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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Espetáculo - Banda da Guarda Real Norueguesa

Confira - na íntegra - O Manifesto da Corrente Afirmação Democrática do PMDB

Parlamentares do PMDB acabam de lançar uma corrente dentro do partido que visa discutir os caminhos que tem tomado a legenda ao longo dos anos, principalmente no distanciamento ideológico e o fisiologismo feroz.  Há uns quinze dias o vice-presidente da república e presidente licenciado do PMDB, Michel Temer, ameaçou de expulsão aqueles que não rezarem pela cartilha nacional. Deputados e senadores eleitos que têm independência e fazem oposição ao governo federal, como é o caso aqui de Pernambuco, se posicionaram contra, argumentando justamente o fato de defenderem a história do partido e o direito a pluralidade do pensamento. Tudo isto pode ter gerado essa corrente que confronta a fome voraz de poder e cargos que o PMDB tem demonstrado no país. Vamos ao documento:
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O PMDB cumpriu um papel exponencial na política brasileira, lutando pelas Diretas Já, conduzindo o país para a redemocratização e garantindo a Constituição Cidadã. Também foi partícipe da estabilidade econômica e de uma exitosa estratégia fiscal por meio do Plano Real e da Lei de Responsabilidade Fiscal. Portanto, a história do PMDB se confunde com a história do Brasil contemporâneo. Baseado na temperança, na cultura da paciência, respeito às divergências e senso prático, o PMDB ajudou a construir o Brasil de hoje.

Esse mesmo PMDB que cresceu e se transformou no maior partido do país, vive um momento crítico. A sua influência está se reduzindo e a representação parlamentar diminuindo a cada eleição. Nos últimos anos vem recebendo críticas e tratamento de um partido preocupado só com cargos, e alguns de seus componentes colocados sob suspeição.

Embora tenham acontecido avanços, como a eleição do Vice-Presidente da República, a legenda enfraqueceu. A razão disso é o desgaste da imagem, a falta de um posicionamento claro sobre os grandes temas brasileiros, além da aceitação do papel de partido acessório nos grandes pleitos nacionais.

O PMDB tem como sua essência a defesa da democracia e da justiça social. Dentro de seus quadros há uma imensa maioria de lideranças autênticas e éticas, que têm como parâmetro tais princípios. A afirmação e o aperfeiçoamento da democracia brasileira, o desenvolvimento sustentável – que equilibra o econômico, o social e o ambiental, a descentralização do poder, o reforço do municipalismo e a participação popular, são elementos que compõem nossas diretrizes de homens públicos.

A efetivação dessas políticas só será viável se executada por quem as colocou na Constituição e tem a maior base municipalista do país. O PMDB é de todos, o partido mais credenciado e livre, para propor um novo pacto federativo para o Brasil.

Da mesma forma, só poderá viabilizar um Estado eficiente, do tamanho adequado às necessidades da população brasileira, quem não está atrelado a ideologias estatizantes, que incham e tornam pesada a máquina pública, e, por outro lado, não propõe o mercado como regulador de toda economia e relações sociais.

O PMDB como o grande partido de centro-esquerda, que preserva o diálogo com todas as correntes partidárias, deve ser o principal condutor das mudanças nessa direção. Para que isso aconteça, no entanto, devemos ajudar a resgatar a imagem do partido. Devemos construir uma agenda para o país, abrir uma ampla discussão com a população, e, trabalhar para ter uma candidatura própria à presidência da República nas próximas eleições.

A Corrente Afirmação Democrática do PMDB não é uma dissidência. Isso deve ser enfatizado! Atualmente, temos o vice-presidente da República, Michel Temer que tem o nosso apoio, bem como respeitamos nossas instâncias partidárias, e a liderança de nossa bancada na pessoa de Henrique Eduardo Alves.

A motivação que nos une, como parlamentares do PMDB, é reafirmar nossa identidade histórica de partido, sintonizada com a democracia representativa. Nossa determinação é resgatar uma atuação política programática, baseada nos valores que nos levaram a fazer a escolha pela vida pública.

