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terça-feira, 24 de julho de 2018

Caravana contra a fome sai de Caetés, passa por Garanhuns e segue em direção a Curitiba nesta sexta-feira (27)



Dez milhões são o número de pessoas que estão em extrema pobreza no Brasil. Os números, que compõem um relatório elaborado por 20 organizações, dentre os quais o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e o ActionAid, alertam para o aumento da miséria no país e serve de base para a Caravana Semiárido Contra a Fome, que, a partir desta sexta-feira (27), sairá do sertão de Pernambuco em direção à Curitiba (PR), alertando sobre a volta do Brasil ao Mapa da Fome das Nações Unidas.

A Caravana Semiárido contra a fome é uma iniciativa de diversas organizações do Semiárido brasileiro. O técnico em Agropecuária, coordenador geral do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA) de Juazeiro-BA e representante da Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), Cícero Félix, explica que o objetivo da mobilização é promover o debate entre os brasileiros e consequentemente ser pauta nas eleições de outubro.

“A questão da fome no Brasil é grave e deve ser tratada de forma séria. Em 2014, quando saímos do Mapa Mundial da Fome, o país tinha 5,1 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza; em dias atuais, já quase dobramos isso”, afirma. “Então, a partir dessa caravana, nós queremos pautar a sociedade brasileira, no sentido de discutir essa questão, ao mesmo tempo em que usaremos as redes sociais, meios de comunicação populares e documentos para colocar o tema na mesa dos candidatos à Presidência da República, dos governos estaduais e dos parlamentos estaduais”, completa.

Cícero conta que a grande passeata percorrerá mais de 2,9 mil quilômetros, do interior pernambucano até a capital paranaense, com uma parada final em Brasília, o que deve acontecer no dia 5 de agosto.

Relatório da fome

No relatório apresentado pelas 20 ONGs, pesquisadores e especialistas traçam uma combinação de fatores que podem ter contribuído para a volta desse velho fantasma. Segundo o documento, a alta do desemprego, o corte de beneficiários do Bolsa Família e o congelamento de gastos públicos foram decisivos para o retorno da população à situação de vulnerabilidade extrema.

Para o coordenador geral do IRPAA, a “única maneira de o país novamente se preocupar com as pessoas de renda baixa”, estancando seu retrocesso socioeconômico é “ter um governo legítimo que volte a colocar os mais pobres nos cálculos do orçamento público do estado, criando programas e reativando aqueles que foram exemplos, como o Fome Zero, Pnae, PAA, PAC e Bolsa Família”, diz.

O Núcleo Diretivo do Fórum do Território do Sertão do São Francisco, IRPAA e outras entidades, a exemplo de Via Campesina, Frente Brasil Popular e organizações ligados ao sindicalismo brasileiro, têm divulgado a Caravana Semiárido Contra a Fome, chamando a população para integrarem o movimento e ficar atenta ao dia em que o grupo passará por sua cidade.

Carlos Batata e Alberto Feitosa se unem em Caetés e Capoeiras



Ex-prefeito e ex-deputado federal, Carlos Batata (DEM) tentará mais uma vez o seu retorno para Brasília, para isto tem visitado municípios em busca de apoio e fechando acordos. Em Garanhuns fará dobradinha com Claudomira Andrade, também democrata.

Em Caetés e Capoeiras, município que já administrou e que perdeu as últimas campanhas para a prefeitura, une-se ao deputado Alberto Feitosa (PR), que buscará a reeleição à ALEPE.

No último domingo (22) estiveram visitando associações rurais dos municípios. Em seu discurso prometeu lutar para que o recurso vindo do PRORURAL seja destinado diretamente às associações, sem passar pelo Governo do Estado. Batata prometeu também recuperar a bacia leiteira, para produtores de leite e queijos. Falou de Pronaf, Adutora, emendas, etc, segundo nota enviada para imprensa.

Em Capoeiras, Batata fez críticas à administração de Neide Reino (PSB), dizendo que a cidade está abandonada. O ex-parlamentar apoia Armando Monteiro para o Governo do Estado e Mendonça Filho, do seu partido, para o senado.

CSJD faz apresentação de Maracatu no Instituto Histórico de Garanhuns



Com o tema "Pernambuco, Minha Nação: na Pisada do Maracatu", os alunos do Colégio Santa Joana D’Arc mostraram através da educação e cultura de forma expressiva, lúdica e histórica as belezas do Maracatu, na última sexta-feira, no casarão do Instituto Histórico de Garanhuns, dentro da programação do Festival de Inverno na instituição.

Educação e cultura, uma conquista que permanece para sempre e o CSJD apoia e incentiva cada vez mais.

ELEIÇÕES 2018: Bruno Araújo pode recompor com Armando a pedido de Alckmin

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem


Em uma semana o deputado federal e ex-Ministro do Governo Temer, Bruno Araújo (PSDB), viveu uma verdadeira novela política. Aliado de Armando Monteiro (PTB), sentou com André Ferreira (PSC) para discutir a composição da chapa da oposição, aceitando ser indicado a senador. Aí levou um puxão de orelha de Armando, que mandou o recado pela imprensa que quem manda no processo eleitoral é ele, o candidato a governador. Ficou feio pros dois. Bruno fez bico, reclamou dentro do partido e devolveu a indicação ao senado, em um rompimento anunciado por toda a imprensa. Bruno pensou até que em ser candidato ao governo, dando palanque a Geraldo Alckmin, já que Armando afirmou que votaria em Lula, visitando-o em Curitiba.

Chamado por Alckmin em Brasília, Bruno ouviu que deveria voltar à aliança oposicionista no estado, e mais, deveria levar Armando Monteiro para o palanque do PSDB Nacional, apoiando a candidatura de Alckmin. Bruno já conversou com os antigos aliados, ou melhor, novos antigos aliados Mendonça Filho (DEM) e o próprio Armando Monteiro.

Acho natural Armando Monteiro apoiar Alckmin, pois é o bloco político que faz parte atualmente, o problema é que se afastando de Lula, Monteiro tem caído nas pesquisas, está em terceiro, atrás de Paulo e Marília.

Isolado com o PSDB, Bruno não mais disputaria o Governo do Estado nem o Senado na chapa da oposição, mas se consegue remontar este quebra-cabeça sobe no conceito de Alckmin. Sua reeleição para Deputado Federal é quase certa.

Se o bloco da oposição segue para Alckmin, e a campanha nacional polarizar entre o Tucano e o candidato do PT, Pernambuco terá novamente papel importante no resultado da eleição. Caminha para Paulo e Marília defenderem o nome de Lula ou de quem o partido indicar.

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