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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Um ano após iniciar vacinação, Brasil amplia meta de cobertura




O Brasil imunizou 68% da população em um ano de campanha de vacinação contra a Covid-19, completado nesta segunda-feira. A meta em fevereiro de 2021 era chegar a 70% para interromper a circulação do vírus — o que o avanço da variante Ômicron demonstra não ter ocorrido. Agora, especialistas defendem que a cobertura vacinal seja ampliada para chegar rapidamente a todos os brasileiros. No momento, o país começa a vacinar crianças. O Rio de Janeiro foi um dos estados que aplicaram as primeiras doses pediátricas hoje. A imunização foi marcada pela emoção das famílias.

O que foi dito: o ministro Marcelo Queiroga afirmou que o Ministério da Saúde deve comprar a CoronaVac para crianças e jovens de 3 a 17 anos, desde que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprove o imunizante. A decisão deve sair ainda neste mês.

Entrevista: Marta Díez, presidente da Pfizer no Brasil, diz que a empresa deve pedir nas próximas semanas o registro na Anvisa de pílula antiviral com quase 90% de eficácia contra a Covid. Ela também fala sobre imunizante para bebês, movimento antivacina e perspectiva sobre o fim da pandemia.

Governo federal veta entrada do Rio em novo Regime de Recuperação Fiscal, e disputa deve ir ao Supremo




O governo federal vetou o ingresso do Rio de Janeiro no novo Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O pedido do estado recebeu pareceres contrários do Tesouro Nacional e da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), e nem chegou ao Palácio do Planalto. O Tesouro e a PGFN listaram problemas na proposta do Rio, como a previsão de reajuste salarial a servidores estaduais em todos os anos do regime de recuperação. A falta de pagamento de empréstimos também pesou na decisão — em 2020 a União honrou R$ 4,7 bilhões que o estado devia ao BNP Paribas. O Rio participou da primeira fase do RRF entre 2017 e 2021, período em que teve alívio de R$ 92 bilhões em sua dívida.

Reação: o governador Cláudio Castro (foto) afirmou que as correções salariais estão previstas na legislação: “Não fizemos nada que não tivesse 100% amparado pela lei”. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), André Ceciliano disse que há “má vontade” do governo federal com o Rio e declarou que não vai recuar no reajuste para servidores.

O que pode acontecer: o estado tem cinco dias para se manifestar, mas deve levar o caso ao Supremo Tribunal Federal. A tendência é que consiga, na Corte, uma decisão favorável, como aconteceu com Goiás.

Garanhuns vai iniciar a vacinação contra a Covid-19 de crianças entre 5 a 11 anos




A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Saúde, vai iniciar uma nova etapa para garantir a proteção da população contra a Covid-19. Desta vez, o município irá promover a vacinação voltada para as crianças entre 5 e 11 anos de idade. As doses já foram recebidas nesse sábado (15), após envio da Secretaria Estadual de Saúde (SES/PE).

Nesta fase, a vacinação será iniciada pelas crianças com doenças neurológicas crônicas e com distúrbios do desenvolvimento neurológico, com prioridade para Síndrome de Down e Autismo. O cadastro para o público está disponível por meio da Plataforma Vem Vacina (vemvacinagaranhuns.site).

“Garanhuns está de fato pronta para iniciar a vacinação contra a Covid-19 das crianças dentro da faixa etária recomendada. Por isso, estamos abrindo um ponto de vacinação pediátrico e reforçando também a equipe de profissionais. Nosso município atingiu excelentes indicadores e os números vão melhorar ainda mais com a vacinação do público entre 5 a 11 anos de idade”, destaca o prefeito Sivaldo Albino.

A vacinação será realizada em local específico para o público dentro da faixa etária, no Centro Pediátrico de Vacinação de Garanhuns. O serviço irá funcionar em estrutura montada na área interna do Parque Euclides Dourado, com entrada pela avenida Júlio Brasileiro, no bairro Heliópolis.

É importante destacar que no momento da vacinação a criança deve estar acompanhada dos pais ou responsável legal (no caso de responsável legal, esta condição de tutela deve ser comprovada através de documento emitido em cartório). A comprovação da comorbidade da criança deverá ser realizada mediante preenchimento de laudo que também está disponível na Plataforma Vem Vacina — exceto para crianças com Síndrome de Down.

Os pais ou responsáveis devem apresentar no ato da vacinação documento de identificação oficial com foto e um comprovante de residência nominal. Além disso, será necessário a certidão de nascimento ou RG, e o cartão SUS da criança.

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