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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Investigação sobre esquema das propinas chega a Pernambuco com força


Nos últimos dias as denúncias e investigações da Polícia Federal e Ministério Público envolveram grandes políticos de Pernambuco no escândalo de desvio de dinheiro público para abastecer campanhas políticas. De um lado foram citados o ex-governador Eduardo Monteiro, morto em um acidente em plena campanha presidencial, e o senador Fernando Bezerra Coelho. De outro, o deputado federal Eduardo da Fonte, e o ex-senador Sérgio Guerra, assim como Campos, já falecido.

Outros nomes como Humberto Costa e Mendoncinha também já foram citados. São de lados diferentes, o que mostra que o sistema fraudulento abastece o status quo, de quem já detém o poder, qualquer que seja o lado e a ideologia.

Caso sejam comprovadas todas as acusações contra os investigados, mostra-se mais uma vez, que o sistema político-eleitoral brasileiro está corrompido, movido a muito dinheiro, e geralmente ilegal. Não importa se situação ou oposição, não se elege se não tiver muito dinheiro, e defender os interesses de quem financia campanhas milionárias, em todos os níveis. Não adianta tirar Dilma para colocar Temer, ou qualquer outro, em qualquer cadeira, pois o sistema está apodrecido, e o que precisamos é de um debate mais amplo.

E não somente a questão eleitoral, indo além. Em várias delações premiadas se falou dos esquemas para barrar investigações e CPI´s no Congresso Nacional. Não se apura nada: Correios, CBF, Petrobras, BNDES, Copa, ...

As festividades de São João e outros eventos estão aí, com várias denúncias de superfaturamentos. A coisa é institucionalizada na administração pública.

Vejam a matéria abaixo:



Rodrigo Janot denuncia deputado Eduardo da Fonte ao Supremo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta quarta-feira o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de corrupção passiva em um dos inquéritos da Operação Lava Jato.

De acordo com o procurador, o deputado "intermediou a solicitação" de R$ 10 milhões para que o ex-senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), que morreu em 2014, e a bancada do partido barrasse as investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, em 2009.

Segundo a denúncia, em novembro de 2009 o deputado participou de uma reunião, na qual o pagamento de propina foi tratado para que CPI aprovasse um relatório genérico, sem a responsabilização de pessoas.

Mandato

Estavam presentes à reunião o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, Sérgio Guerra, Eduardo da Fonte e um represente da empreiteira, conforme informação da procuradoria.

Na denúncia, Janot recomenda a perda do mandato do parlamentar e o pagamento de indenização no valor de R$ 10 milhões.

A Agência Brasil entrou em contato com a defesa do deputado. O advogado Hamilton Carvalhido afirmou que a assessoria do parlamentar vai se pronunciar por meio de nota.

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