DR. ELENÍLSON LIBERATO

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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Garanhuns ganha incubadora para desenvolvimento da tecnologia na Bacia Leiteira



Acontece nesta sexta-feira (25) o evento de sensibilização para a INTECAM (Incubadora Tecnológica do Agreste Meridional). A reunião é aberta ao público e inicia às 19h, no Fórum Ministro Eraldo Gueiros Leite. O encontro contará com representantes de todas as instituições envolvidas (SECTI, UPE, ITEP, AESGA, UFRPE, IFPE, Sec. de Des. Econômico do município) com explanações com objetivos e contextos sobre a INTECAM, que nasceu de uma iniciativa da UPE e deverá estar concluída ainda este ano.

O local terá toda infraestrutura para apoiar o desenvolvimento e aceleração de ações empreendedoras, dando suporte à inovação e a criatividade no setor tecnológico. A estrutura contará com cinco salas para incubação, duas salas para gestão/administração, uma sala para reunião e uma sala de convivência. Segundo o professor Alexandre Maciel, coordenador de Inovação da UPE, a INTECAM é um projeto desafiador e fundamental para o desenvolvimento de um novo habitat de inovação no estado.

ARMAZÉM DA CRIATIVIDADE: Para o reitor da Universidade, Prof. Pedro Falcão, a instalação da incubadora é um ponto de partida para trazer o Armazém da Criatividade para Garanhuns. "É importante para a UPE este processo de expansão e de integração institucional. No caso de Garanhuns e o Agreste Meridional, montamos uma estratégia que possa permitir o desenvolvimento tecnológico e a inovação na bacia leiteira, fundamental para a economia do interior do estado", ressaltou.

Programação do evento de sensibilização - Sexta, 25 - Auditório do Forum Ministro Eraldo Gueiros Leite

19h00 - Abertura com as autoridades (SECTI, UPE, ITEP, AESGA, UFRPE, IFPE, Sec. de Des. Econômico);
19h40 - Palestra de Felipe Sabat (SECTI) contextualizando a incubadora no APL;
20h00 - Palestra de Geraldo Magela (ITEP) contextualizando a incubadora e o programa de incubação;
20h20 - Palestra com o case do empresário Fred Braga (ex-incubado ITEP).
21h00 - Encerramento

Do Rio Grande do Norte, Coco de Zambê se apresenta em Garanhuns com entrada franca



Um dos maiores projetos de circulação musical do país, o projeto Sonora Brasil traz para Garanhuns neste sábado (26/08), às 20h, no Salão de Eventos do Sesc, a apresentação do grupo Coco de Zambê, do litoral do Rio Grande do Norte. O espetáculo faz parte do biênio 2017/2018 que, este ano, circula pelos estados do Norte e Nordeste com o tema: “na pisada dos cocos”, manifestação cultural característica, principalmente na zona rural, das comunidades indígenas e quilombolas.

Outras cidades do interior do Estado como Surubim, Caruaru, Belo Jardim e Pesqueira também fazem parte da rota de apresentações gratuitas do projeto nacional do Sesc. O grupo potiguar que se apresentará em Garanhuns é composto por Didi (Djalma Cosme da Silva), Uzinho (Severino de Barros), Tonho (Antonio Cosme de Barros), Mestre Mião (Damião Cosme de Barros), Zé Cosme (José Cosme Neto), Kéké (Clebesson da Silva), Pepé (Ederlan da Silva) e Beto (José Humberto Filho de Oliveira).

A música do Coco de Zambê se caracteriza por ser uma espécie de canto responsorial, ou seja, os versos são puxados pelo mestre e respondidos pelo coro de vozes. Dois tambores estão presentes na maioria dos grupos que praticam o Coco de Zambê: o próprio Zambê, também conhecido como pau furado ou oco de pau, que é maior e mais grave, e o Chama, ambos construídos artesanalmente com troncos de árvores nativas do Nordeste.

A expressão cultural natural de Tibau do Sul, litoral do Rio Grande do Norte, chegou aos engenhos de cana-de-açúcar e colônias pesqueiras da região através de africanos escravizados, de acordo com pesquisadores. Citada inclusive por Mário de Andrade, na década de 1920, como uma brincadeira é caracterizada por uma dança que se desenvolve em uma roda que tem em seu centro os tocadores. Os brincantes se revezam com reverência ao tambor e realizam passos livres de grande energia que lembram movimentos da capoeira e do frevo. Curiosamente, uma das principais características do Coco de Zambê é o fato de ser praticado apenas por homens.

Sonora Brasil – é um projeto temático que tem como objetivo levar ao público expressões musicais pouco difundidas que integram o amplo cenário da cultura musical brasileira. Busca despertar um olhar crítico sobre a produção e sobre os mecanismos de difusão da música no país, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical, promovendo apresentações de caráter essencialmente acústico, que valorizam a autenticidade sonora das obras e de seus intérpretes. Esta é a 20ª edição do projeto que apresenta os temas “Na pisada dos cocos” e “Bandas musicais”. O primeiro tema está circulando pelos estados das regiões Norte e Nordeste; o segundo segue pelos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No próximo ano, haverá uma inversão para que os grupos concluam o circuito nacional.

