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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Outra pesquisa mostra Paulo próximo de ganhar a eleição no primeiro turno. Confira Ibope para governador



Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) apontou que a diferença de Paulo para Armando continua nos 8%, contudo ambos subiram 2%. Diminuiu o percentual dos indecisos. No geral não temos mudanças significativas em relação ao levantamento anterior, de 10 dias atrás.

Segundo o Ibope, Paulo continua no limite de vencer no primeiro turno, pois seu percentual de votos é justamente a soma de todos seus adversários. A boa notícia para o governador é que, diferente do que mostrou Datafolha, a diferença continua fora da margem e não mostra aproximação de Armando.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo "Jornal do Commercio". Confira os percentuais de intenção de voto para o governo de Pernambuco:

Paulo Câmara (PSB): 35%
Armando Monteiro (PTB): 27 %
Julio Lossio (Rede): 3%
Maurício Rands (PROS): 2%
Ana Patrícia Alves (PCO): 1%
Simone Fontana (PSTU): 1%
Dani Portela (PSOL): 1%
Brancos/nulos: 23%
Não sabe/não respondeu: 7%

Sobre a pesquisa desta quinta-feira, 27

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 1.512 eleitores
Quando a pesquisa foi feita: de 24 a 26 de setembro
Registro no TRE: PE-07101/2018
Registro no TSE: BR‐06913/2018
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%.

Na reta final, Fernando Rodolfo intensifica campanha no Agreste


Às vésperas da última semana da corrida eleitoral, as visitas diárias de casa em casa do jornalista e candidato a deputado federal pelo PHS, Fernando Rodolfo, têm sido intensificadas, e, para isso, o candidato pela coligação "Avança Pernambuco" tem apresentado, junto com sua equipe, propostas para a população durante as caminhadas por Caruaru e em cidades do interior de Pernambuco.

As publicações nas redes sociais mostram também a intensidade das atividades de campanha que Fernando tem realizado pelo interior do Estado, buscando ampliar o número de eleitores em vários municípios do Agreste.

De acordo com Fernando Rodolfo, o objetivo é aumentar o contato direto com o eleitor, apresentando propostas e compromissos. O candidato disse ainda que é gratificante chegar em várias cidades, com o pé no chão, podendo olhar olho no olho do eleitor e ser visto como o novo deputado federal que o povo precisa. “Eu sou a cara da nova política. O povo já cansou de ver delegacias sucateadas e hospitais sem medicamentos. Estou disposto a acabar com as práticas políticas atrasadas que reinam em cidades como Caruaru e Garanhuns, que muitas vezes se vendem em troca de luxo e conforto e acabam esquecendo da população.”

Pontuando bem nas pesquisas de opinião pública, a campanha de Fernando Rodolfo está embalada e vem tendo grande aceitação de forma especial em Caruaru, sua principal base eleitoral, onde foi apresentador de TV. Filho natural de Garanhuns, ele tem o nome bem avaliado e tem buscado conquistar os moradores com intenção de que a cidade volte a ter representatividade na Câmara Federal, em Brasília.

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O que é? 

O pâncreas é um órgão com função de produção de hormônios (insulina e glucagon por exemplo) e outras substâncias que auxiliam na digestão dos alimentos. O câncer que surge neste órgão é, na maioria das vezes, o adenocarcinoma (que se origina no tecido glandular), correspondendo a mais de 90% dos casos diagnosticados. Os tumores neuroendócrinos são bem menos frequentes. 

Pelo fato de ser de difícil detecção em fases mais precoces, apresenta um prognóstico ruim, em função do diagnóstico tardio e de seu comportamento agressivo. No Brasil, é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes por câncer. A maioria dos casos acomete a cabeça do pâncreas, mas pode surgir também no corpo ou cauda do órgão. O adenocarcinoma é mais raro antes dos 30 anos de idade, e torna-se mais comum a partir dos 60 anos. 