Como corrente partidária, não queremos a velha prática dos cargos pelos cargos, do poder pelo poder, com todas as deformações dela decorrentes. Nossa corrente pleiteia prioritariamente reformas profundas do Estado e políticas públicas que avancem na qualidade de vida da nossa gente, que signifiquem não só a erradicação da miséria, mas também a erradicação de todas as formas de pobreza e de exclusão no nosso país.

Estes são os pontos que nortearão nossa ação parlamentar:

1. Reforma Política como prioridade para a atual legislatura.

2. Regulamentação da Emenda 29 para ampliar os recursos da saúde pública, sem aumentar a elevada carga tributária do país.

3. Apoio a todas as iniciativas que melhorem a qualidade do gasto público e permitam o aumento da capacidade de investimento do Estado. O inchaço da máquina pública não é a solução para o nosso desenvolvimento. Vamos estimular as parcerias público-privadas para crescer mais rápido. Como a vida já demonstrou, nem tudo que é estatal é público e nem tudo que tem função pública precisa ser estatal. Queremos a profissionalização e a valorização do modelo das agências reguladoras, hoje demasiadamente politizadas.

4. Formulação de uma legislação de responsabilidade educacional que promova um novo paradigma, com mais investimentos, fazendo com que o país avance mais rapidamente em direção à qualidade da escola pública.

5. Defesa da modernização da legislação do trabalho, com a redução da carga de tributos e encargos sobre o emprego, para promover o aumento da formalização da mão de obra no país.

6. Apoio a uma Reforma Tributária que simplifique o sistema, corrija as distorções e permita a gradual diminuição da carga de impostos sobre a sociedade brasileira. Entendemos que essa reforma deve vir acompanhada, obrigatoriamente, de um novo pacto federativo, onde os municípios tenham duplicada sua participação no bolo tributário nacional. A reforma deve preservar as fontes contributivas que financiam a rede de proteção social.

7. Alinhamento com todas as iniciativas de sustentabilidade, que contemplem a proteção e a conservação do exuberante patrimônio ambiental do país.

8. Apoio a uma política nacional de segurança pública que busque um aprimoramento da legislação, estabeleça um efetivo programa de ações e articule os entes federados e todas as instituições envolvidas com o tema. Formulação de uma política nacional, integrada, de enfrentamento das drogas que são a principal causa da violência, hoje, no país.

9. Estímulo ao debate responsável sobre a reforma da Previdência Social, para que o país não negligencie o tema, nem perca a oportunidade histórica do bônus demográfico atual.

10. Ação legislativa para ampliar os instrumentos de combate à corrupção e aumentar a transparência das atividades do Estado brasileiro. Para isso, também, é fundamental uma imprensa livre e o estímulo a uma sociedade cada vez mais em rede, com acesso garantido pelo Estado.

11. Políticas públicas integradas de atenção a cada fase do ciclo vital. Em especial, políticas que priorizem os cuidados nos primeiros anos de vida e na terceira idade.

12. Apoiar fortemente o nosso agricultor, garantindo a rentabilidade do agronegócio e a sua permanência no campo.

13. Estimular o fortalecimento da Política de Ciência, Tecnologia e Inovação, como fator privilegiado de competitividade e sustentabilidade do nosso desenvolvimento, aprofundando a legislação de incentivo à inovação nas empresas, em cooperação com Instituições de Ciência e Tecnologia, bem como as ações integradas do Estado para a consolidação da Infraestrutura e dos Recursos Humanos da área.

14. É crucial melhorar a questão cambial, e a redução dos juros, de forma a permitir a retomada da exportação, em grande escala, de produtos manufaturados.

15. Defender políticas de investimento que priorizem o desenvolvimento sustentável das regiões mais pobres do país, e das nossas fronteiras. Consideramos fundamental, para uma sociedade mais justa, a diminuição das desigualdades intra e inter-regionais no Brasil.

