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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Zé Múcio candidato a governador?

Zé Múcio, Eduardo e o presidente da ALEPE, Guilherme Uchoa, em recente encontro


Ainda que em silêncio e de movimentos discretos, o ministro José Múcio Monteiro não anda de todo longe das conversas, no Estado, sobre 2014. Empenha-se em diálogos nos bastidores. Recentemente, debruçou-se sobre conversa com um secretário estadual e, não faz muito tempo, a coluna registrou encontro dele com Eduardo Campos e o presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Uchoa, na casa do governador. Os três foram à mesa sem holofotes. 

Agora, que a postulação, ao Governo do Estado, de Armando Monteiro Neto adquiriu nova consistência, há, entre governistas e simpatizantes, quem aposte que o nome de José Múcio seria o contraponto ideal para Campos apresentar ao projeto do petebista. Na bolsa de apostas nas coxias, paira a teoria de que a candidatura de José Múcio poderia “inutilizar” a de Armando - os dois são primos. Em 1986, José Múcio já foi adversário - enfrentou Miguel Arraes pelo Governo de Pernambuco, o que renderia, a Campos, argumento forte.

Montando um rosário
Eduardo Campos tem investido no discurso de passar a borracha nas “velhas rinhas políticas”. Adotou tal postura ao reatar com Jarbas Vasconcelos. A estratégia deu certo no Estado e a escolha de José Múcio para sua sucessão, remontando a 1986, poderia reforçar essa tese do “despreeendimento” . Eduardo seguiria com o trunfo de estar conciliando o Estado.

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AGORA COMIGO: Recentemente noticiamos aqui o aniversário do ex-ministro de Lula e atualmente no TCU, José Múcio Monteiro, que recebeu alguns amigos, dentre eles gente aqui da região, como Zé da Luz, Eudson Catão e Júnior Lúcio.

Zé Múcio era o candidato dos sonhos de muita gente, e ainda hoje seria uma interseção entre Eduardo Campos e Lula. Na atual conjuntura, Zé Múcio atrairia setores que pendem para Armando Monteiro, nem tanto por ser da família, mas muito mais pelos setores que representa politicamente. Assim como outros políticos estaduais, fez a travessia da direita para a centro-esquerda brasileira, conquistando a simpatia de vários setores por sua forma de atuar, chegando a liderar politicamente o governo de Lula. Tem inserção tranquila e natural.

Eduardo Campos tem sete nomes entre os possíveis candidatos do PSB a sua sucessão: Paulo Câmara, Antônio Figueira, Danilo Cabral, João Lyra Neto, Tadeu Alencar e Fernando Bezerra Coelho, estes três últimos representam situações diferentes e têm mais chances. O sétimo é Maurício Rands que foi filiado sem tanto alarde mais foi anunciado como possível nome. Não creio. A certeza é que o grupo estará unido, independente do escolhido. Já deram provas disso. João Lyra mudou de partido. FBC abdicou do ministério, os demais são do próprio governo estadual.

Os nomes citados têm todos o potencial de titular a chapa socialista, mas Zé Múcio tem mais, ele tem o poder de atrair opostos, principalmente tendo do outro lado um projeto que nasce na mesma fonte.

O que é melhor, ser Ministro do Tribunal de Contas ou Governador de Pernambuco, ou melhor, candidato a governador? Tem que se saber se existe o convite e se ele se prolongará no tempo.

Recursos do Projeto São Francisco apoiam pesquisa da flora na Caatinga


Entre as contribuições para a ciência que os recursos do Projeto de Integração do Rio São Francisco promovem, a maior colaboração sobre estudos da flora está em Petrolina, no sertão de Pernambuco. 

No Centro de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas (Crad), da Universidade do Vale do São Francisco (Univasf), pesquisadores estudam com profundidade o único bioma exclusivamente brasileiro: a Caatinga. O método do coordenador do Centro, professor José Alves de Siqueira, tem estratégia e etapas.

Segundo ele, é necessário conhecer as plantas para saber como o bioma é formado, resgatar as espécies, coletar sementes para guardá-las e produzir as mudas. Em seguida, descobrir como recuperar a Caatinga. “O nível do conhecimento a ser adquirido é totalmente diferente do que existe acumulado hoje sobre a Mata Atlântica, já bastante estudada pela academia”, explica Siqueira.

