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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Trailler do filme Bruna Surfistinha em HD



Confira o trailler do filme que promete se tornar um dos maiores sucessos do ano no Brasil: Bruna Surfistinha, com Deborah Secco. A história da garota de programa que escreveu o livro " O doce veneno do escorpião" relatando seu mundo, e vendeu mais de 300 mil cópias.
E aí, que acham? Cabe uma discussão sócio-sexual, ou deve ser encarado somente como entretenimento?

Quinta é dia de Cine Theatro, o nosso Teatro do Parque, ou melhor do Centro Cultural


Está feita a programação da quinta-feira, a galera curte o Cine Theatro e depois vai conferir o Jazz no Alforria.

A foto do falso professor

O projeto Botequim agora é FOLHAVOX CULTURAL

Amigos,

O jornal FOLHAVOX, com o intuito de promover a movimentação cultural em nossa cidade, está implantando o projeto FOLHAVOX CULTURAL, em substituição ao Botequim, projeto em que promovemos a boa música nos bares e restaurantes da cidade. Fizemos Botequins inesquecíveis, Jovem Guarda, Vinícius de Moraes, Forró no Sítio, MPB, Nostalgia, etc.

Porém agora, com nova nomenclatura, a idéia é poder promover iniciativas culturais nos mais diversos seguimentos, como peças de teatro, exposições, oficinas de produção artística e muito mais.

Para iniciar esta nova fase, estamos trazendo a banda THE BLUZ, de Caruaru, para uma prévia do GARANHUNS JAZZ FESTIVAL, já que a banda se encontra na programação oficial do evento em nossa cidade.

A apresentação especial acontecerá no dia 24 de fevereiro, quinta-feira, às 22h, no Bar e Restaurante Alforria. Não faremos vendas de mesas, portanto, estejam à vontade. A gente se encontra por lá.

Preso falso professor da AESGA

Foi preso na noite de ontem, 21 de fevereiro, na Cidade de Limoeiro, Agreste Pernambucano, Rosivaldo Sidrônio da Costa, acusado de aplicar golpes em diversas Faculdades do Estado. Rosivaldo Sidrônio foi preso em flagrante na Faculdade de Ciências da Administração de Limoeiro (FACAL), após conseguir vaga mediante apresentação de certificados falsos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado.

Segundo informações do comissário Luis Henrique, a Delegacia Municipal de Limoeiro já vinha investigando o caso e conseguiu checar dados após a divulgação de nota oficial, publicada no site da Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (AESGA) em fevereiro de 2010, ratificadas pela denúncia de pessoas da própria FACAL. “De denúncias formais nós dispúnhamos da nota oficial da Autarquia, primeiro passo para a busca de mais informações sobre o infrator”, destacou.

Sidrônio se passava por professor da AESGA, responsável pelo recrutamento de docentes para ensinar nos cursos de pós-graduação da Instituição, por meio do qual cobrava taxas em dinheiro para análise de currículo. “Após o contato de alguns professores buscando informações sobre uma extensão dos cursos de pós-graduação da AESGA em cidades como Tamandaré, São José da Coroa Grande, por meio do qual o Rosivaldo Sidrônio seria responsável, descobrimos o golpe, fizemos a denúncia e o passo seguinte foi alertar a população sobre o caso”, explicou a professora Giane Lira, então coordenadora de Pós-graduação e Extensão da Autarquia Municipal.

Para a presidente da AESGA, professora Eliane Simões Vilar, o site da Instituição é uma ferramenta essencial a todos os públicos. “Somos uma Instituição de Ensino Superior que preza tanto pela qualidade dos cursos, quanto pela forma de divulgação dos mesmos. Felizmente não sofremos danos maiores, mas alertamos a população em buscar sempre informações oficiais, de forma a minimizar casos como estes”, afirmou.

Na FACAL, o acusado era professor das disciplinas Contabilidade Gerencial e Orçamento Empresarial, no curso de Ciências Contábeis. A Polícia ainda investigar a denúncias sobre uma suposta prática do falso professor em cobrar entre R$ 35,00 e R$ 50,00 dos estudantes para tirar cópias de uma apostila, que até então ainda não teriam sido entregues aos alunos.

