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terça-feira, 4 de abril de 2017

OBRAS da futura Escola Técnica Estadual de Garanhuns COMEÇAM NOS PRÓXIMOS DIAS

Governo do Estado definiu que a ETE de Garanhuns vai se chamar Ariano Suassuna. Foi no Festival de Inverno sua última apresentação, aliás, também em Garanhuns que se apresentou mais vezes com suas aulas-espetáculos. Justa homenagem!

Representantes da Secretaria de Educação de Pernambuco e da Construtora responsável pela obra visitaram terreno da futura Escola Técnica Estadual em Garanhuns, no antigo Parque de Exposições


As ações para construção da Escola Técnica Estadual (ETE) de Garanhuns começaram a ganhar forma esta semana. Em visita realizada ontem (03), o Secretário Executivo de Gestão da Rede da Secretaria de Educação de Pernambuco, João Charamba, e a gerente da GRE do Agreste Meridional, Adelma Elias, conferiram o terreno onde será construída a escola e demandaram os ajustes necessários ao projeto, de forma a atender melhor à comunidade de Garanhuns.

A visita foi acompanhada por Analistas de Obras da Secretaria de Educação e pelos representantes da construtora responsável pela execução da obra. De acordo com eles, a comunidade deve perceber, já nos próximos dias, as primeiras movimentações de início das obras. O anúncio oficial será dado pelo Governador do Estado Paulo Câmara no seminário “Pernambuco em Ação”, que chega a Garanhuns nos próximos dias.

A ETE Ariano Suassuna, como foi nomeada, será construída na Avenida Bom Pastor, bairro da Boa Vista, em frente à Unidade Acadêmica de Garanhuns da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UAG-UFRPE). A estrutura da escola contemplará um bloco administrativo, um bloco pedagógico – com 12 salas de aula, biblioteca, auditório e laboratórios –, quadra poliesportiva e espaços de convivência. 

Esta será a terceira unidade escolar destinada ao ensino técnico profissionalizante no Agreste Meridional. A região já foi beneficiada com ETEs nos municípios de Lajedo e São Bento do Una.

Atriz que fará Maria chora no ensaio da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém




Letícia Birkheuer não segurou a emoção em cena e foi às lágrimas durante o primeiro ensaio da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém que aconteceu na madrugada desta terça-feira (4). Este ano. O espetáculo completa 50 anos de encenação em Pernambuco na temporada que começa na próxima sábado e vai até o dia 15, em Brejo da Madre de Deus (PE).

Letícia dará vida à Maria, mãe de Jesus, interpretado por Rômulo Arantes Neto. "Primeiro ensaio e ainda estamos vendo todas as marcações. Mas não tem como não se emocionar, principalmente fazendo passagem do encontro de Maria com Jesus sem poder tocar no próprio filho. Você ter essa emoção sem tocar na pessoa é muito forte, vem de dentro pra fora. A vontade dela com certeza era poder tocá-lo. Então esse contraste entre o querer abraçar, cuidar e não poder é um sentimento de muita entrega pra conseguir fazer bem e, aí, não resisti", disse a atriz.

Quem mostrou-se também bastante emocionada foi Adriana Birolli que interpreta Madalena. Junco com ela estava e DJ e modelo Jesus Luz, que faz o papel do apóstolo João. O ensaio também contou com Joaquim Lopes, como o governador Pilatos. O elenco ainda conta com Aline Riscado e Raphael Vianna, como Herodiades e Herodes, respectivamente. 

Já assistido por cerca de 3,8 milhões de pessoas, a encenação é uma das principais atrações turísticas do Brasil na Semana Santa. Todos os anos, o espetáculo atrai, por dia, uma média de 7 mil expectadores que acompanham a encenação como se fossem o povo de Jerusalém que acompanhava o desenrolar dos acontecimentos dos últimos dias de Jesus. São pessoas de todas as idades, vindas de vários estados do Brasil e do exterior.

Ingressos

Os ingressos podem ser adquiridos em agências de viagens ou por meio do site oficial (www.novajerusalem.com.br). As entradas para o espetáculo custam de R$ 100,00 a R$ 140,00, dependendo do dia, com meia-entrada para estudantes, professores de Pernambuco e público de até 14 anos. Nas compras feitas pelo site, o valor do ingresso poderá ser parcelado em até 12 vezes nos cartões de crédito.

EMPREGO: Arcoverde abre inscrições para Seleção Pública Simplificada



Estão abertas as inscrições para seleção pública simplificada para contratar durante sete meses, profissionais na área de Assistência Social, Psicologia, Pedagogia e Educação Social, para o desenvolvimento de programas temporários dos Governos Federal, Estadual e Municipal, para a Secretaria de Assistência Social.