Fatores de risco 

O tabaco aparece como o principal fator de risco para o surgimento desse tipo de câncer. Quem faz uso do cigarro e seus derivados tem três vezes mais chances de desenvolver câncer de pâncreas do que os não fumantes. Além disso, quanto maior a quantidade e o tempo de consumo, maior o risco. A doença também está relacionada ao consumo excessivo de gordura, de carnes e de bebidas alcoólicas, e à exposição a compostos químicos, como solventes e derivados do petróleo. 

Pessoas que sofrem de pancreatite crônica ou de diabetes melitus, bem como com histórico familiar de câncer de pâncreas, também tem mais chances de desenvolver a doença. 

Sintomas 

Os sintomas da doença dependem da região onde está localizado o tumor. Os mais perceptíveis são perda de apetite e de peso, fraqueza, diarréia, icterícia (pele e olhos amarelados), dor abdominal, dor lombar, entre outros. 

Diagnóstico 

O diagnóstico da doença se dá através das manifestações clínicas associadas à exames de imagem que mostram a presença de lesão expansiva no pâncreas. A obtenção de espécime para análise confirma o diagnóstico histopatológico. 

Prevenção

Não fumar, evitar a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas e uma dieta saudável são medidas válidas para se prevenir o câncer de pâncreas. 

Tratamento

Em fases iniciais, quando não existe metástase à distância e o tumor é passível de ressecção, a cirurgia é o tratamento de escolha. A quimioterapia e radioterapia são modalidades de tratamento para doença não passível de ressecção, localmente avançada. A quimioterapia tem papel no tratamento da doença sistêmica.

O VOTO CONTRA VAI DECIDIR A ELEIÇÃO - Artigo



A polarização entre Bolsonaro e Haddad acabou sendo natural, por um personagem que merece um estudo sociológico mais profundo: Lula. O ex-presidente dividiu o país entre os que lhe apoiam incondicionalmente, e os que o odeiam, atribuindo-lhe todas as mazelas da corrupção contemporânea no país.

E o PSDB? Os tucanos tiveram muitos problemas para somar nesta rejeição eleitoral. A corrupção de Aécio, a aproximação com o governo Temer, a candidatura insossa de Alckmin, ... Para citar somente algumas. 

Se tinha que aparecer alguém contra Lula e o PT, tinha que ser alguém mais firme e que, com autoridade, se mostrasse como antagonista ao novo projeto presidencial do Partido dos Trabalhadores. Alckmin não teve presença para esta missão. Ninguém vestiu melhor este figurino que Bolsonaro, com sua verborragia agressiva, embora sem fundamentos políticos democráticos. A ordem era acabar com o PT, e moralizar o país.

Bolsonaro é o voto contra o PT. Nenhum outro candidato, nem Alckmin, representa isto.

Contudo, o capitão da reserva extrapolou, e além de voto contra o PT, virou o voto contra tudo, contra as mulheres, negros, índios, mães e avós, contra a isenção de imposto de renda para pobre... Era para ser somente contra o PT. Cada vez que precisa explanar algum assunto, é provável que perca votos, e o candidato está muito bem acompanhado neste antidiscurso por seu vice, Mourão e seu guru econômico, Paulo Guedes.

Aí o PT virou o "Contra Bolsonaro", que conseguiu ser mais rejeitado que Haddad, o candidato petista. Bolsonaro virou uma ameaça à constituição e às minorias no país.

Política é a arte de congregar, e Bolsonaro tem se mostrado desagregador. 

Por incrível que pareça, Lula, o personagem limado, pode se tornar o agregador para dar sustentação a um, cada vez mais possível, governo Haddad. As pesquisas mostram um segundo turno entre estes projetos divergentes, com vitória do petista.

O PT AGORA VIRA ALVO DE ADVERSÁRIOS - Diário de Pernambuco


FOLHA DE PERNAMBUCO TRAZ NOVA PESQUISA PARA PRESIDENTE


NO FAROESTE SERTANEJO, POLÍCIA LEVA A MELHOR - Jornal do Commercio


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