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sábado, 22 de março de 2014

Magno Martins, Jamildo Melo e Maurício Romão fazem análise política




Um debate sobre o movimento das ruas e a repercussão que ainda pode ter nas eleições deste ano, foi o tema do encontro dos blogueiros e jornalistas políticos na terça-feira do Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções de Olinda. Magno Martins, Jamildo Melo e Maurício Costa Romão proferiram palestras, coordenada pelo prefeito de Garanhuns, Izaías Régis, que preferiu não se pronunciar, limitando-se a mediar a ordem das palestras e depois de abrir os microfones à plateia, que aliás, precisou de uma sala maior. 

Havia também na temática a questão da Gestão Pública, pouco explorada pelos palestrantes, e menos ainda pelo mediador. A voz das ruas se mostrou ainda tão forte que dominou a tarde das palestras.

Iniciando pelo colunista deste blog, Maurício Costa Romão, ex-secretário da Administração de Pernambuco, apresentou uma ampla conjuntura mostrando a voz das ruas no mundo, quando há dois anos em diversos países, a população foi para as ruas: Tunísia, Islândia, Egito, Espanha, Grécia, Portugal, Arábia (Primavera), Venezuela, Chile, Ucrânia, etc. Em comum, as injustiças sociais e pseudodemocracias.
No Brasil, Maurício reafirmou a força das redes sociais, que deixaram o mundo virtual e materializaram a inquietação pelos péssimos serviços públicos, a corrupção instalada sistematicamente, altos impostos e outros temas de forte impacto social. Não foi direcionada a uma instituição política, e respingou em todo o sistema. Acabou por mostrar sentimentos anti-governo e anti-política, principalmente os que estão atualmente no poder. O palestrante ainda vê focos de tensão social, embora não acredite mais em manifestações com a mesma intensidade do ano passado.

Magno Martins continuou analisando os movimentos e trouxe outros momentos do povo nas ruas: O impeachment e Collor e o Diretas Já, embora esta tivesse a força dos partidos de esquerda na época, com seus líderes provocando o movimento. A nova Voz das Ruas não tem líderes, foi a própria população que se motivou pelas redes sociais. Mas tende a esvaziar pela violência dos últimos encontros e a participação dos Black Blocs, que segundo Magno, é patrocinado pelo governo e pelo PT, para tirar o povo das ruas. "O PT é o principal beneficiado pelos Black Blocs".

Jamildo Melo aprovou as primeiras manifestações e acha que não irão se repetir. "Dilma caiu do cavalo. O governo já contava com a reeleição tranquila. Ela não atendia mais ninguém. E aí veio o movimento e o governo precisou repensar a atuação. Decisões foram tomadas devido ao povo nas ruas".

Jamildo observou que as classes D e E não foram para as ruas, e deixou uma indagação se estas classes têm medo de perder a bolsa-família. "O movimento foi da classe média e dos estudantes" - observa. (Nota deste blog: É verdade, e interessante, pois se tratam de duas das classes mais atendidas pelo governo).

O blogueiro do Sistema Jornal do Commercio acredita que novas manifestações podem acontecer durante a Copa, mas não terão a mesma força de antes, por dois motivos: A população quer a Copa, e a violência afastou os manifestantes. "Ninguém quer violência. Ninguém tem o direito ao vandalismo para destruir casas, lojas comerciais, prédios comerciais, órgãos públicos, ônibus,..."

Continuando:"As pessoas ainda estão cobrando, mas devem entender que mudanças não acontecem na velocidade da internet.Não se muda um país de uma hora para outra. Mas coisas interessantes estão acontecendo. Acabaram os camarotes oficiais do carnaval. O prefeito de Caruaru já anunciou que não tem também no São João de lá. Isto é uma resposta às ruas. Não deve ter também a Fun Fest, que poderia servir de palco para novas manifestações" - finalizou.

ELEIÇÕES: As perguntas do público foram sobre a eleição estadual e a candidatura de Eduardo Campos à presidência. Alguns pontos foram tocados como a questão do governador herdar os votos de Marina Silva, se ela terá a capacidade de transferência dos seus 20 milhões de votos em 2010. A candidatura de Aécio como sendo do patronato, do capital e da grande mídia, além de ter um partido grande, diferentemente de Eduardo.

