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terça-feira, 15 de setembro de 2015

GARANHUNS: Nova linha da São Cristóvão vai atender comunidades do Castelo de João Capão, Residencial Viana & Moura e do Sítio Papa Terra




Moradores das comunidades do Castelo de João Capão, Residencial Viana & Moura e do Sítio Papa Terra começaram a ser atendidos por linha de ônibus da Empresa São Cristóvão. A iniciativa foi uma solicitação do vereador Audálio que encaminhou requerimento para a empresa de transportes coletivos.

Audálio ouviu de lideranças e moradores a necessidade do transporte público na localidade, bem como avaliou o trajeto para melhor atender as comunidades. O itinerário segue do centro da cidade passando pela UPAE e acessa a comunidade do Castelo pela Av. Canhotinho, percorrendo até o Residencial Viana & Moura e de lá até o Sítio Papa Terra, voltando o percurso inverso.

“Uma grande conquista, que vai facilitar a vida dos moradores e estudantes, que eram obrigados a subir e descer ruas íngremes, para ter acesso ao transporte coletivo. Destacamos a sensibilidade da Empresa São Cristóvão e a luta de vários anos dos moradores através do líder comunitário Mano do Gás” salientou o vereador Audálio autor da solicitação.

Estudantes da AESGA participam de manifestação pelo PROUPE no Recife. SAIBA MAIS!!



Caro Ronaldo.

Sou leitor assíduo de seu blog, e percebo que ele, mais do que tudo, é um canal para a população se informar de nossa cidade e região, como também manifestar aquilo que julga importante. Determinados assuntos têm uma relevância primordial na formação de toda a nossa sociedade.

Nós sabemos que a situação macroeconômica não se mostra muito favorável no momento, em todas as esferas do poder. Aí nos recai a seguinte questão: Quem tem que pagar pela crise?

Recentemente o Governador do Estado tem colocado um sentimento de desconfiança e angústia nos estudantes das autarquias municipais do Estado, na iminência da perca das bolsas de estudos denominadas PROUPE - Programa Universidade para Todos, que nesse mês de setembro completa 4 meses de atraso no pagamento às Autarquias de Ensino. Em muitos casos, inclusive de alunos daqui da nossa AESGA, como esse que vos escreve, é a causa primeira da permanência na graduação, uma vez que sem ela, o valor da mensalidade fica economicamente impraticável.

No dia de ontem, 14/09, um grande ato com estudantes de todo o estado tomou as ruas do Recife, para mostrar ao senhor Governador que os estudantes não merecem pagar as contas da crise. Se existe a lei, que ela seja cumprida.

Conseguimos avanços, mas é importante que a população saiba que a luta não acabou. Se precisam cortar gastos, cortem o que realmente é gasto. Educação é investimento!

Jonathan Juvencio
Presidente do Diretório Acadêmico
Faculdade de Direito de Garanhuns
AESGA

Hospital Regional Dom Moura recebe homenagem de Paulo Afonso-BA




A Câmara de Vereadores de Paulo Afonso, estado da Bahia, aprovou por unanimidade, Moção de Aplausos ao Hospital Regional Dom Moura, de Garanhuns-PE, que faz parte da Rede Pública de Saúde de Pernambuco. Em ofício datado de 28 de Agosto, o Presidente do Poder Legislativo de Paulo Afonso-BA, Petrônio José Lima Nogueira, encaminhou ao diretor do HRDM, Dr. Luiz Ribamar Melo, a decisão dos vereadores, parabenizando pelo trabalho executado na Casa de Saúde.

A iniciativa da Moção de Aplausos partiu do vereador Marconi Daniel Melo Alencar, acompanhado e subscrito por todos os demais vereadores da Câmara Municipal, na sessão realizada em 24 de Agosto do corrente ano.

No texto da Moção, o Poder Legislativo Pauloafonsino, afirma estar "interpretando o sentimento da comunidade que representa, e faz inserir na Ata de seus trabalhos, Moção de Aplausos ao Hospital Regional Dom Moura, na cidade de Garanhuns-PE, pela excelência no atendimento prestado aos Pauloafonsinos, vítimas do trágico acidente ocorrido em 22/08 nas imediações daquela cidade".

