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DR. ELENÍLSON LIBERATO

domingo, 25 de junho de 2017

RELEMBRANDO A FALSA BATALHA DO FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS - Por Ivan Rodrigues

"Um ano atrás (24/06/2016) publiquei uma matéria sobre o nosso Festival de Inverno que, se observarem, permanece com expressiva atualidade, sobretudo os dois últimos parágrafos que destaco. Segue abaixo:

Ivan Rodrigues
AINDA A FALSA BATALHA DO FESTIVAL DE INVERNO 

A verdade tarda mas chega e, por vezes, de forma inapelável. Uma simples e importante participação de cidadãos garanhuenses – realmente preocupados e dispostos a formarem uma corrente do bem VISANDO A GRANDEZA DE NOSSA TERRA, foi suficiente para restabelecer a real situação que cercava a organização do nosso 26º Festival de Inverno.

Evidenciado que nenhum representante do Governo do Estado falara em reduzir a importância do festival, foi realçada a disposição de lideranças empresariais de apoiar e, com determinação, contribuir para unir-se ao Poder Público, no sentido de garantir a qualidade de um evento que está consagrado há um quarto de século como um dos grandes eventos turísticos de toda a América Latina. 

Não é novidade, para quem quer que seja, as dificuldades financeiras que todos os governos – do Federal aos Municipais – atravessam atualmente. Todos devem ter lido que nove Estados da Federação estão com pagamento de pessoal atrasado, sendo que alguns deles sequer pagaram o 13º salário de 2015! Pernambuco, de forma previdente, é um dos poucos que mantém o seu equilíbrio financeiro. De forma inteligente, as dificuldades foram contornadas garantindo a qualidade do nosso Festival do Inverno e, além disso, com grande melhoria em certos setores. Vale a pena aguardar a programação... 

Deve ser realçada a multiplicidade cultural, verdadeira condicionante da diferenciação com os demais festivais que proliferam por aí, em tristes e pálidas imitações. A cidade não para... O nosso é inigualável, com sua efervescência cultural, com suas oficinas de artes, as manifestações populares espontâneas... vinte e quatro horas por dia durante dez dias ininterruptos...Não é apenas a figuração de cachês altos com artistas midiáticos que nem sempre correspondem à verdadeira paixão do povo e com um efeito colateral terrível representado pela eterna desconfiança sobre a autenticidade dos valores pagos... São nossos reisados, pastoris, bumba-meu-boi, cocos de roda com o povo dançando logo de manhã na avenida principal da cidade... São os contadores de história empolgando as crianças atentas, o acesso fácil à leitura, os lançamentos literários, os debates inteligentes... São a riqueza da beleza da obra dos nossos artesãos... São a oportunidade do surgimento constante de novos valores artísticos de todas as diversidades...São a variedade musical apresentada, desde a música erudita, MPB, gospel e o forró! 

O Festival de Inverno de Garanhuns, bem como todos os outros festivais de nossa terra, não têm dono, não têm carimbo, nem patente ou escritura de propriedade. É do seu povo, meu caro amigo e Prefeito Izaías e, ainda bem, você entendeu a tempo. Viu como foi fácil... Ao invés de ficar numa atitude recalcitrante de coação ao Ministério Público e querer responsabilizar a bancada de oposição por querer cumprir o seu dever – MARAVILHA Izaías! – entendeu-se com a Secretaria de Cultura e a Fundarpe e acertaram os ponteiros do Estado e do Município.

Como disse nosso companheiro Alexandre Marinho, em recente postagem, estamos em tempo de vacas magras e o mais importante são as prioridades no serviço público e os objetivos eleitorais são dispensáveis. A Nação vive momentos difíceis e, como dizia D. Helder: “O POVO SABE E ENTENDE”. Mais importante que um show de “Safadão”, a preços estratosféricos, é a merenda nas escolas, o remedinho nos postos de saúde, o emprego que está faltando à juventude e que só se obtém com desenvolvimento e desenvolvimento só se obtém com o estímulo à atividade econômica. O Povo quer também o lazer e a diversão, sabe a sua medida e o seu julgamento é importante, pois conhece como ninguém as suas próprias necessidades. Ninguém ilude o povo, todo tempo e em qualquer circunstância. 

