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terça-feira, 21 de março de 2017

Os caminhos do PSB para a campanha presidencial de 2018



Por ter se posicionado de forma independente nos últimos anos, em relação aos Governos Dilma (com a qual Eduardo Campos havia rompido, com intensas críticas, e se lançado como alternativa na campanha presidencial) e Michel Temer, o PSB está livre para escolher os caminhos e até oferecer opções eleitorais em 2018. 

Esta liberdade e a falta de um líder feito Eduardo e Arraes, que unificavam o partido, levam a opções múltiplas, e totalmente distintas.

O PSB pode voltar a apoiar o PSDB, e esta seria a opção mais fácil. O candidato pode ser Aécio, mas setores do PSB preferem Geraldo Alckmin. O governador tem os socialistas na vice em São Paulo, e estes sonham na troca de apoio para buscarem o Palácio dos Bandeirantes. Alckmin, esperto, já buscou o PSB de Pernambuco, aproximando-se do governador Paulo Câmara em algumas agendas juntos.

Esta preferência por Alckmin chegaria ao ponto de lhe oferecer a legenda socialista para disputar a presidência, caso seja queimado na escolha tucana. 

Há quem defenda candidatura solo do PSB nacional, independente de Alckmin, pois não há favoritos para 2018, e seria a chance do partido mostrar a cara, como fez Eduardo Campos. Além disso, há segundo turno para uma conversa com partidos aliados. O partido precisaria encontrar um nome nacional e competitivo entre seus quadros.

O FATOR LULA

E há a possibilidade de uma conversa com Lula. O próprio Eduardo fazia críticas consistentes a Dilma, que estaria destruindo a herança político-econômica do governo Lula, mas poupava o conterrâneo, de quem foi ministro e recebeu apoio integral para seu governo no estado. Eduardo chegou a afirmar que se Lula fosse o candidato em 2014, ele não seria, e quando o "Volta, Lula" ganhou força, Eduardo era visto como possível vice. É claro que a conjuntura agora é outra, e a Lava-Jato bate na porta. Alguns dos ministros de Lula, amigos e empresários, com os quais tinha contato direto, estão ou estiveram presos, acusados de corrupção.

O senador Humberto Costa (PT), junto com o governador paraibano Ricardo Coutinho (PSB), parecem estarem se entusiasmando com a ideia da reaproximação, dos socialistas voltarem a apoiar a principal estrela petista.

Resta saber o PSB nacional, com os paulistas e o grupo ligado ao Governo Temer, inclusive com o senador Fernando Bezerra, para onde iria, pois o Governo Temer também está atolado com muitos dos seus principais nomes enrolados com as investigações da Lava-Jato, além de outras acusações que já derrubaram vários ministros. Portanto, Temer sabe que não é candidato. Aécio também foi citado, e Alckmin não está conseguindo a preferência nem do seu partido.

E o PSB de Pernambuco, ainda sob influência da memória de Eduardo Campos, vai tentar decifrar o que faria o líder. Os projetos que se apresentam são antagônicos, e para todos há bons e maus argumentos, e ninguém fará escolhas sem sair com arranhões.

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