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COLÉGIO STA. JOANA D'ARC

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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Batalhão do Exército em Garanhuns participa de ação de combate ao comércio ilegal de armas e munições



O Exército deu início a Operação Alta Pressão VI, com o objetivo de intensificar a fiscalização do comércio de armas de fogo e munições em todo o País. Em Pernambuco, militares do Exército, Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiro Militar e Receita Estadual fiscalizaram todas as empresas do seguimento no Estado. A fiscalização iniciou no dia 19 de junho, terça-feira e vai até o esta quinta-feira, dia 21 de junho

O 71° Batalhão de Infantaria Motorizado (71º BI Mtz), sediado em Garanhuns-PE, participou da Operação Alta Pressão VI, no Sertão Pernambucano, nas cidades de Parnamirim, Serra Talhada e Salgueiro, visando coibir desvios de armas e munições que poderiam parar no comércio ilegal. A fiscalização acontece por meio da vistoria de três situações: se verifica se os planos de segurança orgânicas das lojas estão em condições de oferecer segurança para o armazenamento de armas e munições. Outro ponto observado é o arquivo das empresas para saber se as mesmas vendem Produtos Controlados para as pessoas autorizadas a comprar e na quantidade autorizada. Também se verifica os estoques das empresas para identificar se a empresa vende material de acordo com a permissão que possuem.

As ações impactam diretamente a segurança pública nacional, uma vez que contribuem, significativamente, para a redução da violência com armas de fogo e, consequentemente, para a melhoria da sensação de segurança.

Segundo dados do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 7ª Região Militar na última operação Alta Pressão, realizada em novembro de 2017, foram executadas 9 autuações e a apreensão de mais de 400 munições, 9 armas, 11 Kg de pólvora e 295 Kg de chumbo, dentre outros.

Ambiente Interagências

O Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados, coordenado pela Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), realiza suas operações de fiscalização em ambiente interagências, complementando o Poder de Polícia Administrativa do Exército, nessas situações operacionais, com o Poder de Polícia Judiciária, dos Órgãos de Ordem e Segurança Pública. Dessa forma, é possível atuar com mais eficácia contra os ilícitos encontrados, produzindo resultados mais expressivos e duradouros para a sociedade.

A TAÇA DO MUNDO É NOSSA - Por Profº Albérico Fernandes - VALE A LEITURA!





Uma pequena história do que acontece antes de se conquistar uma taça

Escrever, é antes de tudo, a arte de contar histórias. Às vezes sofridas, alegres, verdadeiras e até aumentadas, o que acontecia com o famoso personagem de Chico Anísio, Pantaleão, que, inclusive, arrumava sempre o jeito de ter o testemunho de sua Terta. Como vou falar de futebol, os fatos aqui contados são verdadeiros, alguns eu vivi, outros me foram contados, com todos os detalhes que dão veracidade aos mesmos. Nunca duvidei de nenhum deles. Peço só desculpas aos leitores, penitenciando-me, é que logo após esses eventos, voltarei a falar daquilo que tanto gosto, que é educação.

Falar de futebol, num país de mais de 200 milhões de treinadores é facílimo, qualquer dúvida é só pedir socorro a um desses técnicos de plantão que, principalmente em época de Copa do Mundo, afloram os seus conhecimentos, estão aí para não me deixar mentir: Adilson Barros, Marcos Régis, Eugenio Sobrinho e Aldemir Fernandes. Mas, é preciso esclarecer ao leitor, que, também tenho meus conhecimentos esportivos, não somente do esporte bretão, mas, de outros tão apaixonantes para o povo brasileiro. Começo aqui com o meu querido pai, Antônio Fernandes, um dos maiores boxeadores do antigo Tiro de Guerra, que seria em março de 1967, substituído pelo atual 71º Batalhão de Infantaria Motorizado (71 BI Mtz). Pois bem, sendo um fenômeno em Garanhuns, na década de 40, tendo sua carreira interrompida numa histórica luta com um boxeador do 14 RI da Capital, por um nocaute de esquerda, tudo porque o técnico não avisou que o adversário era canhoto. Resultado, aos 10 segundos, do 1º round, um soco acaba sua carreira, mas, despertaria na família, depois, o gosto pelos mais diversos esportes, inclusive o futebol.

