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segunda-feira, 18 de junho de 2012

RESULTADO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ALEPE: Muito debate e necessidade de colocar no papel


A Audiência Pública sobre o curso de medicina da UPE em Garanhuns que aconteceu nesta segunda-feira na Assembleia Legislativa do Estado não trouxe nada de novo ao debate já ocorrido anteriormente, apenas foi mais aprofundado por se tratar na capital e diante deputados. Antes já haviam ocorridos na Câmara de Vereadores e no Ministério Público em Garanhuns. Diante de uma lista de reinvidicações dos estudantes, os responsáveis pela Instituição de Ensino Superior, inclusive o Reitor Carlos Calado, estão colocando a situação de momento, porém os jovens querem ver tudo no papel, certificando que as promessas serão cumpridas.

Hoje na capital, o debate acabou já passava das 15h, e ninguém tinha almoçado, tal o calor das discussões. Representantes da Secretaria de Ciência e Tecnologia, responsáveis pela Universidade de Pernambuco, que também se fez presente com seus coordenadores, colocaram na mesa os avanços na estruturação do curso.

A contratação de professores, a estruturação do Hospital Regional Dom Moura e a melhoria da infraestrutura dos laboratórios de anatomia são algumas das reivindicações dos alunos discutidas, na audiência pública conjunta das Comissões de Educação e de Saúde da Assembleia. O encontro foi solicitado pelo deputado Izaías Régis, do PTB.


O estudante e presidente do Centro Acadêmico de Medicina, Carlos Roberto Fraga, defendeu a realização de um concurso público para o ingresso de novos professores. Segundo ele, a reforma do hospital é necessária para o bom aproveitamento do curso. E acrescentou que a participação dos deputados estaduais ajudará na solução dos problemas.

O reitor da UPE, Carlos Calado, afirmou que a Universidade tem todo o interesse em assegurar a qualidade do curso. Uma das alternativas apresentadas foi uma parceria junto à Faculdade de Medicina de Garanhuns (Fameg), até a estruturação da UPE.

A presidente da Comissão de Saúde, deputada Isabel Cristina, do PT, ressaltou que a solicitação dos estudantes é legítima. De acordo com a parlamentar, é preciso estabelecer um diálogo com a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia para tentar minimizar os problemas do curso de Medicina da UPE em Garanhuns.

Durante a reunião plenária, o deputado Izaías Régis salientou que a Assembleia está cumprindo o papel de mediadora das discussões de interesse da sociedade. O parlamentar ainda ressaltou o compromisso do governador Eduardo Campos com o setor da Educação, salientando que, em breve, será realizado um concurso para a seleção de professores na UPE.
 
Entretanto, os estudantes não estão satisfeitos com a falta de fechamento dos debates, e querem documentar as ações que serão implementadas pelo governo do estado no sentido de aparelhar a Faculdade de Medicina da UPE em Garanhuns, e por isto não aceitaram retornar à sala de aula enquanto não tiverem garantias.

Assim, uma nova reunião, quase uma continuidade da Audiência Pública, acontecerá no próximo dia 26, terça-feira, desta vez na UPE-Garanhuns, com a presença de representantes da Universidade, da Secretaria, possivelmente o deputado Izaías Régis representando a ALEPE, promotor Alexandre Bezerra, dentre outras autoridades.

A UPE estará responsável de elaborar as propostas para apresentar na reunião, que servirá como pauta de discussão para deliberação, onde ao final um documento poderá ser redigido, comprovando o acordo e colocando fim ao momento traumático pelo qual passa a instituição e os estudantes, que da alegria de começar um curso de medicina gratuito, tiveram que partir para manifestações para garantir a qualidade do curso.

É chegado o momento de pontuar, amarrando estes avanços, afinal cremos que o objetivo seja comum, ver em Garanhuns o curso de excelência em medicina na UPE.

A Instituição também se fortalecerá depois desse movimento, avançando nos investimentos e beneficiando toda a região, econômica e socialmente. Basta agora, colocar no papel, datando e providenciando a estrutura que já admite estar programada.

Vamos aguardar a reunião da terça-feira, até lá, stand by.
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com informações adicionais do site http://al-pe.jusbrasil.com.br/

E-leitor desaprova Cota Racial nas Universidades


Declarada constitucional pelo STF, o sistema de cotas para afrodescendentes, busca corrigir um deficit histórico do Brasil com a raça negra, sempre marginalizada no acesso ao ensino de qualidade, mercado de trabalho, etc. Uma questão de oportunidades que beneficiou a população branca ao longo da história, assim, os negros sempre ficaram à mercê da própria sorte. Não tendo, geralmente, condição social econômica para frequentar os melhores colégios, foram ficando com os subempregos, resquícios ainda de uma sociedade preconceituosa que ainda respira os ares da casa grande e da senzala.

Para corrigir este problema, e ampliar a quantidade de afrodescendentes no mercado de trabalho qualificado, o governo criou a política pública de cotas, ofertando mais vagas nas Universidades Públicas aqueles que se apresentarem como negros.

Porém, a priori, esta correção cria outras situações de exclusão social. Por exemplo, o estudante branco pobre perderá a vaga para o negro rico, é como se criasse uma outra discriminação. Se a intenção era nivelar as oportunidades, elas poderiam ter gerado um debate maior e mais amplo. Sem contar que ainda passa a visão preconceituosa que o negro precisa disto para ingressar na universidade. 

A instituição de nível superior, acredito, deveria igualar as condições de todos que se submetem ao vestibular. Cabe portanto aos governos, melhorar a qualidade de ensino público, e oferecer reforço pré-vestibular, se for este o caso, mas não facilitar para um ou outro ter acesso ao que deveria ter tratamento isonômico.

