DESTAQUES DO BLOG

terça-feira, 6 de março de 2018

Testemunhas de Jeová realizam Assembleia regional em Caetés/PE

Um destaque da programação é a palestra intitulada:
Por que a lei do Cristo é superior?


Neste mês de março, as Testemunhas de Jeová realizarão duas edições da assembleia “Não desista de obedecer à Lei do Cristo!”, com base no texto bíblico de Gálatas 6:2. A primeira edição será no sábado, dia 10, e a segunda no domingo, dia 11. A programação tem início a partir de 09:40 h da manhã. O Evento acontecerá no Centro Municipal de Eventos, localizado na rua Melquíades Borrego na cidade de Caetés – PE. Pessoas de todas as idades e formações são bem-vindas. A entrada é gratuita e não se fazem coletas. 

Os discursos e entrevistas programados para o evento vão mostrar o que é a lei do Cristo e como podemos obedecer a essa lei. Os maridos, esposas e pais presentes, verão a importância de obedecerem à lei do Cristo na família. Além disso, os presentes entenderão o que temos que fazer para amar os outros, como Jesus nos amou. Por isso, será fortalecedor considerar princípios bíblicos relacionados a este assunto e ouvir relatos de pessoas que se esforçam em obedecer esta lei. Um destaque da programação é o discurso com o tema: “Por que a Lei do Cristo é superior?”. 

Em 240 países, mais de 8 milhões Testemunhas de Jeová se reúnem em ocasiões como essa de excelente instrução baseada na Palavra de Deus, a Bíblia. No site oficial das Testemunhas de Jeová, o JW.ORG, você encontrará mais informações sobre esses eventos, além de vídeos e assuntos de interesse para toda família. 

*Texto enviado pela assessoria do evento religioso

PROGRAMAÇÃO DO DIA DE GARANHUNS DO INSTITUTO HISTÓRICO DE GARANHUNS

Ivonete Xavier, Presidente do Instituto Histórico Geográfico e Cultural de Garanhuns, convida a todos para programação especial em homenagem ao DIA DE GARANHUNS, que será vivenciada de 06 a 10 de março.

OBS: De 06 a 09/03 as palestras vão ser no antigo FÓRUM em frente ao Banco do Nordeste e no dia 10 acontece uma Sessão Solene em conjunto com a Câmara Municipal de Garanhuns no Plenário daquela casa legislativa. Sempre a partir das 19:00h 

Paulo Câmara: “Os valores e os ideais da Revolução de 1817 continuam vivos e válidos”

Nesta terça-feira (06.03), dia da Data Magna, foi realizada solenidade de encerramento das comemorações do Bicentenário do movimento revolucionário



Os ideais de justiça social e liberdade, enraizados na Revolução de 1817, marcaram o encerramento das comemorações do Bicentenário do movimento revolucionário em ato realizado nesta terça-feira (06.03), no Palácio do Campo das Princesas. O governador Paulo Câmara comandou a solenidade, que contou com a participação de entidades engajadas nas atividades desenvolvidas ao longo do último ano em homenagem à insurreição, integrantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de representantes da sociedade civil organizada. Em seu discurso, Paulo destacou que, embora o ciclo de celebração dos 200 anos tenha chegado ao fim, o Governo de Pernambuco fará com que os valores do movimento permaneçam na história dos pernambucanos. O ato foi elaborado pelo Governo do Estado e pela Comissão Organizadora do Bicentenário da Revolução Pernambucana de 1817.

“Hoje, encerramos o primeiro ano das comemorações do Bicentenário da Revolução Republicana de 1817, mas a intenção do Governo do Estado é que elas não terminem neste momento. Os valores e os ideais da Revolução de 1817 continuam vivos e válidos. O permanente é o essencial: e o essencial é a unidade de todas e todos que, de boa vontade, queiram contribuir para o desenvolvimento de Pernambuco e do Brasil. Foi esta a maior lição que nos deixaram os heróis de 1817”, afirmou o governador Paulo Câmara.

A cerimônia foi composta por três momentos distintos. No primeiro, foi realizado o hasteamento das bandeiras do Brasil, de Pernambuco e da Insígnia do Governador, seguido do desfile cívico-militar da Polícia Militar de Pernambuco, do Corpo de Bombeiros, do Grupo da Maçonaria e de estudantes da Rede Pública de Ensino. Logo após, o governador Paulo Câmara fez menção ao Monumento aos Hérois da Revolução Pernambucana de 1917 - escultura de Abelardo da Hora - localizada na Praça da República, no qual foi colocada uma coroa de flores. Neste momento, foi feito um minuto de silêncio em homenagem aos mártires do movimento.

No terceiro momento da solenidade, foram entregues medalhas em homenagem a diversas instituições pelos relevantes serviços prestados e pelas contribuições para preservação da história do povo pernambucano. São elas: Companhia Pernambucana de Pernambuco (CEPE), através do seu presidente, Ricardo Leitão; Arquidiocese de Olinda e Recife, através do arcebispo Dom Fernando Saborido; Prefeitura do Recife, através do prefeito Geraldo Julio; e Prefeitura de Olinda, através do prefeito Professor Lupércio. Também foi agraciada com a comenda a Comissão Organizadora do Bicentenário da Revolução Pernambucana de 1817: as secretarias da Casa Civil e de Cultura do Governo do Estado, a Procuradoria Geral do Estado (PGE), a Prefeitura do Recife, o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), a Academia Pernambucana de Letras e o Comitê Pernambuco 2017 e a CEPE.