Essa ladainha que cercou de forma lamentável a organização do Festival de Inverno, que é um tremendo investimento na medida, em que proporciona geração de emprego e renda, circulação econômica desde aos hoteleiros (ah! meus queridos e omissos amigos hoteleiros – maiores beneficiários dessa circulação – que parecem viver no mundo da lua!) ao vendedor de pipoca, nos arrasta à uma inevitável constatação e obriga-nos a reabrir a questão do ridículo cancelamento do Garanhuns Jazz Festival. O Poder Público Municipal ainda nos deve uma explicação convincente. Se era rentábil sob o ponto de econômico e cultural, e a cidade de Gravatá o acolheu sem dispender um centavo e apenas com o apoio da estrutura existente, por qual razão Garanhuns resolveu dispensá-lo? Qual foi o esquisito interesse contrariado? Como justificar o deserto em que se transformou Garanhuns durante os dias de Carnaval, com restaurantes fechados conforme fotos divulgadas nas redes sociais? E os Hotéis com índices ridículos de ocupação? Todos ganhariam ou não com a realização do Festival de Jazz, inclusive a Prefeitura e o povo de Garanhuns independente de suas preferências musicais?

“Há anos que advirto que ao invés de querelas secundárias e pobres de conteúdo, não buscamos uma conjugação de esforços, a partir da convocação de todas lideranças para o aprimoramento dos nossos eventos culturais, inclusive sobre o grandioso festival de inverno que precisa de reformulação, novas ideias e formatação. porque não se pensa de forma séria e consistente na formulação de novos e enriquecedores eventos para nossa cidade e nossa região? ou, ao contrário, vamos continuar cancelando alguns eventos já consolidados que causaram prejuízos irreparáveis? não se responsabiliza ninguém? 

Porque não se pensa há mais tempo da necessidade de uma praça de eventos permanente e com estrutura definitiva que comporte o fluxo de público sempre crescente? de uma nova distribuição das atrações e criação de novos empreendimentos? porque não colocamos nossa imaginação criadora na busca de novas atividades e enriquecimento deste magnífico festival? porque não convocamos todas as forças vivas do município para reformular e construir um planejamento através da atualização do nosso plano diretor - obsoleto e incompatível com o desenvolvimento desejado? o que nos obriga a tolerar a monotonia de sempre o mesmo, sem inovar, sem estimular ideias e sem desenvolver vocações? vamos continuar conduzindo nossa terra perdendo posição e assistir outras cidades ultrapassando a nossa passividade, como na comparação que escrevi sobre o complexo de bruguelos, à eterna e cansativa espera da ave-mãe que venha nos alimentar? e até quando ficaremos nessa pasmaceira infinita? aguardando migalhas e sobras de banquetes, sem assegurarmos aos nossos descendentes o lugar que merecemos?” 

O povo e, sobretudo, os comunicadores com a palavra!

Ivan Rodrigues"

MÃE CORUJA REALIZA EVENTO E EXPOSIÇÃO EM GARANHUNS



Prestes a completar dez anos de atividade ininterrupta, o Programa Mãe Coruja Pernambucana deu seguimento, na última terça-feira (20) à agenda de comemorações da data nas sedes das regionais de Saúde do estado, com realização de exposição fotográfica e dinâmicas com os profissionais dos Cantos Mãe Coruja e dos Círculos de Educação e Cultura (CEC) da V Gerência Regional de Saúde (Geres), na qual estão inseridos 21 municípios participantes do Programa.

O evento, cujo objetivo foi acolher e sensibilizar os profissionais junto à missão do Mãe Coruja junto às gestantes e suas famílias, foi realizado na sede da Gerência Regional de Educação (GRE), localizada na Praça Tavares Corrêa, 52, no bairro de Heliópolis, em Garanhuns, reunindo cerca de cem participantes.

A programação teve início a partir das 9h, com apresentação da equipe central, e realização de dinâmicas de grupo para troca de experiências e incentivo à discussão sobre as políticas de funcionamento do programa. Na ocasião, a diretora geral do Programa Mãe Coruja Pernambucana, Bebeth Andrade Lima, parabenizou os profissionais e conclamou a continuação dos esforços para a articulação com os parceiros do território.

“Hoje estamos comemorando 10 anos. O Mãe Coruja conquistou prêmios e deu um exemplo ao Brasil, mas não está pronto. É um programa construído a cada dia e cada profissional importa onde está. O programa hoje tem muito o que celebrar e muito o que caminhar. É uma forma diferente de se trabalhar”, afirmou.

No evento, foram realizadas apresentações em equipes montadas entre os profissionais, que estimularam a criatividade e o diálogo sobre ser Mãe Coruja, a natureza, objetivos e história do Programa, com ênfase no acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade. As dinâmicas exploraram elementos como música, teatro e vídeo. Ao fim da programação, os presentes conferiram a exposição “Um olhar Histórico e Afetivo”, com curadoria dos coordenadores de comunicação do Programa, Iramaraí Vilela e Gustavo Burkhardt. A mostra retrata momentos marcantes para o Programa desde o seu início, com ao todo 26 fotos que ficarão expostas até o dia 29 de junho, e incluem integrantes da equipe, assim como gestantes e suas famílias.

