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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Dose de reforço: cadastro está disponível para pessoas de 18 a 54 anos de idade

 



O município de Garanhuns vai iniciar a aplicação da dose de reforço para pessoas com 18 anos de idade ou mais. Este público deverá respeitar o critério de cinco meses após a aplicação da segunda dose para a vacina de reforço. O cadastro está disponível por meio da Plataforma Vem Vacina (vemvacinagaranhuns.site).

O intervalo de quatro meses continua válido para pessoas com 55 anos ou mais e trabalhadores da saúde no município. Para os imunossuprimidos segue válido o período de 28 dias após a última dose do esquema básico. “Já estamos chegando a 9 mil doses de reforço aplicadas. É fundamental que todos que se vacinaram com a primeira e segunda dose, façam o cadastro para receber a dose de reforço. Só assim vamos continuar vivenciando este momento de maior tranquilidade em nosso município e superar a pandemia da Covid-19”, destaca o prefeito Sivaldo Albino.

Atualmente, Garanhuns está com 90% da população estimada vacinada com a primeira dose. Um total de 75% das pessoas já receberam a segunda dose. O índice de doses aplicadas, considerando o total de vacinas recebidas, é de 92,40%.

Auxílio Brasil deveria ser permanente e sem filas, mas governo é contra




A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (25) o texto-base da proposta que cria o Auxílio Brasil.

Segundo o colunista José Paulo Kupfer, enquanto a MP dos Precatórios está sendo discutida, um Auxílio Brasil básico, nos moldes e valores do extinto Bolsa Família, que começou a ser pago em meados de novembro, torna evidente a necessidade de atualizar e ampliar o programa de transferência de renda.

Para Kupfer, diante do quadro de expansão dos níveis de pobreza e extrema pobreza, qualquer programa de transferência de renda deveria ser estruturado e executado. Para começar, deveriam ser construídos bases de dados confiáveis e atualizáveis, capazes de permitir um dimensionamento correto das necessidades. A partir daí, os recursos suficientes deveriam ser arregimentados.

Na análise do colunista, e for aprovado na versão apresentada pelo relator, o Auxílio Brasil implicará não só aumento da população beneficiada, mas também dos valores dos benefícios e, em consequência, do volume de recursos que deverão estar disponíveis. Por enquanto, o governo e seus apoiadores, no Congresso e na sociedade, a começar dos integrantes do mercado financeiro, só aceitam ampliar gastos até fins de 2022, como se viu na resistência ao reajuste automático dos valores dos benefícios pela inflação.

Bem difícil argumentar que essa limitação temporal dos gastos do programa não embute um caráter populista e eleitoreiro, em benefício do presidente Bolsonaro, candidato à reeleição, e de sua base no Congresso. Todas as experiências bem-sucedidas mostram que um autêntico programa de transferência de renda, além de condicionantes claras - principalmente frequência escolar comprovada e caderneta de vacinação atualizada para dependentes -, deve ser permanente e com benefícios em valores bem calibrados.

Não é um fundo sem limite ou um saco sem fundo. Gastos sociais "excessivos" e, mais do que isso, ineficazes, dão aos pobres com uma das mãos e tiram com a outra, sob a forma de pressões inflacionárias, que reduzem o poder aquisitivo. Trata-se de uma questão de prioridades de uma sociedade, e da alocação correta dos recursos disponíveis.

Reduzir a pobreza e as desigualdades, e mais ainda, acabar com a fome, são prioridades incontestáveis. Não só do ponto de vista social, moral e humanitário, mas também econômico"

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