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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Relação de municípios contemplados pelo Escritório de Projetos do Governo do Estado

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A Secretaria de Planejamento e Gestão divulga a relação de municípios e consórcios municipais selecionados pelo Escritório de Projetos para receberem R$ 10 milhões para o financiamento de projetos de engenharia. No total, 37 propostas foram aceitas no primeiro edital do Escritório, lançado em março pelo governador Paulo Câmara. Os proponentes vão assinar o termo de adesão no próximo dia 15.

“O Escritório de projetos foi um compromisso de campanha eleitoral de Paulo Câmara que, em menos de um ano, está sendo cumprido. Até fevereiro a primeira parcela, no valor de 20% das propostas, será liberada”, afirma o secretário de Planejamento e Gestão, Danilo Cabral. Ele acrescenta que, das propostas selecionadas, 11 são de consórcios e 26 são de municípios que se candidataram isoladamente.

Danilo Cabral explica que a liberação da primeira parcela dos recursos será realizada 30 dias após assinatura do termo de adesão, mediante a apresentação do contrato com a empresa executora. A segunda parcela, equivalente a 40% do valor financiado, será paga com a apresentação do projeto básico. Já a terceira e última parcela, também de 40% do valor financiado, será liberada após aprovação da prestação de contas da segunda parcela e mediante apresentação do projeto executivo.

As prefeituras com propostas aprovadas que já contam com o projeto básico e pretendem financiar a elaboração de projetos executivos, receberão 20% do valor financiado a partir de 30 dias da assinatura do termo de adesão e com a apresentação do projeto básico existente e do contrato com a empresa executora do projeto executivo de engenharia. O restante será pago após a apresentação do projeto executivo.

Doze propostas foram aprovadas com ressalvas. Os gestores desses municípios devem entrar em contato com o Escritório de Projetos para detalhamento das pendências. As respostas às pendências deverão ser enviadas, impreterivelmente, até o próximo dia 11, sob pena de desclassificação da proposta.

A maior parte das propostas selecionadas pelo Escritório de Projetos, um total de 18, é voltada para a urbanização dos municípios. Elas contemplam desde a construção de anéis viários a abastecimento d’água. A área ambiental, especialmente em projetos relacionados ao tratamento dos resíduos sólidos, recebeu 13 propostas. Foram apresentadas cinco propostas para saneamento urbano e uma na área de desenvolvimento econômico.

No dia 9 de novembro, a Secretaria de Planejamento e Gestão divulgou o resultado do edital, mas os concorrentes tiveram um prazo até 30 daquele mês para recorrer da decisão. As propostas foram selecionadas a partir de critérios de hierarquização. Tiveram prioridade as demandas apresentadas por consórcios. Também foram levados em consideração requisitos como a existência de linhas de financiamento garantidas, a população com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o maior número de pessoas beneficiadas e o atendimento à população residente em áreas de risco.

EDUCAÇÃO: Oficina Ler é Minha Praia chega a Garanhuns



Aprovado no edital Bolsa de Fomento à Literatura, da Fundação Biblioteca Nacional e do Ministério da Cultura, o projeto Ler é minha praia, chega a Garanhuns, dentro de um circuito pelos estados de Alagoas, Sergipe e Pernambuco.

A oficina literária será realizada no próximo dia 9 de janeiro, das 9h às 11h30min, no Colégio Santa Sofia. Crianças de 8 a 10 anos podem se inscrever gratuitamente no próprio Colégio ou pelo site:

Legião Estrangeira versus Festival de Jazz - Por Paulo Camelo



Perdemos o Festival de Jazz, dentre outras perdas.

Na década de 1960, o Banco do Brasil financiou a erradicação dos pés de café, empobrecendo nossa Garanhuns. Os agricultores venderam suas terras, dando lugar a produção de leite, a qual necessita de apenas um vaqueiro para cuidar do gado. Enquanto que a produção de café empregava milhares de pessoas. 

Perdemos a produção de flores, leite, frutas, algodão, etc. Perdemos diversas fábricas, a exemplo da Hora Norte, CID, Costano, Arados Paraguassú, dentre outras. Perdemos diversos cinemas, o carnaval e o São João.

