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sábado, 29 de julho de 2017

Jr. Black volta a sua terra para se apresentar no encerramento do Festival de Inverno

Natural de Garanhuns, cantor e compositor volta à cidade para mostrar músicas do seu próximo disco, "Vende-se". 


Show no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG 2017), palco Mestre Dominguinhos, (29/07), às 21h

Jr. Black tem uma forte e bem-humorada veia de cronista urbano. Cantor de versos afiados e voz potente, com timbre inconfundível, imprime seu estilo em qualquer música que interprete, seja samba, soul, funk ou trip hop. Fã da música negra e do samba, o cantor e compositor Jr. Black, 40 anos, é de Garanhuns, no agreste pernambucano. Começou a carreira, em 2001, como vocalista da banda recifense Negroove, onde permaneceu até 2007. Possui parcerias artísticas com China, Mombojó, DJ Dolores, Bande Dessinée, entre outros.

Enquanto seu primeiro álbum solo, “RGB” (Joinha Records, 2011), que apresentou no Palco Pop do FIF naquele ano, revelou uma paquera com o Miami Bass, mais cerebral, o artista vive um momento de reconciliação com suas origens musicais. Atualmente, está à frente da banda Purassal, que interpreta músicas de Stevie Wonder.

O projeto de segundo disco solo, “Vende-se”, conta com a produção de Juliano Holanda e Yuri Queiroga, e será um álbum confessional, feito de narrativas urbanas, com letras calcadas em paisagens quase cinematográficas que falam “das glórias, epifanias e tragédias de um artista em uma cidade num eterno processo de destruição e reconstrução, guiado por ideais ultrapassados de “progresso” e por relações promíscuas entre o público e o privado - onde tudo parece estar à venda” - que vão de certa forma moldando às experiências de seus habitantes.

Essa discussão, tão forte no Recife e em diversas outras cidades do país, perpassa o projeto, não de forma direta, mas enquanto pano de fundo para as transformações do próprio artista. "Eu entendo a arte como ato político. O meu desejo é somar, engrossar esse cordão dos artistas independentes do Brasil, falar sobre aquilo que ninguém quer falar, fazer as pessoas dançarem e refletirem", afirma Black.

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