Verdade que os filhos de Antônio Fernandes tentaram suas habilidades em outros esportes. O grande meia Aldemir, chegou inclusive a tentar o basquete, porém abandonou após a fatídica derrota nos jogos escolares, quando o Colégio CERU foi esmagado, em quadra, pela equipe do D. Juvêncio de Britto. Sim, já ia esquecendo o placar desse extraordinário jogo, que encerrou sua carreira, nessa modalidade: D. Juvêncio 2 X 0 CERU. Jogo que ficou marcado nos anais dos Jogos Escolares de Garanhuns.

A saga dos Fernandes continuava e Aldemir não desistiu, vindo a ser depois o maior atleta da família, jogando pelo Balão Mágico, time de Futsal, que sempre se exibia nos belos torneios das festas de Santa Teresinha, na quadra do CESST, no bairro do Magano.

Falando de futebol, da família quem demorou um pouco mais a entrar no mundo esportivo, foi meu irmão mais novo Almir, que deu seus primeiros passos no mundo futebolístico aos 38 anos de idade. Não precisa falar muito sobre esse craque, que por uma questão cronológica, teve uma carreira brilhante, mas, bastante reduzida.

Para não dizer que não falei das flores, antes de descrever os meus conhecimentos sobre as conquistas das nossas Copas do Mundo, e esse ano com um possível hexa, e aí não será bom para os meus amigos Emir, Lúcio, Nádson, Adílson e o time do Náutico, pois perderão a exclusividade da sua grande conquista.

Sim, vou falar da minha grande carreira futebolística consagrada com tantas taças e vitórias, pena que pela falta dos meios de comunicação atuais e das redes sociais, passou despercebida pela maioria das pessoas. Comecei cedo, no Esporte Clube da Matança, onde tive um dos melhores técnicos, seu Né. Com ele, aprendemos que treinador de futebol é técnico e não professor, pois nas suas sábias lições, nos lembrava que professor a gente encontra nos Colégios.

Seu Né treinou o Esporte por mais de 50 anos, sendo um dos tantos mitos injustiçados do futebol. Milhares de atletas do Magano foram lapidados pelas suas mãos e seus conhecimentos. Eu fui um esforçado e desconhecido lateral direito. Levei para esse clube, o famoso overlapping, criado por Cláudio Coutinho e faria sucesso na Copa da Argentina, em 1978. Lance nunca visto antes no campo da Matança, num jogo contra o Palmeiras, da Boa Vista, realizado por mim, contou com a participação do grande meio campista Luís Sebastião (Minininho), Carlos Guedes (Carlos Pelé) e a conclusão de Edjalma Gomes, de cabeça, após cruzamento feito por mim. O que me custou a substituição aos 6 minutos, do 1º tempo, por ter ultrapassado o meio de campo, coisa proibida para os laterais, naquela época. Conheci a implacável regra do grande mestre do futebol: “ordem de técnico é lei”. Hoje, seu Né ainda é vivo e com muita alegria, faço questão de reverenciá-lo. Minha carreira continuou. Jogando na Universidade Federal e no time do IPSEP, no Recife, ao lado de grandes atletas como Lúcio, Emir, Fernando Galdino, Paulo Gonzaga, Marcos Assis, João Batista e tantos outros.

