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quarta-feira, 20 de julho de 2011

O dia em que toda a realeza desembarcou na Avenida para coroar o Rei Luiz do Sertão




Direto do site da Unidos da Tijuca. http://www.unidosdatijuca.com.br/
Quando o presidente Fernando Horta e a diretoria da Unidos da Tijuca pousaram no tradicional forró dominical do restaurante Arriégua, quartel-general do gênero em Recife, para buscar apoio de baluartes da cultura nordestina para homenagear Luiz Gonzaga, já havia uma grande expectativa entre a população pernambucana. Para a maioria, a homenagem no carnaval carioca do próximo ano chegou em boa hora.

O Rio de Janeiro é a cidade onde o artista ganhou notoriedade e 2012 o Rei do Baião completaria 100 anos.

Venerado pelos quatro cantos do estado pernambucano, Luiz Gonzaga, cancioneiro popular que gera devoção quase religiosa, foi o maior sintetizador da diversidade cultural do sertão. “Luiz Gonzaga é o maior ídolo da Música Popular do Brasil e um difusor eterno da cultura nordestina”, destacou Fernando Horta que foi para Pernambuco consolidar o apoio que já possui do povo pernambucano e especialmente da cidade de Exu, cidade natal de Gonzaga.

                                    CAMARÃO e Dominguinhos conversaram com o presidente da Tijuca, Fernando Horta

Além de poetas e sanfoneiros e da projeção de documentários, o evento que recebeu Fernando Horta, comemorou também os 70 anos de Dominguinhos. O sanfoneiro, maior herdeiro musical de Luiz Lua Gonzaga, aproveitou o clima de confraternização para relembrar histórias suas com o padrinho Rei do Baião.

O ponto alto da visita ao Estado foi o encontro com o Governador Eduardo Campos no Palácio das Princesas que deu apoio institucional a escola de samba da Tijuca.

                                 Bruno Tenório, Governador Eduardo Campos, Presidente Fernando Horta e Fabiana Amorim

O presidente da agremiação, Fernando Horta vem modernizando a gestão do carnaval, por meio dos departamentos de Marketing e Comunicação, conduzidos por Fabiana Amorim e Bruno Tenório, por onde foi viabilizado o enredo 2012.

“A Unidos da Tijuca é uma instituição cultural desde 1931, comprometida com as matizes da brasileira. Nós partimos do princípio que todo projeto deve entreter o público, mas sempre buscando consenso entre grupos de interesse. Unimos em Pernambuco diversos intelectuais de esquerda, artistas, políticos, empresários e até usineiros em torno do mesmo propósito”, afirmou Bruno Tenório.

                            Chico César declarou apoio total ao projeto no encontro com os representantes da Tijuca

O intuito é dinamizar uma frente de (re)descoberta do artista nordestino, de modo que suas matizes culturais e sua diversidade musical não sejam esquecidas, além de dar visibilidade turística ao interior pernambucano, cantado em suas quase 700 músicas.“A Unidos da Tijuca vai contar Luiz Gonzaga de maneira inovadora. A nossa escola é moderna e o público pode esperar uma grande opera na Avenida. Pernambuco será revisitado e iremos quebrar estereótipos relacionados ao povo do sertão”, informou Fernando Horta.

Após o presidente lançar o enredo oficialmente, a preocupação da equipe de Comunicação e Marketing era facilitar o acesso de Paulo Barros ao acervo sobre Gonzaga e aos principais estudiosos da cultura gonzaguiana.

 O diretor de carnaval Ricardo Fernandes e equipe da Tijuca conversam com o artista J Borges durante visita a Bezerros

“Para aproximar Paulo Barros ao universo do compositor que cantou o Nordeste, o carnavalesco e a equipe artística da escola foram ao Recife para uma série de atividades culturais. Já Bruno e eu também fomos em missão para buscar apoio institucional”, explicou Fabiana Amorim.

A equipe da escola montou uma base no Recife procurando reforçar uma visão “de Pernambuco para o mundo” e vem realizando pesquisas há 40 dias junto a profissionais locais. Apenas quando essa fase for concluída é que, dentro de um concurso com participação de 80 compositores, será definido o samba-enredo oficial.

Paulo Barros esteve reunido com cientistas em Recife. Seu objetivo foi buscar inspirações para a eletrizar o público na Sapucaí.
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Agora comigo: Dizia Luiz Gonzaga que o reggae nasceu do xote, o compasso é a mesma coisa. Alguns estudiosos também vinculam o samba carioca às senzalas pernambucanas, com os instrumentos de percussão feitos à base de madeira e couro dos animais.
Eram com esses batuques que os escravos tinham seus raros momentos de diversão. Mas que acabaram se alastrando e influenciando definitivamente nossa cultura.
Outros ritmos foram sendo criados com o desenvolvimento da música nacional, mostrando a importância cultural do estado. E poucos têm sua criação referida a uma pessoa, como acabou ficando o Baião, e depois as demais variantes do nosso forró, como o xote, xaxado, arrasta-pé.

