segunda-feira, 6 de junho de 2016

FORROBOM 2016 Produtor Cultural defende realização do evento

Audiência Pública lota Câmara Municipal em Bom Conselho

Imagem de arquivo mostra Forrobom 2014


"Se Garanhuns fosse assim igual a Bom Conselho as coisas seriam diferentes... Audiência Pública acontecendo para ver se cancelam a Forróbom e olha o que a população fez... lotou a câmara... 

Como Ex-Produtor desse evento, sou contra o seu cancelamento... É um grande evento que movimenta todas as esferas econômicas do município... Será um perca enorme e desastrosa se esse Evento que tem mais de 20 anos não acontecer... 

Com muito orgulho posso afirmar que fui um dos responsáveis por transformar esse evento em um dos tr|ês maiores São João dos Estado... Forróbom não pode acabar... É patrimônio cultural de Bom Conselho em Pernambuco

Eduardo Cabral
Produtor Cultural

FORROBOM 2016 - Multidão acompanha Audiência Pública!



Depois da recomendação do Ministério Público em Bom Conselho pela não contratação de artistas de altos cachés para a Forrobom 2016, diante da crise que assola o país, e consequentemente as dificuldades financeiras do município, uma Audiência Pública foi convocada para esta segunda-feira, e na foto que ilustra este post, percebe-se a movimentação na cidade sobre o assunto.

A Forrobom divulgou atrações como Zezé di Camargo e Luciano, Marília Mendonça e Elba Ramalho.

Os que defendem a realização da Forrobom com a programação divulgada, lembram os 23 anos de tradição do evento, e a movimentação na cidade, com os hotéis lotados. Os contrários afirmam que o município passa por dificuldades financeiras, e não é hora de gastar com festas de valores tão altos para Bom Conselho.

Para saber mais, clique nos links abaixo:

Ministério Público recomenda que Bom Conselho não invista recursos públicos na Forrobom 2016



Suíços rejeitam projeto de distribuição de renda para toda a população



Mais de 70% dos suíços rejeitaram neste domingo a criação de uma renda básica para todos, um projeto único no mundo, que provocou intensos debates em um país que venera o valor do trabalho. De acordo com os resultados definitivos, 76,9% dos eleitores disseram "Não" ao polêmico e histórico projeto. O índice de participação eleitoral foi de 46%.

A iniciativa popular "por uma Renda de Base Incondicional" (RBI), apresentada por um grupo sem vínculos partidários, pretendia pagar uma remuneração ou salário a todos os suíços ou estrangeiros que moram no país há pelo menos cinco anos, com ou sem trabalho. Os partidários da iniciativa argumentaram que a renda básica poderia combater a pobreza e a desigualdade em um mundo no qual é cada vez mais difícil conseguir bons empregos com salários estáveis.

A iniciativa sugeria um pagamento mensal de 2.500 francos suíços (2.260 euros ou 2.533 dólares) para os adultos — quantia com a qual é muito difícil viver na Suíça — e de 625 francos (565 euros e 634 dólares) para os menores. O salário médio na Suíça é superior a 6.000 francos suíços. 

O governo e quase todos os partidos políticos consideravam o projeto utópico e excessivamente oneroso, com exceção dos Verdes e da extrema-esquerda. Os suíços votaram de forma realista", afirmou ao canal RTS o cientista político Andreas Ladner, professor da Universidade de Lausanne. "Ser pago sem trabalhar teria sido um grande passo. A iniciativa não era muito clara. Estava sobretudo destinada a alimentar o debate", completou. 

"É um sonho antigo, um pouco marxista. São muitos sentimentos bons irrefutáveis, mas sem nenhuma reflexão econômica", observou o diretor do Centro Internacional de Estudos Monetários e Bancários de Genebra, Chrles Wyplosz, que comentou à AFP que, se a relação entre a remuneração e o trabalho acabar, "as pessoas farão menos".

Democracia direta
Consultados no referendo sobre outros temas, os eleitores suíços aprovaram uma reforma para acelerar os procedimentos de um pedido de asilo e a autorização do diagnóstico genético pré-implantacional (DGP). Os suíços apoiaram (66,8%) o projeto de lei que pretende reduzir a 140 dias no máximo os processos de pedido de asilo, contra os atuais 40 dias.

Ministério Público recomenda que Bom Conselho não invista recursos públicos na Forrobom 2016

Zezé di Camargo e Marília Mendonça na FORROBOM 2016. Confira a programação!




Para evitar o desperdício de recursos e o desequilíbrio das contas públicas, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao prefeito de Bom Conselho, Dannilo Cavalcante Vieira, a não aplicação de recursos públicos municipais em festividades juninas com contratação de bandas, trios elétricos, montagens de palco e demais estruturas, notadamente pelo fato de que este município atravessa crise financeira e fiscal decorrente da redução dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios, além de outros fatores de ordem nacional.

De acordo com a promotora de Justiça de Bom Conselho, Maria Aparecida Alcântara Siebra, a Promotoria de Justiça tomou conhecimento e tem recebido várias denúncias quanto ao fato da pretensa realização das festividades juninas, conhecida como Forró Bom, com a contratação de vários artistas famosos e muito caros, ao mesmo tempo em que tem atendido vários cidadãos de Bom Conselho com reclamações acerca de não pagamento dos seus direitos sociais.

Maria Aparecida Alcântara Siebra informou que o próprio prefeito estimou os gastos com as festividades em R$ 500 mil, segundo resposta a ofício enviado pelo MPPE no dia 11 de maio.

Na recomendação ao prefeito de Bom Conselho, a promotora de Justiça ressalta que a Administração Pública, mesmo no exercício de competência discricionária, jamais poderá distanciar-se do dever de bem administrar, em face do princípio da indisponibilidade do interesse público, pilar do regime democrático. E que, de acordo com o artigo 129, inciso III, da Constituição Federal, dentre as funções institucionais do Ministério Público está a defesa do patrimônio público.

O documento foi publicado no Diário Oficial do dia 28 de maio de 2016.

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