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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Espetáculo AUÊ abre Festival de Inverno de Garanhuns




Quando o Espetáculo AUÊ, do Rio de Janeiro, abrir as cortinas do Teatro Alfredo Leite Cavalcante, a 28ª Edição do Festival de Inverno de Garanhuns terá seu início magistral, daí para mais de 500 Apresentações culturais, somente na programação oficial.

O espetáculo é da companhia "Barca dos Corações Partidos", a mesma que levou ao público os aclamados musicais “Gonzagão — A lenda”, que esteve aqui no FIG 2015, arrebatando o público, e “Ópera do malandro”. O grupo, conhecido pelo vigor performático, apresenta mais um espetáculo rico em canções que encantam os espectadores. Aclamado por onde passa!

“Auê” tem direção de Duda Maia e traz em sua fórmula uma mistura de teatro, dança, performance e música que desperta no público um turbilhão de emoções, do riso à comoção.

A algazarra artística explicitada no título é embalada por 21 canções autorais e inéditas, compostas pelos atores da companhia (Adren Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Fábio Enriquez, Renato Luciano, Ricca Barros) e por alguns colaboradores externos, como a atriz Laila Garin, que estará apresentando show-solo no FIG deste ano na Praça Mestre Dominguinhos. Laila era a única mulher no Palco no Gonzagão - A Lenda.

Todo o elenco toca instrumentos (tambor de congada, violão de sete cordas, trompete, sanfona, entre outros), dança e canta no palco, exaltando a diversidade rítmica dos temas, que ganharam arranjos assinados de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos.

— São homens que entram em cena para falar de corações partidos, de paixões, de liberdade... Temas muito importantes. Apesar das brincadeiras, é um espetáculo que fala de amor. Mas não somente do amor romântico, fala também do afeto que envolve a tolerância e a aceitação — afirma a diretora Duda Maia.

No rol de estilos que celebram a cultura musical brasileira, entram em cena pitadas de samba de roda, baião, rock, valsa, ijexá, maracatu e coco. O regionalismo amplo se fortalece quando se descobre que todas as canções foram escritas coletivamente, em trânsito, coletando fragmentos de lugares e vivências.

Sobre informações do Jornal O GLOBO


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