Na data mencionada no documento, o Hospital Dom Moura atendeu em sua emergência, as pessoas envolvidas no acidente entre um ônibus e uma van, que conduzia jovens daquela cidade para um evento esportivo no município de Brejão. Pela rotina de atendimento de Classificação de Risco, implantada na Emergência pela atual gestão, os acidentados receberam prioridade, agilizando atendimento médico, exames e cirurgias.

Segundo o diretor do hospital, Dr. Luiz Melo, o documento da Câmara de Paulo Afonso, mesmo motivado por um acontecimento trágico, é uma forma de reconhecimento aos que fazem o cotidiano do hospital, e neste caso específico, a Emergência de Adultos. "Temos recebido este reconhecimento também em nossa região, e saber que parlamentares de um município tão importante como Paulo Afonso, puderam também observar a dedicação dos nossos profissionais, só demonstra que estamos no caminho certo." - Finaliza.

Prefeitos do Agreste de Pernambuco se unem contra a Crise Econômica



A CODEAM recebeu nesta terça-feira (15) prefeitos da região para debater a crise que toma conta das prefeituras. Foram ao todo 19 chefes de executivos municipais que demonstraram dificuldades em honrar compromissos.

O prefeito de Inajá e presidente da CODEAM, Leonardo Martins, coordenou o debate, que buscou diagnosticar quais os principais problemas, principalmente os que sejam comuns às administrações, e que medidas podem ser tomadas em conjunto.

O encontro contou também com a presença do deputado Álvaro Porto, que nesta segunda-feira já havia provocado uma audiência pública na ALEPE sobre o tema. No próximo dia 22 será a AMUPE, através de seu presidente, José Patriota, que reúne os prefeitos de Pernambuco com a mesma preocupação.

Dentre os problemas levantados estão os gastos com pessoal, principalmente contratados, repasses e gerenciamento dos Institutos de Previdência, atrasos e diminuições de recursos advindos dos Governos Estadual e Federal, dentre outros.

Um documentos será redigido contendo as várias sugestões para ser apreciado pelos prefeitos associados e ainda esta semana publicado nos meios de comunicação.

Podem acontecer manifestações mais contundentes para atrair as atenções da mídia e da população.

foto: Marcelo Jorge
Uma das sugestões é limitar os gastos com eventos, principalmente as grandes festas.

A mais contundente é cobrar dos governos estadual e federal que honrem os repasses, inclusive nos percentuais e períodos. A queda do FPM tem sido o principal problema, mas outras receitas também decaíram, o que está levando os municípios ao colapso administrativo.

A preocupação é também devido a este tipo de problema nem sempre chegar às populações, que debitam nos prefeitos os problemas gerados pela crise financeira nacional. Com as eleições de 2016 se aproximando, muitos dirigentes têm receio da repercussão negativa e o crescimento das oposições, que cresce nestes momentos de dificuldades. Como disse um dos prefeitos: "Eles não estão fazendo nada e a população acha que a culpa é da prefeitura e do prefeito".

Os prefeitos estarão juntos em entrevistas em rádios nos municípios e em outros momentos para mostrar unidade no enfrentamento à crise, e na cobrança, principalmente aos governos do estado e a União.

Neide Reino, prefeita de Capoeiras, lembrou que o pacote apresentado pelo Governo Federal em nada ajuda os municípios. Na verdade, pode ainda aumentar o problema, com a cobrança de novas taxas sobre a população e a queda de investimentos sociais. Ambas as medidas tiram dinheiro de circulação, principalmente nas camadas mais pobres da sociedade.

E o arrocho só está começando.

Pacote do Governo Dilma só penaliza o trabalhador. VAMOS PAGAR A CONTA! Confira.

O Governo Federal apresentou ao Congresso Nacional um orçamento para 2016 com déficit de R$ 30 bilhões, ou seja, iria gastar mais do que arrecadar. O mundo da economia se assustou, como pode isso? Há quinze dias, o governo disse que não poderia fazer nada, e que o Congresso se virasse para achar onde poderia cortar.

Os investidores estrangeiros ficaram com medo do dinheiro no Brasil e a agência S&P rebaixou nossa nota, e fomos taxados de país mau pagador. O dólar disparou e ameaçou passar os R$ 4,00. No turismo foi além da conta. A credibilidade foi pra lata do lixo.

