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sábado, 4 de março de 2017

InBetta define data para iniciar a construção de fábrica em Pernambuco

Em visita à sede da empresa, no Rio Grande do Sul, o governador Paulo Câmara 
assegurou o início das atividades da nova planta do grupo já em 2017



A construção do novo complexo industrial da InBetta no município do Paulista, na Região Metropolitana do Recife, já tem data definida: o lançamento da pedra fundamental da obra será no próximo dia 13 de março. A definição ocorreu nesta sexta-feira (03.03), durante a visita do governador Paulo Câmara, acompanhado da primeira-dama Ana Luiza, e do prefeito do Paulista, Junior Matuto, às instalações da empresa no Rio Grande do Sul. Com investimento de R$ 100 milhões, a nova planta vai gerar 400 empregos diretos e outros 1.200 indiretos - com prioridade à mão-de-obra local.

"O Grupo InBetta, que está completando 70 anos, ampliará suas operações, tendo Paulista como seu grande Centro Distribuidor do Nordeste. Nesse momento em que passa o Brasil, projetos dessa magnitude demonstram a confiança de investir em Pernambuco. Isso ajuda a vencer um dos nossos principais desafios, que é gerar emprego e renda para nosso povo", disse o governador Paulo Câmara.

Essa será a primeira planta industrial da InBetta fora do Rio Grande do Sul. O projeto, que conta com o financiamento do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), é considerado como o maior já aprovado pela instituição. Será uma fábrica inovadora, que funcionará com um sistema de distribuição integrada, acelerando a chegada dos produtos nos pontos de venda.

O recrutamento dos novos funcionários terá início em julho deste ano. A expectativa é que as atividades se iniciem em dezembro. Esse é o prazo dado pelos diretores da indústria para o inicio do funcionamento da unidade na cidade, que poderá produzir bens de consumo, higiene, material de limpeza doméstica e industrial, ferramentas e utensílios. Produtos serão distribuídos para todo o Nordeste.

Após conhecer de perto a estrutura da InBetta, o prefeito Junior Matuto destacou o empenho do Governo de Pernambuco para a atração do empreendimento. “Sabendo da situação atual que o País está atravessando, um investimento como esse só nos enche de orgulho e nos motiva a acreditar num amanhã mais promissor. Quero aproveitar a oportunidade para agradecer primeiramente a Deus, e segundo ao governador Paulo Câmara, e aos investidores que acreditaram em nosso Estado, e automaticamente, na nossa Região e, em especial, a cidade do Paulista”, comentou o gestor municipal.

A primeira etapa da unidade vai ocupar uma área de 33 mil m², localizada às margens da PE-22, em Maranguape 2. Em Pernambuco, a fábrica já possui um Centro de Distribuição na cidade de Jaboatão dos Guararapes, também na Região Metropolitana.

InBetta

O Grupo InBetta, de Esteio (RS), é formado pelas empresas Bettanin, Atlas, Sanremo, Primafer, Ordene e SuperPro. São classificados da seguinte forma: Materiais de Construção: Atlas e Primafer; produtos e utensílios de limpeza de uso profissional: Super Pro; utensílios de Limpeza e Bazar: Bettanin, Sanremo e Ordene. O grupo tem um portfólio de mais de 4.500 itens e produção de 50 milhões de unidades/mês, vendidos a mais de 50 países, principalmente da América Latina. Seu parque fabril gaúcho tem 100 mil metros quadrados de área coberta.

Fotos: Francisco Marques/Prefeitura do Paulista

A atuação nacional de Fernando Bezerra Coelho de olho em 2022

Paulo Câmara e o Clã Coelho, Fernando Filho (Ministro), Miguel (Prefeito de Petrolina) e FBC

Senador da República com mandato até 2022, Fernando Bezerra Coelho foi ministro de Dilma, e atualmente defende a adesão do PSB nacional ao Governo Temer, onde tem seu filho, também Fernando Bezerra, Ministro de Minas e Energia. Outro filho do senador, Miguel Coelho, elegeu-se prefeito de Petrolina, principal reduto eleitoral da família. E em 2018, outro filho, Antônio Coelho, de apenas 19 anos, deve disputar o mandato de deputado estadual. 

Assim como Armando Monteiro, Fernando Bezerra não esconde o sonho de governar Pernambuco. A disputa em 2014 não foi possível, pois Eduardo Campos escolheu Paulo Câmara para ser seu candidato. Armando quando sentiu que não teria apoio de Eduardo, rompeu e liderou a oposição. Fernando preferiu esperar e se cacifar, elegeu-se senador e não deixou o PSB. Mas ficou em vias opostas ao grupo do governador Paulo Câmara, ora mais próximos, ora mais afastados. Atualmente parecem estar mais afastados.

