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domingo, 1 de maio de 2011

Futebol de tantas paixões

Gente, que final de semana no futebol!

Começando no sábado, torci pelo São Paulo. Deu Santos.

Domingão. Na Bahia deu o Vitória, vai fazer a final contra outro Bahia, de Feira de Santana. No Rio, torci pelo Vasco. Deu Flamengo campeão do estado, vencendo os dois turnos. Fui Palmeiras contra o Corínthians. Deu o time dos mosqueteiros nos pênaltys. Aliás foi também nas penalidades que o Flamengo fez a festa.

Em Recife torci pelo Náutico. Mas vou ver meu Santinha encarar o Leão, que cresceu na reta final do campeonato, coisa que já alertávamos aqui. O time é de chegada. Por merecimento, o título deveria ficar com o tricolor, mas não existe isso no futebol.

Em dois domingos teremos uma grande festa pernambucana. Ou o Sport comemora o Hexa, que almeja há décadas para desbancar o Náutico, igualando seu maior feito histórico, ou o Santa Cruz renasce para os títulos, coisa que há alguns anos sua torcida espera, como um resgate do time que tem esta paixão incondicional.

Fui a Recife nos últimos encontros do Santinha, e vi grandes vitórias. Inclusive contra o São Paulo.

Teremos dois grandes clássicos. Quanto ao Náutico, além da dor da desclassificação, resta a esperança de torcer pelo Santa Cruz, desesperadamente! 
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Tá no JC - Artistas estão preocupados com o Festival de Inverno


Quatro meses depois de assumir a Secretaria de Cultura de Pernambuco, que passou a gerir a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o atual dono da pasta, Fernando Duarte, ainda não apresentou seus projetos para o setor. Nos bastidores, afirma-se que ele está arrumando a casa, para organizar todas as pendências deixadas pela ex-presidente da Fundarpe Luciana Azevedo. O vácuo, entretanto, abriu espaço para que a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) montasse a programação de Carnaval do Estado em 2011. O resultado foi desastroso.

A seleção de artistas foi bastante criticada por produtores, músicos e pelo público das redes sociais, por conta da inclusão de bandas de axé e pagode. Agora, as apreensões voltam-se para o Pernambuco Nação Cultural, série de eventos que abarca o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) – principal vitrine do circuito de shows, palestras, fóruns e mostras que ocorrem em dez cidades-polo do interior do Estado. Teme-se que, mais uma vez, a Empetur assuma a programação e prejudique a qualidade artística do FIG. O assunto foi levantado em conversas no Twitter, em blogs e no Facebook.

“O FIG é um evento consolidado, com uma programação cultural de qualidade. Não tem porque mudar a gestão e deixar a responsabilidade da grade nas mãos da Empetur, que no último Carnaval montou uma programação de péssima qualidade”, comenta o videasta Nilton Pereira, diretor da TV Viva.

O criador do festival Rec Beat, Antonio Gutierrez, Gutie; a produtora do festival No Ar: Coquetel Molotov, Ana Garcia; e o cantor China também defendem que a programação do FIG seja pautada por critérios que privilegiem a qualidade das atrações.

Seguindo uma linha mais iconoclasta, o músico e produtor fonográfico Zé da Flauta dispara: “O que eu sei é que está tudo uma zona! O que era para a Fundarpe fazer, não faz por causa da bagunça que foi instalada na gestão passada. Aí, entra o pessoal do Caldeirão (produtores de shows de bandas de pagode e axé) e manda em tudo que é evento cultural do governo. Contrata brega, pagode e forró de plástico, aqueles bregas sanfonados. É muito triste para a cultura local”.

Fontes da Fundarpe, que preferiram não ser identificadas na matéria, procuraram desfazer as inquietações levantadas, afirmando que a entidade está trabalhando com a perspectiva de que todos os festivais do Pernambuco Nação Cultural continuem sendo organizados pela fundação, incluindo o FIG, cuja programação ainda não começou a ser planejada.

Em relação à política cultural do Estado, a informação é de que o secretário de Cultura, Fernando Duarte, deve anunciar em poucas semanas um novo, geral e amplo projeto de ações na área.

Leia matéria completa na edição deste sábado (30/4), no Caderno C do Jornal do Commercio.


