quinta-feira, 22 de julho de 2010

Convite para Entrevista Coletiva

A Secretaria de Imprensa da Presidência da República promove entrevista coletiva nesta quinta-feira, às 15h, em Garanhuns, para detalhar agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Pernambuco, dia 23 de julho.

Em Caetés, o presidente participará do lançamento do Programa Um Computador por Aluno (UCA).

Participarão da coletiva: o diretor do Departamento de Infraestrutura e Tecnologia da Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC), José Guilherme Ribeiro; a secretária-executiva da Secretaria de Ensino do Governo do Estado de Pernambuco, Zélia Porto; e a gestora da Escola Luiz Pereira Júnior, em Caetés, Sonia Rocha.

O Blog do Ronaldo Cesar e a 87 FM estarão credenciados para participar da entrevista.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Affonso Romano de Sant'Anna em Garanhuns

O Festival de Inverno de Garanhuns não se limita a apresentações musicais. Depois da presença de Marcelino Freire, que conversou com o Cristhiano Aguiar e o público no último fim de semana, é a vez do escritor Affonso Romano de Sant'Anna brindar o público com sua presença no Café Literário, promovido pelo SESC Garanhuns. O autor de Enigma Vazio, Impasses da Arte e da Crítica conversa com o escritor Wellington de Melo, autor de [desvirtual provisório], que media também as intervenções do público.

A conversa acontece na tarde da próxima sexta-feira (23), a partir das 16h horas. Boa pedida para quem viaja pela manhâ do Recife para aproveitar o fim de semana na capital do frio em Pernambuco.

SERVIÇO

Festival de Inverno de Garanhuns
Conversa com o escritor Affonso Romano de Sant'Anna
Mediador: Wellington de Melo
Local: Biblioteca Luís Jardim / Laboratório de Autoria Literária Luzinette Laporte - SESC Garanhuns
Dia: 23/07/10
A partir das 16h
Informações: marsilva2004@hotmail.com (Marcilene Silva/ SESC)
Fone: 3761-2658