Frentes de pesquisa - A criação do Crad e o trabalho dos pesquisadores junto às obras que criam canais para levar as águas do Rio São Francisco aos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará fazem parte dos investimentos em ciência que a obra da transposição possibilita. Os investimentos em estudos da flora, da fauna e em arqueologia somam quase R$ 1 bilhão.

O Centro dedica-se à flora e à recuperação de áreas degradadas, promovendo várias frentes de trabalho. Com a coleta de espécies vivas, por exemplo, é possível manter em laboratório cerca de três milhões de sementes em câmara fria, a 7°C. As cerca de 150 espécies da coleção são todas comuns às áreas onde ocorrem as construções do empreendimento.

As sementes também são utilizadas em novos estudos sobre germinação. Pesquisadores analisam a melhor forma de induzir a brota ou as espécies de plantas que precisam de outros agentes como o clima, insetos, aves, animais ou mesmo uma ação humana.

ARTIGO: Portabilidade de votos e Circunstâncias - Por Maurício Costa Romão

“Como jogada política, a aliança entre a ex-ministra Marina Silva e o governador Eduardo Campos, do PSB, foi espetacular... Mas, para avaliar os efeitos reais sobre a sucessão presidencial, teremos que aguardar pelo menos uma pesquisa eleitoral realizada sob as novas circunstâncias e as indicações que ela trará...” [Grifo nosso, MCR]. Tereza Cruvinel, DP, 08/10/2013.

Antes das convenções partidárias de 2012, na eleição municipal para prefeito do Recife, o PT local estava no auge de sua guerra autofágica para definir o candidato do partido ao pleito que se avizinhava.

Ao sacramentar a dupla Humberto Costa e João Paulo, tendo o senador como cabeça de chapa, o PT imaginava ter encontrado a solução ideal para imbróglio: juntava duas expressivas figuras do partido, sendo o candidato a vice detentor de apreciável densidade de votos.

Os dois lideravam as intenções de voto nos cenários em que apareciam isoladamente nas pesquisas à época. Imaginava-se, assim, que junção dessas forças faria o partido conquistar seu quarto mandato à frente da prefeitura. Todavia, as “circunstâncias”, a que alude Ortega y Gasset, conspiravam contra o arranjo empreendido.

O partido, que historicamente desfrutava de grande prestígio na cidade, estava esfacelado, dividido, sem discurso. A intervenção da executiva nacional no processo eleitoral interno fora um desastre. O que havia de bom no legado da gestão petista de 12 anos teve dificuldade de ser “vendido”, face à reprovação da então administração do município. O clima de fadiga de material era evidente.

Dessa ambiência, aproveitou-se o governador Eduardo Campos para ocupar o espaço que lhe fora pavimentado pelo próprio PT e lançou o hoje prefeito Geraldo Júlio como candidato pessebista.

A primeira pesquisa (09-10/julho) do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), pós-convenções partidárias, apontava ainda a liderança de Humberto Costa com 36% de intenções de voto. A atmosfera, entretanto, era de mudança, e os levantamentos subsequentes mostravam a meteórica ascensão de Geraldo e a tendência declinante de Humberto. A aguardada portabilidade dos votos de João Paulo não se efetivou.

Todo esse retrospecto vem a propósito do grande fato político do ano em curso, a filiação de Marina Silva ao PSB, partido presidido pelo governador Eduardo Campos. Em meio à estupefação geral que a aliança causou, há em parte da mídia e do eleitorado uma ansiedade muito grande com respeito ao que vai apresentar a próxima pesquisa eleitoral para presidente.

O trecho de matéria jornalística (08/10) colocado na abertura deste artigo, à guisa de exemplo, retrata bem essa expectativa. O perigo da ênfase nos números da pesquisa que está por vir é extrair ilações apressadas sobre o sucesso ou fracasso da aliança recém-formada.

Nas últimas seis pesquisas nacionais para presidente, os percentuais médios de intenções de voto de Marina (21%,) com os de Eduardo (6%) somaram 27%. O novo levantamento pode muito bem mostrar uma queda nesse somatório, no cenário que vinha sendo o mais provável, com Dilma Rousseff e Aécio Neves.

