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terça-feira, 9 de julho de 2019

GARANHUNS / O Mundo de João Maquinista é um encanto de miniaturas.



Por Cláudia Sansil

O mercado de miniaturas é uma realidade em poucas cidades no mundo. São 12 e, apenas, um no Brasil, que fica no Rio Grande do Sul: Mini-Mundo de Gramado.

Mas, a partir deste sábado, dia 6 de julho, será inaugurado o Mundo de João Maquinista, em um espaço de 400 metros quadrados, distribuídos em cinco ambientes, constituídos por quatro maquetes, que reproduzem os espaços turísticos, históricos e culturais como a Capadócia, a Torre Eiffel, o Natal Polar e o Natal Luz da cidade de Garanhuns.

O Mundo de João conta com 1,5 mil mini-habitantes, cinco praças, uma torre, três estações ferroviárias, com meio Km de trilhos, 30 carros, duas igrejas, dois postos de gasolina, três escolas, cinco praças e muitos animais e 1,2 mil árvores plantas.

O Mundo de João Maquinista se insere em um ramal que contempla as cidades: Bruxelas (Bélgica), Miniatur Wunderland (Hamburgo – Alemanha), Mini-Europe (Bruxelas – Bélgica), Madurodam (Holanda), Italia in Miniatura (Rimini – Itália), Miniland da Legoland (Billund – Dinamarca), Miniland da Legoland (Windsor – Reino Unido), Miniland da Legoland (Califórnia – EUA), Miniland da Legoland (Günzburg – Alemanha) e Miniland da Legoland (Flórida – EUA).

O município de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, portanto, passa a integrar o grupo seleto de locais que divulgam a cultura, o turismo, a educação, o entretenimento e o lazer, além do patrimônio de forma inovadora e criativa.

Serviço:
O Mundo de João Maquinista
Rua Celso Galvão, nº 15, Heliópolis
Segunda a sábado, das 11 da manhã às 17 horas. 
Contato pelo telefone: (87) 9810.7811.

Deputado questiona ministro sobre cortes nas universidades pernambucanas




O deputado federal Danilo Cabral (PSB/PE) protocolou, nesta terça-feira (9), um requerimento de informação ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, no qual questiona sobre o bloqueio orçamentário nas universidades pernambucanas. De acordo com a reitoria das instituições de ensino, já são registradas restrições, apesar dos ajustes que foram feitos no orçamento.

“Novamente o governo, com esse corte, sinaliza que a educação não é prioridade. Essa é uma área que deveria ser estratégica para o desenvolvimento do país, não deveria ser atingida”, critica o parlamentar. No documento, Danilo Cabral questiona o que motivou o bloqueio de aproximadamente 30% do orçamento discricionário das universidades federais pernambucanas; além de indagar se existe alguma previsão para a disponibilização dos recursos previstos para as universidades pernambucanas.

De acordo com dados do SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal), o orçamento discricionário (descontados recursos para pagamento de pessoal) previsto para a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE), no exercício de 2019, é de cerca de R$ 88,1 milhões. Desse total, R$ 81,9 milhões são recursos de custeio (para manutenção das atividades das universidades) e R$ 6,2 milhões recursos de capital (para obras e aquisição de materiais permanentes e equipamentos). 

O MEC bloqueou R$ 24 milhões da verba de custeio e R$ 3 milhões dos recursos de capital. No caso da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), dos R$ 47 milhões de orçamento discricionário previstos, somente R$ 17 milhões foram liberados até agora.

Segundo Danilo Cabral, as universidades atingidas estão correndo riscos de paralisar os serviços, inviabilizando o funcionamento das mesmas. “Já estamos observando impactos relevantes em obras que se encontram em andamento; no pagamento de bolsas de graduação, bolsas de pesquisa e pós-graduação, bem como para o pagamento de auxílios financeiros a pesquisadores”, afirma o deputado.

Danilo Cabral lembra que, para a aprovação, no Congresso Nacional, de crédito extra de R$ 249 bilhões ao orçamento da União, governo e parlamentares firmaram um acordo que previa a liberação de R$ 1 bilhão dos recursos contingenciados da educação. Em 2019, o governo bloqueou R$ 11 bilhões da área.

Foto: Sérgio Francês

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