Karatecas de Garanhuns se destacam em competição estadual


Cinco garanhuenses participaram no último domingo, dia 20 de fevereiro, do primeiro Torneio de Karatê da Cidade de Riacho das Almas-PE. Os atletas, que competiram com outros 200 caratecas de 19 Cidades do interior do Estado voltaram a Garanhuns com medalhas de ouro e bronze.

A atleta Keyla Maria de Oliveira foi campeã na modalidade Faixa Branca e Amarela da categoria Katá, e também obteve a medalha de ouro na categoria Kumitê. Já a atleta Ayonara Kadet, conquistou o 3º lugar na modalidade Faixa Verde, da categoria Katá, disputando com a atual campeã mundial de Faixa Preta, Raiane Priscila, assim como a campeã Panamericana de Faixa Preta, Tayse Aires.

Na disputa, também estava o atleta Reginaldo Bezerra da Silva, que conquistou os títulos de campeão na modalidade de Verde a Preta, das categorias Katá e Kumitê. O atleta Felipe Mateus, um dos que mais conquistou títulos para Garanhuns em 2010, também foi destaque na modalidade de Vermelha a Laranja, da categoria Katá, conquistando o 1º lugar, e também conquistou a 3º colocação na categoria Kumitê, superando o atual Campeão Brasileiro desta modalidade. Felipe Mateus é atleta do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro Magano, mantido pela Prefeitura de Garanhuns.

De acordo com o professor de Karatê da equipe, Eguinaldo Silvestre, os atletas tiveram um bom desempenho e conquistaram boas colocações. “Agora nós estamos treinando forte para a competição Norte e Nordeste de Karatê, marcada para o período de 5 a 8 de maio, em Caruaru”, disse Eguinaldo. Os atletas contam com o apoio da Prefeitura de Garanhuns para participar das competições.

Trilha por canaviais e área de Mata Atlântica


A Ana Nery, da Eco-Agreste e diretora de turismo de Garanhuns, começou sua temporada de trilhas,e a aventura teve muitas surpresas, a galera esteve em uma trilha considerada pesada, pois está situada em uma área geográfica de zona da mata (onde a cana de açúcar predomina) porém ainda possui vegetação de mata atlântica.  O seu relevo é acidentado, o que dificulta o nível da triha, porém, revelando paisagens encantadoras.

O grande desafio é caminhar em meio a mata atlântica, ora fechada, ora aberta, em um terreno íngrime a uma altitude de 600m , chegando ao topo de 740m acima do nível do mar que leva a um belo lugar denominado "Pedra do Espelho" ...e claro, lindas cachoeiras a conhecer e tomar banho, ao som de uma melodia relaxante. O pessoal saiu encantado.

Fiquem atentos, estaremos divulgando as próximas trilhas. Já tem outra agendada para o final de março.
Telefone: (87) 9934 -1910 E-mail : ananery_53@hotmail.com

A ESCRIVÃ NUA

Transcrevo do blog do jornalista Luís Nassif, texto escrito por Márcio Valley.
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No mês de junho de 2009, dois delegados da Polícia Civil do Estado de São Paulo, os policiais Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves, ambos da Corregedoria da Polícia, com apoio de duas policiais militares, algemaram e tiraram, à força, a calça e a calcinha de uma escrivã que era investigada pelo crime de concussão. As imagens estão no Youtube. Para quem quiser assistir, o endereço é http://www.youtube.com/watch?v=tZxFxABQ4Lw.

Antes de ser despida, a escrivã implorou, durante quase cinquenta minutos, que fosse revistada por policiais femininas, pois não queria ficar nua na frente de homens. Cinquenta minutos! O episódio ocorreu dentro do 25ª Distrito Policial, que fica na rua Humberto Ravello, nº 9, em Parelheiros, zona sul da cidade. A sede da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo localiza-se na rua da Consolação, nº 2333, na Consolação. Uma consulta no Google Maps revela que, entre um e outro, há trinta e sete quilômetros e cerca de uma hora.