Minha proposta de lembrar que a Taça do Mundo é nossa, deve-se ao fato, de tantas outras, que também precisamos conquistar. Quero começar com a Educação. Já disse em artigos anteriores que nunca tivemos um ensino de qualidade no Brasil. É bom saber que nunca se investiu tanto nesse segmento, como nos últimos 20 anos. Hoje, um aluno custa, em média, quase R$ 2.500,00 para os cofres públicos, verdade que é um valor irrisório, comparado com os R$ 7.000,00, que custa cada prisioneiro para os cofres da nação. Mesmo assim, continuamos com os piores desempenhos, quando somos comparados com outros países. No exame mundial do PISA, ficamos em penúltimo lugar, atrás de países como Honduras e Bolívia. Nossos alunos apresentam grandes dificuldades com números e letras que precisam ser resolvidas, não somente culpando estudantes e professores, mas, fazendo duas grandes reformas: a primeira, uma mudança no ensino superior, nos cursos de licenciaturas, com currículos efetivos, dinâmicos, atualizados e direcionados a formar especialistas competentes. E, a segunda, um maior investimento nos docentes, tanto na valorização profissional, como na social da categoria.

A desvalorização do docente é tanta que, uma cidade como São Paulo, já não tem número suficiente de professores de química, física e biologia. É uma taça que estamos perdendo, essa da educação.

Outra taça que precisamos conquistar dentro de campo é a da saúde. Ganhar no futebol é fácil, menos para o “meu Santinha”. Quero colher os frutos da vitória nos hospitais, com ligeiro atendimento, medicamento para todos, cirurgias sendo realizadas com rapidez e a agilidade que cada caso necessita. Leitos para todos e não macas nos corredores, que parecem mais um campo de refugiados. Vacinas, sem precisar de longas filas e às vezes, até um padrinho político para conseguir ser vacinado, como aconteceu recentemente, com a febre amarela.

Queria ganhar o troféu da saúde com a urgência e competência que tem os quarteis do corpo de bombeiros e do SAMU. Gritar que a taça do mundo é nossa, fazemos desde 1958. Mas, está mais do que na hora de bradar que a saúde também o é.

É preciso um cuidado diferenciado com a saúde, que é uma coisa caríssima no Brasil, como tenho aprendido com o Dr. Ulisses Pereira. Faz-se necessário investir na prevenção, que diminuirá o custo nos hospitais e postos. Verdade que, mesmo sendo Biólogo, minha área de atuação não é essa. Tenho acompanhado, com atenção, e, vejo que é o desespero da maioria dos brasileiros carentes. Melhoramos muito, sei disso, mesmo assim, ainda não é o suficiente.

Tem outras taças que precisamos ganhar: segurança, trabalho, previdência, trânsito, família, espiritualidade, moral, ética, política (que um dia pretendo falar), entre outros. 

Sabemos da grandeza geográfica do país, porém os EUA também o são, e conseguem superar tantas coisas, que nossa cultura não é a ideal, que lemos pouco e temos nas instituições a pior falta de credibilidade. O brasileiro, mesmo se dizendo honesto, gosta de levar vantagem, acabamos de ver, recentemente, na paralisação dos caminhoneiros, o que aconteceu com a gasolina e o gás. Epa! Mas, esse não é meu tema. Afinal, como todo bom brasileiro, está na hora de colocar a minha camisa verde e amarela, nova, porque as antigas dão azar. A do 7 X 1, nem pensar! E torcer pelo Brasil, afinal, temos uma boa seleção, precisamos ter três coisas: 80% de competência, 19% de sorte e 1% de superstição. Por isso vou vestir a camisa de 1958, que era do meu pai, e cantar: A taça do mundo é nossa, com brasileiro não há quem possa.

