Cruz tem que provar que tem carvão pra queimar.

Mas a epopeia do tricolor não acaba no clássico. Depois tem a Patativa, que é a vice-lider da competição, aliás, também invicta. O Central disputa, assim como Santa e Porto, uma vaguinha na série D, e os três estão bem próximos. Aliás, as três equipes, surpreendentemente estão na frente de Sport e Náutico, que chegaram ao campeonato com a fama de favoritos.

Já se foram 6 jogos, e no final de semana queimamos 1/3 da fase de classificação que dá aos quatro primeiros a chance de disputar as semi-finais. Nesse momento o Sport está fora, é apenas o 5º colocado. Mas é claro, quando a coisa apertar, abre-se o cofre e se traz jogadores melhores, já funcionou em outras oportunidades, e imagina-se que deve funcionar novamente.

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