Saiba mais sobre o ÓXI, nova droga que tem um poder devastador


Ainda desconhecido pela maioria da população, o óxi ou oxidado, uma droga parecida com o crack, só que mais devastadora, já se espalhou por dez Estados do país e recentemente chegou a São Paulo. Assim como o crack, o princípio ativo do óxi é a pasta base da folha de coca. Enquanto o crack é obtido a partir da mistura e queima da pasta base com bicarbonato de sódio e amoníaco, no óxi são utilizados cal virgem e algum combustível, como querosene, gasolina e até água de bateria --substâncias que barateiam o custo do entorpecente.

O óxi é inalado ou fumado, assim como o crack, na lata ou no cachimbo. A droga é produzida na Bolívia e no Peru e começou a entrar no Brasil em 2005 pelo interior do Acre. Em pouco tempo, chegou a Rio Branco, onde atualmente há um número elevado de usuários, e se espalhou para outras capitais da região Norte, como Manaus (Amazonas), Belém (Pará), Macapá (Amapá) e Porto Velho (Rond�?nia).

Nos últimos meses, houve apreensões e registros de usuários em Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Piauí --onde foram confirmadas 18 mortes só neste ano por conta do uso do óxi. Há rumores da circulação da droga no Mato Grosso, Maranhão e Paraná, embora não haja registros oficiais.

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), subordinada ao Ministério da Justiça, informou que pesquisadores do órgão registraram a circulação da droga em Santos (SP), mas não forneceu mais detalhes. Na capital, não há registros de usuários de óxi no SUS (Sistema Único de Saúde), segundo a Secretaria de Estado da Saúde. A Secretaria Municipal da Saúde da capital paulista, que faz um trabalho com usuário de drogas na Cracolândia, região central, também afirma não ter encontrado a droga.

Oficialmente, o Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos) da Polícia Civil ainda não fez apreensões da droga. Segundo o órgão, no entanto, o óxi já pode ter sido apreendido, mas não foi diferenciado em razão de sua semelhança com o crack. A maior diferença na aparência entre as duas drogas é a cor mais amarelada do óxi, enquanto a pedra do crack é mais clara.

Composição da droga

- Pasta base da folha de coca
- Cal virgem
- Combustível, como querosene, gasolina e até água de bateria

O delegado Reinaldo Corrêa, da Divisão de Prevenção e Educação (Dipe) do Denarc, cita um episódio ocorrido em março deste ano, em que foram apreendidos 200 kg de crack em um laboratório no Ipiranga, zona sul de São Paulo. Na ocasião, a polícia prendeu oito mulheres contratadas em Alagoas para empacotar a droga, além de seis homens que compravam a droga no atacado na Bolívia. Na época, o Denarc anunciou que a apreensão era de crack, mas segundo Corrêa, tudo indica que, na verdade, tratava-se de óxi.

“Os investigadores queimaram algumas pedras para analisar o material e a substância soltou uma espécie de óleo, que é um resíduo do querosene do óxi que o crack não solta. Só foi registrado como crack porque os investigadores não sabiam da existência do óxi. Agora, qualquer coisa que a gente apreender, vamos ficar de olho”, afirmou o delegado.

Ainda segundo Corrêa, pedras estão sendo vendidas na cracolândia por R$ 2 a R$ 5, valor inferior ao que normalmente o crack é comercializado (entre R$ 7 e R$ 10), o que pode ser um indício do comércio de óxi. Também há relatos não-oficiais de uso de óxi na região da avenida Jornalista Roberto Marinho, na zona sul da capital. “Se olharmos o percurso da droga, o próximo destino é São Paulo, que é o grande centro consumidor de crack. Nada impede que o óxi chegue aqui”, disse.

Efeitos e danos ao organismo

A pasta base é feita a partir da trituração da folha de coca, encontrada nos países andinos (Bolívia, Peru, Colômbia e Equador). Para obter a pasta base, utiliza-se ácido sulfúrico e outros componentes tóxicos. No óxi, a pasta base é misturada com combustível e cal virgem, componentes corrosivos e extremamente danosos ao organismo.

A droga inalada chega ao cérebro entre 7 e 9 segundos, apenas, e acelera o metabolismo do usuário, causando sensações de euforia, depressão, medo e paranoia. Diferente da cocaína, os efeitos duram pouco tempo, no máximo 10 minutos. Essas circunstâncias obrigam o drogado a inalar o óxi repetidamente para manter o “barato”, o que aumenta as agressões ao organismo.