Um tour pelos polos do Festival - Grandes acertos e as solucionáveis falhas

Nestes últimos dois dias estive visitando alguns polos do Festival de Inverno. É impressionante a grandeza do FIG, não consegui ver tudo. Circo e Dança não deu tempo! Virtuosi na Igreja também não! Fui ao teatro, Pau-Pombo, Parque Euclides Dourado. Nem só de Praça Guadalajara vive o Festival, e é por isso que incentivamos as pessoas a passearem pela programação, visitarem as exposições, etc.
A decoração do Parque Euclides Dourado está muito bonita. As barracas foram todas para a praça de alimentação, não tendo mais aquela "rua de barracas". Ficou interessante! Uma observação na programação de lá é o fato do Palco Pop ser uma matiné! Seis horas da tarde pra roqueiro que se preza é muito cedo, mas isso acontece porque dividem o palco e o espaço com o forró, que vara a madrugada! A intenção é boa, o espaço este ano está melhor, mas roqueiro é notívago! Eu preferia o Palco Pop descoberto e com atrações nacionais, dividindo o público da praça. Por exemplo, bem que o MV Bill e o Marcelo D2 poderiam estar por lá, levando gente. Começaria o Pop às 10 da noite. O forró começaria mais tarde. Disseram que tem que terminar às 3 da manhã. Eu quero ver o carnaval de Olinda acabar esse horário!
Mas entendo que fazendo assim fica mais fácil de controlar e cortar custos, se bem que a preocupação dos últimos anos não tem sido bem essa. O Festival foi crescendo na faixa dos R$ 2 milhões por ano. A segurança do Parque dos Eucaliptos também ganha em segurança com os roqueiros no chá das cinco! Mas quem disse que roqueiro causa problema, quer ver bronca é em dia de show de forró estilizado e bandas de brega! Mas ao final, gostei do Parque, mais uma vez senti falta daquele Mercado Pop, poderia se pensar nisso com artistas locais, pois fica faltando exposições e "ter o que fazer" nos momentos que não tem shows. Tem alguns stands interessantes da Fundarpe e de artesanatos. Poderia ter mais, como já tivemos em outros anos. E levar a galera underground pra lá. Poderíamos ver ali os skatistas, grafiteiros, rapel e outraas manifestações artísticos/esportivas jovens enquanto os roqueiros davam seus shows! A dica vai de graça! rsrsrs. É uma ideia de um Festival Underground que já andei falando por aí!
No Pau-Pombo, lúdico como sempre, a música de qualidade é a dona das árvores. Um comentário de um amigo que acompanhou esses dois dias, e eu só de passagem, disse que talvez o Pau-Pombo tenha sido o maior prejudicado pela programação deste ano. Dois motivos. A programação não saiu em empo hábil para os apaixonados pela arte se organizarem e virem para o FIG e o corte dos três primeiros dias na programação, sendo um final de semana completo, quando a cidade recebe um grande público para a música tocada no Pau-Pombo. É bom lembrar que a Fundarpe foi divulgando somente a programação da Esplanada Guadalajara pelo twitter, e que sendo muito jovem, pode não ter motivado a este público mais maduro da Igreja e do Pau-Pombo. Um grave erro que precisa ser revisto, como outros ao longo do tempo que a Fundarpe voltou atrás, como a volta da noite do forró na praça, que lotou mais uma vez numa segunda-feira, e a retirada do palco da Cultura Popular, que por dois anos foi patrocinado pelo caminhão/teatro do SESC. Pois é, a Fundarpe também erra! Ainda bem que volta atrás. Se escutassem...
Fui ao teatro, que pela primeira vez não é pintado para o Festival. Ano passado pintaram somente o lado que fica para o evento. Mas acho que tem explicação. O Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcante será interditado por seis meses após o FIG, para uma completa reforma patrocinada pela Fundarpe. É preciso mesmo. Vários problemas infra-estruturais precisam ser solucionados e uma melhoria técnica é imprescindível. Temos o mesmo teatro há décadas, que na prática é também o nosso Centro de Convenções. Devemos dar condições para que ele continue sendo um verdadeiro Centro de Cultura. Deve vir também por aí o tombamento pelo Iphan!
A programação do teatro pela primeira vez é gratuita. Temos boas peças e um público cativo que lota a cada apresentação. Precisamos incentivar nossos grupos de teatro a produzirem mais e nossos jovens a irem assistir. Isto é política de formação de público. Mas não vou falar nisso pra não parecer que quero voltar. (rsrsrs)
Fui ao Centro da Cidade curtir a Cultura Popular. Mais uma vez senti a falta de Vilma Paiva! Uma grande amiga! Nessas homenagens que poderíamos fazer, Vilma é um desses nomes. Não era artista, era professora. Mas NUNCA, em momento algum, deixou de estar ali, juntando os amigos para apreciar aquele palco. Infelizmente a Fundarpe não sabe quem foi Vilma Paiva. Eu gostaria de ver também alguns nomes darem nomes fixos a determinados palcos. Imagine o Palco Instrumental se chamar pra sempre de PALCO TOINHO ALVES. E o palco do forró ser batizado de PALCO REGINALDO DO ACORDEON. Tem mais? Tem. Então lasca, Ronaldo! O palco da Esplanada Cultural Guadalajara poderia ganhar para sempre o nome de PALCO MESTRE DOMINGUINHOS!
Vejam que homenagem bonita o SESC fez a Ronaldo White. Ali é para sempre, e não passageiro como citar um nome em um único festival. E estas homenagens não invalidariam que a cada ano tivéssemos o homenageado daquele FIG.
Que mais? Fui a Galeria Kadichari, onde está havendo uma mostra de artistas plásticos, inclusive de Olinda. Belíssimo!
Tem hora que trabalhando, sinto-me fora de Garanhuns. Alguns amigos também sentem estarem ilhados. E não sei se é comum a todos, mas é como se houvesse um ar de superioridade. Mas isso, repito, é impressão minha!
Precisamos lutar para que o máximo possível desses R$ 8 milhões fique em Garanhuns. Mas como? Nossos grupos somados estão recebendo R$ 56 mil, e o pessoal de apoio contratado é o do "basicão". Até os apresentadores são de fora. Pra colocar Marcelo Jorge, eu sei, foi uma luta e quase imposição local. Uma menina em um dos palcos se enganchou pra falar "Ibirajuba". Não conhecia a palavra, e por certo, muito menos a cidade! Tem que conhecer? Tem! Não vão chamar o Marcelo pra apresentar shows lá em Recife, vão???
Dá-se a impressão que estamos doutrinando a cultura pernambucana, onde o interessante é somente o que tem a chancela e o carimbo da Fundarpe, e portanto, merece atenção. Corre-se o risco de se criar uma arte off-off official. O alternativo do alternativo. Já que a grande proposta cultural é mostrar esses artistas que não estão na grande mídia e a cultura popular. Então teríamos os que estariam fora da grande mídia e dos holofotes da Fundarpe. Exemplo??? Nossos artistas não se apresentam nos outros eventos do roteiro do Festival Pernambuco Nação Cultural. Ficam aqui, apresentam-se aqui e sempre para o mesmo público! Enquanto que os "oficiais" da Fundarpe giram todo o roteiro! Como fazer para que esses artistas comecem a viajar com a viola debaixo do saco, seria uma política de inserção cultural promovida pelo órgão público estadual. Mas pra isso, precisa vir para o interior. Fazer esse intercâmbio! Depois do FIG, a gente dá tchau e espera mais um ano!
O Festival aquece o comércio e a indústria turística, baseado em cultura. O Festival nasceu de nossa cena cultural, e talvez sejam hoje os nossos artistas, os que menos lucram com toda a movimentação oficial do Festival.
Bem, vou parar por aqui. Depois o que eu for lembrando, vou colocando. Desculpem-me a ausência. Mas como viram, não parei!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Érika precisa de nós

Érika Mariana e Érico Santos são so pais da garotinha Érika, que necessita urgente de um transplante de medula óssea, que passou mais de dois anos em tratamento da Leucemia, mas infelizmente teve uma recaída e a grande ESPERANÇA dos seus pais e de todos que conhecem a menina linda é justamente este transplante, eles residiam aqui em Garanhuns e por conta da doença da menina foram para Recife. Divulguem. Doar é sem dúvidas um maior ato de AMOR ao próximo, doar Vida.

Local para informação e doação:

HLA Diagnósticos – Rua Gonçalves Maia, 113 – Boa Vista – Recife (ao lado do Consulado Americano) de seg a sex das 7:00 às 16:00 – fone: 3423-5156

Contato com os pais:

Hérika: 81 98015246
Érico Santos: 81 98015247
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Agora comigo: Conheci Érico na época da Estação Sat. Rapaz inteligente, trabalhou ainda numa campanha para Givaldo. Depois disso chegou a morar no exterior, paece-me que através de uma ONG estava fazendo um trabalho social na Espanha. Mas o problema de saúde de sua filhinha afetou a vida de todos em sua volta, e agora está em Recife lutando contra esta grave doença. A cura não vem apenas do transplante, ela vem da solidariedade e do amor ao próximo.
É um momento difícil, que será superado! Estamos torcendo e rezando pela menina!
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