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domingo, 12 de março de 2017

ELEIÇÕES 2018: Três blocos políticos planejam disputa para governador e senado em Pernambuco

Na disputa do segundo turno para presidente, todos aqueles que sonham com 2018 estavam no mesmo palanque, com Aécio, exceto Armando Monteiro, que fazia parte da Tropa de Choque de Dilma Rousseff


A eleição para governador de Pernambuco em 2018 é pauta nas redações de blogs, sites e jornais, que trabalham mais diretamente a política do estado. E nas últimas semanas ganhou um ritmo maior, que tende a acelerar daqui pra frente.

Reeleição de Paulo

Um bloco eleitoral já está consolidado, é claro, o da situação, para a reeleição do governador Paulo Câmara. O principal aliado é o PMDB de Jarbas e Raul Henry, prestigiado na gestão. Uma vaga para o senado (das duas em disputa) seria de Jarbas, e o próprio PSB do governador indicaria o outro nome. A maioria dos partidos no estado acompanharia esta coligação, que fez maioria absoluta na última eleição. Para presidente, ainda não está claro se o partido vai de Aécio, se apoia ou recebe Alckmin ou, de repente, segue Lula. Ou quem sabe ainda, lança candidatura própria. Qualquer decisão, muda o desenho local completamente. Paulo governa com controle das contas, para evitar que Pernambuco quebre, como outros estados mais ricos, entretanto, com a recessão, e a consequente queda na arrecadação, precisou cortar investimentos, e esta questão será o mote para a campanha de 2018.

Oposição

CHOROU: Bruno Araújo deu voto que definiu impeachment de Dilma
O principal posto da oposição já estava ocupado pelo senador Armando Monteiro, ex-ministro, e um dos principais nomes da tropa de choque de Dilma Rousseff. Com o novo governo Temer, Armando fez rapidamente a transição, tornando-se defensor daquele que seus antigos aliados chamam de "golpista". Armando iniciou recentemente aproximação com os ministros Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB), além do ex-governador João Lyra (PSDB). Deste quarteto aí sairia o candidato ao governo e os dois para o senado. O candidato natural para o governo seria Armando, mas há quem prefira Bruno Araújo, que detém a chave de um dos cofres mais ricos da Esplanada dos Ministérios. Armando iria para o senado, para defender sua cadeira. Mendonça foi vice-governador de Jarbas, e depois governador. Podem ambos disputar uma cadeira do senado. Quem sabe o PSB possa abrir mão da disputa do senado, para atrair Mendoncinha ou Bruno Araújo.

Terceiro Bloco

Alguns partidos estão alheios a estas movimentações acima, principalmente o PT de Humberto e João Paulo. O deputado Sílvio Costa (PTdoB) cogita disputar o senado, defendendo o legado do ex-presidente Lula, portanto, em caminho totalmente inverso de Armando Monteiro, mas ainda afastado do atual governo do estado, portanto, um terceiro bloco. A ele poderia se juntar o PDT, de Zé Queiroz e Ciro Gomes, e o PSOL do deputado Edílson Silva, e quem sabe atrair o PCdoB, de Luciana Santos. Todas estas siglas se uniriam para defender a volta de Lula, e apresentariam um nome para o governo estadual. Portanto, o PT não estaria tão isolado assim. PDT e PCdoB fazem parte da Frente Popular. Como Zé Queiroz vislumbra disputar o senado, seria mais fácil romper. Seu filho, Wolney Queiroz, andou conversando com Sílvio Costa. Em outras épocas, com o PT mais forte no estado, a composição seria mais fácil.

Até 2018

Em todos os blocos, a conjuntura nacional tende a aproximar ou dificultar alianças, e aí, só esperando mesmo , e conversando, buscando o que aproxima e deixando o que afasta para mais adiante.

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