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quarta-feira, 9 de junho de 2021

1200 cestas básicas são entregues mensalmente pela Prefeitura de Garanhuns

 



A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), cumpre regularmente a entrega de Benefícios Eventuais. No município, 1200 cestas básicas são entregues mensalmente às famílias cadastradas nos Centros de Referência em Assistência Social (Cras). Outros benefícios são repassados de acordo com a necessidade de cada cidadão assistido pelas centros.

Diferente das cestas básicas de caráter emergencial, entregues em ações pontuais durante a pandemia, os benefícios eventuais acompanham a realidade das famílias mais carentes da cidade em todos os meses. De acordo com a secretária Eliane Madeira, os Centros de Referência identificam as pessoas que possuem maior necessidade de receber os benefícios: “Cada situação é única, então, quando recebemos a notificação de cidadãos em situação de vulnerabilidade, as equipes dos Cras fazem uma visita técnica e, a partir daí, encaminham para que suas necessidades sejam atendidas. O prefeito Sivaldo Albino mantém o compromisso mensal do seu governo nessa distribuição, acompanhando a entrega regular, além das mais de oito mil cestas de caráter emergencial que já foram repassadas este ano”.

É importante que a população compreenda que a medida é uma ação de proteção social de natureza temporária, que tem o intuito de prevenir e promover o enfrentamento de situações provisórias que possam fragilizar a constituição familiar. Para ter direito ao benefício, o cidadão deve estar cadastrado no Cras de seu respectivo bairro.

Ainda de acordo com a SASDH, existe um perfil socioeconômico exigido pelo Governo Federal para que a população receba os donativos de forma regular, mas os municípios tem a liberdade de identificar caso a caso: “Situações de perdas inesperadas como falta de emprego, moradia, entre outros acontecimentos que exigem sensibilidade por parte do poder público são observadas de perto. As pessoas que realmente necessitam receber os alimentos são identificadas e acompanhadas previamente pelos assistentes sociais”, reforça Eliane Madeira.

Todas as feiras de Garanhuns acontecem no sábado, exceto da Oliveira Lima




Conforme o decreto municipal 055/2021, todas as feiras públicas de Garanhuns acontecerão no próximo sábado (12/06), contudo, há uma substituição. A feirinha do Mercado 18 de Agosto substitui a da Av. Oliveira Lima. Vale ressaltar que somente estão permitidos produtos alimentícios, são proibidos consumos no local e também a venda e consumo de bebidas alcoólicas.

Além da feira do Mercado 18 de Agosto e seu entorno, estão autorizadas as feiras da CEAGA, Cecília Rodrigues (Cohab I), Cohab II, Cohab III, Boa Vista e Santa Terezinha, que devem funcionar até às 13:00h.

A decisão de organizar todas as feiras em um único dia da semana visa diminuir a circulação e aglomeração de pessoas nesta semana de vigência do decreto municipal, com intuito de desacelerar e reduzir os índices de contágios, internações e óbitos em Garanhuns, devido à pandemia da Covid-19. Já a decisão de que acontecessem, veio do prefeito Sivaldo Albino e do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, já que na última semana estavam proibidas. “Com a realização desta semana pensamos nos consumidores que costumam fazer suas compras nas feiras, e nos feirantes, que também precisam movimentar suas bancas, mas não devemos descuidar das medidas preventivas, e para isto estaremos com equipes educativas e de fiscalização circulando as feiras de Garanhuns” – Registrou o prefeito.

A feira da Av. Oliveira Lima, no bairro de Heliópolis, não será realizada por questões de logística e preferência da maioria dos feirantes em atuar em outras feiras, em acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Abastecimento de Garanhuns.

Covid: mortes de pessoas abaixo de 60 anos superam as de idosos




Uma notícia boa, mas atrelada a outra ruim. O avanço da vacinação entre idosos levou o país a registrar, pela primeira vez na pandemia, mais mortes entre crianças, jovens e adultos de covid-19 do que de pessoas a partir de 60 anos. A reportagem é de Carlos Madeiro.

Entre 30 de maio e 5 de junho, 53,6% dos óbitos de covid-19 no país foram de vítimas até 59 anos de idade. Na semana anterior, essa média havia ficado em 49% —e era a maior até então.

Na última semana antes do início da vacinação no país, entre 10 e 16 de janeiro, 77,5% das mortes registradas foram de vítimas com 60 anos ou mais e apenas 22,5% entre jovens e adultos.

A maior redução foi no grupo com 80 anos ou mais, que respondeu por 30% dos óbitos em 2020, mas na semana passada foram 13,7% do total. A imunização chegou primeiro a essas faixas etárias, por isso o impacto já consegue ser medido.

Apesar disso, os números ainda são altos e adultos seguem sendo vítimas da doença, porque a circulação viral continua alta no país.

Epidemiologistas pedem a manutenção das medidas sanitárias e de prevenção e veem uma única saída: vacinar mais e mais rápido. Ainda não chegamos lá.

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