E Gonzaga foi além disso, influenciou a vestimenta, a gastronomia, os costumes e a auto-estima de um povo trabalhador e culto, de uma riqueza de conhecimento incomensurável. Fico pensando como seria Pernambuco, o Nordeste e o Brasil se não tivesse existido o Rei do Baião. Como seria o olhar para a nossa região?

Justa homenagem no centenário do Rei Lua.

A equipe da 87FM na transmissão do FIG


Ramos Netto, Samara Pontes, Rinaldo Carlos, Eu e Gilson Santos, na transmissão das noites de Festival de Inverno pela 87FM.

Projeto Recicla Pernambuco será implantado em Garanhuns

Com o objetivo de desenvolver e instituir no âmbito do Município de Garanhuns, o Programa de Reciclagem no Estado de Pernambuco, com base na Legislação atual que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o Prefeito Luiz Carlos de Oliveira, realizou na manhã da última segunda-feira, dia 18 de julho, a assinatura do termo de adesão para que o Projeto venha a ser implantado em Garanhuns.

Além de Garanhuns, também participam da iniciativa, municípios da Mata Sul e do Sertão. No Agreste, além da Cidade das Flores, Arcoverde também será beneficiada com o Projeto, que visa fomentar a coleta seletiva de resíduos sólidos e estimular a redução, reutilização e reciclagem desses resíduos, por meio de ações sociais de inclusão sócio-econômica dos catadores de materiais recicláveis, de forma a melhorar a qualidade dos serviços de limpeza urbana nos Municípios do Estado de Pernambuco.

“Nós queremos que nossa Cidade seja referência como meio ambiente. Nós já temos o Aterro Sanitário e, além disso, a Associação Nova Vida de catadores de material reaproveitável de Garanhuns – ASNOVE. Também contamos com a ONG Eco Nordeste, que também trabalha a questão ambiental. Nós já vínhamos, através da secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, realizando uma campanha permanente de coleta seletiva. E a partir de agora, após a adesão ao Projeto, Garanhuns sai na frente e passa a fazer parte do Recicla Pernambuco”, argumentou Ornilo Lundgren, secretário de Desenvolvimento Econômico de Garanhuns.

O Projeto Recicla Pernambuco também promoverá ações de fortalecimento de comunidades locais que vivem da coleta de lixo, estimulando o desenvolvimento integrado das pessoas a partir da organização de cooperativas e/ou associações catadoras de materiais recicláveis, adotando políticas públicas consolidadas para a destinação final de resíduos sólidos.

“Somos parceiros deste Projeto inovador e trabalharemos junto a Comunidade, bem como a ASNOVE no tocante a educação ambiental. Nossa função será encaminhar a campanha de reciclagem em Garanhuns. Para isto montaremos uma estratégia, concentrando as atividades em determinados bairros. Além disso, capacitaremos os catadores para que eles entendam a logística reversa e saibam distinguir o que é reciclável ou não. Sempre estivemos em contato com a Associação e percebemos que havia um desânimo por parte dos sócios. Agora, com essa novidade, eles estão muito eufóricos e retomando suas atividades na Associação”, destacou Geraldo Mouret, diretor de Comunicação da ONG Eco Nordeste.

Hoje é dia de Lucas!


Alguém já ouviu o Lucas Notaro aí?

É impressionante. Além do cara ser gente fina, bacana mesmo, legal de conversar, trocar umas ideias, Lucas é bom de música. Toca, canta e compõe.

Lucas fez teatro, participou e participa de vários projetos musicais na cidade, sempre levando sua irreverência e... musicalidade.

Alguém poderia falar em pedigree ou DNA, qualquer dessas coisas que explicam a herança de ser filho de Carlos Janduy. É claro que o fato de ter a influência ajuda a explicar, mas por si não é tudo. Tem um bocado de filho de grandes artistas por aí que não têm jeito nenhum pra coisa.

Aí o Lucas agora mostra um trabalho solo, como intérprete e como compositor, e mais, seu projeto de se apresentar no Festival de Inverno passou, e melhor ainda... É HOJE! Quarta-feira, às 21h, ma Esplanada Cultural Guadalajara.