Brasília, sala do Diretório Nacional do PMDB, em 8 de fevereiro de 2011.

O exemplo de Ornilo


No post em que relatamos algumas críticas que ouvimos à programação do aniversário de Garanhuns, fizemos uma observação, e gostaríamos de voltar a ela. Acho que o aniversário da cidade poderia ter uma grande programação de ações sociais e festivas, e isso não passa obrigatoriamente exclusivamente pela Secretaria de Cultura ou de Turismo, embora esta possa ter uma responsabilidade maior.

Explico.

Temos várias entidades representativas e mais de uma dezena de secretarias no município, e praticamente todo mundo parou, quando poderia ter feito alguma coisa.
Imagine se o prefeito cobrasse de cada secretaria uma ação em comemoração ao aniversário de Garanhuns. Todas elas impactando os bairros e a população em geral. Quem olhou somente pra festa perdeu a oportunidade de contribuir também. E outras entidades poderiam ter gerado alguma atividade, independemente da iniciativa pública. É claro que isto é somente uma sugestão, mas estamos aqui é pra sugerir mesmo. rsrsrs

É daí que vem o exemplo de Ornilo Lundgren, que levou a feirinha do empreendedor para a Praça da Fonte Luminosa e colocou faixas dizendo que a atividade era alusiva ao aniversário da cidade. Parece simples, mas a ideia é essa mesmo. Fazer diferente, gerar iniciativas e produzir cidadania.

Uma grande ação social por parte das Secretarias de Saúde e Assistência Social poderia ter sido feita em bairros populares. Muita coisa. Um trabalho de veterinários no Parque Euclides Dourado. Uma discussão da Secretaria de Planejamento com as comunidades, ouvindo a população, como marca de um aniversário. A Secretaria de Educação também impactando de alguma forma. Sei lá, estou jogando ideias.

Mas o aniversário não pode ser somente a festa por si só. Um comentário aqui no blog até faz uma discussão interessante. O aniversário acordou Garanhuns com tiros, ao raiar do dia.

Tem que ser diferente. Tem que ser criativo, principalmente quando não se tem dinheiro. Usar o que já se tem. Penso no prefeito em uma reunião perguntar a cada secretário - "O que sua secretaria pode fazer no aniversário da cidade?".

Gente, o aniversário é o dia mais importante da vida da gente no ano. Concordam?

Sai o DVD O Milagre de Santa Luzia - Uma viagem pelo Brasil que toca sanfona!


Documentário de longa-metragem de Sérgio Roizenblit é lançado em DVD
Music News - 7/2/2011 - Por Luiza Goulart

Vencedor de Melhor Trilha Sonora no Festival de Cinema de Brasília de 2008 apresenta a diversidade cultural brasileira por meio da musicalidade da sanfona.

O Milagre de Santa Luzia é uma viagem pelo Brasil que toca sanfona conduzida por Dominguinhos, o mais importante sanfoneiro em atividade no país. Através de encontros regados a muita música e reunindo depoimentos - curiosos, divertidos, emocionantes e esclarecedores - dos principais sanfoneiros brasileiros, o filme dirigido pelo cineasta Sérgio Rozenblit faz um mapeamento cultural das diferentes regiões do país onde o instrumento se estabeleceu. Entre preciosos registros desses grandes artistas populares, estão os do poeta Patativa do Assaré e dos músicos Sivuca e Mário Zan, falecidos pouco tempo depois de suas entrevistas para o documentário.

Após ser exibido em diversos cinemas brasileiros por 17 semanas entre 2008 e 2009, O Milagre de Santa Luzia agora é lançado em DVD, com uma série de extras que se somam aos 105 minutos de duração do filme original. Nesses extras, diversas histórias sobre a sanfona contadas e tocadas pelos músicos, a arte e os mistérios dos afinadores do instrumento, o passo a passo da construção da sanfona em uma fábrica, uma homenagem ao sanfoneiro Geraldo Correia, entre outros conteúdos inéditos.