De acordo com o psiquiatra Pablo Roig, diretor de uma clínica particular de recuperação de drogados, o que torna o óxi mais letal que o crack é, em primeiro lugar, os componentes adicionais --cal e combustível-- e, em segundo, a quantidade do princípio ativo da cocaína, que no óxi é de 60% do composto, um pouco superior ao encontrado no crack.

“São substâncias com alta toxicidade, que causam dificuldades na respiração, fibroses e endurecimento do pulmão. Afetam o sistema cardiorrespiratório e promovem uma vasoconstrição muito intensa. Muitos usuários têm perda de consciência, o que leva a uma parada cardíaca e ao coma”, afirma o médico.

A maioria dos usuários intercala as inaladas com doses de álcool para controlar a sensação de abstinência causada pela droga, o que ataca o fígado e o sistema digestivo, fazendo com que os usuários tenham diarreia e vômito. Muitos usuários de óxi apresentam aparência amarela por conta dos efeitos da droga no fígado.

“O álcool com a substância da cocaína forma o cocaetileno, que pode provocar esteatose hepática (gordura no fígado) e cirrose”, diz Roig. O cocaetileno também é uma substância tóxica para o miocárdio, o que pode também provocar morte súbita.

Ainda não há um estudo sobre a letalidade do óxi. Nos próximos dias, a Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com o Ministério da Justiça, divulgará um amplo estudo sobre o crack que também deve abordar o óxi. No entanto, segundo o delegado do Denarc, em média 30% dos usuários da droga não sobrevivem após um ano de uso.

Fonte:

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/04/30/mais-forte-do-que-o-crack-oxi-chega-a-sao-paulo-apos-se-espalhar-por-dez-estados.jhtm
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Agora comigo: Daqui a pouco esta nova droga estará batendo em nossa porta, se é que já não está espalhada por aí.


Alceu Valença apoia Chico César - A Paraíba dá o exemplo!


Renomado músico, conhecido nacional e internacionalmente, Alceu Valença divulgou nota de solidariedade ao secretário de Cultura da Paraíba, o também músico Chico César, que se opôs ao pagamento de cachê para bandas de forró de plástico e duplas sertanejas nos São João da Paraíba.

Segundo a nota de Alceu, “a maneira mais fácil de dominar um povo – e a mais sórdida também – é despi-lo de sua cultura natural”.

Confira a nota abaixo:

Vejo com muito bons olhos – olhos atentos de quem há décadas observa os movimentos da cultura em nosso país – a iniciativa do Secretário de Cultura do Estado da Paraíba, Chico César, de “investir conceitualmente nos festejos juninos”, segundo comunicado oficial divulgado esta semana. Além de brilhante cantor e compositor, Chico tem se mostrado um grande amigo da arte também como um dos maiores gestores da cultura desse país.

A maneira mais fácil de dominar um povo – e a mais sórdida também – é despi-lo de sua cultura natural, daquilo que o identifica enquanto um grupamento social homogêneo, com linguagens e referências próprias. Festas como o São João e o carnaval, que no Brasil adquiriram status extraordinariamente significativo, tem sido vilipendiadas com a adesão de pretensos agentes culturais alienígenas mancomunados com políticas públicas mercantilistas sem o menor compromisso com a identidade de nosso povo, de nossas festas, e por que não, de nossas melhores tradições, no sentido mais progressista da palavra.

Sempre digo que precisamos valorizar os conceitos, para que a arte não se dilua em enganosas jogadas de marketing. No que se refere ao papel de uma secretaria ou qualquer órgão público, entendo que seu objetivo primordial seja o de fomentar, preservar e difundir a cultura de seu estado, muito mais do que simplesmente promover eventos de entretenimento fácil com recursos públicos. É preciso compreender esta diferença quando se fala de gestão de cultura em nosso país.

Defendo democraticamente qualquer manifestação artística, mas entendo que o calendário anual seja largo o suficiente para comportar shows de todos os estilos, nacionais ou internacionais. Por isso apóio a iniciativa de Chico em evitar que interesses mercadológicos enfiem pelo gargalo atrações que nada tem a ver com os elementos que fizeram das festas juninas uma das celebrações brasileiras mais reconhecidas em todo o mundo.

Lembro-me que da última vez que encontrei o mestre Luiz Gonzaga, num leito de hospital, este me pedia aos prantos: “não deixe meu forrozinho morrer”. Graças a exemplos como o de Chico César, o velho Lua pode descansar mais tranquilo. O forró de sua linhagem há de permanecer vivo e fortalecido sempre que houver uma fogueira queimando em homenagem a São João.

Alceu Valença
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