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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Marcelo Marques Cabral, professor da FDG, lança livro nesta sexta-feira

O magistrado e professor de direito da Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (AESGA), Marcelo Marques Cabral lança nesta sexta-feira, 2 de dezembro, no Auditório Manuel Elpídio de Melo, o livro “Da Responsabilidade Civil do Condutor de Veículo Automotor - uma abordagem sob as perspectivas da teoria do risco”.

Fundamentada na Teoria do Risco, a Obra é fruto de um estudo realizado pelo Magistrado acerca da responsabilidade civil do condutor de veículo na atividade de dirigir. De acordo com o professor de Direito Civil da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Marcos Ehrhardt Júnior, que faz o texto de apresentação do livro, o autor percorre, com segurança e precisão, a doutrina pátria, utilizando-se de dados jurisprudenciais e textos normativos, sempre analisados em comparação com a experiência jurídica de outros países. O resultado é um texto rico em detalhes, focado, especialmente, na análise dos contornos e da extensão do parágrafo único, do artigo 927 do Código Civil brasileiro.

Ehrhardt acrescenta que num país no qual as estatísticas de mortes e acidentes de trânsito ultrapassam o número de lesados em conflitos armados, é de se destacar a preocupação do Magistrado. “Com esse Livro, o Juiz Marcelo Marques nos brinda com um trabalho voltado aos problemas do seu tempo, lançando luzes sobre um tema que ainda tem muito a avançar”, afirmou.

O livro é dividido em seis capítulos e o Lançamento tem início a partir das 18 horas e 30 minutos. Em seguida, haverá sessão de autógrafos, ocasião em que poderá ser adquirido pelo visitante. Posteriormente, o Livro será lançado na sede da Escola de Magistratura do Recife (ESMAPE).

Vivendo a Cultura‏ de Garanhuns

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Precisamos degustar a vida cultural com o mesmo ânimo que nos dedicamos a uma balada.

Na cultura cultivamos os valores de uma sociedade. Sem bons valores mergulhamos no que Garanhuns tem mergulhado nos últimos tempos: drogas, violência familiar, abuso sexual e gravidez na adolescência. Vamos ensinar a nossos filhos que ir ao teatro, assistir a um bom filme, ler um livro é mais importante e valoroso que ir encher a cara numa balada ouvindo "quem é mais raparigueiro do que eu" ou "desce, desce, desce até o chão, vai, vai, vai".

Está feito o convite à comunidade de Garanhuns: dias 7, 8 e 9 de dezembro vamos prestigiar nossa cultura.

Até lá!

Grande abraço TROUPE AZIMUTE e nosso sincero muito obrigada pelo apoio na divulgação.

Duvennie R. S. Pessôa
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Cine Pipoca para as crianças


Os filmes infantis: Tainá, Rio, Kiriku e a Feiticeira, assim como Doutores da Alegria, são os filmes que farão parte da Sessão Pipoca, programada para estrear no mês das férias no Cine Theatro.

A criançada poderá conferir gratuitamente a Sessão no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti, toda quinta-feira do mês de janeiro, a partir das 15 horas. A iniciativa é da Prefeitura de Garanhuns, através da Secretaria de Cultura, viabilizada através do projeto Mais Cultura.

Mas até que as férias da garotada chegue, tem cinema de qualidade todas as quintas-feiras. No próximo dia 8 de dezembro, o Cine Theatro exibe o Curta Metragem: Luiz Jardim.

A sessão noturna terá início às 19h30min. O escritor e jornalista garanhuense Luis Jardim é autor de obras como: Maria Perigosa, O Boi Aruá, O Tatu e o Macaco, Isabel do Sertão, Proezas do Menino Jesus, entre outras.

Luís Jardim é também o responsável pela tradução de A Morte do Caixeiro Viajante, de Arthur Miller, encenada pela Companhia Jaime Costa, e Ilustrou capas de obras de vários autores, como Raquel de Queirós. Foi redator em jornais do Rio de Janeiro e colaborou com publicações do Recife.

Outro local para a feira da Av. Oliveira Lima - É possível???

Recebemos no e-mail um questionamento sobre a feira da Av. Oliveira Lima, que acontece às quintas-feiras e que traz alguns transtornos ao trânsito e principalmente aos moradores da artéria e da região. Também conta o fato de ser uma rua sem potencial comercial, ao contrário do que acontece com a Av. Duque de Caxias ou na praça da feirinha da Boa Vista.

O leitor pede para não ser identificado, claro, e traz alguns argumentos interessantes. Vejam...
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Ronaldo, bom dia.

É incontestável que você, através do seu blog, é um formador e disseminador de opinião, na cidade. Acho pertinente tudo sobre o qual você escreve.

Porém um assunto muito me intriga e incomoda - e não falo como morador da avenida em questão - mas como um cidadão. Estou falando da feira livre, que acontece todas as quintas-feiras, na Avenida Oliveira Lima e agora também em parte da Djalma Dutra. E nunca o vi sendo discutido!

Os moradores dessa rua sabem o transtorno que ela traz. As pessoas chegam pra montar as barracas por volta das 4h da manhã. Alguns com o som do carro ligado. Descarregam as bancas sem a menor preocupação com a perturbação da ordem e do silêncio.

Ao amanhecer, as calçadas estão tomadas por motos, carros e carroças de burro. Há moradores que não tiram o carro pra trabalhar às quintas há muitos anos, tentando evitar um transtorno ou mesmo um dano.

Na quarta-feira mesmo o trânsito já fica complicado, para a "organização" das barracas. 

Os carrinhos de dvd pirata tocam músicas o dia inteiro (em alto volume), incomodando os que estão no sossego de suas casas. Apesar de guardas proibirem, muitos feirantes (e por vezes frequentadores) deixam os seus carros estacionados nas calçadas, e incrivelmente NA FRENTE DAS GARAGENS DAS RESIDÊNCIAS.

Somado a isso tudo, há o aspecto estético. Como uma cidade turística pode abrigar uma feira popular na transversal da sua avenida principal? Com cabeças e carcaças de animais expostas, lixo espalhado, restos de comida, som alto.

Não somos contra a feira, de modo algum. É tradicional, é útil. Mas o local não é adequado. Não conhecemos, nem nunca ouvimos falar de alguém ou alguma tentativa de se mudar essa feira de lugar.

Isso precisa ser revisto. Não só pela estética e adequação, mas pelo incômodo aos moradores. Há os que não se incomodam, claro. Sempre há. As opiniões as vezes divergem. Mas posso garantir que incomoda, e muito!
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AGORA COMIGO: Debate pertinente! Quem opina?

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