Foi mostrado também que embora Dilma tenha votos suficientes neste momento para vencer no primeiro turno, dados e fatos apontam para uma possível queda, pois está em litígio com o PMDB, a economia tem dado mostras de inconsistência, os movimentos que podem voltar a atormentar o governo, escândalos como o da Petrobras e a perda de apoio no Congresso. "Dilma não gosta de política, de tratar com deputados, prefeitos, estas coisas da política de governante. Ela gosta de mandar, gosta de gabinete, de números..." 

Estivemos no Congresso, visitamos os stands, com destaque para São Bento do Una, que mostrou a produção local, e ainda ganhei brinde (rsrsrs). Conhecemos o de Garanhuns também, que mostrou obras de nossos mestres artesãos. 

Na área dos stands, várias empresas que prestam serviços à prefeituras e órgãos do estado. Encontramos o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco, organizadora do evento, José Patriota, prefeito de Afogados da Ingazeira.

No Congresso Pernambucano de Municípios, o governador Eduardo Campos anunciou o FEM 2014, que deve beneficiar Garanhuns em mais de R$ 2,5 milhões.


Enfim, está aí. Devíamos este artigo do evento que participamos.

AGENDA 40 EM GARANHUNS: Eduardo Campos, Paulo Câmara, Fernando Bezerra e Raul Henry participam do encontro

Paulo Câmara participa do AGENDA 40 em Garanhuns

Os socialistas realizam uma reunião ampliada da AGENDA 40 – Agreste Meridional, neste domingo (23) em Garanhuns. O encontro reúne as principais lideranças regionais da Frente Popular, sob o comando do governador Eduardo Campos.

Serão apresentadas as diretrizes iniciais para discussão do programa de governo da Frente Popular de Pernambuco. O evento contará com a presença do Presidente Nacional do PSB e pré-candidato a Presidente da República, Eduardo Campos, e dos pré-candidatos à chapa majoritária, Paulo Câmara, Raul Henry e Fernando Bezerra Coelho.

A Agenda 40 acontece nos salões da AGA, a partir das 08:30h, com o credenciamento.

O blog cobrirá o encontro.

DITADURA NUNCA MAIS - Por Moacir Japearson




Vejo um movimento no facebook pela volta do governo militar. Eu entendo pouco de política, embora tenha tido um avô prefeito e um tio-avô deputado estadual, mas gosto mais de ler sobre história, e muitas vezes essas duas coisas se encontram. 

Leio muito sobre revolução francesa e acho esse período um dos mais incríveis, porque foi lá que a democracia tomou nova cor e temperatura. Quando passo pela Ile Saint Louis em direção à Bastilha, que nem existe em pé mais, me arrepio todo. 

Estive recentemente no Chile, e lá os resquícios de uma das ditaduras mais fechadas da América Latina ainda estão vivíssimos, e ainda refletem no comportamento dos chilenos, são ainda muito reservados. Ainda hoje ditadura lá é um assunto meio que proibido. A única referência que vi sobre a ditadura em Santiago foi na Rua Londres, em uma casa que serviu de local de tortura na época de Pinochet. Na calçada da casa no número 33, por aí, há inúmeras placas com nomes de jovens mortos e torturados ali, somente porque de uma forma ou de outra não queriam seguir a cartilha do governo que entrou à base da força e sob o signo do golpe militar. Nenhum deles com mais de trinta anos. Tenho fotos da calçada, alguém quer?
A ditadura argentina foi uma das mais lasqueiras, e nesses dois exemplos ela foi basicamente extraquartel. A ditadura brasileira foi basicamente aquartelada, houve tortura dentro dos quartéis, quartéis estes mantidos por dinheiro público.

Os únicos chilenos e argentinos que querem a volta da ditadura são aqueles que direta ou indiretamente ganharam alguma coisa com a ditadura. Em beneficio próprio, não do bem geral. Eu tenho alguns parentes militares e acho que há que se fazer uma separação ente ditadura e militares hoje. Os militares nos prestam (prestaram) um serviço sem tamanho e vão onde quase ninguém quer ir. Mas daí a achar que a ditadura, nas atuais condições de pressão e temperatura, é a melhor opção pro país, aí são mais outros quinhentos.

Nós já vivemos em uma ditadura extra governo. Já temos tortura patrocinadas e não patrocinadas pelo estado. Temos corrupção. Temos um sem número de ditadores nas mais variadas esferas do poder público e do poder privado. 