Com o risco de desabar a economia com o rebaixamento em outras agência internacionais, o governo se mexeu, e em 24h (reunião de sábado) achou onde poderia cortar das despesas, e onde poderia arrecadar mais, muito mais.

Vai taxar o bolso do trabalhador. A ordem é economizar R$ 26 bilhões e arrecadar outros R$ 40 bilhões com a volta da CPMF, com uma alíquota de R$ 0,2%.

Os cortes de despesas foram periféricos. O Governo não disse quais ministérios iria cortar, quantos dos 24 mil contratados deixariam de pesar na Folha. 

Mas decidiu atrasar aumentos de salários do funcionalismo, impedir gratificações para servidores em tempo de se aposentar, cancelar concursos públicos... Vejam que todas elas penalizam quem trabalha.

Em outras épocas, as Centrais Sindicais, principalmente a CUT, estaria com a boca no trombone. É triste ver que os Movimentos Sociais, a UNE, MST e outras instituições tão presentes em outras épocas, omitam-se agora. 

Agora vejam. A economia dentro do governo, com o corte dos ministérios e contratos será na ordem de R$ 200 milhões. Uma merreca. Quase nada. Menos do que já foi devolvido com a Operação Lava Jato.

Ou seja, o governo mesmo, em si, quase não vai se mexer para queimar gordura.

Também vai ter cortes bilionários em programas sociais, na educação e principalmente na saúde. O mais prejudicado é o Minha Casa Minha Vida, que perde quase R$ 5 bilhões. O governo não quer mexer no Bolsa Família, mas vai mexer.

Até o Sistema S (Sesi, Senai, Senac, ...) deve perder 30% de seus repasses federais. E olha que Armando Monteiro é ministro. 

Mas tudo isso é somente acessório para o que realmente interessa:

A VOLTA DA CPMF

Vejam que se o governo arrecadar os R$ 40 bilhões que espera com a volta do imposto, ou melhor, da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira-CPMF, supera o rombo de R$ 30 bilhões, e toda aquela história de cortar na carne vira pó. O governo fará o caixa que precisa.

Para aprovar esta nova taxação sobre o contribuinte,  a ordem é dizer que é para pagar os velhinhos da previdência, que está quebrada. Vamos ter que pagar mais para ter o que já temos por direito.

O Ministro Joaquim Levy, para tirar a relevância da CPMF usou um exemplo sórdido: Vamos pagar somente dois milionésimos no cheeseburguer que vamos comer para pagar os aposentados.

Ele esquece que no sanduíche já pagamos imposto no pão, na carne, no queijo, na verdura, no ISS, no IPTU...

Agora o governo precisa de 3/5 dos deputados e senadores em cada Casa Legislativa para aprovar o pacote. Não vai ser fácil.

Tem muita gente apostando que é último tiro do governo, que se não aprovar o ajuste, pode colocar ainda mais em risco nossa economia e a situação de Dilma fica insustentável.

Caos nas Prefeituras Municipais no estado de Pernambuco





Cento e trinta dos 184 municípios de Pernambuco estão em “caos financeiro” em decorrência da queda no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do acúmulo de responsabilidades sem a devida a contrapartida do governo federal. Como consequência dessa realidade, as prefeituras estão sem capacidade de pagar fornecedores e folha de pagamento e de executar obras. A informação partiu do secretário-executivo estadual de Planejamento e Gestão, Maurício Cruz, durante audiência pública que debateu na manhã desta segunda-feira (14), na Assembleia Legislativa, o colapso na receita das cidades pernambucanas.

Cruz representou o Governo do Estado no evento. De acordo com ele, a crise econômica enfrentada pelo País levou o Governo Federal a cortar, no primeiro semestre de 2015, 50% dos recursos das emendas parlamentares e 50% de repasses de convênios destinados a municípios. Ao mesmo tempo, frisou, a situação foi agravada pela volta da inflação e das distorções provocadas pelo pacto federativo. Ele lembrou que, antes da Constituição de 1988, 80% dos impostos federais eram divididos com os municípios, ao passo que hoje o percentual fica em 33%. “E o Banco Central que prevê uma queda 2,5% no PIB de 2015, já estima que em 2016 teremos outra queda, de 0,6%”, disse.

