GOVERNO DO ESTADO

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

AESGA concede desconto aos comerciários de Garanhuns



A Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (AESGA), assinou um termo de parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Garanhuns (CDL) para ofertar descontos nos cursos de Gestão de Recursos Humanos e Gestão Hospitalar e Serviços de Saúde aos trabalhadores no Comércio de nossa Cidade.

Através da parceria serão ofertados descontos de até 25% nas mensalidades destes cursos superiores, favorecendo o processo de formação profissional dos comerciários em Garanhuns.

Os cursos têm uma duração média de dois anos e meio, o que proporciona uma agilidade no processo de qualificação da mão de obra e ajuda os empreendedores a contarem em seus quadros com profissionais mais aptos a desenvolverem suas funções e até mesmo serem promovidos a outros cargos no futuro.

Para ter direito ao desconto o comerciário terá que apresentar o vínculo empregatício junto ao estabelecimento comercial, além de se submeter ao processo de ingresso na Instituição. As aulas serão iniciadas nesta segunda semana de agosto. Para aqueles que já contam com um ensino superior em seu currículo, a parceria também pode ser aplicada ao Curso de Pós-Graduação em Gestão de Pessoas, podendo ser o desconto também de 25% no valor das mensalidades.

Mais informações poderão ser obtidas através do site www.aesga.edu.br ou através dos telefones: (87) 3763-8250 / (87) 3763-8266.

Paulo Câmara assina PEC que concede ao Estado a competência para explorar infraestrutura e serviços de transporte ferroviário



O governador Paulo Câmara enviou, nesta segunda-feira (09.08), proposta de emenda à Constituição Estadual que concede ao Estado competência para explorar a infraestrutura e os serviços de transporte ferroviário no território pernambucano. A medida é mais uma ação do governo que vai contribuir para viabilizar a conclusão do Ramal Suape, da Ferrovia Transnordestina. A instituição de um marco constitucional para o desenvolvimento da malha ferroviária estadual permitirá ampliar a competitividade logística de Pernambuco, com um modal mais econômico e sustentável ambientalmente, resultando em maiores oportunidades de emprego e renda para os pernambucanos.

“Temos uma ferrovia já construída, que vai do interior do Piauí até o município de Custódia, no Sertão de Pernambuco. Todos os estudos técnicos mostram que a conclusão da Transnordestina até Suape é a opção mais viável, seja pelo percurso menor, seja pelo custo da obra a ser finalizada. Com o envio dessa emenda constitucional ao Legislativo, estamos deixando claro que todos os esforços necessários para a Transnordestina se tornar uma realidade em Pernambuco estão sendo feitos pelo Governo do Estado”, afirmou Paulo Câmara.

A construção e exploração da Ferrovia Transnordestina é uma concessão do Governo Federal a um grupo investidor privado. A obra, iniciada em 2006, prevê a ligação ferroviária entre municípios do interior do Piauí, produtores de minério de ferro e soja, com os portos de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco. Em recente entrevista, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que apenas o ramal de Pecém seria concluído, apesar de a instalação da ferrovia estar mais adiantada em território pernambucano, e além de o trajeto até Suape ser 92 km mais curto do que o percurso até Pecém.

Sessenta e duas mil doses da vacina da Coronavac chegam a Pernambuco



Pernambuco inicia a semana com a chegada de mais 62 mil doses da vacina contra a Covid-19 da Coronavac/Butantan. O novo lote foi recebido às 11h10 desta segunda-feira (09.08), no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, e seguiu para conferência e armazenamento no Programa Estadual de Imunização (PNI-PE). Esse novo montante permitirá novos avanços no esquema vacinal completo (1º e 2º doses) da população por faixa etária.

“Começamos mais uma semana no enfrentamento à Covid-19 com boas notícias para os pernambucanos. Recebemos mais 62 mil doses da Coronavac e vamos ter condições de iniciar novos esquemas vacinais, além de garantir a aplicação de segundas doses”, afirmou o governador Paulo Câmara.

O secretário estadual de Saúde, André Longo, reiterou que as pessoas que a aplicação da segunda dose precisa ser feita no tempo preconizado, no caso da Coronavac, entre o 21º e 28º dia após a primeira aplicação. “Se chegou sua vez, vacine-se. Quanto mais pessoas imunizadas, mais diminuímos as chances de ocorrência de casos graves e até óbitos pelo novo coronavírus”, alertou Longo.

Os imunizantes recebidos hoje serão repassados às Gerências Regionais de Saúde (Geres) a partir da madrugada desta terça-feira (10.08). Os gestores municipais ficam responsáveis por fazer a retirada dos seus quantitativos, possibilitando dar seguimento às ações.

Desde o início da campanha de vacinação, em 18 de janeiro, 7.831.230 doses já foram disponibilizadas aos pernambucanos, sendo 3.738.520 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, 2.691.960 da Coronavac/Butantan, 1.228.500 da Pfizer/BioNTech e 172.250 da Janssen.

Economistas já questionam se Guedes deixou de ser liberal e virou gastador



As crescentes medidas adotadas pelo governo Bolsonaro para elevar a popularidade do presidente já demandam R$ 67 bilhões dos cofres públicos em 2022.

Fazem parte da conta itens como a isenção para o diesel no próximo ano (R$ 26 bilhões, segundo Bolsonaro), a expansão no Bolsa Família (de ao menos R$ 25 bilhões, segundo Guedes), a reforma tributária (que subtrai R$ 7,7 bilhões de estados e municípios) e o aumento no funcionalismo (que a equipe econômica tenta limitar a R$ 5 bilhões).

Com essa crescente disposição para ampliação das despesas, economistas passaram a questionar em relatórios para clientes e em debates acadêmicos se a política econômica do governo Bolsonaro não estaria exagerando nos gastos públicos, mesmo não tendo garantia de recursos para bancar propostas como o novo Bolsa Família. Na prática, o Ministério da Economia, de Paulo Guedes, que pregava a redução de gastos, começa a ser questionado se não virou "gastador".

O governo não detalhou como pagará o reajuste do Bolsa Família. Não há estimativa de quanto seria o gasto total. Na reforma, as estimativas divulgadas até agora apontam para uma queda da arrecadação (menos R$ 57 bilhões em dois anos). Na prática, o governo terá menos dinheiro em caixa para pagar servidores e as suas despesas normais. Em relação ao adiamento dos precatórios, analistas de mercado e acadêmicos têm considerado a proposta um calote.

UOL

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