Num outro cenário, com apenas três candidaturas, sem Marina, é nula a probabilidade de Eduardo herdar por inteiro a portabilidade das intenções de voto da nova aliada.  Nos dois casos, contudo, a contabilização dos números das pesquisas neste momento tem pouca relevância.

Aqui, mais uma vez, o que importa são as “circunstâncias”: as demandas e inquietações da população, expressas nos movimentos de rua, as dificuldades econômicas, a teimosia dos índices inflacionários, o desalento com o futuro, a decepção com a classe política, com os governantes, etc., ademais de certa fadiga de material do modo petista de governar.

É impossível prever o real alcance eleitoral dessa inesperada coalizão, a par das naturais dificuldades de convivência que tumultuarão a coabitação dos dois partidos, mas o fato é que a aliança dita programática emerge no bojo do aludido descontentamento e pode ser o desaguadouro através do qual a esperança seja retomada.

Traz um discurso diferente, embora algumas partes dele soem contraditórias ou pareçam, às vezes, meras hipérboles retóricas. O duo promete entregar à população um projeto estratégico para o país, que prega um novo ciclo, um novo modo de governar, o fim da velha prática política, que alia desenvolvimento à sustentabilidade, gestão à inclusão social, novo federalismo, etc.

O background histórico, pessoal e político dos proponentes desse projeto empresta respeitabilidade às suas diretrizes, ainda que suas linhas gerais estejam esboçadas apenas no campo da externalização verbal.

Seus ingredientes, todavia, misturados às “circunstâncias”, têm tudo para empolgar o eleitorado, criando talvez uma grande “onda de opinião”. Se esse alavanque vai realmente acontecer, não se sabe, mas com certeza, a eventualidade de tal fenômeno não será captada apenas na próxima pesquisa.

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Maurício Costa Romão, Ph.D. em economia, é consultor da Contexto Estratégias Política e Institucional, e do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau. mauricio-romao@uol.com.br http://mauricioromao.blog.br.


AESGA esclarece tudo sobre os programas de bolsas de estudo



A presidente da Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (AESGA), Giane Maria de Lira Oliveira, vem esclarecer o funcionamento do sistema de bolsas e incentivos dos governos estadual, municipal e da AESGA, tendo em vista a necessidade de oportunizar o acesso dos estudantes ao ensino superior, especialmente aqueles de baixa renda e das escolas públicas estaduais e municipais.

Atualmente, a AESGA dispõe de varias modalidades de bolsas de estudo, oriundas do Programa de Incentivo da Autarquia, a exemplo da bolsa Familiar, bolsa Convênio, bolsa Funcionário, bolsa Monitoria e a bolsa Aluno Colaborador, além das parcerias junto ao Governo de Pernambuco, o qual atualmente dispõe de 480 bolsas do Programa Universidade para Todos em Pernambuco – PROUPE.

A AESGA oferece ainda, em parceria com a Prefeitura Municipal de Garanhuns, o Programa Garanhuns Universitário – PROGUS, que dispõe de 160 bolsas de estudo, que vem sendo executado desde o último mês de agosto, graças também ao apoio da Câmara de Vereadores que em votação aprovou o Programa e que foi imediatamente sancionado pelo Prefeito Izaías Régis, sendo o projeto de sua iniciativa.

A Autarquia também viabiliza, por intermédio da Coordenação de Estágio, contatos permanentes com diversas empresas de Garanhuns e Região, dentre elas o Instituo Euvaldo Lodi – IEL; em parceria firmada junto ao Governo Municipal de Garanhuns, tem proporcionado a inserção de grande número de estagiários, dando apoio financeiro e pedagógico aos alunos das IES. Além destes, o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), também mantém parceria junto a Instituição.

Giane Lira esclarece ainda que a proposta de acesso das Autarquias, no tocante ao Programa Universidade para Todos (ProUni), que tem a finalidade da concessão de bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes de cursos de graduação e sequenciais de formação específica,MP 606/13, já foi votada, sendo aprovada pela Câmara dos Deputados e Senado, porém, vetada pela Presidente Dilma Rousseff.