Com o desmatamento, perdemos o clima, as árvores, a paisagem. Perdemos a FAMEG (Faculdade de Medicina de Garanhuns). Perdemos para a SOCICAM (empresa que faz a manutenção do Terminal Rodoviário de Passageiros) a homenagem a “João Tude de Melo”, uma vez que a logomarca foi retirada.

Perdemos os oito anos do Governo Lula, nas administrações de Silvino Duarte (oriundo de Princesa Izabel/PB) e Luiz Carlos (natural de Calçados/PE).

Perdemos para o capital a preservação da natureza. Viramos um depósito de lixo, metralhas e de carros danificados, as margens das rodovias. 

Perdemos parte da Colina Antas, onde foi realizado, indevidamente, um corte horizontal, como também da Colina do Magano, na qual foi executado um corte trapezoidal para implantação da rodovia BR 423. 

A onde se localiza a Colônia de Férias do SESC, outrora pertencia ao Parque Ruber Van der Linden (Pau Pombo).

Perdemos vasta extensão territorial com a implantação dos municípios de Brejão, Caetés, Paranatama e São João.

Há muito tempo deixamos de participar do Campeonato Pernambucano de Futebol, isto é, da primeira divisão. 

Perdemos nossa representação parlamentar, seja estadual, seja federal.

Perdemos a auto-estima, assim, quando terminar o mandato, em 2016, do prefeito Izaías Régis, vai completar 40 anos que Garanhuns é governada por políticos oriundos de outras cidades. Portanto, quase meio século de atraso, aventurismo e desperdício. Há diversos políticos da Legião Estrangeira que sequer estudaram nos colégios do Garanhuns. O último prefeito, natural de Garanhuns, o qual tinha uma prática comunista, foi o nosso conterrâneo Amílcar da Mota Valença, homem sério e honesto, voltado para a educação e o bem comum.

Nossos conterrâneos estão tão carentes de espírito que, quando um prefeito pavimenta uma rua, é como se fosse uma obra divina, apesar do prefeito ser pecador. Há diversos pavimentos, os quais já foram recapeados tantas vezes que já se encontram com a cota do leito superior a da calçada. Além do mais, em alguns trechos, não resistem ao trânsito e a chuva, dissolvendo-se. 

Perder o Festival de Jazz, representa uma manobra da Legião Estrangeira contra a cultura, o entretenimento e o turismo, da nossa querida, amada e explorada Garanhuns. O Prefeito do município faz e diz o que quer com suas ações e bravatas. 

O pessoal do Governo Municipal afirma que o Festival de Jazz deverá voltar em 2017. Mas, eles se esquecem que em 2016 haverá eleições para prefeito e certamente os nossos conterrâneos elegerão, após 40 anos de dominação da Legião Estrangeira, um Prefeito genuinamente garanhuense. 

Perder o Festival de Jazz e entregar de bandeja para Gravatá é uma prova clara e evidente que a atual administração municipal não tem planejamento socioeconômico, cultural e turístico, a qual é dominada pela Legião Estrangeira.


Por Paulo Camelo de Holanda Cavalcanti*
*Engenheiro civil, ex-líder estudantil, ex-candidato a prefeito do Garanhuns e militante do PCB

A Cobertura Jornalística da Hecatombe de Garanhuns - Por José Cláudio Gonçalves de Lima

NO PRELO: Historiador Cláudio Gonçalves 
terminou seu novo livro que trata da Hecatombe de Garanhuns


A COBERTURA JORNALÍSTICA DA HECATOMBE DE GARANHUNS

Uma tragédia marcou profundamente a história de Garanhuns. O episódio é tratado como a Hecatombe. Uma briga política envolvendo diversas famílias, ainda hoje presentes no município, mas que não deixou traumas violentos nas futuras gerações, acabou com uma chacina na cadeia pública, para onde foram levadas diversas personalidades da época, provavelmente aliadas de Sales Vilanova. Era a vingança da viúva do Coronel Júlio Brasileiro, assassinado no Recife.

A história já foi contada e recontada, mas sempre traz à tona novas informações e opiniões. 

