GOVERNO DO ESTADO

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Nota de pesar – Marcos André Cunha Farias

 


A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa com grande pesar o falecimento do servidor Marcos André Cunha Farias, de 67 anos, ocorrido nesta segunda (06).

Marcos exercia a função de médico e atualmente integrava a equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) Cohab II (2). O Governo Municipal, e a Secretaria de Saúde, externam sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas deste profissional que era muito respeitado. Que Deus abençoe e conforte a todos os enlutados.


Líderes mundiais alertam para risco à democracia e insurreição no Brasil



Os atos planejados para o dia 7 de setembro, organizados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ameaçam a democracia e representam uma "insurreição" no Brasil. O alerta faz parte de uma carta aberta assinada por líderes de todo o mundo e que deixam claro que a comunidade internacional não irá tolerar qualquer ruptura democrática.

Nos últimos dias, entidades estrangeiras já indicaram que estavam preocupadas com os atos do 7 de setembro e que temiam que a data agravasse a tensão política no país. Haverá um monitoramento por parte da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, enquanto organismos estrangeiros também se mobilizam para acompanhar a situação.

Já o governo americano emitiu um alerta de segurança a seus cidadãos que estejam no Brasil, nesta data. Há poucas semanas, o governo de Joe Biden havia enviado sinais claros ao Palácio do Planalto sobre o risco de uma ruptura ou de uma narrativa de fraude eleitoral.

Agora, líderes, ex-presidentes, parlamentares e personalidades de mais de 25 países apontam para os riscos que a data pode representar. "Nós, representantes eleitos e líderes de todo o mundo, estamos soando o alarme: em 7 de setembro de 2021, uma insurreição colocará em risco a democracia no Brasil". disseram.

A carta é assinada por nomes como o ex-chefe de governo espanhol José Luis Rodriguez Zapatero, o ex-presidente da Colômbia, Ernesto Samper, além Noam Chomsky, o vencedor do prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, e políticos europeus como o grego Yanis Varoufakis, o britânico Jeremy Corbyn e o francês Jean Luc Melanchon. Congressistas americanos também fazem parte dos signatários, além de deputados suíços, alemães e mesmo da Nova Zelândia.

"Estamos seriamente preocupados com a ameaça iminente às instituições democráticas do Brasil - e estamos vigilantes para defendê-las antes e depois de 7 de setembro. O povo brasileiro tem lutado por décadas para proteger a Democracia de um regime militar. Bolsonaro não deve ter permissão para roubá-la agora", diz o texto.

UOL

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