Com relação ao Fundo de Financiamento Estudantil – FIES, programa do Governo Federal por meio do Ministério da Educação, sua oferta em benefício aos estudantes de Autarquias Municipais é pauta do projeto de Lei apresentado pelo deputado federal Mendonça Filho, no último mês de agosto, o qual visa contemplar diretamente 20 mil alunos das 13 Autarquias do Estado.

Sendo assim, a AESGA continua trabalhando em prol do acesso, bem como na garantia de uma educação de qualidade ao alunado e vem agradecer a preocupação bem como a disposição de todos, em especial à Câmara de Vereadores, para tratar de um assunto de interesse dos estudantes que serão os principais beneficiados no processo de adesão a tais Programas.

GIANE MARIA DE LIRA OLIVEIRA
Presidente da AESGA

BR-423: Armando Monteiro propõe chamar de RODOVIA MESTRE DOMINGUINHOS. Temos sugestão.

Armando Monteiro ao lado de Maciel Melo.

O músico e compositor Dominguinhos recebe outra merecida homenagem de Pernambuco. Projeto apresentado pelo senador Armando Monteiro (PTB) propõe que o trecho da BR - 423, que liga São Caetano a Garanhuns, no Estado, passe a se chamar “Rodovia Mestre Dominguinhos”. O texto já está protocolado no Senado sob o número 409/2013 e a homenagem foi anunciada por Armando durante pronunciamento em Plenário.

O senador lembrou que Dominguinhos faleceu em julho deste ano, mas a sua lembrança voltou a provocar uma autêntica comoção na multidão que acompanhou a transferência do seu corpo da cidade de Paulista, localizada na Região Metropolitana do Recife, para Garanhuns, sua terra natal. “Nada mais justo do que batizar com o seu nome um caminho por ele tantas vezes percorrido, a fim de levar sua arte ao povo que tanto amou e por quem será eterna e merecidamente venerado”, afirmou.

Para Armando, a distinção é uma homenagem a um ícone da música brasileira e da cultura popular nordestina. Segundo o senador, Dominguinhos unia ao seu extraordinário talento artístico uma rara dimensão humana, marcada pelo trabalhou, pela luta, mas sem jamais abandonar a simplicidade, simpatia e identificação profunda com o povo, sobretudo com o sertanejo mais humilde.

Armando lembrou ainda que Dominguinhos foi aprendiz de Luiz Gonzaga, que o conheceu ainda aos nove anos de idade, em 1950, e ficou impressionado com o talento musical do conterrâneo pernambucano.

O cantor e compositor Maciel Melo recebeu a notícia com alegria. Para ele, Dominguinhos merece todas as homenagens que têm recebido de Pernambuco e do Brasil. “O fato de um projeto como este ser apresentado no Senado, dando o nome de Dominguinhos a uma rodovia que corta o Agreste pernambucano, é muito simbólico. Dominguinhos era um viajante, um homem da estrada”. 
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AGORA COMIGO: Só uma questão: Porque não colocar em toda a extensão da Rodovia BR-423 em vez de somente no trecho Garanhuns-São Caetano. Dominguinhos é um patrimônio do Nordeste e do Brasil, e a BR-423 que segue até a Bahia teria um nome a altura da sua importância econômica e cultural.

A BR-423 vai duplicar neste trecho citado pelo senador Armando Monteiro, mas ela segue até outras importantes regiões.

Foto: Alexandre Albuquerque

FOLHA DE SÃO PAULO: Marina Silva insinua que pode ser vice de Eduardo ou ela mesma pode ser a candidata

http://www.folha.uol.com.br/


Três dias depois de anunciar a adesão ao projeto eleitoral de Eduardo Campos (PSB), a ex-senadora Marina Silva reafirmou à Folha que a candidatura "posta" ao Palácio do Planalto é a do governador de Pernambuco, mas disse que ambos são "possibilidades" e sabem disso.

"Para nós não interessa agora ficar discutindo as posições. Nós dois somos possibilidades e sabemos disso. Que possibilidade seremos o processo irá dizer e estamos abertos a esse processo."

Marina concedeu entrevista de mais de uma hora no apartamento em que disse ter tido a ideia de formar a aliança com o pernambucano, na madrugada de sexta-feira.