A tragédia aconteceu em 1917, e portanto, em 2017, teremos o seu centenário. Claro, não se trata de uma comemoração, mas tratar o tema com a importância social, com efeitos da vida do município que se extendem até hoje. O impacto da Hecatombe atingiu a vida social, política, cultural e econômica de Garanhuns profundamente.

O escritor e historiador José Cláudio Gonçalves de Lima, presidente do Instituto Histórico de Garanhuns, acaba de colocar o ponto final em seu mais recente trabalho. Um novo livro contará esta história, depois de uma intensa pesquisa nos arquivos públicos, tendo como panorama a imprensa da época, jornais da capital e de Garanhuns: "A Cobertura Jornalística da Hecatombe de Garanhuns".

O próprio Cláudio Gonçalves já tocou neste tema tão delicado, em um romance muito elogiado: "Os Sitiados - A Hecatombe de Garanhuns". Seu segundo livro foi a comédia satírica: "República". Com capa de Espedito Dias.

O novo livro de Cláudio Gonçalves tem, portanto, importância como registro histórico, e será uma das marcas do centenário da Hecatombe, cuja organização de uma programação já começou a ser modelada pelo Instituto Histórico.

A escuridão na periferia de Garanhuns



A falta de iluminação pública em bairros de Garanhuns tem sido uma constante reclamação nas redes sociais e na Rádio Jornal, principalmente, onde tem servido inclusive para chamar a atenção para o profissional que faz esta manutenção, que já está virando promoção pessoal, com possível futuro político, trata-se de Bruno da Luz (já ganhou nome popular). As pessoas ligam para reclamar e solicitar a colocação ou reposição de lâmpadas, e o Bruno é chamado como o super-heroi que vai resolver o problema. Virou uma das atrações da Ronda Policial, em constante contato com Eduardo Peixoto. E o Bruno está certo, está fazendo a parte dele, e a população atendida agradece.

O que está errado é o fluxo de atendimento à população. A manutenção é responsabilidade da prefeitura, que deveria ter maior atenção às áreas mais afastadas, e não esperar o reclame da população. Na maioria das vezes, a prefeitura só age depois que é feita a reclamação, seja no Facebook, Blogs ou Rádios da cidade. O que era para ser exceção, virou a regra.

É bom lembrar que a prefeitura está tendo superávit mensalmente no recolhimento da taxa de iluminação pública, ou seja, arrecadando mais do que paga à CELPE. Esta questão é objeto de investigação no Ministério Público.

Cohab III, Brahma, Arco-Íris, Parque Fênix, Jardim Petrópolis, Heliópolis, são bairros que constantemente estão solicitando serviços de iluminação pública, na maioria das vezes acompanhados de fotos do breu da noite, com vários postes apagados. Já tratamos disto várias vezes aqui no blog.

A falta de informação, e os meios de contatos também levam as pessoas a buscarem os meios de comunicação como as redes sociais e as rádios para pedirem ajuda, pois ninguém sabe onde, nem a quem recorrer. Fica a impressão que a prefeitura não quer receber esta demanda direta, que seria enorme. Então é melhor estar atendendo a quem reclama na imprensa.

A mais recente delas é feita pelos moradores do novo conjunto residencial abaixo da Brahma (José Maria Dourado), cujo acesso é uma escuridão só.

É bom lembrar que a periferia da cidade está pagando alta taxa de iluminação pública, e nem está cobrando a instalação das lâmpadas de LED, apenas não quer ver suas ruas na completa escuridão.

Morena Tropicana pode virar tema de minissérie na TV



As musas de Alceu Valença podem ganhar um espaço na telinha. 

O cantor, que estreou como diretor de cinema em 2014 lançando o filme “A luneta do tempo”, passou a assinar roteiros de TV. 

Segundo a colunista Patricia Kogut, Alceu e Alexandre Moretzsohn criam uma série inspirada em musas como a Belle du Jour e a Morena Tropicana, provavelmente na TV Globo.

Ainda não tem data de estreia, mas as filmagens estão previstas para abril, no Rio de Janeiro e em Olinda, e serão feitos testes com atrizes por todo o Brasil.

Para saber mais: http://www.joaoalberto.com/

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