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sábado, 2 de julho de 2011

CONCURSO PÚBLICO DA AESGA

Estão prorrogadas as inscrições para o Concurso Público da Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (AESGA), destinado ao provimento de cargos que exigem nível superior, médio e fundamental.

São oferecidas ao todo três vagas, distribuídas para os cargos de bibliotecário, auxiliar administrativo e auxiliar de serviços gerais, além destes o Certame também formará cadastro de reserva.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 5 de agosto, mediante preenchimento do formulário de inscrição disponível no site da Autarquia. As taxas de inscrição variam de R$ 70,00 e R$ 100,00.

A remuneração é de R$ 545,00 para os postos de auxiliar, e R$ 1.000,00 para bibliotecário. O Concurso tem validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período.

A alteração nas datas também englobou o dia de realização das provas. Os candidatos serão submetidos a provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, que acontecem no dia 14 de agosto. Apenas os candidatos ao cargo de bibliotecário farão ainda as provas de títulos, que são de caráter classificatório e acontecem no dia 16 de agosto.

Além destes, a publicação do gabarito e do resultado final do Concurso também serão realizadas em novas datas, ou seja, nos dias 15 e 26 de agosto, respectivamente.

Itamar Franco - O coadjuvante que virou protagonista


O Brasil ainda era um jovem saído da ditadura. Havia sofrido o trauma de ter perdido Tancredo e visto Sarney presidente, brigando contra uma inflação altíssima que quase dava 100% ao mês, uma dívida interna impagável e devendo a Deus a ao mundo. Credibilidade zero. Cenário catastrófico.

Fabricou-se o super-heroi: Fernando Collor de Mello.

Para constraste daquele jovem pujante que combatia marajás na República das Alagoas, a elite conservadora escolheu Itamar Franco, um mineiro que deveria apenas cumprir a tabela, ou seja, como todo mineirinho, ficar em silêncio.

Mas a tragédia estava anunciada. Collor não era o que a mídia dizia, havia algo de podre no reino da Dinamarca... Ou melhor, na Casa da Dinda. Os cara-pintadas ganharam as ruas.

Caiu Collor. As medidas que implementou para melhorar a economia acabaram por tirar-lhe o apoio popular, principalmente o confisco da poupança. Depois não teve tato (R$) com o parlamento.

O país estava no colo de Itamar. E havia tempo ainda para que pudesse criar um governo todo seu. O maior problema na época era a inflação que consumia tudo, como um dragão voraz.

Veio então mais um plano, o plano real. Criou-se a URV, precursora da atual moeda. O ministro era FHC, e este veio a ser presidente devido o sucesso do plano que começou a estabilizar a economia brasileira.

Depois vieram os investimentos sociais. Bolsa iso e aquilo. Tímidos, é verdade, mas era o que dava, imagino!

Portanto, a era moderna brasileira, de estabilidade, começou com o mineirinho, que seria apenas para aparecer na foto ao lado de Collor, mas que inseriu seu nome na história brasileira, sendo o presidente que proporcionou o início da grande virada nacional.

A história é engraçada. Itamar era agora senador, ao lado de Collor. Senado este, presidido por Sarney.

Milhões de planos anteriores foram tentados e massacraram o povo brasileiro. Itamar conseguiu. Collor abriu a economia brasileira para as importações. Itamar recriou o fusca para impulsionar nossa indústria nacional. Dicotomias da administração nacional.

Deu certo!

Obrigado, presidente!

Tony Neto alerta sobre a ampla programação do Festival

É incrível como o FIG é incompreendido por muitos de nós. Só se discute a Pça. Guadalajara. Fui imprimir a programação completa e deu quase 21 pags. Esse ano, Até recital de poesia nos bairros haverá.

João Neto, um dos grandes músicos filho de Garanhuns, será homenageado no palco Instrumental (Pau Pombo). Sem falar nas oficinas, teatro, dança, circo, palco pop, palco forró, etc. Quem tem criança, como eu, sabe o prazer que é levá-las ao parque no domingo que, apesar de um pouco tumultuado, vale a pena.

Quanto aos shows, que muitos reclamam da repetição, acredito que esses artistas nacionais dificilmente repetem o show, há sempre muitas novidades. Já assisti pelo menos 8 shows do Djavan e em cada um deles, sempre houve uma emoção diferente.

Acho que já está na hora de valorizarmos um pouco mais o evento e curti-lo. Obviamente que continuaremos atentos, mas, PELAMORDEDEUS, sejamos um pouco mais conscientes na hora da crítica!!!

Abraços!
Tony Neto
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Transcrito do forum de debates Amigos do Festival no facebook.

Hoje é dia de dançar tango!


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