O secretário-executivo da Casa Civil e coordenador da Comissão Organizadora do Bicentenário da Revolução Pernambucana de 1817, Marcelo Canuto, destacou que esse ano de comemoração dos 200 anos do movimento foi intenso. “Tivemos palestras, edição de oito livros, envolvemos a Rede Estadual de Ensino por meio de concursos de produção textual e de vídeos amadores e levamos exposições para o Interior de Pernambuco. Mas a nossa ideia é que de que não pare por aqui. Queremos que os valores de 1817 permaneçam para sempre na história de Pernambuco”, ressaltou Canuto. 

“Um dos grandes propósitos dessa solenidade é o de manter viva a memória dos valores da Revolução de 1817 e de repassar a história para todos os pernambucanos”, completou o presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco, George Cabral, que falou em nome dos membros da Comissão da Revolução de 1817.

Acompanharam a solenidade os secretários Nilton Mota (Casa Civil); Fred Amâncio (Educação); Márcio Stefanni (Planejamento e Gestão); Pedro Eurico (Justiça e Direitos Humanos); Coronel Eduardo Pereira (Casa Militar); Iran Costa (Saúde); Fernando Freire (executivo das Cidades); César Caúla (procurador-geral do Estado); o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Guilherme Uchôa; e o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Adalberto de Oliveira Melo.

Também participaram os deputados estaduais Isaltino Nascimento, Terezinha Nunes e Tony Gel; a presidente da Academia Pernambucana de Letras, Margarida Cantarelli; o Grão-Mestre do Grande Oriente Independente de Pernambuco, Antonio do Carmo Ferreira; o Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Daury dos Santos; o Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica de Pernambuco, Janduhy Fernandes; e o coordenador-geral da Comissão da Memória e Verdade - Dom Hélder Câmara, Fernando Coelho.

Fotos: Aluísio Moreira/SEI

Alfininho, puxa-puxa, cocorote, beijinho, maria-mole, roletes e outros doces da nossa infância


Que doce é esse?



Lembram que existiam doces como beijinho e surpresa de uva? É claro que não desapareceram, mas estão cada vez mais difíceis de se ver. Hoje em dia, em qualquer lugar, tudo que se ver é de chocolate.

Recentemente fui a um evento no qual todos os doces, todos mesmo, eram de chocolate. Era chocolate recheado com creme, outros cobertos com frutas, brancos, cálices com licor, amendoim, tudo de chocolate, etc , etc, etc.

De fato, bombons de chocolate são delícias, mas não existem só eles!

Será que aqueles beijinhos maravilhosos feitos de côco com leite condensado ficaram no passado? O papel que os enrolava tinha suas tirinhas, que na torre, perto do bolo, pareciam cascatas, puro encanto aos olhos da criançada.

Cocorote e puxa-puxa? Alguém aí lembra desses doces populares? O cocorote era feito de côco, meio confeito, meio cocadinha que derretia na boca.

A avó dos meus amigos Tony, Ana, David, Cabeça, Neide, Wellington, Joana e Cid, fazia um cocorote espetacular. Ainda têm a receita. Ah! Armando, ex-vereador, já me convidou várias vezes para ir em sua casa, em São Pedro, pois ele sabe fazer, ensinaria e já desfrutaríamos do doce.

Os puxa-puxas eram umas barrinhas feitas de rapadura que quanto mais a gente chupava mais ela esticava, vendiam como pirulitos na tábua. Aliás, lembram dos pirulitos enoooormes que passavam naquelas tábuas furadinhas? Trocavam em garrafas. Era só água e açúcar, mas era bom demais.

Parecidos com esses, tive minha infância/adolescência marcada pelos pintinhos de açúcar que meu avô fazia. Doceiro quando jovem, meu avô João Gonçalves, depois se tornou caminhoneiro e feirante. Vendi abacaxi e melancia na feira com ele, tempo bom. Depois que deixou o ramo, aposentado, voltou aos seus doces novamente. Fazíamos os pintinhos. Tinha outros que faziam chupetinhas e até revolver.

Tinha também aqueles pirulitões redondos coloridos? Eram doces caseiros para a criançada. Pareciam alfininhos, que embora da mesma receita, eram mais sofisticados.

Até muitos doces de fábrica hoje não existem mais. É tudo chocolate! Gostava do Zorro da Embaré. O dadinho de amendoim também.

Pipoca de arroz, chiclets (aqueles quadradinhos bem pequeninhos), jujuba, delicado, lanche (goiabada no meio de duas bolachas), mariola, cocadas em vários sabores (hoje virou tudo chique), até o raspa-raspa com pão doce é difícil de encontrar.

Faziam-se doces de quase todas as frutas em casa. Cocadas, pavês, delícias, etc.

Eu tinha pensado em escrever isso há alguns dias. Aliás, a responsável pelos doces da festa que fomos disse que é tudo chocolate porque as noivas, aniversariantes e todo mundo mais, só querem chocolate.

Não é saudosismo por recordar a infância, é descobrir que com o tempo estamos perdendo sabores e experiências culturais enraizadas. Maria-mole, frutas em passa, geleias, picolés de frutas, sorvetes e cremes caseiros, etc.

Ah! E quem conhece o cavaco de Garanhuns? Outro dia Marcos Cardoso levou o original para entrevistar. Até os roletes de cana estão difíceis de se encontrar!

postado originalmente em 30/11/2010, mas ainda atual.

Direitos do Autor

Copyright 2014 – RONALDO CESAR CARVALHO – Para a reprodução de artigos originais assinados pelo autor deste blog em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso,é exigida a exibição do link da postagem original ou do blog.