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Folha - Como a sra. define sua decisão de aliar-se a Campos?
Marina Silva - Duas questões estavam colocadas: me recolher no conforto da minha militância, e a maioria começava naquele momento a achar que o melhor era não termos a candidatura, nos dedicarmos ao registro da Rede, ou à possibilidade de uma anticandidatura. Isso para mim seria confortável.
A outra coisa era procurar outro partido, e o PPS era o que mais se aproximava dessa possibilidade, porque não seria um partido com fragilidade em termos de representação social, ninguém poderia dizer 'olha, é uma pura e simples sigla de aluguel'. Então isso [aliança com o PSB] é coerente com tudo isso.

Essa opção não dificulta a quebra da polarização, já que há menos candidatos de oposição?
Quem vai definir a eleição de 2014 não é o tempo de TV, não é estrutura de campanha. É a postura. Esse Brasil que se colocou em junho [manifestações de rua], ele está querendo uma postura.

Sergio Lima/Folhapress
A ex-senadora Marina Silva fala em entrevista exclusiva à *Folha* sobre a adesão ao PSB
A ex-senadora Marina Silva fala em entrevista exclusiva à Folha sobre a adesão ao PSB


Para os militantes que estão decepcionados com essa saída, o sonho acabou?
Para eles e para os que estão acreditando na potência, no gesto, só a história dirá. Mas não é incoerente com a lógica da Rede.

A sra. não teme perder votos?
Aqueles que divergirem têm o direito de não votar, têm o direito de não concordar, isso é democracia. Eu não sou Deus, e nem [com] Deus todo mundo concorda.
Muita gente me pergunta: 'Senadora, isso foi uma vingança?' Eu digo: foi um ato em legítima defesa da esperança, da esperança de ver que é possível uma aliança programática, de ir para uma disputa com uma agenda em que a sociedade se comprometa com ela, dando um termo de referência não só para o atual governo, mas para aqueles que virão.

Como vai lidar com as diferenças com o PSB?
A ferramenta de manejar a diferença é o programa. A Rede não está se fundindo com o PSB, não sou uma militante do PSB. É uma filiação democrática transitória. Sou a porta-voz da Rede, militante da Rede. Meu partido é a Rede.

A sra. descarta a sua candidatura à Presidência?
Tanto eu como o Eduardo discutimos que não íamos colocar isso a priori, senão vamos contaminar o nosso debate. Não estamos discutindo, para além do que está posto, que é candidatura dele, quem vai ficar aqui e ali. Estou partindo do princípio que a candidatura dele está posta. Se a aliança prospera com ele, e a candidatura dele posta, a Rede terá ali o caminho da sua viabilização.
Para nós não interessa agora ficar discutindo as posições. Nós dois somos possibilidades e sabemos disso. Que possibilidade seremos o processo irá dizer, e estamos abertos a esse processo. Mas se você me pergunta qual é a minha prioridade, é a de que prospere o programa, a aliança, e que a gente possa, a partir do que foi sinalizado, ter a candidatura que já estava posta.

É possível a sra. ser candidata pelo PSB?
Se a gente ficar discutindo candidatura, a gente vai fazer exatamente o contrário daquilo que eu queria: discutir o programa. É um outro momento político. A candidatura que já está posta, está posta. Nós estamos discutindo um programa.

Na Rede esse assunto é dominante. Se a sra. olhar na sua página do Facebook...
Mas, se olhar na página do Eduardo, verá que o assunto que domina é o desejo de que ele seja candidato. É a vontade das pessoas. Eu e o Eduardo [Campos] estamos em um gesto maduro de tentar dar uma contribuição para a política no Brasil.

A sra. aceitaria ser vice do Eduardo Campos?
A minha possibilidade é de trabalhar para que o programa e a candidatura que o Eduardo Campos hoje representa assuma compromissos com a sustentabilidade política, social, ambiental, cultural, esse é o meu compromisso, essa é a minha cobrança.
Em nenhum momento falei de lugar na chapa, a única coisa que fiz foi dizer: 'reconheço a sua candidatura, e gostaria de saber se há disposição para aprofundarmos uma coligação programática, aonde faço uma filiação ao PSB para registrar formalmente essa aliança programática'.