O longa-metragem é dividido em índice pelas regiões do Brasil focalizadas – Nordeste 1 e 2, Centro Oeste, Rio Grande do Sul e São Paulo – que se subdivide pelos nomes dos artistas ou assuntos abordados.

O lançamento do DVD O Milagre de Santa Luzia acontece em 13 de fevereiro, domingo, a partir das 20h na casa de forró Canto da Ema (Av. Brigadeiro Faria Lima, 364, Pinheiros, SP, 11.3813.4708, www.cantodaema.com.br), quando acontecerá a festa em comemoração aos 70 anos do grande Dominguinhos (nascido em 12/2/1941, em Garanhuns, Pernambuco) com um show que terá as participações de diversos artista, como Elba Ramalho, Oswaldinho do Acordeon e Gabriel Levy.

O documentário marcou a estréia de Sérgio Roizenblit na direção de um longa-metragem. Roizenblit é diretor dos vídeos Violões do Brasil, Violeiros do Brasil e O Brasil da Sanfona, do Projeto Memória Brasileira, de Myriam Taubkin, lançados em DVD.

No 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2008, O Milagre de Santa Luzia foi vencedor do Candango de Melhor Trilha Sonora e do Prêmio Vagalume de Melhor Filme.

Entrevistados no DVD, por ordem de aparição: Dominguinhos / Patativa do Assaré (Antonio Gonçalves da Silva, 1909-2002) / Arlindo dos Oito Baixos / Hélder Vasconcelos / Joquinha Gonzaga / Camarão / Genaro / Pinto do Acordeon / Dino Rocha / Elias Filho / Renato Borghetti / Thelmo de Lima Freitas / Ricardo Arenhaldt / Edson Dutra / Luiz Carlos Borges / Luciano Maia / Júlio Rizzo / Gilberto Monteiro / Bagre Fagundes / Oscar dos Reis / Mario Zan (Mario Giovanni Zandomeneghi, 1920-2006) / Oswaldinho do Acordeon / Toninho Ferragutti / Gabriel Levy / Raimundo Campos / Sivuca (Severino Dias de Oliveira, 1930-2006).

O Milagre de Santa Luzia poderá ser adquirido a partir de fevereiro nas principais livrarias e lojas de cds/dvds do país e também pelo sitewww.miracaofilmes.com.br O preço sugerido é R$ 29,90.

Sobre o filme

Há mais de trinta anos sem viajar de avião, Dominguinhos conduz sua caminhonete pelas diversas regiões onde a sanfona ganhou destaque e onde surgiram seus maiores intérpretes. O longa busca compreender o universo do instrumento em cada uma dessas localidades: o nordestino e sua saga de retirante, a partida e o desejo de um dia voltar; o pantaneiro e sua atitude contemplativa, conectada ao tempo da natureza; o gaúcho e sua ode às tradições, o orgulho pela terra natal; e o paulista que, dividido entre a cultura caipira e o emaranhado de informações da metrópole especialmente cosmopolita, cria um estilo único e diversificado.

A popular sanfona ganha diferentes nomes, conforme a região: acordeão, pé de bode, oito baixos, fole e gaita, entre outros. Musicalmente, o instrumento se caracteriza como um instrumento capaz de traduzir as mais variadas culturas, seus diferentes povos e tradições.

O título O Milagre de Santa Luzia é uma homenagem a Luiz Gonzaga, que nasceu no dia da santa, 13 de dezembro. A homenagem se justifica pelo trabalho do “Rei do Baião”, cujo sucesso abriu as portas para a existência de uma cultura regional dentro da indústria cultural no País. Também de homenagem ao pernambucano são os versos recitados pelo poeta Patativa do Assaré, em entrevista concedida a Roizenblit.