Serviço - Sonora Brasil – Coco de Zambê de Tibal do Sul (RN)
Data: 26 de agosto de 2017
Local: Sesc Garanhuns 
Horário: 20h
Entrada gratuita

CSJD comemora Dia do Soldado com visita de estudantes em 71º BI Mtz






O CSJD comemorou o dia do Soldado com uma visita ao 71º Batalhão de Infantaria MTZ - Batalhão Duarte Coelho. Nossos alunos ficaram encantados com as experiências vividas no 71º BI e com a receptividade feita pelos soldados, nossos heróis brasileiros.

No Brasil, em 25 de agosto, comemora-se o Dia do Soldado, a qual faz referência à data de nascimento de Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, nascido em 1803. 

O renomado oficial foi considerado o patrono do Exército Brasileiro e, pela honra desse título, o Dia do Soldado constitui-se como uma homenagem ao seu nascimento.

Parabéns a cada homem e mulher que foram chamados para essa belíssima missão.

MUNICIPALIZAÇÃO SERIA O DECRETO DO FIM DO FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS - Por Ivo Tinô do Amaral, criador do FIG



Quando criado pela Prefeitura de Garanhuns, na minha gestão à frente da municipalidade, o FIG ainda não contava com muita estrutura e com os apoios necessários, era apenas o início de um sonho. O papel de empresários da terra e do empenho dos órgãos municipais foi fundamental para a gênese do evento. Já no primeiro ano, o governo do estado mergulhou de cabeça, seja com suas secretarias e seu imprescindível apoio, seja com a organização estrutural da Fundarpe.

Chegamos ao 27º ano de um Festival nascido e criado para se eternizar no calendário cultural do nosso estado e de nosso país, sendo hoje declarado patrimônio imaterial de Pernambuco, por iniciativa da deputada Terezinha Nunes, projeto de lei aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa e sancionado pelo governador Eduardo Campos.
Em relação à estrutura do Festival, é de conhecimento básico que um evento desse porte tem que contar com uma correlação de forças atuando em conjunto para almejar um espaço salutar, agradável e divertido para a população. Não podemos apenas sonhar que serão investidos milhões de reais quando temos necessidades mais urgentes em outras áreas de atuação dos governo do estado e do município.

Criado na minha gestão, idealizado pelo jornalista Marcílio Reinaux e abraçado pelo governo do estado, com o então governador Joaquim Francisco que no dizer dele: “comprou a ideia”, o Festival tomou proporções gigantescas e gera uma ativo – financeiro e cultural – inigualável para Garanhuns, mas necessita que todos (estado, município e empresariado) trabalhem em consonância com o projeto.

Tenho ouvido manifestações de excelente políticos da nova safra, como Priscila Krause e Daniel Coelho nas respectivas casas legislativas estadual e federal, pedindo a municipalização do FIG sob o argumento que o governo do estado atrasa a divulgação da programação do Festival e isso traz prejuízos. Apesar do respeito que tenho aos mesmos, acredito que suas posições são equivocadas e carecem de esclarecimentos de quem já viveu por dentro uma festa desse porte.

Concordo que a programação traz um certo atraso que pode vir a causar transtornos; mas a estrutura de pessoas qualificadas, o denodo, o profissionalismo e o empenho da Fundarpe, da Secretaria de Cultura e Turismo do Estado e dos demais órgãos estaduais envolvidos suplantam qualquer argumento que o melhor seria a municipalização.

Vivemos uma crise política sem precedentes nos últimos 30 anos, e a reboque vieram os infindáveis problemas financeiros, grassando pelas esferas federal, estadual e municipal; o formato atual, com o governo do estado com sua equipe, que comanda o FIG desde sua criação - é o único capaz (estrutural e financeiramente) de manter um evento dessa magnitude e diversidade e até mesmo de ampliar suas funções e atividades.

Precisamos ter em mente que o FIG não é somente a esplanada Mestre Dominguinhos, são as artes cênicas, como o teatro, o circo, as oficinas e também a excelente programação do Pau Pombo, no palco instrumental, as artes visuais e audiovisuais e, também, a literatura, as palestras, as exposições e o palco popular Ariano Suassuna, a dança, a música erudita, os mamulengos. Isso sem falar no “Som na Rural”, no palco forró, fotografia, artesanato e gastronomia, entre outros.

A municipalização do evento, portanto, é um equívoco que se assim for levado a cabo é o decreto do fim do Festival de Inverno. Mas nesses tempos de dinheiro curto, como diria o homenageado Belchior: Viver é melhor que sonhar! E vivemos um grande festival mais uma vez.

O Festival de Inverno de Garanhuns não é apenas um legado que deixarei, ele é indissociável daqueles que amam a nossa terra e não querem ver acabar a maior manifestação multicultural do Brasil. O FIG não pertence ao governo do estado ou do município, a nenhum prefeito ou governador, mas sim ao povo de garanhuns e ao pernambucano.


Ivo Tinô do Amaral
Ex-prefeito e ex-deputado estadual
Criador do Festival de Inverno de Garanhuns"

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