A sra. se sente confortável com o apoio do Ronaldo Caiado [deputado identificado com os ruralistas] a Campos?
O Caiado e eu somos tão coerentes que, se a aliança prosperar comigo, ele mesmo vai pedir para sair, se é que não está pedindo.

http://www.folha.uol.com.br/

GARANHUNS: Programação Completa do Festival de Jovem Guarda 2013



Nos dias 11, 12 e 13 deste mês ocorre a terceira edição do Festival da Jovem Guarda em Garanhuns, no Agreste pernambucano. Estarão no palco da Praça Mestre Dominguinhos (antiga Guadalajara) artistas locais, regionais e nacionais como Super Oara, The Fevers e Renato & Seus Blue Caps, Joanna, Sérgio Reis e Fernando Mendes. A organização é do governo municipal, que espera um público total de 150 mil pessoas e pretende aumentar em 40% o faturamento de bares e restaurantes, atingir 100% de lotação de hotéis e gerar cerca de 200 empregos, sendo 150 indiretos.

Durante o festival, haverá praça de alimentação e barraquinhas de artesanato. Nestas, 28 artesãos locais devem expor e vender peças. E nos dias 12 e 13 ainda será montada a 4ª Feira do Vinil de Garanhuns, para exposição, venda e troca de LPs, equipamentos analógicos e souvenires, das 15h às 22h.

O evento terá guarnições da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, segurança privada e esquema da Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes (AMTT).

Programação

Festival da Jovem Guarda em Garanhuns

Sexta-feira, dia 11
21h - Kiara Ribeiro
22h - Anjos Dourados
23h30 - Fernando Mendes
1h - Joanna

Sábado, dia 12
21h - Banda Flash
22h - Lux Time
23h30 - Sérgio Reis
1h - The Fevers

Domingo, dia 13
19h30 - Karla Rafaela
20h30 - Gilberto & Banda
22h - Super Oara
1h - Renato & Seus Blue Caps.

http://g1.globo.com/pe/caruaru-regiao

Fernando Rodolfotem trabalho reconhecido no Conexão Repórter, programa de Roberto Cabrini

Trago do Blog do publicitário Marcelo Jorge

A carreira dentro do jornalismo em muitos veículos de comunicação é tarefa árdua: incompreensão, má remuneração, excesso de trabalho, ausência de reconhecimento e em algumas redações desse país, perseguição de muitos chefes que, normalmente pela ameça à seus cargos, nem sempre reconhecem nos profissionais da equipe os talentos que se sobressaem.

Imagine então as dificuldades da carreira para quem escolhe o Jornalismo Investigativo como forma de atuação nesta profissão?

Mas hoje Garanhuns e o Nordeste tem muito a celebrar. Muitos bons nomes já se destacam na seara jornalística, trabalhando em grandes veículos nos mais diversos pontos do Brasil e no exterior e sendo reconhecidos pelo mercado. Profissionais como o pernambucano Geneton Moraes Neto, veterano correspondente internacional da Rede Globo, autor de diversas matérias de grande repercussão, além dos também veteranos Francisco José e sua esposa Beatriz Castro e ainda o Gerson Camarotti, que recentemente entrevistou com exclusividade a estada do Papa Francisco no Brasil, entre outros.

E agora, Garanhuns figura também na grande mídia através do jornalista investigativo Fernando Rodolfo, que passou por emissoras de Rádio em Garanhuns, TV Jornal Caruaru e esta semana assumiu a interinamente a Chefia de Reportagem no programa Conexão Repórter no SBT Brasil, ancorado pelo jornalista Roberto Cabrini. Cargo que ocupará até dezembro, durante a licença da titular.

Rodolfo, foi responsável por uma série de reportagens de cunho investigativo em todo o agreste pernambucano e suas matérias sempre rendiam exibição nacional, um dos fatores que lhe deram maior visibilidade. 

A cobertura da ação dos denominados "Canibais", uma bizarra família que assassinava e alimentava-se de parte de suas vítimas, descobertos e presos em Garanhuns e a posterior entrevista com esses elementos, foi um das pautas de grande repercussão nacional e internacional produzidas pelo profissional.

Ao jornalista garanhuense, muita saúde e sorte na nova empreitada. 
Até porque competência ele já provou há muito tempo que tem!

(Por questões de segurança, pertinentes à sua atuação no jornalismo investigativo e para evitar riscos de identificação da imagem do jornalista, a mesma foi preservada nesta matéria.)


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