Em cada região, o filme registra os principais músicos do instrumento. Alguns desses artistas faleceram pouco tempo depois das filmagens: Sivuca, que fez sua última gravação com Dominguinhos cerca de um mês antes de seu falecimento, e Mario Zan, o único sanfoneiro que vendeu tanto quanto Luiz Gonzaga e é considerado até os dias de hoje o recordista de vendas da gravadora RCA Victor.

A viagem tem início em Exu, Pernambuco, com Dominguinhos interpretando Lamento sertanejo, de sua autoria, em parceria com Gilberto Gil. A cada encontro, uma conversa e uma música em conjunto – Arlindo dos 8 Baixos, Camarão, Pinto do Acordeon e até um grupo de vaqueiros, que dedica ao músico alguns versos improvisados.

Percorre depois a riqueza natural do Centro-Oeste e a música de Dino Rocha e Elias Filho. Continua pelo Sul, com as gaitas de Thelmo de Lima Freitas, Edson Dutra, Renato Borghetti, Gilberto Monteiro e Bagre Fagundes interpretando Canto alegretense (co-autoria com seu irmão, Antônio Augusto Fagundes), música mais popular que o próprio hino do estado.

Em São Paulo, Dominguinhos se encontra com músicos jovens, como Gabriel Levy e Toninho Ferragutti, que imprimem à sanfona um caráter mais jazzístico. É também em São Paulo que acontece o encontro com o saudoso Mario Zan e com Oswaldinho do Acordeon. Juntos, os três interpretam Quarto centenário, de Mario Zan, o sanfoneiro que melhor traduz a cultura caipira paulista. Composições suas, como Chalana e Um homem não deve chorar, ultrapassaram as fronteiras brasileiras e foram gravadas em diversas línguas. É reconhecido como o maior solista de festas juninas de todos os tempos, autor de inúmeras quadrilhas, como Festa na roça e Pula a fogueira.

De volta ao Nordeste, Dominguinhos encontra Raimundo Campos, produtor musical de Recife, com quem gravou sua inédita e comovente interpretação de Triste partida (de Patativa do Assaré). Em João Pessoa, na Paraíba, se dá a conversa com Sivuca, que declara, emocionado, “[a sanfona] representa 67 anos de convivência, de paz e harmonia com a música”.

Realização

A idéia da realização do documentário surgiu há cerca de dez anos, quando o diretor participou do Projeto Memória Brasileira, de Myriam Taubkin. Sérgio Roizenblit dirigiu os vídeos-cenários de O Brasil da sanfona, série de shows realizados pelo SESC/SP, em 2001, e posteriormente (2003) lançada em DVD, com a inclusão de depoimentos de sanfoneiros e poetas brasileiros.

A maioria dos depoimentos do filme foi captada ao longo do ano de 2006, mas conta com entrevistas gravadas em 2001, como a de Patativa do Assaré. A equipe percorreu o Brasil, passando pelos Estados de Pernambuco (cidades de Exu, Serrita e Recife); Paraíba (João Pessoa), Mato Grosso do Sul (Barra Mansa), Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Bagé e Santana do Livramento), Minas Gerais (Serra dos Aimorés e Turmalina) e São Paulo (São Paulo).

O milagre de Sta Luzia foi viabilizado pelo Artigo 1º da Lei do Audiovisual e patrocinado pelo BNDES e pelo Banco BMG.

A sanfona

Inventado em 1829, em Viena, e reunindo possibilidades harmônicas, melódicas e rítmicas em um só instrumento, o acordeão rapidamente se difundiu pela Europa e, com a expansão da imigração européia, correu mundo, chegando também ao Brasil na segunda metade do século XIX. Em pouco tempo ganhou inúmeros adeptos e, nos anos 1940 e 1950, tornou-se extremamente popular. Adquiriu formatos e tamanhos distintos, integrou-se à nossa música e ampliou suas potencialidades nas mãos de artistas de todo o país. É chamado de gaita, fole, pé de bode e tantas outras denominações e apelidos; mas é como sanfona que conquistou definitivamente o seu lugar no coração do povo brasileiro.