Prof. Albérico Luiz Fernandes Vilela
Membro do Lions Club Internacional 
Membro da Academia Pernambucana de Educadores
Membro da União Brasileira de Escritores
Diretor Pedagógico da UNIC – Universidade da Criança"

BAIXE AGORA O APP GUIA DO FIG 2018



7ª edição do aplicativo vem repleta de novidades e funcionalidades para todos que vão curtir o Festival de Inverno de Garanhuns. O Blog do Ronaldo Cesar tem parceria com o aplicativo

Sucesso desde 2012, o Guia do FIG, neste ano chega à mais uma edição do aplicativo, que está repleta de novidades e funcionalidades para os usuários, turistas e também para as empresas que irão investir no projeto. Entre as funcionalidades do App Guia do FIG 2018 estão todas as informações sobre a Programação do Festival de Inverno dividida por polo de animação, guia comercial com lojas e serviços em Garanhuns e uma área exclusiva, a "Recomendamos", com destaque para as melhores lojas e serviços e os melhores bares, restaurantes e lanchonetes selecionados pelo App.

Tratando-se de um guia completo para quem vai participar do FIG, o App Guia do FIG 2018 é ideal, também, para os turistas, que podem conferir uma lista completa com as melhores dicas sobre hotéis e pousadas em Garanhuns, disponível na opção "Onde Ficar", enquanto o “Onde Ir e Mapa GPS" apresentam uma seleção com os principais pontos turísticos e locais interessantes para o público já ir se programando.

O App já está disponível para baixar ele vai te ajudar a se programar com o FIG e saber tudo o que precisa para ter os melhores dias em Garanhuns. Com disponibilidade para os sistemas Android e iOS, o App apresenta uma interface moderna e bem simples, com botões fáceis e todas as informações organizadas em seções. Com poucos cliques, você fica sabendo tudo! Quer saber tudo sobre o FIG 2018? Então, baixe na App Store ou na Google Play, é grátis.

Quer saber como o App Guia do FIG 2018 é uma grande oportunidade para o seu negócio?

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NOTA DO PSB SOBRE DECISÃO DA FAMÍLIA FERREIRA


Nos últimos anos não faltou ao governador Paulo Câmara capacidade de dialogar com todas as forças políticas de Pernambuco. Nosso Estado se firma na Federação como um dos poucos que consegue atravessar a grave crise econômica causada pelos problemas vindos de Brasília, sem descuidar de importantes investimentos na segurança pública, na saúde e sobretudo na educação.

No processo eleitoral que se avizinha, o grupo familiar dos Ferreira enxerga apenas sua participação ocupando uma das vagas que disputará o Senado da República.

Diante disso, entendemos que o atual afastamento, depois de quarenta e dois meses de presença no Governo do Estado e na Prefeitura do Recife, se dá unicamente no fato de termos demonstrado que não haverá espaço na futura chapa majoritária da Frente Popular para o referido grupo familiar, uma vez que não faz parte da história do nosso conjunto aceitar esse tipo de imposição.

Sileno Guedes
Presidente Estadual do PSB-PE"

Família Ferreira rompe com Governo do Estado. André deve disputar senado pela oposição

Família Ferreira vai para a oposição por vaga na disputa ao senado
O grupo Ferreira cansou de esperar a definição da Frente Popular pela chapa que vai disputar a eleição em outubro. A família, com inserção no eleitorado evangélico, pedia uma vaga na composição para o senado para o deputado estadual André Ferreira. Diante da demora da definição e dos sinais de que Paulo Câmara aguarda a chegada do PT oferecendo a vaga, o PSC preferiu partir para a oposição, e deve compor com Armando Monteiro, com André sendo companheiro de chapa junto a Mendonça Filho como opções para o senado.

Em nota enviada para a imprensa, o grupo Ferreira acusa que falta diálogo, capacidade administrativa e liderança ao governo, e que a propositura de André Ferreira busca oferecer renovação ao estado. 


"Hoje a sociedade cobra coragem nas posições políticas. Nós temos essa coragem e fazemos política por convicção. Não concordamos com a prática do poder pelo poder e nem aceitamos um governo que seja refém da barganha. Que se submete a trocar cargos por apoio eleitoral e ainda interfere na vida orgânica de alguns partidos.

