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domingo, 13 de setembro de 2015

GOVERNO FEDERAL: O que Dilma vai fazer para tirar o Brasil desta situação?




Após a Agência internacional S&P baixar a nota do Brasil, tratando-nos agora como país mau pagador, depois que o Governo Federal apresentou um orçamento para 2016 com déficit de R$ 30 bilhões, ou seja, iria gastar mais do que arrecadaria, o governo e a presidente Dilma resolveram se mexer e oferecer rapidamente soluções para estes problemas.

Explica-se: Outras agências similares à S&P ainda vão analisar a situação do Brasil, e se resolvem também rebaixar nossa nota, o buraco pode ficar ainda mais profundo, aumentando o êxodo de investimentos no país e elevando juros. O dólar já bate R$ 4,00.

Já está certo que teremos aumento de impostos, podendo ser o IR e a CIDE, ou até a criação de novos. Novas taxações e alíquotas também estarão no pacote.

Mas antes disso, o governo quer mostrar que vai cortar na carne. A ideia é cortar 10 ministérios, que passariam a ser secretarias em outras pastas. Pra que ministério de Aviação Civil, Pesca, Igualdade Racial, Portos, etc?? Tem gente que acha que daria até para cortar mais.

Dilma quer com as medidas zerar o déficit, e dar uma resposta ao mundo da economia internacional, e ao mercado nacional, além, claro, de voltar a segurar as rédeas.

Além disso, uma campanha de publicidade intensa do Governo Federal vai tomar conta dos meios de comunicação. O objetivo é melhorar a imagem do governo, pois na próxima semana haverá nova pesquisa sobre a popularidade de Dilma, e se der menos de 7% seria um caos.

Um alento para o governo é que Eduardo Cunha afirmou que não abre debate sobre impeachment esta semana. Ficou uma sensação de que avisou que da próxima não passa.

Por isto, também, Dilma tem pressa. Governo e oposição fazem diariamente a contagem dos possíveis votos na Câmara, e a presidente quer engordar rapidamente o número de defensores, no Congresso e nas ruas.


Armando Monteiro pode continuar ministro se Michel Temer assumir a presidência



A presença de Armando Monteiro no ministério de Dilma não é representativa de seu partido, o PTB, que aliás, além de estar na oposição ao governo, ainda está na linha de frente pelo impeachment da presidente. Esta situação, aliada ao fato de que o PTB poderia se unir ao DEM, quase tira da legenda Armando e seu grupo em Pernambuco.

Armando foi convidado a assumir o Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior por dois grandes motivos: a) Uma forma de agradecer pelo palanque em Pernambuco, que foi competitivo até a morte de Eduardo Campos. Nem o PT pernambucano recebeu um espaço parecido.

b) O outro motivo é sua liderança na indústria nacional, já que foi Presidente da CNI.

Caso a situação de Dilma não melhore, e chegue a sua saída do poder, com a ascensão do vice, Michel Temer, é muito provável a continuidade do trabalho de Armando no ministério.

Explica-se...

Presidente do PSB aconselha Dilma a pedir perdão ao país

Esta é destaque no Blog do Jornalista Inaldo Sampaio, para conferir mais notas da política pernambucana e nacional, clique aqui.



Inaldo Sampaio
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, aconselhou a presidente Dilma Rousseff a “pedir perdão” aos brasileiros pelos “erros cometidos” à frente do governo e pela “profunda crise” que legou no Brasil.

Segundo ele, que sucedeu Eduardo Campos na direção nacional do partido, a “condução desastrosa” da economia, associada à crise política, tiraram do Brasil o selo de “bom pagador”, segundo a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P).

De acordo ainda com Siqueira, “o governo não demonstrou aos agentes econômicos nenhuma segurança nas medidas que já deveriam já ter sido adotadas para iniciar a superação da crise, não acerta no âmbito da política e não tem uma base capaz de lhe dar algum nível de solidez. Isso levou o país a essa desastrosa situação, o que agrava enormemente a situação econômica e também a situação política”, disse em nota o presidente nacional do PSB.

Siqueira criticou o ex-presidente Lula por ter dito na Argentina que a nota classificatória da agência Standard & Poor’s “não significa nada”.

Segundo ele, quando o Brasil ganhou o selo de bom pagador o então presidente Lula disse em 2008 que, a partir daquela data, o Brasil passaria a ser um “país sério”.

“O que diria o presidente Lula, agora, com a desastrosa situação em que o governo do seu partido, o PT, colocou o nosso país?”, perguntou.

Enquanto isso, documento da Polícia Federal divulgado pela revista “Época” nesta sexta-feira (11) pede autorização ao Supremo Tribunal Federal para ouvir o ex-presidente Lula no inquérito que investiga políticos na Operação Lava Jato.

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