A Prefeitura de Arcoverde já publicou no seu site o Edital 001/2017, sobre o Processo Seletivo Simplificado Amigo de Valor. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no período de 04 a 18 de abril, das 8h às 13h, na Secretaria de Assistência Social, que fica na Rua Helena Rodrigues Porto, 100, no Centro de Arcoverde, ou pelos Correios.

Só poderão concorrer aos cargos de Assistente Social, Psicologia e Pedagogia, as pessoas que já concluíram o curso superior e são portadoras de seus diplomas. Apenas ao candidato à função de Educador Social não será exigido o diploma. Mas ele deverá ter o Ensino Médio completo. Os selecionados vão trabalhar 30 horas semanais e o expediente vai ser de quarta-feira ao domingo. Outras informações, acessar o link: http://arcoverde.pe.gov.br/pag/edital-selecao-simplificada-amigo-de-valor

Armando diz que não precisa pedir licença a Lula para conversar com PSDB e DEM

Senador diz que o cenário está aberto, 
deixando claro que pode se unir ao PSDB e DEM, ou retornar à base do PT

Em recente encontro coordenado por Álvaro Porto, Armando se reuniu com Bruno Araújo e João Lyra.
Mendoncinha teria participado por telefone. O grupo ligado ao DEM e PSDB não se junta com o PT de Lula

O senador Armando Monteiro (PTB) afirmou, ontem, que não “precisa pedir licença” ao ex-presidente Lula para conversar com forças políticas opositoras ao PT em Pernambuco. A declaração do senador vem após a divulgação da pesquisa do Instituto de Pesquisa Uninassau que mostrou 65% das intenções de votos dos pernambucanos para o petista. No entanto, ao elogiar o resultado de Lula - para ele era esperado - deixa portas abertas também para retomar a aliança com o PT.

Até 2016, Armando matinha uma relação próxima com o PT, principalmente por ter sido ministro de Desenvolvimento e Comércio Exterior da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Após deixar o cargo, com o impeachment da petista, Armando iniciou uma aproximação com o PSDB e DEM no Estado. O senador, no entanto, nega que já tenha firmado uma aliança para a eleição de 2018, para a qual é apontado como pré-candidato.

“Não faz sentido que, para conversar em Pernambuco, tenha que pedir licença”, disse Armando.

Para ler a reportagem completa:
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/politica/pernambuco/noticia/2017/04/04/armando-diz-que-nao-precisa-pedir-licenca-para-conversar-com-oposicao-276865.php

Reitoria da UPE inicia Seminários de Integração em todas as Unidades Acadêmicas - Confira a programação.



NOTA DA REITORIA DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
SEMINÁRIOS DE INTEGRAÇÃO 2017

A Reitoria da UPE inicia pelo Sertão, nesta terça-feira, 04, os Seminários de Integração, edição 2017. O primeiro Campus a receber a ação será Petrolina. Na quarta-feira, Salgueiro. Quinta, em Serra Talhada, e encerrando esta primeira semana, na sexta-feira, em Arcoverde. A programação completa consta ao final desta nota.

Nos últimos dois anos, a UPE priorizou um formato de planejamento integrado, construído através de seminários regionais, a partir do diálogo coletivo entre todos os membros da comunidade acadêmica. Assim foi em 2015, quando realizamos o Seminário de Gestão Acadêmica no Sertão, na Mata, no Agreste e na RMR, resultando na elaboração de um Plano de Ação a ser realizado em quatro anos. Em 2016, seguindo a mesma metodologia, considerando o agravamento da crise financeira vivida pelos estados, e em particular por Pernambuco, buscou-se concentrar esforços para melhorar a avaliação geral de todos os cursos. Assim, no Seminário de Integração em 2016, foram definidas, e integradas, 21 ações acadêmicas e de gestão.

Iniciou-se, a partir daí, na Graduação, a reformulação, e unificação, dos Projetos Pedagógicos dos Cursos, a flexibilização dos processos de mobilidade estudantil, os estudos em torno da curricularização da Extensão, entre outras. Na Pós-graduação, foi elaborado o programa de qualidade. Na infraestrutura, foi enfrentado o desafio da melhoria na capacidade de conectividade dos Campi.

Foi a integração que permitiu o avanço da UPE, tendo assim um papel preponderante no uso racional dos recursos contingenciados, sem perder de vista a sua missão de formar profissionais e produzir conhecimentos, participando efetivamente no desenvolvimento do nosso Estado. A crise no financiamento ainda persiste, e os desafios da qualidade são cada vez urgentes. É necessário garantir as condições gerais para a qualidade acadêmica e consolidar a UPE como instituição pública a serviço dos pernambucanos.