O nosso grupo faz parte de uma geração de políticos que tem compromisso com a verdadeira mudança. Sabemos o exato tamanho que temos e como podemos contribuir para um novo Pernambuco.

Queremos um Estado em que as pessoas se sintam protegidas e amparadas. Por vezes, fomos a público alertar sobre os problemas que vêm se acumulando e que este Governo não demonstra mais qualquer capacidade para resolvê-los.

Nos últimos três anos e meio procuramos colaborar da melhor forma possível com o Governo do Estado, mas, diante do que foi exposto, o nosso grupo político optou por tomar um novo caminho nas eleições deste ano em Pernambuco."


A nota enviada para a imprensa é assinada pelos irmãos André Ferreira e Anderson Ferreira, prefeito de Jaboatão.

EU VI A CARA DA MORTE - Por Kitty Lopes

Meus amigos pessoais ou virtuais, aos quais tenho tanto carinho, quero aqui agradecer a cada um de vocês que se preocuparam comigo, que rezaram, que procuraram saber de mim. Recebi tanta atenção de vocês nesses últimos dias que só posso ter a certeza de que sou muito abençoada por Deus por ter amigos e amigas tão especiais em minha vida.

No último sábado (16/06) ao cair da tarde, depois de um dia tranquilo, estava num momento que me traz tanto prazer, que é arrumar meus cabelos no salão Alexandre Santana, onde encontrei com tantas pessoas queridas e amáveis. Ao terminar a habitual escova comecei sentir meu coração acelerar e a respiração cansada, de imediato fui para minha casa e tomei com duas horas de antecedência meu remédio pra taquicardia, que já faço uso há dois anos, me deite para esperar a crise passar, infelizmente minha pressão começou a baixar e um mal estar terrível tomou conta do meu corpo. Chamei meus filhos Larissa e Hugo, que de imediato vieram ao meu encontro. Eles acionaram meu cardiologista, Dr. Lamberto Neto, mas o mesmo estava em viagem, então não pensaram duas vezes e chamaram o SAMU. Daí dois anjos que atendem pelo nome de Renata França e Ruber Ivo, chegaram e para minha sorte fui levada a emergência do Hospital Dom Moura, e aqui faço um registro ao governador Paulo Câmara pelas boas condições que se encontra o hospital, lá recebi toda assistência do mundo pela equipe dos médicos Jonhson e Carminha e todas as enfermeiras, além do cirurgião Rômulo Nunes Maia.

Meu amigo particular, o médico Ulisses Pereira, foi acionado pelo meu namorado o também médico Silvino Duarte, e junto com a equipe da CTI do Dom Moura fez todos os procedimentos necessários para que eu saísse da crise. Também chegaram em meu socorro os meus sobrinhos médicos, Danyelle Rego Barros e Brunno Lopes, ele acompanhou e participou dos procedimentos.

Quando o quadro se agravou se cogitou a necessidade de uma transferência para uma UTI cardiológica no Recife e Ulisses Pereira tratou de providenciar tudo, no entanto a Misericórdia de Deus pela intercessão de Nossa Senhora, de quem sou muito devota, se fez presente e meu quadro começou a reverter, essa confirmação foi precisa com o resultado do exame de sangue que descartou a suspeita de infarto, esse exame foi repetido a cada duas horas.

As 22 horas minha pressão que chegou ao mínimo suportável começou a estabilizar, e a meia noite os remédios começaram a ser suspensos. As 7 horas da manhã do domingo eu fui liberada para voltar ao aconchego do meu lar de onde sai sem a certeza de voltar.

A Deus todo poderoso que não permitiu que hoje meus irmãos, familiares e amigos estivessem lamentando a perda de dois, já que hoje faz exatamente 60 dias do falecimento do meu irmão, Adolfo Lopes, todo meu louvor e agradecimento. Ter uma nova chance é maravilhoso.

Kitty Lopes
Jornalista"

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