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segunda-feira, 19 de abril de 2021

Números atualizados Covid-19





Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 141.459.551 contaminados e 3.020.990 mortos no mundo. No Brasil são 13.943.071 contaminados e 373.335 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 894,5 milhões. No Brasil são 35.747.653 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).


Veja.



Aumenta número de novos casos pelo mundo


Entenda como está a segunda onda de Covid-19 pelo mundo - Blog FIA

O último boletim da OMS mostrou que globalmente os novos casos de Covid-19 aumentaram pela sétima semana seguida e o de novas mortes, pela quarta semana consecutiva. Apesar disso, alguns países já começam a demonstrar sinais de melhora, com redução da curva de óbitos, e se tornam fonte de esperança para os demais. Entre eles estão Estados Unidos, Reino Unido, Israel, Portugal, Emirados Árabes, Alemanha e África do Sul. Nos três primeiros, por exemplo, as quedas vieram após eficientes campanhas de vacinação justamente quando a situação se mostrava fora de controle. O isolamento social também foi essencial na redução.

Veja.

Planalto tenta blindagem em CPI, e senadores miram fragilidades do governo


O Palácio do Planalto já avalia como tentar se blindar de acusações de eventuais omissões ao longo da pandemia na CPI da Covid, enquanto os senadores de oposição ou tidos como mais independentes miram as fragilidades do governo Jair Bolsonaro (sem partido) nos últimos meses.

Os 11 senadores que vão compor a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) foram anunciados e, em tese, a lista é desfavorável ao governo. O Planalto articula para emplacar um dos nomes menos críticos a Bolsonaro na presidência e na relatoria do colegiado, mas isso ainda não está fechado. Essa composição será decidida no voto entre os membros na primeira reunião da CPI, ainda sem data certa.

Até sexta (16), uma composição defendida por parte dos senadores era por Omar Aziz (PSD-AM) presidente, tido como independente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do requerimento de criação da CPI, como vice-presidente, e Renan Calheiros (MDB-AL), na relatoria.

Ofensiva do governo

Uma das principais linhas de frente do governo na CPI deve ser a de apontar o mau uso de verbas federais repassadas a estados e municípios para tirar o foco da atuação do Ministério da Saúde e do discurso negacionista de Bolsonaro durante a maior parte da crise sanitária.

O Planalto estuda, inclusive, mobilizar um grupo de servidores para mapear a destinação desses recursos, e questionar se a falta de infraestrutura nas redes hospitalares, de medicamentos e insumos para a intubação de pacientes e da eventual vagareza na aplicação de vacinas não é culpa de ações tomadas por governadores e prefeitos. Ou seja, buscar terceirizar qualquer possível culpa.

Uma preocupação é quanto ao impacto negativo da CPI às pretensões de Bolsonaro de se reeleger em 2022, ainda mais com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de volta ao cenário.

Alguns dos principais alvos do governo federal deverão ser os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e da região Nordeste, como Rui Costa (PT), da Bahia, Camilo Santana (PT), do Ceará, e Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão.

Há a intenção ainda de atuar junto a senadores considerados de oposição a governadores desafetos do Planalto. Nesta estratégia, o governo utilizaria a influência dos políticos nos respectivos estados para amplificar a visibilidade dos eventuais problemas encontrados na aplicação dos recursos federais.

Por outro lado, além do ataque, o Planalto deve reunir dados avaliados como positivos para municiar os governistas na CPI.

Buscarão ainda ressaltar discursos de governadores tidos como agradecidos a Bolsonaro, como Mauro Carlesse (PSL), do Tocantins.

Enquanto isso, senadores de oposição ou tidos como mais independentes pretendem investir no que enxergam como fragilidades do governo federal, como o discurso negacionista de Bolsonaro.

Pernambuco e Nordeste são o Estado e a região com menor taxa de mortalidade por Covid-19 do Brasil




Dados estão em relatório da Organização Panamericana de Saúde (OPAS), divulgado na última sexta-feira


O Estado de Pernambuco e a Região Nordeste registraram as menores taxas de mortalidade por Covid-19 do Brasil em relatório da Organização Panamericana de Saúde (OPAS), divulgado na última sexta-feira (16.04). Os dados da publicação foram analisados pelo governador Paulo Câmara e pelos integrantes do Gabinete de Enfrentamento ao Coronavírus, na manhã deste domingo (18.04).

De acordo com o documento da OPAS, nos últimos 30 dias Pernambuco registrou uma taxa de mortalidade de 16,5 casos para cada 100 mil habitantes. Menos da metade da média nacional, que foi de 39,2 casos para cada 100 mil habitantes. Já a taxa de mortalidade da Região Nordeste ficou em 25,1 casos por habitante, bem abaixo das regiões Norte (29,1), Sudeste (42,8), Centro-Oeste (56,6) e Sul (55,7).

“Ainda temos um longo caminho pela frente nessa batalha contra a Covid-19. No entanto, um levantamento como esse mostra que só uma combinação de ações como ampliação da rede de saúde com leitos de enfermaria e terapia intensiva, medidas restritivas e vacinação são capazes de reduzir a quantidade de vítimas da doença”, avaliou Paulo Câmara.

O secretário estadual de Saúde, André longo, ressaltou que as medidas restritivas foram retomadas em Pernambuco desde dezembro de 2020, e destacou que, somente do início de março até agora, já foram abertos mais de 600 novos leitos de UTI em todas as regiões do Estado. “Nossa rede de saúde conta, hoje, com 1.611 leitos de terapia intensiva para pacientes com Covid-19, em 17 municípios. Um esforço que só se tornou possível com todas as áreas do governo priorizando a saúde da população”, concluiu Longo.

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