Assim, nesta nova edição, em 2017, o Seminário de Integração vai a cada Campus apresentar as ações realizadas em decorrência das decisões tomadas em 2016, analisar o quadro atual da UPE e a atualizar o planejamento. Pretende ser assim um espaço democrático para construção coletiva de estratégias e para definição de ações prioritárias integradas para os próximos dois anos.

Prof. Pedro Henrique de Barros Falcão
Reitor - Universidade de Pernambuco

Programação

Campus Petrolina
04/ABR

Campus Salgueiro
05/ABR
Campus Serra Talhada
06/ABR

Campus Arcoverde
07/ABR

Campus Santo Amaro
11/ABR

Campus Benfica
18/ABR

Campus Camaragibe
19/ABR

Campus Mata Norte
25/ABR

Campus Mata Sul
26/ABR

Campus Garanhuns
02/MAI

Campus Caruaru
03/MAI
Horários

9h - 13h
BENFICA / SANTO AMARO / CAMARAGIBE / MATA SUL / CARUARU

14h - 18h
PETROLINA / GARANHUNS / MATA NORTE / SALGUEIRO / ARCOVERDE / SERRA TALHADA

www.upe.br

Natanael Vasconcelos lança livro sobre sucessão em prefeituras




Aconteceu na noite da quinta-feira, 30 de março, na AESGA - Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns, o lançamento do livro "A transição e o início do mandato de prefeito", de Natanael de Vasconcelos Silva, Bacharel em Direito, Contador e ex-aluno do curso de pós-graduação em Gestão Pública da própria AESGA.

A Obra é fruto da produção do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, que foi orientado pela professora mestra e coordenadora dos cursos de Pós-graduação da AESGA, Gabriela Valença. “Fico feliz em ter contribuído para uma produção tão importante ao segmento da gestão pública”, destacou a Docente.

Apesar de ser marcada por muitos momentos de emoção, a noite também foi de apresentação da Obra pelo Autor, que possui mais de 40 anos de experiência no ramo da contabilidade e da gestão pública. Em noite prestigiada, estiveram presentes a comunidade acadêmica, profissionais, amigos, familiares e companheiros de instituições, a exemplo dos dois clubes de Lions em Garanhuns.

Em tempos de Carne Podre, Ivan Rodrigues relembra boas histórias da CILPE e da COSENOR

Como sempre acontece na minha vida, as reminiscências são constantes e, a propósito dessa tempestade armada em torno da carne, relembrei alguns casos pertinentes que vivi e neles tive importante protagonismo.

Na década de 1980, à cerca de 30 anos, fui Presidente da CILPE, empresa de produção de derivados do leite de forte atuação nos meios de produção do Estado. Ali na Rua Dr. José Mariano, na Ilha do Leite, funcionava a usina de pasteurização do leite em que pontificavam alguns dos mais reputados técnicos brasileiros de laticínios, tais como Antônio Coelho, Salomão Kirzner, Clarisvaldo Germano, Chico Carneiro da Cunha e outros não menos notáveis.

Na época, já funcionava, e muito bem, o Serviço de Inspeção Federal (SIF), subordinado como hoje ao Ministério da Agricultura e que, para tanto, mantinha um laboratório para inspeção dos produtos dentro das instalações da própria CILPE.

Registro, como reconhecimento, que o SIF mantinha um corpo técnico de alto nível científico, sério, competente e diligente e, por vezes, exigente a ponto de incomodar nosso pessoal. Tal circunstância era sempre motivo de preocupação no sentido de manter um bom relacionamento entre o SIF e o nosso pessoal. Faço essa referência de modo pessoal, pois algumas peças isoladas de qualquer órgão não contaminam a credibilidade da instituição, como ora procura-se insinuar contra os órgãos de controle de qualidade de produtos alimentícios.

Conheci, a partir daí, o rigor da fiscalização de produtos alimentícios de origem animal e as exigências previstas pelas empresas multinacionais quando do recebimento dos laticínios fornecidos, inclusive leite-em-pó. Entendi que nenhuma corrupção vence os instrumentos de fiscalização e auditoria de empresas importadoras (de qualquer origem) que chegam ao requinte de enviar equipes de auditoria especializada para vistoria nos próprios estabelecimentos produtores de origem.