Neste exato momento estou ouvindo o CD do garoto (mesmo tendo a mesma idade que ele, vou chamá-lo assim!!! kkkk). Voz mansa e educada, violão na medida certa, dando um toque de MPB em novas roupagens a coisas que a gente já conhece de Chico Buarque, Caetano, Lenine, Milton Nascimento, João Bosco, Vander Lee, Moraes Moreira, entre outros. Pois é, Lucas ousou e reinterpreta, colocando sua cara, em músicas de grandes compositores. Mas aliado a isso tem um toque de pesquisa. Não é a música trivial que já cansou nos repertórios dos barzinhos da vida, de Milton o garoto foi buscar "Caxangá", de Chico veio "Tanta Saudade", de João Bosco vem o samba "O ronco da cuíca".

Dele tem três. Jornada, Solução de Vez e Fim de papo, uma poesia em dupla com Janduy.

O trabalho de excelente qualidade técnica foi totalmente produzido em Garanhuns, pelo Roberto Lima.

Ouvi Lucas na Sete Colinas FM e ele cantou uma música, não lembro o título, acho que "Pedra Dura", espero que esteja no repertório desta noite, o qual estarei lá, vendo este nascimento de música, cultura e arte, popular brasileiro.

Arrebenta, Lucas!

Governador está ouvindo lideranças regionais do PSB sobre Garanhuns

Em alta com o governador, algumas lideranças regionais do partido têm começado a participar do processo em Garanhuns. Nomes como Eudson Catão, Paulo Lins, Sandoval Cadengue, Pedro Falcão e Ivan Rodrigues estão muito próximos de Eduardo Campos, e, pelo que parece, a discussão sobre a sucessão municipal já começou.

O governador já demonstrou que participará do processo eleitoral na cidade.

Todas as lideranças já teriam sinalizado a aprovação em compor com um nome do prefeito Luiz Carlos, este indicando o vice. Mas não teria sido ainda discutido quem poderia ser, até porque a decisão seria do próprio prefeito. Mas as alternativas não fugiriam dos nomes de Júlio César, Dr. Dimas, Carlos Eugênio e Eliane Simões. Por isso ganharia força novamente pensar numa chapa universitária unindo a UPE com a AESGA.

Se Luiz Carlos preferir nomes de fora do seu grupo gestor, poderia pensar em jovens como Helder Carvalho ou experientes como o empresário Mário B. Filho.

Se o nome do vice vier de fora, podem surgir ainda nomes como Fernando Couto, presidente da CDL.

O prefeito não tem boa avaliação, mas é melhor compor que dividir a base aliada. Principalmente se o governador de fato participar ativamente da campanha, já que conta com mais de 80% de aprovação na cidade.

E o PSB tem outros desafios. Um deles é unir os seus sete ou oito pré-candidatos. Isto mesmo, o partido tem hoje esta quantidade, embora ao final se resuma a uns três, que têm de fato viabilidade político-eleitoral.

Outro desafio é conversar com Izaías Régis, que pela sua representatividade política deve sim ser ouvido e efetivamente participar do processo de montagem de um projeto para Garanhuns. E Izaías é o deputado estadual da cidade aliado ao governador, e que tem dado demonstrações de querer disputar a prefeitura. Uma pesquisa divulgada pelo jornal Cidade teria animado o petebista.

É impossível unir os 18 partidos em Garanhuns que fazem parte da base de apoio a Eduardo Campos, mas o partido do governador tem a obrigação de conversar com todos eles.

Ainda tem Zé da Luz, que anda meio desaparecido, mas é sempre lembrado pela população e pode ser o fiel da balança na eleição do próximo ano.

Assim, para a montagem de um projeto e para que o governador enxergue melhor a movimentação política na cidade, é que o comandante já teria escolhido os seus "informantes", pelos resultados satisfatórios que têm conseguido em suas áreas de atuação e pelo grau de amizade que têm direto com o governador.

Assim, Eudson Catão, Paulo Lins, Sandoval Cadengue, Pedro Falcão e Ivan Rodrigues têm influência hoje para determinar os caminhos do governador em Garanhuns.

O prefeito de Palmeirina e presidente da CODEAM, Eudson Catão, tem dado demonstrações de que gostaria também de concorrer em Garanhuns. Outras lideranças têm começado a pender para Pedro Falcão, demonstrando que possivelmente, possa crescer o nome do Pró-reitor da UPE daqui pra frente.

Lideranças como Márcio Quirino e Givaldo Calado, também filiados ao PSB, aguardam o chamado do partido.

Por tudo isso, para filtrar tantas movimentações, é que o governador vai ouvir seus amigos e lideranças regionais.

Margareth vai cantar axé?