(fonte: Projeto Memória Brasileira, de Myriam Taubkin / http://sanfonade8baixos.blogspot.com/ )

Fernando Ferro topa a parada?


O deputado federal Fernando Ferro esteve em Garanhuns este final de semana, conversou com companheiros do partido e se dedicou à família. Mas não foi só isso, recebeu várias visitas, inclusive de amigos, empresários e outras pessoas que queriam saber: Ele é candidato a prefeito?

Ponderado, Ferro não se esquivou, mas também não disse que sim nem que não, na sua concepção de política, primeiro se deve abrir uma discussão sobre a cidade e seus projetos, para depois se pensar em nomes, mas uma coisa é certa, o homem fará parte do contexto, ou seja, espera poder ajudar neste momento político pelo qual passa nossa cidade.

Este momento de debates à procura de um modelo administrativo para a cidade e provocação de ideias e projetos, tem sido tema recorrente aqui no blog, e em algumas pessoas preocupadas com o futuro de Garanhuns. Por isso tem gente se reunindo para buscar alternativas, como faz o Forum Pró-Garanhuns e o fez recentemente também o PSB - partido do governador, incitado pelo socialista Ivan Rodrigues.

Acho pertinente despontar entrelinhas. Por exemplo, o Forum Pró-Garanhuns nasceu da necessidade local, da inquietação de quem está no cotidiano da cidade. 

O debate gerado pelo PSB ganha uma conotação diferente, pois vem com a chancela do governador, que começa a jogar o jogo, e daí a gente entende que a próxima eleição não ficará presa nos limites do município. As porteiras vão se abrir. Eduardo Campos está observando e espera que Garanhuns alcance o ritmo de seu governo.

Mas tem mais. Agora vem um olhar federal. Com a chegada de Fernando Ferro, a esperança de ter alguém próximo a Dilma e a Lula, com o peso histórico de ser um deputado fulcrado na credibilidade e partícipe das transformações sociais, está mexendo com muita gente, que espera o seu sim.

Mas Fernando é experiente, não entraria no jogo encabeçando uma proposta se ela não for batizada por Eduardo e crismada por Lula e Dilma. E ainda mais, ter a unicidade das forças políticas aliadas ao projeto federal. Em Garanhuns temos vários nomes prefeituráveis de partidos que integram a composição estadual. PTB, PDT, PR, PP, PT, PMN, PV (e tantos mais outros partidos), que precisariam se unir em prol de desse projeto. Por isso Ferro espera, precisa conversar com todo mundo para gerar a proposta naturalmente, sem imposições. Conversando, aliás, como líder do PT no Congresso Nacional, já deve ter mestrado e doutorado nesta área.

No Jornal do Commercio de hoje, o colunista Ancelmo Gois conta que Dilma chama Fernando Ferro de Ferrinho, pela proximidade que eles têm. Já relatei aqui que Ferro é ainda mais chegado de Dilma que do próprio Lula.

Entendo que essas conversas, se vingar o nome de Ferro no futuro, é justamente para gerar o grupo, pois o deputado não tem uma equipe que sozinha possa gerir esta cidade. Precisa conversar com todas as forças congregadas, e dentre elas está o próprio PSB, de Ivan Rodrigues e do governador, Zé da Luz (mais votado na cidade), Izaías (deputado eleito) e o prefeito Luiz Carlos, que é aliado do governador e muita gente acredita que se o governador indicar o candidato a prefeito, Luiz Carlos indica o vice, pois não devem caminhar separados. E vice-versa.

Mesmo estando constantemente em Garanhuns, é fato que Ferro não conhece de cor e salteado os problemas da cidade.

E não pensem que estamos longe da eleição para se falar sobre isso, pois os futuros candidatos precisam estar filiados aos seus partidos e com domicílio eleitoral em Garanhuns um ano antes da eleição. É o caso de peças do jogo como Pedro Falcão e agora o próprio Fernando Ferro.