MÃE CORUJA – O Programa Mãe Coruja Pernambucana completará 10 anos de atuação em 4 de outubro de 2017, sendo um dos programas sociais brasileiros de referência na área materno-infantil, reconhecido e premiado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização dos Estados Americanos (OEA), como modelo de Gestão de Política Pública.

Tem como missão oferecer apoio às mães pernambucanas, antes e depois do nascimento de seus filhos, prestando atenção integral às gestantes usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) e aos seus bebês, garantindo a eles um desenvolvimento saudável e harmonioso durante os primeiros anos de vida. O programa representa uma parceria entre Governo de Pernambuco, prefeituras e a sociedade civil, com impacto positivo na melhoria dos indicadores sociais no estado.

Implantado em 2007, tornou-se política pública de Estado com a Lei nº 13.959, de 15 de dezembro de 2009. Hoje, o Mãe Coruja está presente em 105 municípios pernambucanos, nas 12 Regionais de Saúde do estado, com gestão municipal no Recife e Ipojuca. Ao longo de sua história, o Programa já beneficiou mais 300 mil mulheres e crianças, oferecendo acompanhamento e apoio, empoderamento pela educação e orientação familiar, capacitação em cursos de qualificação profissional e segurança alimentar, entre outras ações.

MPPE fiscaliza cumprimento de decisão judicial que determinou melhorias no Centro de Acolhimento de Crianças e Adolescentes de Garanhuns


O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realizou vistoria no Centro Estadual de Acolhimento de Crianças e Adolescentes de Garanhuns (CEAC Garanhuns) na manhã da última quarta-feira (21) a fim de checar o cumprimento das adequações determinadas pela Justiça em caráter de urgência, como resultado de uma ação civil pública ingressada pela Instituição.

O primeiro e mais urgente aspecto reconhecido na decisão judicial diz respeito às condições de higiene, habitabilidade, acessibilidade e segurança do centro, que recebe crianças e adolescentes que tiveram de ser retiradas do convívio familiar em razão de estarem sujeitas a situações de violência ou vulnerabilidade.

Com o intuito de que essas melhoras sejam providenciadas, a Justiça determinou ao Estado de Pernambuco que apresentasse, no prazo de 30 dias, um cronograma de reformas a fim de resolver todas as pendências que expõem os acolhidos a riscos. Segundo a mesma decisão, ao CEAC foi concedido prazo de 60 dias para a obtenção de licença de funcionamento expedida pelo Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco. Os prazos devem ser contados a partir da notificação do Estado, que ocorreu no dia 24 de maio.

Segundo o promotor de Justiça Domingos Sávio Pereira Agra, apesar da decisão judicial, não foram registrados avanços na situação do CEAC Garanhuns. “Persiste a necessidade de reformas urgentes. O forro de gesso, por exemplo, teve que ser retirado em parte devido a goteiras que estavam danificando a estrutura. Além disso, a unidade segue superlotada, com 54 acolhidos em um espaço que só poderia receber 20”, apontou o promotor. Ele ainda explicou que vai notificar os órgãos responsáveis para que providenciem as reformas imediatamente.

Além das mudanças do ponto de vista estrutural e de segurança, o MPPE também obteve perante a Justiça a determinação de que a unidade promova adequação de seu quadro funcional. Assim, o Estado de Pernambuco deve realizar, em 90 dias, concurso público ou seleção pública para cargos como assistente social, educador acolhedor, enfermeiro, psicólogo, advogado e técnico de enfermagem, dentre outros, com a finalidade de prestar um serviço de acolhimento institucional em conformidade com as orientações do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

Com a convocação dos profissionais, o MPPE pretende que o CEAC de Garanhuns cumpra as normas do Conanda, que estabelece um limite de dez acolhidos para cada educador, com a ressalva de que se houver uma criança ou adolescente que exija cuidados em razão da sua saúde ou idade, essa proporção pode ser ainda mais reduzida.

“Em dezembro de 2015, educadores sociais se dirigiram à Promotoria de Justiça de Garanhuns e relataram a situação crítica em que se encontrava o centro de acolhimento. Por causa do baixo número de educadores sociais, um servidor teve que ficar responsável por 27 crianças e adolescentes. Em fevereiro de 2016, mais uma vez a situação se agravou, quando uma educadora precisou se ausentar por motivo de saúde e as crianças ficaram sob o cuidado dos adolescentes”, relatou Domingos Sávio Pereira Agra. Em resposta, o Estado de Pernambuco reconheceu a defasagem e informou que abriu seleção para contratar 16 educadores sociais para o CEAC de Garanhuns.

Por fim, a última iniciativa determinada pela Justiça é que o Estado providencie, no prazo máximo de seis meses, a redistribuição dos acolhidos em tantos imóveis quantos forem necessários para que seja respeitado o limite de 20 crianças e adolescentes por unidade, a fim de garantir um atendimento especializado e digno aos acolhidos.