Percurso de uma hora separou a escrivã de sua dignidade. Em certo ponto, já impaciente, um dos delegados determina que a escrivã seja algemada. Logo após ser algemada, a escrivã é moralmente estuprada, com a retirada de sua calça e de sua calcinha, enquanto, infantilmente, grita “vai aparecer minha periquita, vai aparecer minha periquita”. Logo após ser despida, ela balbucia, quase sem voz, “não acredito que estou nua”. Tudo isso ocorreu dentro de uma delegacia de polícia da maior cidade desse país.


Acho que todos nós nos lembramos da decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu o uso de algemas. Segundo a Súmula Vinculante nº 11 do Excelso Tribunal, somente é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado.

Do vídeo da prisão da escrivã, em nenhum momento ela resiste à prisão ou mesmo à revista, somente implorando por revista feminina. Tampouco oferece ela qualquer risco à si ou aos policiais. No entanto, foi algemada. E as algemas, percebe-se claramente pelo vídeo, foram colocadas para facilitar o trabalho do delegado no ato de despir a escrivã. Não havia resistência à prisão, havia resistência a um procedimento de produção de prova. Os motoristas podem opor-se ao bafômetro. A lei não autoriza que um motorista alcoolizado seja algemado para possibilitar que um bafômetro seja enfiado em sua boca, todavia, ao menos em São Paulo, parece que é permitido aos policiais algemar mulheres para despi-las em busca de provas e evidências da prática de crime.

Logo após as algemas, a vergonha. Diz o artigo 249 do Código de Processo Penal, que a revista em mulher será sempre feita por outra mulher, somente cabendo exceção no caso de a convocação de agente feminina importar retardamento ou prejuízo à diligência. Bom, o delegado ficou quase uma hora tentando convencer a escrivã a ficar nua na sua frente, praticamente o mesmo tempo que demandaria conduzir uma policial feminina da Corregedoria à delegacia. É interessante observar, nessa barbárie, que o chefe da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo é uma mulher, a delegada Fernanda Paiva Nunes Marreiros Marques. Fico imaginando se ela, num gesto de alteridade, imaginou-se no lugar da escrivã, tendo as calças arrancadas à força por policiais homens.

Reparem que não falei sobre o suposto crime atribuído à escrivã. Foi de propósito. Ainda que alguém pratique um crime, isso não autoriza qualquer policial, muito menos delegados de polícia, a violentá-lo fisica ou moralmente. Um procedimento instaurado na Corregedoria isentou os delegados de qualquer culpa, mesmo existindo um vídeo comprovando o excesso. O crime da escrivã foi aparentemente comprovado e ela foi demitida. Contudo, a escrivã, ao gritar o seu direito de não expor sua "periquita", na verdade pôs a nu os delegados de polícia do Estado de São Paulo.
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Agora comigo: O texto não aborda outros pontos, como a maneira ilícita de buscar a prova, e a questão da nota ser "xerocopiada" como eles mesmos dizem no vídeo, o que seria um crime impossível, e portanto inexistente, pois ninguém pode ser subornado por xerox. Ainda é argumento factível a questão de flagrante forçado. Mas é claro que ficou provado que houve o suborno, foi encontrado dinheiro com a escrivã, porém, o crime maior neste caso foi o claro desrespeito à dignidade sexual. O desrespeito moral. O inquérito contra os policiais foi arquivado e a escrivã foi expulsa. Cada um que pague por seus crimes. Naquela sala, a escrivã virou um espetáculo para dezenas de pessoas, e seus gritos demonstram o tamanho da violência que sentiu.
Fica a certeza que ela perdeu muito mais que o emprego, foi abusada moral e sexualmente, isto é uma questão de dignidade, o princípio fundamental de todo o ordenamento jurídico.
Resolvemos tirar o vídeo, depois de consultar algumas colegas de classe de faculdade. Na verdade, se encontrarmos o vídeo com os devidos cortes, não expondo totalmente a mulher, volto a colocar. Pensamos o seguinte: Se ela lutou tanto para se preservar, será que nós não estamos novamente despindo-a diante milhares de pessoas? Por isso, o vídeo foi exlcuído, mas a abordagem sobre o assunto é pertinente, e devemos aprofundar como um grito de repúdio ao desrespeito à lei e à mulher, E neste caso, a escrivã deve pagar pelo seu crime, mas sob o manto da legislação penal, e não pela abordagem machista dos policiais que a expuseram. 

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