Ouvi uma frase solta numa roda de conversa que dizia. Chegou a hora do PT governar Pernambuco, numa clara referência a Humberto Costa. E veio naturalmente a pergunta seguinte: E chegou a hora do PT governar Garanhuns? 

E se Ferro disser - Eu topo, - prefeito e governador poderão dizer que não? E mais. Lula viria a Garanhuns para pedir votos para Ferro?

E qual o melhor nome para a vice? Quem sabe uma mulher? Para agradar a presidenta.

Bonanza compra parte da Rádio Cultura de Caruaru


O grupo Bonanza adiquiriu numa parceria com os irmãos Almeida , trinta por cento (30 %) das ações da rádio cultura em Caruaru . Segundo informações oficiais, o empresário Douglas Cintra foi o responsável pela compra dos novos equipamentos para a emissora . O fato aconteceu no final de 2010 .

A RÁDIO CULTURA DO NORDESTE, foi idealizada pelo rádio-técnico Jaime Mendonça (já falecido), que montou um pequeno transmissor de 25 watts e colocou a emissora no ar. Posteriormente, um grupo formado por empresários da cidade se juntou para fundar a emissora com finalidades políticas. Isso aconteceu em 31 de agosto de 1958 na cidade de Caruaru – a terra da Feira.

Passadas as eleições e tendo sido alcançado o objetivo de eleger o empresário João Lyra Filho prefeito de Caruaru, o Grupo não mais tinha o interesse de continuar dirigindo a emissora e foi feito um convite para que os irmãos José Almeida e Onildo Almeida assumissem o novo prefixo da cidade. Os irmãos Almeida trabalhavam como operadores de som da Rádio Difusora de Caruaru e também mantinham um programa de auditório na mesma emissora, com um grande respaldo comercial e também de audiência. José e Onildo toparam o desafio e em 1961 arrendaram a Rádio Cultura e posteriormente assumiram a direção até a presente data.

A CULTURA também ficou conhecida como “a escolinha do rádio” por ter dado oportunidade a muitos e revelado grandes valores do rádio como: “Lenildo Lima”, “Alcinda Beltrão”, “Edvaldo de Castro”, “José Bezerra”, “Roberto Queiroz”, “Antonio Torres”, “Adelson Cunha”, “Adelmo Cunha”, “Marcos Ferreira”, “Luiz Mendonça”, “Luiz Queiroga” (famoso produtor humorístico, criador e produtor do Coronel Ludugero e “Otrope”), “Adelmo Tiné”, “Celso Rodrigues”, entre outros.

Atualmente, a RÁDIO CULTURA, dispõe de uma programação eclética com: músicas, esportes, notícias, e com um jornalismo que prioriza as informações locais e da região.
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CDL promove debate sobre Substituição Tributária


A Diretoria da CDL em reuniões com o Governo do Estado conseguiu a promessa de que a Secretaria da Fazenda iria enviar Auditores para esclarecer os Lojistas Garanhuns em Relação às modificações sobre a lei de Substituição Tributária. O Governador atendeu as primeiras reivindicações e deixou os optantes pelo Sistema Simples sem ter que recolher os impostos do Estoque.

Após confirmação da Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco, está marcada para esta quinta-feira dia 10 de Fevereiro às 18h30. a “Mesa Redonda” que debaterá o assunto de uma forma aprofundada no sentido de esclarecer as dúvidas do empresariado da região.

Com a Presença do Instrutor: Marcos Auto Faeirstein e do Debatedor: Jader Toscano acontecerá Um Fórum de Debates com o titulo:

Sistemática de Substituição Tributária para os Produtos Inseridos em Novembro de 2010.

Convocação

Sua presença será imprescindível, pois não é com facilidade que se consegue um evento com este nível em caráter de gratuidade. Por favor, confirme sua presença, pois o nosso auditório tem limitações de 120 pessoas assentadas.

Devida a complexidade da Reunião, Chamamos sua atenção para o Horário:

Início: 18h30.

A Diretoria
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Com informações de Calvino Brasil

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