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sábado, 17 de março de 2012

Programa Boa Visão atenderá mais de 12 mil estudantes nos municípios que fazem parte da V GERES

Exiba IMG_0172_boaVisao_site.jpg na apresentação de slides
Mais de 12 mil estudantes da rede estadual de educação matriculados na área de abrangência da V GERES – Gerência Regional de Saúde, sediada em Garanhuns, no Agreste Meridional, participarão de uma ação social de iniciativa do Governo do Estado para identificar e tratar problemas oculares. Professores e funcionários também serão assistidos pelo programa.

Intitulada Projeto Boa Visão, e já instituída como projeto de lei nº 14.511, de 7 de dezembro de 2011, o projeto pretende beneficiar 762 mil pessoas, sendo 726 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio e 35 mil profissionais, distribuídas nas 1.112 escolas que compõem a rede estadual de educação, com consultas oftalmológicas e, constatando a necessidade, a entrega de óculos corretivos.

No período de um ano, serão investidos R$ 8,6 milhões para colocar em prática o plano, encabeçado pelas secretarias estaduais de Saúde (SES) e Educação (SE). O lançamento da ação aconteceu na quarta-feira, dia 07, no Palácio do Campo das Princesas, na presença do governador Eduardo Campos e do secretário estadual de Saúde, Antonio Carlos Figueira.

Segundo o secretário estadual de saúde, Antonio Carlos Figueira, o diagnóstico precoce de alterações visuais é de extrema importância, já que a visão é fundamental para o desenvolvimento físico e psicossocial. O tratamento e a entrega dos óculos possibilitam a melhoria do rendimento escolar e evitam a evasão aos estudos.

O gestor da V GERES, Dr. Elenílson Liberato demonstrou otimismo e alegria ao comentar sobre o programa – “Muitos problemas de visão devem ser descobertos ainda na fase infantil, para assim proporcionar um melhor aprendizado, que vai seguir a criança e o adolescente durante toda a vida. Ao final, teremos crianças mais atentas às aulas e mais saudáveis, proporcionando mais oportunidades para o adulto do futuro”.

Segundo Liberato, conta também o fato de muitas famílias não terem condições de fazer exames de vista para as crianças, e mais, a dificuldade é ainda maior na compra dos óculos corretivos. O gestor enaltece também o fato do programa ser extensivo aos servidores da educação.

No projeto, serão contempladas escolas distribuídas nas 12 regionais de saúde e em 184 municípios de Pernambuco, além de Fernando de Noronha. Ao todo, serão oferecidas 253 mil consultas, deste total, 12.692 serão realizados nos municípios que compõem a V GERES.

Em cada Regional de Saúde, professores e funcionários das escolas estarão capacitados para realizar a triagem dos alunos no próprio ambiente escolar. Eles receberão informações sobre os principais agravos que acometem a visão e, nos casos suspeitos, eles poderão encaminhar os estudantes para consultas oftalmológicas.

Conforme estudos feitos pela SES, do público previsto no projeto, cerca de 30% dos alunos triados precisarão de consultas oftalmológicas, fora os 100% dos professores e funcionários que já terão a consulta garantida. De todos os consultados por oftalmologistas, 62% devem ter indicação para usar óculos, o que significará a entrega de 157.161 óculos em toda a rede. Todos os óculos serão fornecidos pelo Lafepe.

Nas consultas com o oftalmologista, serão realizados exames de tonometria, que mede a pressão sanguínea do olho, e de fundoscopia, para analisar o fundo do globo ocular. Alunos, professores e funcionários que precisarem de cirurgias oftalmológicas serão encaminhados aos centros de referência do SUS.

Cai IOF para exportação


O senador Armando Monteiro considerou positiva a medida publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (16) que reduz de 1% para zero a alíquota do IOF para as chamadas operações de hedge (proteção cambial) voltadas para exportação. A proposta foi sugerida pelo senador pernambucano, por meio de emenda, no período em que o Senado apreciava a Medida Provisória nº 539/2011, que estabelecia o incentivo.

A emenda apresentada por Armando no ano passado foi amplamente discutida com os executivos do ministério da Fazenda, que entenderam a necessidade da implantação da medida para o setor exportador. Por essa razão, foi definida a publicação de um decreto que garante maior celeridade na isenção do imposto aos exportadores.

O setor exportador vinha sendo prejudicado pela cobrança do IOF no mercado de derivativos. É prática do mercado o exportador fazer hedge. Ou seja, um “seguro” que protege de possíveis oscilações no mercado de câmbio.

Para evitar especulações no mercado e, consequentemente, evitar a queda abrupta do dólar, o governo começou a tributar as operações de venda acima de US$ 10 milhões àqueles que não apresentaram contrapartida de operações de compra de mercadorias. Essa medida afetou diretamente os exportadores brasileiros.

O decreto prevê uma nova alternativa. As operações de hedge equivalentes a 1,2 vezes o valor exportado pelo empresário num período de 12 meses não terão mais IOF de 1%. Porém, o que exceder esse valor continuará sendo tributado, mas gerando direito a crédito.

Nova fábrica de alimentos investirá quase R$ 50 milhões em Glória do Goitá


A Nissin Ajinomoto Alimentos, joint venture brasileira formada pelas duas empresas japonesas, investirá R$ 46 milhões em sua segunda fábrica no país. A planta será instalada em Glória do Goitá (PE) e terá capacidade para produzir 1.200 pacotes de macarrão instantâneo por minuto.

"Estamos buscando crescimento no Nordeste. Ter uma fábrica nesta região permitirá expandir a capacidade de produção e melhorar a eficiência na distribuição", afirma o diretor-presidente da companhia, Mitsuaki Morihiro.

A empresa tem 60% do mercado nacional do setor. No Nordeste, porém, o "market share" é de 45%; em Pernambuco, de 39%. A outra fábrica da joint venture fica em Ibiúna (SP).

A Nissin tem 30 plantas industriais no mundo e está construindo, além da brasileiras, outras três -na Índia, no Vietnã e na Tailândia.

fonte: MERCADO ABERTO / MARIA CRISTINA FRIAS .


AGORA COMIGO: A Sadia foi para a região de Vitória de Santo Antão, assim como a Kraft, que produz, entre outros alimentos, os chocolates Lacta. Ficam ali, meio Vitória, meio Glória do Goitá, pela proximidade.

Agora a Nissin Ajinomoto se instala naquela região, confirmando o que pode vir a ser no fututo um polo industrial alimentício.

Garanhuns sempre teve este potencial, tivemos muitas fábricas do setor, como a CID, o Café DoBom e a IRGA, que fabricava doces.

Hoje temos a Unilever (antiga Refinações), a Nestlé, Bom Gosto, Café Ouro Verde, Gostomil, Jatobá, Águas Minerais, Delmil, entre outras. Alimentos e bebidas. Estão chegando outros investimentos como a Popular Alimentos, que fabrica de catchup à mariola, e o incremento na produção da nova fábrica da Nordestina.


Porém, enquanto discutimos questão de perfil, outras cidades estão recebendo todo tipo de indústria.

É neste sábado: Amado Batista em Capoeiras

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