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sábado, 9 de dezembro de 2017

Governo ainda não tem votos para aprovar Reforma da Previdência. Vejam como está a situação de momento!



Deputados pernambucanos como Danilo Cabral e Tadeu Alencar, ambos do PSB, declararam abertamente que votam contra a Reforma da Previdência, que deve ir à plenário na próxima semana. Mas não são apenas deputados da oposição que votarão contra Temer, tem deputado aliado, a exemplo de Zeca Cavalcanti (PTB) que também não quer a reforma da forma como foi apresentada pelo Presidente da República. A decisão de Zeca vai contrária à decisão do seu partido, que decidiu exigirá que todos os seus deputados e senadores votem a favor.

Zeca é um dos 124 deputados da base aliada que estão anunciando votos contra a reforma. No total, segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, 215 deputados declararam voto contrário à reforma da Previdência. Há divisão sobre o tema mesmo no PMDB e no PTB, os únicos partidos da coalizão governista que decidiram obrigar suas bancadas a votar a favor das mudanças na aposentadoria. 

No estado, O PMDB vive uma pendenga entre o grupo de Jarbas Vasconcelos e a chegada traumática de Fernando Bezerra Coelho, que espera comandar o partido e levar de vez para a base de Michel Temer. Já o PTB de Armando Monteiro apoia a reforma, mas vê em Zeca Cavalcanti a primeira deserção. Há o risco até de expulsão ao deputado, segundo nota que ele mesmo divulgou aos meios de comunicação.

O PSB já se manifestou contra a reforma e a grande maioria dos seus deputados votará contra Temer.

O Governo Federal encontra dificuldades para conseguir os 308 votos necessários à aprovação do texto. Com 205 votos contrários, do total de 513 deputados, a proposta de emenda à Constituição (PEC) seria rejeitada.

Para tentar aprovar, o Governo está prometendo aos prefeitos a liberação de R$ 3 bilhões, e às Centrais Sindicais, R$ 500 milhões, para atrair deputados que possam ajudar o governo a mudar a legislação previdenciária brasileira.

A questão é que todos sabem que votar a favor da reforma pode ser um suicídio político!

Companhias de saneamento definem que o setor precisa ampliar recursos para ações de educação socioambiental

Evento reuniu companhias de saneamento de todo Brasil no Recife




Ampliar os recursos destinados às ações de educação e responsabilidade socioambiental foi uma das diretrizes apontadas no I Seminário de Educação e Responsabilidade Socioambiental das Empresas de Saneamento, que aconteceu esta última semana, no Recife. 

O evento reuniu 180 representantes de 15 companhias de saneamento brasileiras, um sinal de que o tema já é valorizado e encarado como fundamental para o sucesso dos investimentos e atividades do setor. Para se prestar bons serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto, é fundamental que os trabalhos estejam alinhados com essas questões. Essa e outras propostas foram registradas numa minuta da Carta de Compromisso que materializa as intenções das companhias de saneamento para a inclusão de ações sociais e da educação ambiental dentro das estratégias corporativas.

A carta também prevê a criação de uma Câmara Técnica específica para esse fim junto à Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) e à Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), instituições que apoiaram o evento. 


“Esse texto foi concebido dentro de uma lógica de governança e transparência. No saneamento precisamos pensar todo o processo de forma integrada, desde o projeto até como nos relacionamos com o cliente. É preciso comunicação e diálogo para envolvermos as pessoas e encontramos multiplicadores que nos ajudem a defender a causa do saneamento”, avaliou o presidente da Aesbe e da Compesa, Roberto Tavares. “O evento foi pioneiro e colocou um novo paradigma para as dimensões da ação social e educação ambiental dentro das companhias. Fortalecemos esses espaços de articulação inclusive na perspectiva de buscar mais investimentos para essas áreas”, acrescenta o diretor de Articulação e Meio Ambiente da Compesa, Aldo Santos.

Ao término do evento, houve o plantio simbólico de mudas no Centro Administrativo Governador Eduardo Campos, com a participação de Roberto Tavares, Aldo Santos, Glauco Requião, que é diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, e Clécio Falcão, presidente da Companhia de Saneamento de Alagoas. 

A realização do evento está em sintonia com a política ambiental do Governo Paulo Câmara que, inclusive, autorizou a ampliação do Parque de Dois Irmãos, no Recife, nesta semana. A segunda edição do seminário também já foi definida, acontecerá daqui a dois anos, em Curitiba, no Paraná, e será coordenada pela Sanepar. “O saneamento passa por um cenário de incertezas, mas estamos no caminho certo ao nos reunir para tratar das questões de responsabilidade socioambiental e compartilhar nossas experiências. As empresas que encararam esse tema, tanto no planejamento como na estruturação, ficaram mais fortes. O que foi debatido aqui vai pautar as próximas ações das companhias”, acredita Glauco Requião.

O seminário iniciou na última terça-feira (5), no Centro Administrativo Governador Eduardo Campos, com uma palestra do jornalista Ricardo Voltolini, diretor-presidente da consultoria Ideia Sustentável, que abordou os valores da sustentabilidade nas empresas. Ontem (6), a socióloga Andréa Santini, pesquisadora da Diretoria de Avaliação da Conformidade do Inmetro, apresentou o Programa Brasileiro de Certificação de Responsabilidade Social e como essas práticas podem agregar valor e vantagens para as empresas. Mobilização social foi o tema da palestra feita pelo ambientalista, educador popular, dramaturgo, cordelista e engenheiro Rodolfo Cascão, que coordena o Grupo Parangolé Arte Mobilização. A programação ainda teve a participação do superintendente da Sabesp e presidente da Abes, Roberval Tavares, que compartilhou dois cases de soluções de saneamento – abastecimento de água e esgotamento sanitário - executados em áreas de alta vulnerabilidade social na Região Metropolitana de São Paulo.

Morre José Carlos Espinhara, em Garanhuns


De família tradicional e com grande atuação na comunidade, morreu na noite desta sexta-feira (08), José Carlos Espinhara, ex-presidente do PV de Garanhuns. Zé Carlos militou muitos anos na política. Trabalhou na prefeitura, de onde estava aposentado, mas ainda tinha participação na direção no sindicato dos servidores e fazia parte do Conselho de Administração do Instituto de Previdência.

Espinhara foi o primeiro secretário de trânsito da cidade, período quando que foi implantada a Zona Azul. 

Registramos os pêsames da minha família a todos os Espinhara, que sofrem esta mais esta perda de um ente querido.

O Velório acontece na Funerária Padre Cícero, na Av. Simoa Gomes, e o féretro saíra às 16h.

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