O PSB nacional tem dois blocos políticos neste momento, um defende a independência do partido diante o Governo Temer, e o outro defende o apoio irrestrito. Paulo é um dos líderes da independência, Fernando, um dos líderes da aliança.

Os grupos têm se confrontado nos últimos tempos, e Fernando, aliado a setores do PSB do sudeste, têm conseguido vitórias, como a de Tereza Cristina sobre Tadeu Alencar pela liderança do partido na Câmara dos Deputados. 

Este ano tem eleição nacional para a sucessão de Carlos Siqueira, que tem ligações estreitas com o PSB de Pernambuco, pois foi secretário de Eduardo Campos, que foi presidente do partido desde a morte de Arraes. A continuar como está, o bate-chapa deve ser inevitável, e o time que Fernando está defendendo passa a ser o favorito para ganhar a eleição interna, com o apoio do Governo Temer, que atrairia o partido para sua base.

Paulo Câmara é candidato à reeleição em 2018, mas Fernando Bezerra já se coloca como candidato natural para 2022, buscando ganhar por cima a disputa estadual. Se depender do PSB de Paulo Câmara, o candidato preferencial seria Geraldo Júlio, prefeito do Recife, ou outro do grupo mais próximo da família Campos, que domina o partido no estado há décadas.

Será que Fernando romperia para ser candidato já em 2018, aliando-se a Armando Monteiro, João Lyra, Bruno Araújo e Mendoncinha? Muito difícil, mas em política com suas mudanças de lados, tudo é possível.

ADMIRÁVEL POVO MANSO


Todos devem se lembrar de muitos escândalos de corrupção nas várias esferas de governo. Quem lê jornais e revistas semanais sabe como essa notícia é corriqueira. Existem os casos mais volumosos nos milhões de reais, mas todos trazem imenso prejuízo à nação. Cada governo que entra repete as promessas e mencionam as ações de combate. Não demora para o noticiário trazer de volta o sumiço de grandes fortunas.

Com a chegada das chuvas de verão as cenas parecem ser as mesmas de quarenta anos atrás - a diferença fica por conta da tecnologia, e todos ficam indignados; todos não fazem nada de efetivo em ações preventivas e construções seguras. A função das autoridades restringe-se à contagem dos mortos, com números incorretos.

Ocorre o mesmo com as vidas ceifadas pelas chamadas balas perdidas, que só ampliam de locais onde elas alcançam pessoas inocentes e indefesas, antes restritas às ruas, agora, é em casa, na escola, na escola de samba, acordados ou dormindo, e todos ficam indignados; e todos não fazem nada de efetivo contra mais essa matança típica brasileira.

O mesmo acontece com crianças sendo violentadas, mulheres apanhando diariamente, ensino com professores tirando nota zero, escolas caindo aos pedaços, lixo nas ruas de todas as cidades brasileiras, terrenos baldios só criando ratos, favelas surgindo aos montes. São problemas que há décadas deixam todos indignados; todos não fazem nada de efetivo para solucionar.

E segue o mesmo comodismo e só reclamações virtuais com o dinheiro jogado pelo ralo em despesas com um Parlamento pouco produtivo e o mais caro do mundo. Assim tem sido a retórica de despesas com a Câmara dos Deputados, com as assembleias legislativas e com as câmaras de vereadores, todos ficam indignados; todos não fazem nada de concreto contra esse desperdício de dinheiro público.

Só que a grande maioria da população não tem poder nem cultura para organizar protesto. Quando isso ocorre, vândalos e até pessoas apenas despreparadas, ou infiltradas, exageram e aí o pau come. E os que têm capacidade e espaço na mídia escrevem pouco, pois, apesar de agora serem atingidos pela violência desenfreada, ainda não sofrem na mesma proporção dos pobres das periferias.

Poderíamos enumerar mais cinco mil problemas repetidos há décadas, com as mesmas explicações pela falta de solução. As entrevistas de autoridades na televisão parecem replay, apenas mudam os atores. Do outro lado, os argumentos indignados são os mesmos.

“Admirável Gado Novo”, música de Zé Ramalho, retrata claramente o comportamento acomodado do cidadão brasileiro.

Caso continue a esperar sentado pelo cumprimento natural do dever pelas autoridades brasileiras, daqui a cem anos as águas continuarão carregando casas e vidas, como carregaram desde sempre. Essa massa de 200 milhões precisa sair da condição de gado manso e passar à ação efetiva. Mas, antes, os formadores de opinião precisam escrever que essa mudança se faz necessária.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito

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