Caso não atenda às determinações judiciais, o Estado de Pernambuco estará sujeito a multa de R$ 5 mil por dia de descumprimento.


PREFEITURA DE GARANHUNS PODE ATRASAR SALÁRIOS DOS SERVIDORES DEVIDO BLOQUEIO JUDICIAL NAS CONTAS

Mais um transtorno na vida dos funcionários públicos do município está prestes a acontecer, a Prefeitura Municipal de Garanhuns pode atrasar o pagamento de salários. O prefeito Izaías Régis falou sobre isto com Eduardo Peixoto, na Rádio Jornal, e o jornalista Carlos Eugênio, secretário de Juventude e Esportes, detalhou os motivos em seu blog.

Segundo as informações da prefeitura, a causa dos atrasos seriam bloqueios nas contas impostos pela justiça ainda da época de Luís Carlos. De fato, a virada de ano não fez bem ao governo. Está acontecendo de tudo.

A matéria completa vocês podem conferir no Blog de Carlos Eugênio, no link abaixo:

Por conta de Bloqueio, Prefeitura de Garanhuns corre risco de Atrasar Salários



Estado poderia assumir Centro Cultural de Garanhuns




A antiga Estação Ferroviária de Garanhuns foi transformada no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti, com administração municipal. Infelizmente, vive um dos momentos mais difíceis de sua história, precisando de restauração e fechado há mais de um ano, aliás, no ano passado abriu somente para algumas apresentações teatrais no Festival de Inverno, mesmo assim de forma precária em sua estrutura.

O Centro Cultural abriga o principal teatro de Garanhuns:
Teatro Luís Souto Dourado
Existe em curso um projeto de restauração que não sai nunca. Acho que se fala nisto há uns sete ou oito anos. Técnicos do estado, Iphan, Secretaria de Cultura, entre outras instituições já estiveram por lá, mas nunca começa. De vez em quando se faz uma meia-sola: Tinta, telhado, verniz...

Não vemos na atual gestão municipal interesse nem recursos para a restauração, assim como não tem uma política cultural de aproveitamento daquele espaço, assim, tem sido mais cômodo ele fechado mesmo. Dá menos trabalho. Teatro, dança, artes plásticas, literatura, entre outras linguagens, têm se virado sem apoio municipal para suas produções, que por conta destas dificuldades, têm ficado cada vez mais escassas.

O EXEMPLO DE ARCOVERDE

Arcoverde reabriu o centenário Cinema Rio Branco em parceria com o Governo de Pernambuco. Esse momento só foi possível, diante do esforço da gestão municipal, aliado ao apoio do Programa Cine de Rua (Secult-PE e Fundarpe). O programa foi desenvolvido a partir de um Grupo de Trabalho formado por representantes do poder público e da sociedade civil.

Por meio do acordo, a gestão estadual firmou o compromisso de prestar, por três anos, assessoria técnica especializada, curadoria e, de uma maneira estratégica, ações em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco que ajudem a formar projecionistas e programadores no município. 

“É com bastante entusiasmo que comemoramos este momento, que só foi possível pela união de diversos agentes públicos e da sociedade civil comprometidos com requalificação desses espaços”, afirmou o Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja.

Agora, o Cinema Rio Branco faz parte do organograma da recém-criada Secretaria de Cultura e Comunicação de Arcoverde. “A gestão e ocupação dos equipamentos culturais é uma prioridade. O Cinema Rio Branco é o centro da política de audiovisual e de difusão que o município vai desenvolver”, afirmou a nova Secretária, Teresa Padilha.

Enquanto isso, Garanhuns tem seu templo cultural fechado e sem perspectivas.

Imagino a Secretaria de Cultura do Estado gerindo o Centro Cultural de Garanhuns, através da Fundarpe, requalificando o espaço para receber nossos artistas e espetáculos que circulem o estado e o país, além de poder funcionar como uma Escola de Formação Artística.  Mas sobre isto, a gente fala depois, seria a EMA, Escola Municipal de Artes.

No futuro, quando Garanhuns demonstrasse interesse em ter uma política cultural ampla, poderia voltar a administrar o teatro. Lembrando, em sua essência, o Centro Cultural foi pensado para ser um espaço de cultura, desde seu batismo. O sentimento de ver o nosso Centro Cultural fechado é triste. E sem participação e manifestação da sociedade, principalmente da cadeia produtiva artística, ele permanecerá desta forma.

Na contramão de Arcoverde, Garanhuns deu fim a sua Secretaria de Cultura, que na prática funcionava como promotora de pequenas festas, sem discutir e implantar de verdade o Sistema Municipal de Cultura.

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