Há censura em muitos meios de comunicação, conheço alguns jornalistas que rezam somente a cartilha do chefe. E se falam o que querem e isso contradiz a retórica do dono do jornal ou da televisão, o cancão pia e o cabra perde o emprego. E há jornalistas que rezam e pensam como o dono do jornal ou da televisão, e sabe que seu pensamento não é o mais correto e justo. Mesmo assim rezam.

Pra que ditadura? a gente ainda vive nela.

A gente precisa de outra coisa. Ditadura não. A gente já vive várias. O grande problema no Brasil é que a direita é burra e a esquerda cega.


*Moacir Japearson é Cirurgião-Ortodontista

Fernando Bezerra Coelho X João Paulo


Um trator para trabalhar. O Senador das Águas. Ex-Ministro da Integração Nacional. Ex-Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado. Ex-Presidente de SUAPE. Ex-Deputado Federal. Ex-Prefeito de Petrolina. Ex-Presidente do meu Santinha, quando o time começou a reagir, organizar-se e deixar as últimas divisões do Campeonato Brasileiro. Falamos de Fernando Bezerra Coelho.

Do outro lado, um líder nato dos trabalhadores. Ex-prefeito de Recife, com altos índices de aprovação, tanto que elegeu João da Costa com certa facilidade. Deputado Federal e o mais carismático petista do estado: João Paulo.

Outras candidaturas podem aparecer, e devem aparecer, mas serão estas duas que vão brigar pela vaga aberta com a saída de Jarbas Vasconcelos no Senado Federal.

Fernando Bezerra Coelho queria disputar o governo, mas não demonstrou mágoas em ser indicado para o senado, muito pelo contrário, entrou de cabeça na campanha. Sua equipe de comunicação assumiu de imediato as candidaturas da Frente Popular enquanto a equipe oficial era montada, e deu conta do recado. Abasteceu o estado com todas as informações da trajetória socialista. FBC já rodou Pernambuco, consolidou seu nome e deu suporte necessário para o crescimento da chapa, junto ao governador Eduardo Campos. Deu uma resposta positiva a quem duvidava de seu compromisso. Paulo Câmara passa a ter dois grandes cabos eleitorais. O governador e o próprio Fernando Bezerra. Sozinho, ele tinha 12% das intenções de voto para o governo, e deve aparecer na frente nas futuras pesquisas para o senado.

João Paulo está em fase embrionária de sua candidatura. Encontros com Armando Monteiro e o PT nacional estão definindo este posicionamento. A questão é que o Partido dos Trabalhadores, de Lula e Dilma, precisa estar na chapa de Armando, para atrair os militantes que estão sem disposição para segurar a bandeira do senador. Junto a Armando não tem um grande nome para o senado, o ideal seria vir mesmo do PT, que já tem Humberto Costa no senado. A vice seria pouco, e de repente pode até vir as duas vagas, caso não venham partidos com nomes que somem na chapa.

Fernando Bezerra é um nome do interior para a capital. João Paulo, da capital para o interior. FBC já é figura com inserção na capital. João Paulo dependerá de Lula para entrar bem no interior, principalmente o mais afastado da capital, aquele que não conhece o ex-prefeito do Recife.

FBC cresceu na adversidade eleitoral. João Paulo teve prejuízos na última campanha, quando foi o candidato a vice-prefeito de Humberto Costa. Quem um dia foi prefeito com a aprovação popular não poderia diminuir de tamanho, numa chapa que terminou em terceiro lugar. O processo eleitoral na capital implodiu as principais lideranças petistas, que buscam se reconstruir. Por isto muita gente queria candidatura própria.

2014 está aí para um novo processo eleitoral. Tudo pode estar zerado, ou pode dar continuidade ao processo político iniciado nas últimas eleições. Uma figura é chave para tudo isto: Eduardo Campos.

SÃO BENTO DO UNA recebe encontro sobre programa de Habitação Rural



As políticas públicas para o homem do campo são hoje uma realidade cada vez mais presente, mas ainda são muitas as dúvidas sobre como acessá-las. Para minimizar a falta de informação e de gestão, o diretor-presidente de Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco, Getúlio Gondim, reuniu representantes de associações, conselhos rurais e outras entidades de 11 municípios do Agreste para esclarecer as formas de acesso ao Programa Nacional de Habitação Rural – PNHR, um programa especial para o trabalhador rural e o agricultor familiar.

