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sábado, 28 de fevereiro de 2015

THE ECONOMIST: Brasil está num atoleiro e Dilma é fraca



Pela terceira vez em menos de dois anos, a revista britânica The Economist — fundada há 172 anos e um dos oráculos do capitalismo mundial — volta a dedicar sua capa ao Brasil. E, novamente, não é por razões animadoras.

Na edição latino-americana que chega às bancas, uma passista de escola de samba está em um pântano coberta de gosma verde com o título ‘O atoleiro do Brasil’. A reportagem que foi veiculada nesta quinta-feira foi produzida por uma equipe de editores e jornalistas da publicação que passou uma temporada no Brasil para tomar pé da situação econômica.

Os jornalistas estiveram em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Nas duas últimas capas que a Economist havia feito sobre o país (uma em setembro de 2013 e outra em outubro de 2014), a principal crítica até então recaía sobre a equipe econômica e a presidente Dilma Rousseff, que juntas haviam conseguido minar a credibilidade das contas públicas.

Outra crítica recorrente era a política protecionista. Na edição recente, a revista poupa o novo ministro Joaquim Levy — mas não Dilma: “Escapar desse atoleiro seria difícil mesmo para uma grande liderança política. Dilma, no entanto, é fraca. Ela ganhou a eleição por pequena margem e sua base política está se desintegrando”, diz a revista.

Em editorial, a revista se refere ao Brasil como “antiga estrela da América Latina” e afirma que o país vive seu pior momento desde o início da década de 1990, período de instabilidade política, com o impeachment de Fernando Collor, e derrocada econômica, com a hiperinflação.

“A economia do Brasil está uma bagunça, com problemas muito maiores do que o governo admite ou investidores parecem perceber”.

Além da ameaça de recessão e da alta inflação, a revista cita como grandes problemas o fraco investimento, o escândalo de corrupção na Petrobras e a desvalorização cambial que aumenta a dívida externa em real das empresas brasileiras.

Segundo a publicação, Dilma Rousseff “pintou um quadro cor-de-rosa” sobre o Brasil durante a campanha eleitoral.

A revista critica o fato de a presidente ter usado o discurso de que a oposição iria retirar as conquistas adquiridas nos últimos anos, como o aumento da renda e os benefícios sociais.

“Apenas dois meses do novo mandato e os brasileiros estão percebendo que foi vendida uma falsa promessa”.

A Economist nota que boa parte dos problemas brasileiros foi gerada pelo próprio governo, que adotou uma estratégia de “capitalismo de Estado” no primeiro mandato. Isso gerou fracos resultados nas contas públicas e minou a política industrial e a competitividade, diz.

A revista destaca que Dilma reconheceu parte desses erros ao convidar Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. “No entanto, o fracasso do Brasil em lidar rapidamente com distorções macroeconômicas deixou o senhor Levy com uma armadilha de recessão”.

Entre as medidas para que o Brasil retome o caminho do crescimento sustentado, a revista sustenta que “pode ser muito esperar uma reforma das arcaicas leis trabalhistas”. “Mas ela [a presidente] deve pelo menos tentar simplificar os impostos e reduzir a burocracia sem sentido”, diz o texto, ao citar que há sinais de que o Brasil pode se abrir mais ao comércio exterior.

O editorial termina lembrando que o Brasil não é o único dos Brics em apuros. A Rússia está em situação pior ainda.

A publicação ainda sugere que ainda é tempo para agir: “Mesmo com todos os seus problemas, o Brasil não está em uma confusão tão grande como a Rússia. O Brasil tem um grande e diversificado setor privado e instituições democráticas robustas. Mas seus problemas podem ir mais fundo do que muitos imaginam. O tempo para reagir é agora”.

Ricardo Setti é jornalista e assina colunas em diversos jornais do país, além da Revista Veja.

Garanhuns precisa de...




Com esta indagação, o comunicador Eduardo Peixoto da Rádio Jornal Garanhuns, pediu que as pessoas que o acompanham em seu Facebook completassem a frase. A postagem já vai com mais de 100 comentários.