Um dia ocorreu um incidente que quase joga fora essa boa relação. Já naquela ocasião o trânsito do cais José Mariano era terrível e a CILPE possuía outra via de acesso através da Rua da Glória. Para facilitar a mobilidade dos veículos de serviço, desde as dezenas de caminhões-tanque que traziam o chamado leite cru coletado e outros tantos caminhões de distribuição de leite que durante todo o dia faziam a distribuição do leite envazado por todos os bairros da cidade e algumas da região metropolitana (bons tempos em que dispúnhamos de produtos mais saudáveis), determinei que a entrada da José Mariano seria reservada, exclusivamente, aos veículos de transporte do produto. Quanto aos demais, em sua maioria veículos pequenos e de transporte pessoal inclusive do Presidente, se obrigariam a usar a Rua da Glória.

Façam ideia do rolo criado por essa determinação. O pessoal do laboratório do DIPOA reagiu a determinação, entendendo que não poderiam obrigar-se – como todos os demais – a cumprir a determinação. No dia seguinte, ao chegar cedinho na usina encontrei a entrada da José Mariano bloqueada pelos automóveis dos servidores do laboratório que se sentiram restringidos pela determinação da presidência da CILPE.

Tomei a providência que me cabia: telefonei para o Delegado do Ministério da Agricultura de então, nosso velho amigo Simões – já falecido – dei-lhe conhecimento do ocorrido e comuniquei que se o seu pessoal não retirasse o bloqueio praticado no acesso da nossa empresa dentro de 15 minutos, eu comandaria pessoalmente os nossos peões para arrastar os veículos do seu pessoal, contanto que a direção da CILPE não fosse desrespeitada em sua determinação, já que o poder de fiscalização do órgão não alcançava medidas internas administrativas. E mandei chamar o chefe do laboratório para comunicar-lhe minha decisão. A conversa não foi tão difícil como esperava. 

O Chefe do Laboratório, profissional sério mas equivocado, cometeu o descuido de alegar em sua primeira justificação que “Nós somos autoridade federal e temos direito de entrar por qualquer dependência da empresa (sic)”. Aproveitei a oportunidade e, usando este meu jeito sempre jocoso e bem-humorado, retruquei-lhe na hora: “Por isso não, amigo, eu também sou autoridade na condição de neto de soldado de polícia e nunca invoquei essa autoridade pra ninguém (sic)” e confirmei para ele o que já decidira e comunicado a seu chefe. Felizmente, percebeu que pisava em areia movediça, o bom senso funcionou e ele mandou retirar os carros da entrada!

Doutra feita, como Superintendente Administrativo da COSINOR que coordenava o Setor Jurídico da empresa, tivemos que enfrentar uma questão jurídica grave, promovida por uma multi-nacional que, recusando liminarmente o pagamento da encomenda que entregamos para as Centrais Elétricas de Rondônia, intentou uma ação de indenização, em que alegava defeitos de fabricação em seis tanques fixos enormes para depósito de líquidos, louvado em laudo do IPT de São Paulo, tido como o maior instituto tecnológico do país. Para fazer essa defesa, tive que aliar-me ao bom corpo técnico da COSINOR e aprender tudo que existia em torno de normas técnicas na regulação brasileira e mundial sobre construção, fabricação de produtos, resistência de materiais, testes de componentes, insumos e operação de equipamentos e as normas técnicas internacionais em vigência. Aprendi, desde logo, a extrema complexidade do assunto que circunda o comércio internacional, já que também exportávamos vergalhões para um bom número de países e as exigências eram igualmente rigorosíssimas.Fomos bem sucedidos, mas para tanto contratamos um eminente professor paulista, destruidor de ícones, corajoso, que enfrentou a questão com extrema competência e conseguiu provar – técnica e juridicamente – que um teste inadequado de operação promovido pelo IPT-São Paulo foi o verdadeiro responsável pela deformação dos tanques fabricados.

Ganhamos a questão de forma retumbante, às custas de um laudo infeliz do maior instituto tecnológico da América Latina e sou muito orgulhoso disso. Melhor, aprendi um pouco do requinte e conheci as entranhas do comércio internacional e, por essa razão, estranho a espetaculosidade montada pela PF, de muito barulho, pouco resultado e de efeito colateral terrível pelo dano que poderá causar a um setor produtivo que envolve 7,5% do total das exportações brasileiras.

É surrealismo puro, um provável dano causado pelo frigorífico de uma micro-empresa (EIRELI), na condição de um dos 21 apontados dentre cerca de 4.800 existentes no país, repercutindo no comércio internacional pela leviandade da PF. Não há como fugir do lugar comum: 

Seria cômico, se não fosse trágico!

Ivan Rodrigues

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