O encontro aconteceu na manhã dessa quinta-feira (20.03.2014) na Câmara Municipal de São Bento do Una, onde Gondim foi recebido pela prefeita, Débora Almeida, pela secretária de Trabalho e Ação Social, Sueli Maciel, e pelo secretário de Agricultura, Paulo Renato. Estiveram reunidas mais de 50 pessoas entre secretários de Agricultura, de Assistência Social e representantes de entidades civis do município e das cidades de Sanharó, Pesqueira, Tacaimbó, e Belo Jardim, no Agreste Central, São Caetano, Capoeiras, Lajedo e Calçado, no Agreste Meridional, e Catende e Água Preta, na Zona da Mata Meridional.

CONCURSO PÚBLICO da CAIXA tem mais de um milhão de inscrições


O concurso da Caixa Econômica Federal para técnico bancário recebeu 1,1 milhão de inscrições, segundo nota divulgada pelo banco nesta sexta-feira (21). Os Estados com o maior número de candidatos foram: São Paulo (208.486), Minas Gerais (116.206), Bahia (90.322) e Rio de Janeiro (85.207). Já o certame para nível superior - para médicos e engenheiros - teve 19,8 mil inscritos.

O salário de técnico bancário é de R$ 2.025, para uma jornada de seis horas diárias. Já o engenheiro - nas especializações agronômica, civil, elétrica e mecânica - recebe R$ 8.041 (oito horas diárias de trabalho). O médico do trabalho, com jornada diária de seis horas, tem remuneração de R$ 4.021.

Os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas e discursivas, previstas para serem aplicadas em 30 de março. As oportunidades são para formação de cadastro de reserva. Ou seja, as contratações acontecem de acordo com as necessidades do banco sem um cronograma definido.

Mas a chance de contratação é grande. De 2010 a 2013, a Caixa admitiu 29,8 mil novos funcionários. Só no início deste ano, foram mais 1.033 convocados, sendo 1.015 para o cargo de técnico bancário.

Fonte: Agência Estado / NE10

Médicos mineiros podem instalar em Garanhuns um CENTRO ONCOLÓGICO

O empresário Givaldo Calado nos informa em seu facebook que médicos mineiros estão analisando Garanhuns, com a pretensão de instalar aqui um Centro Oncológico. Transcrevo do face de Givaldo:



Esta semana, no Palace, estivemos reunidos com um grupo de médicos de Minas Gerais, que prestam serviços na área da oncologia em Governador Valadares, Ipatinga e Teófilo Otoni, que pretendem se instalar em Garanhuns.

O prefeito Izaías foi muito receptivo com eles, colocando-se à disposição. "Garanhuns está de porta abertas para vocês" - disse o prefeito. Foram evidenciadas, pelos presentes, as potencialidades da cidade com o entusiasmo necessário.

Eles pretendem construir uma Unidade de Tratamento Oncológico com cirurgias oncológicas e seus Departamentos de Quimioterapia e Radioterapia. Também ficou claro para todos que esse tratamento tem que ser individualizado, sendo importante observar as necessidades terapêuticas de cada paciente.

Vieram conhecer nossa cidade e estão encantados com Garanhuns. Deixaram evidente o seu entusiasmo com vista à execução do projeto.

Givaldo Calado de Freitas
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AGORA COMIGO: Garanhuns avança para ter um polo médico cada vez mais amplo, com especialidades e atendimentos públicos e privados, muito diferente de alguns anos atrás quando não tínhamos sequer UTI. 

Hoje, hospitais, clínicas, UPAE, SAMU, etc, fazem um atendimento mais próximo do ideal, também diferente de épocas quando se relatavam falta de equipamentos, medicamentos, instrumentos, ... Infelizmente ainda temos um grande problema. FALTAM MÉDICOS... Principalmente para os atendimentos de urgência. Faltam médicos nos PSF´s, hospitais públicos e privados, em Garanhuns e na região, aliás, no estado e no Brasil, a ponto do país ter que importar médicos cubanos.

Que esta nova iniciativa traga mais médicos para Garanhuns. Que tenhamos este Centro Oncológico, e que não precise, claro, da autorização dos Ministérios em Brasília.

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