Vamos pegar algumas que achamos mais interessantes e trazer aqui para o blog, pois mesmo não tendo valor científico de uma pesquisa elaborada, serve por amostragem muitos dos anseios e demandas de nosso município.

Colocaremos sem edição, em ordem cronológica, sequências de 20 comentários.

Garanhuns precisa de... 

Rita Kamila Jessica Mais emprego'

Amanda Rayane Mais emprego, com certeza!

Marya Silva Mais oportunidade de trabalho para seus habitantes

Ana Maria F N Oliveira indústrias

Luiz Bernardino industrias

Yanara Santos De tudo

Adeneide Iara Oliveira Fitipaldi tudo falta, principalmente empregos

Andreza Moraes Albuquerque Mais saúde e profissionais da área, com mais compaixão, mais humanos...

Valdileide Tenorio Souto De vereadores comprometidos com a nossa cidade, e que no tempo oportuno, façam deputados nossos, para assim conhecermos um crescimento amplo!

Israel Pereira Tirar a AMSTT das ruas. Os guardas não servem pra nada, aliás servem pra tirar nosso direito de ir e vir.

Ana Carla Conceicao Farias Vanderlei Indústria

Marcello Gomes De aumentar a população e construir edifícios para deixar com cara de verdadeira cidade

Daniel Lima Emprego

Fatima Vasconcelos Mais saúde, educação, uma casa de apoio pra paciente que vão para tratamento no Recife.

Ytala Stefane Indústrias..........pois com elas a cidade terá desenvolvimento.

Luis Antonio Indústrias e mais indústrias...

Felipe Arruda Vereador e prefeito !!!

Monique Machado Indústrias para gerar empregos.

Jadson Borges População consciente que faça valer seus direitos, que não fique achando que a cidade está uma maravilha porque tem uma festa marcada a cada três meses etc

Osmário Gomes Ferreira Precisamos deixar de distribuir votos para todos os candidatos que vêm aqui só em época de eleição e eleger deputados aqui da terra. Sem essas representações nunca iremos sair da monotonia.


Traremos mais vinte comentários, pois a postagem traz mais assuntos importantes, que servem para pautar a administração pública e a sociedade sobre os desejos da população.

Ministério Público recomenda lotação de Defensor Público em São João e Caetés



Depois de constatar que nas comarcas de São João e Caetés (ambas no Agreste Meridional) não há defensor público titular ou presente mais de um dia por semana e que este ano sequer há defensor designado para os municípios, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou que seja designado, no prazo de 10 dias, um defensor público de carreira para responder pelas comarcas, ao menos uma vez por semana. A iniciativa é da promotora de Justiça Bianca Cunha de Almeida.

Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a população estimada em São João, em 2014, foi de mais de 22 mil pessoas, sendo predominantemente carente e necessitando de forma permanente dos serviços da Defensoria Pública. No município, não há defensor titular em São João há pelo menos 2 anos. Tanto é que há na comarca mais de 900 processos em trâmite, com realização de diversas audiências semanais, inclusive criminais.

Já na Comarca de Caetés, não há defensor público titular ou presente mais de uma vez por semana há mais de três anos. Com uma população de mais de 27 mil pessoas, existe na Comarca mais de 1.800 processos em trâmite.

Devido ao grande volume de processos e a falta de defensores públicos, diversas pessoas, nos dois municípios, estão procurando a Promotoria de Justiça para atendimento de casos relativos à direito de família, versando sobre interesses individuais, e que deveriam ser atendidos por defensores públicos. Os advogados contratados pelas Prefeituras só abrangem feitos da área cível, não praticando audiências ou processos criminais e não litigam contra as prefeituras. Além disso, será realizada no mês de março a Semana Nacional pela Justiça e Pela Paz em Casa e em abril a Semana Nacional do Júri .

Além da lotação de um defensor nos municípios, o MPPE também recomendou que seja encaminhada à Instituição a relação contendo o nome e lotação de todos os defensores públicos do Estado de Pernambuco e as medidas que foram tomadas para cumprimento da recomendação do MPPE.

http://www.mp.pe.gov.br/

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