Neste sentido o programa Universidade para Todos acaba sendo mais justo, pois analisa os casos em que os estudantes serão beneficiados com bolsas, particularmente, mas depois de terem participado do processo avaliativo igual a todo mundo.

Esta questão está clara na própria desaprovação da população a este regime de cotas. Perguntamos aqui no blog: 

Você é a favor da cota para negros nas universidades?

Sim  199 (29%)
Não  484 (70%)

Total de votos: 683

Vejam bem, foram quase 700 votos, e 70%, uma maioria esmagadora, que não concorda com esta proteção, mesmo com grande característica social e de alcance histórico.

Pois é!
  

Erasmo Carlos, Jota Quest, Jorge Vercilo, Alcione e Pitty podem estar na programação do Festival de Inverno de Garanhuns



O Blog No Grau divulgou algumas das atrações do Festival de Inverno de Garanhuns deste ano. No palco pop, o novo nome da música pop brasileira, Marcelo Jeneci, estaria confirmado.
Para o Palco Guadalajara, estão cotados artistas como Erasmo Carlos, Jota Quest, Jorge Vercilo, Alcione e a cantora Pitty, com seu projeto Agridoce. Uma notícia boa é a vinda dos portugueses do Deolinda. Entre os pernambucanos estão Karynna Spinnelli, Ortinho e a Academia da Berlinda. Existe a possibilidade do brilhante argentino Fito Páez se apresentar no Fig deste ano. 

fonte: Leia Já!

ACREDITEM: Paulo Maluf apoia PT e PSB em São Paulo.


Lá pelo final dos anos 80, quando aprendíamos sobre política no movimento estudantil, a corporização de tudo que não presta era o governador paulista Paulo Maluf. Endemonizado pelo PT e os demais partidos de esquerda como líder autoritário de direita, opressor e ladrão, aliás, vem daí sua fama de rouba mas faz. Era corrupto, alheio aos movimentos sociais, colocava a polícia nas ruas para bater em manifestantes, inclusive os sindicalistas neo-petistas de então, como o próprio Lula. Outros nomes da direita como José Sarney e Fernando Collor, eram responsabilizados pelos desmandos da administração pública brasileira, e consequentemente, o atraso nacional. Somava-se a isto, o histórico de apoio à ditadura militar. Por isso, político que tivesse apoiado o regime era pra ser defenestrado. Esse era o PT.

Hoje tudo mudou, o PT aceita todo tipo de apoio, menos do PSDB, que historicamente e até ideologicamente, têm mais afinidades. O PSDB nasceu para ser mais esquerda que o PMDB, o partido que virou o centrão nacional, e o PT para ser a defesa do trabalhador, não representado pelos políticos de então, porém contou sempre com o apoio de intelectuais, junto ao movimento sindical. Bem, PT e PSDB têm mais pontos em comum que se imagina, pois foram passos adiante no bipartidarismo que já não avançava nas mudanças estruturadoras da democracia brasileira. Eram a evolução.

Porém, o que antes era proibido e seria motivo até de expulsão pensar numa aproximação com a direita, tornou-se natural e parece que até incentivado. Antigos líderes de direita, para não perder a aproximação com o poder, hoje aliam-se ao Partido dos Trabalhadores, e a governos de outros partidos aliados, sem maiores constrangimentos ideológicos. Aliás, a criação do PSD de Kassab foi uma porta de saída da oposição para a entrada no governo federal. Muita gente aproveitou pensando nisso, e claro, não perder seus mandatos.

Mas juntar Lula, Luíza Erundina e Paulo Maluf no mesmo palanque e fazer de conta que o passado não existiu, ou que foi tudo desculpado, é dose além da conta. Maluf está na lista dos mais procurados da Interpol, tem milhões no exterior roubados da população brasileira, todo mundo sabe disso, no entanto continua deputado federal, manda e desmanda no seu partido e agora vai apoiar Fernando Haddad para prefeito, que tem na vice Luíza Erundina, do PSB, que foi prefeita de São Paulo pelo PT, numa época de rivalidade política sem igual, onde o PT representava a ética e o Paulo Maluf era o ser do mal a ser extirpado da vida pública brasileira, ver esse balaio de gatos, coloca uma enorme interrogação na cabeça de qualquer um.

A explicação é o patrimônio eleitoral de Maluf, pois muita gente em São Paulo ainda acha que o ex-governador é inocente e tem sido perseguido injustamente. Outros sabem de tudo, mas aprovam seu jeito ladrão de administrar, realizando obras de grande vulto e mandando dinheiro para o exterior.

Erundina está constrangida. Não é pra menos. Como explicar? Será que o apoio que vai de encontro a tudo que se defende vale a pena, somente pelos dividendos eleitorais?

E outra coisa, se estão juntos, é por que vêem que agora têm objetivos em comum, têm o mesmo ponto de vista e portanto, programa de governo. Poderia acontecer então do contrário, vermos o apoio de Erundina, do PSB, do PT, de Lula e Dilma a Paulo Maluf?? Bem, se estão no mesmo palanque, é porque imaginam compartilhar das mesmas ideias. Ou não?

O PT brigou feio para apoiar Roseane Sarney no Maranhão. Como ficam os petistas históricos?

De fato, ver que a ideologia ficou para trás ante os acordos pelo poder, macula a inocência e o estudo sobre política. E não venham dizer que é o novo mundo que aproxima os contrários e faz muitos mudarem de lado. Sei não, acho que é somente a luta para conquistar e permanecer no poder, pois muitos dos nossos ídolos passaram toda a vida em um lado só, defendendo as mesmas causas e com o mesmo discurso.

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