Alguns ritmos que não tem identidade com Pernambuco estão praticamente extirpados do Festival de Inverno. Coisas feito o forró de banda, que Chico César chamou de plástico, que não transmitem nem refletem nossa cultura foi devidamente excluído da programação. Trata-se de uma música feita em laboratório (estúdio) com o objetivo único de ser comercial, tratando de temas simples, como mulher, cachaça e gaia, para falar direto à juventude, incentivando o alcoolismo e a promiscuidade. Letras e músicas são, geralmente, de péssimo gosto!

Outro ritmo é o axé. Nascido de uma mutação do frevo, que chegou à Bahia pelas mãos e guitarras de Dôdo e Osmar, depois unida aos batuques remascentes dos negros e principalmente, seus afoxés. O axé criou uma linha parecida com o forró de plástico, vendeu-se ao lado comercial e foi pro caminho de mãozinha pra cima, dá uma baixadinha, iê, iê, iê, vai descendo, vai! Sai do chão, sai do chão!!! Valorizando muito mais a proliferação de futilidade, sem mensagem alguma, pela simples e pura diversão em massa.

Não é uma crítica fortuita a quem gosta. Pois, sendo comercial, todos têm o direito de exercitar aquilo que lhe faz bem, contanto que não seja ilegal nem importune ninguém.

Mas é comercial, não sendo, pois, cultural.

E, sendo comercial, não combina com nosso evento, que prima pela qualidade, e tem preocupação com a tradição pernambucana. Então não dá investir nosso dinheiro em cantores que vem mandar o povo baixar numa boca de garrafa, nem em bandas que se sustentam em mulheres semi-nuas, e que mandam insistentemente a rapaziada beber.

Margareth Menezes tem potencial e repertório para fazer um show alto astral sem ser piegas e desnecessário. São baianos também Raul Seixas, Caetano, Caymmi, Gal, Bethânia, João Bosco, e a gente espera que o espírito desse povo baixe hoje em Margareth Menezes, que é energia pura!

Até existem boas canções no repertório de Ivete, Daniela, Chiclete, Araketu, entre outros grupos de maior sucesso, mas geralmente são ofuscados pela grande quantidade de músicas descartáveis da Axé Music.

Nesta noite de quarta-feira ainda tem Roberta Sá e Daúde, que se apresenta ao lado de Nelson Sargento. Quem abre a noite é Lucas Notaro, que está com um trabalho maravilhoso e que merece ser conhecido pelo público do festival.

Não existe mulher feia, você é que bebeu pouco!

Aproveitando o verso acima, geralmente dito em tom de brincadeira entre usuais bebedores em festas, uma marca de camisinhas transformou o verso em propaganda, irreverente e divertida.

Para descobrir, clique no link abaixo, e ajude o copo a esvaziar, levando-o da esquerda para a direita.

Governador e secretário entregam máquinas a 42 prefeituras‏


O governador Eduardo Campos realizou nesta terça-feira, a cerimônia de cessão de 64 máquinas agrícolas para 42 prefeituras pernambucanas, que vão destinar as máquinas à realização de obras de infraestrutura como estradas vicinais, passagens molhadas que interligam agrovilas e pequenas obras de abastecimento d´água.

As máquinas foram adquiridas pela Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária por meio do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) com recursos de Emenda Parlamentar dos deputados federais Inocêncio Oliveira e Eduardo da Fonte no valor de R$ 16 milhões. A contrapartida do Governo do Estado foi da ordem de R$ 1,8 milhão. “Tantas emendas forem colocadas para o Estado, o Governo entrará com sua contrapartida”, assegurou o governador, destacando que o desenvolvimento tem acontecido na mesma proporção no interior pernambucano.

O deputado federal Inocêncio Oliveira, um dos responsáveis pela emenda de bancada que cotizou os recursos para as máquinas, reforçou que a mudança em Pernambuco não tem se restringido à Região Metropolitana. “O trabalho do governador para interiorizar o desenvolvimento é visto em todo o Estado”, destacou enumerando os grandes empreendimentos que vem se instalando no interior a exemplo das empresas Perdigão/Sadia, Batavo, a construção de escolas técnicas, a interiorização de universidades e a realização de obras de infraestrutura como a Adutora do Oeste.

Entre os equipamentos que foram repassados às prefeituras estão caçambas, retroescavadeira, motoniveladores, tratores de esteira, perfuratrizes e compressores. Simbolicamente cinco prefeitos assinaram o contrato de cessão e termo de recebimento das máquinas com o governador: O prefeito de Ibirajuba, Josenâncio Cavalcanti, de Petrolândia, Lourival Simões, de Quixaba, José Pereira Nunes, de São Lourenço da Mata, Etore Labanca e o prefeito de Terra Nova, Pedro Carvalho.
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Agora comigo: A assessoria de imprensa que enviou o texto não menciona se Garanhuns foi contemplada.

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