O deputado federal Bruno Araújo (PSDB) defendeu
a superação das diferenças partidárias para o enfrentamento da crise. 

A audiência atraiu 26 prefeitos, vereadores e secretários municipais, além de deputados estaduais. O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, destacou que a grande maioria dos municípios depende do FPM e que a pressão da população está cada dia maior. "Os gestores já não têm como se virar para arcar com aumentos de benefícios sociais implantados pelo governo federal com as contrapartidas dos municípios. Os programas são necessários, todo mundo acha bonito, as prefeituras assumem, mas não há como arcar com as despesas com tanto corte",disse.

Há que se destacar ainda que por conta das desonerações em impostos federais patrocinadas pela União o FPM foi reduzido em R$ 121,4 bilhões em todo do país, entre 2008 e 2014. Pernambuco perdeu R$ 6 bilhões no mesmo período.

Patriota atacou o governo federal pela falta de sensibilidade diante até mesmo das sugestões de mudança em legislação que podem beneficiar municípios sem onerar a União. “A CNM (Confederação Nacional de Municípios) apresentou, na última marcha dos prefeitos em Brasília (em maio), 12 propostas que poderiam facilitar a vida das prefeituras. Bastava uma medida provisória, mas o governo federal não responde”.

CAMPANHA - O presidente da Amupe aproveitou a audiência para informar que entidade fará uma ofensiva em outubro com o intuito informar a população da situação dos cofres das prefeituras e pressionar o governo federal por soluções. Anunciou que no próximo mês serão promovidos encontros regionais e veiculada até mesmo uma campanha publicitária para chamar a atenção para o colapso dos municípios. No dia 22, uma assembleia definirá o calendário de atividades preparatórias para nova marcha de prefeitos, no final de outubro.

COBRANÇA - O deputado Álvaro Porto (PTB), autor do requerimento da audiência, voltou a destacar a importância de os prefeitos insistirem em cobrar dos deputados federais maior comprometimento com a causa dos municípios. Disse que é preciso que os prefeitos mostrem a população cada centavo que é aplicado em contrapartida aos programas federais. 


Ex-Secretário de Pernambuco assume representação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para o Nordeste‏‏

Equipe da UPE prestigia posse de José Bertotti, à direita do Reitor Pedro Falcão

O Reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Prof. Pedro Falcão, compareceu, na última sexta-feira (11/09), à posse do novo coordenador-geral da Representação Regional do Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação no Nordeste (ReNE-MCTI), José Antônio Bertotti Júnior.

José Bertotti foi Secretário de Ciência e Tecnologia do Governo do Estado de Pernambuco, sucedendo Marcelino Granja, hoje Secretário de Cultura do Estado. O professor Pedro Falcão foi Secretário-Executivo da SECTEC na época de José Bertotti, deixando o cargo para disputar a reitoria da UPE. "Conheço a competência e o compromisso de José Bertotti, e sabemos que podemos realizar grandes parcerias em benefício da Universidade. Sua designação foi muito importante para Pernambuco." - Afirma o Reitor.

Acompanharam o reitor na solenidade o diretor da Escola Politécnica da UPE, Prof. José Roberto Cavalcanti, o Assessor de Relações Internacionais da UPE, Prof. José Guido Corrêa de Araújo, e o coordenador de Pós-Graduação da UPE, Prof. Carmelo Bastos.

A cerimônia, realizada na sede da ReNE-MCTI Nordeste, contou com a presença do Secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do MCTI, Eronildo Braga Bezerra, representando o ministro Aldo Rebelo, além de membros de universidades e centros de pesquisa da região.

Em São João também tem ruas na escuridão


Caro Ronaldo,


Na minha rua, Manoel Rodrigues, aqui em são João, há mais de quinze dias as lâmpadas estão apagadas e tudo está no escuro. 

As pessoas, depois das 18 horas, ficam com medo de sair de casa, por conta dessa escuridão facilitar os já corriqueiros assaltos que ocorrem em nossa cidade. 

Pagamos uma taxa de iluminação que deveria servir para sanar esses problemas. No entanto a prefeitura e a Celpe não se sensibilizam com a situação e estamos sem saber o que fazer. 

Contamos novamente com seu auxílio para que esse problema seja corrigido.

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