segunda-feira, 12 de março de 2018

Zé da Luz conversa com Marília Arraes e "ajuda" Armando a anunciar apoio a Paulo




Ex-prefeito de Caetés e candidato derrotado duas vezes em Garanhuns, José Luiz Sampaio, o popular Zé da Luz (PHS, ex-PT e ex-PSB), esteve conversando com a candidata ao Governo do Estado, Marília Arraes (PT), este final de semana, acompanhado do amigo William Taveira. O grupo do ex-prefeito também perdeu as duas últimas campanhas em Caetés.

Zé da Luz sempre teve uma relação de amizade e política com a família Arraes, o que leva a crer estar analisando o apoio à vereadora da capital. O encontro aconteceu no Garanhuns Palace Hotel, de Givaldo Calado.

Em Caetés, na última visita do Governador Paulo Câmara, quando anunciou a Adutora Capoeiras/Caetés, que chamamos de Capoetés, ficou clara a boa relação entre o prefeito Armando Duarte (PTB) com o governo do estado, e houve a sinalização do apoio do grupo do prefeito à reeleição do governador, faltando somente o anúncio.

Em muitos municípios do estado, Paulo tem o apoio dos prefeitos e também das oposições. Em Caetés, isto pode não acontecer, e a visita de Zé da Luz a Marília pode até acelerar a adesão de Armando ao palanque governista.

É claro que a Frente Popular vai buscar segurar Zé da Luz em sua base, pois esta visita demonstra, no mínimo, o descontentamento do ex-prefeito. Resta ver se pode ainda haver diálogo ou se o ex-prefeito está decidido a seguir com Marília.

Quem também esteve com Marília Arraes foi o prefeito de São João, Genaldi Zumba, mas sobre isto ainda fala ainda hoje.

Johny Albino é o novo gestor da CIRETRAN em Garanhuns

Sivaldo se fortalece junto ao governo com mais uma indicação para órgãos do estado em Garanhuns


Foi publicado no Diário Oficial do Estado, neste sábado (10/03) a nomeação de Senivaldo Rodrigues Albino, conhecido como Johny Albino, para a coordenação da CIRETRAN, em Garanhuns, em substituição ao advogado Flávio Rodrigues, que já esperava a mudança.

A indicação de Johny Albino é do ex-vereador Sivaldo Albino (PPS), irmão de Johny, e atual gerente da Casa Civil do Governo do Estado.

Johny é Bacharel em Direito e ex-gestor da Funase, também em Garanhuns. Nos últimos tempos tem se notabilizado por fazer oposição ao prefeito Izaías Régis e acompanhar de perto as decisões que envolvem a gestão pública municipal, produzindo informações para a imprensa e a sociedade.

DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO

domingo, 11 de março de 2018

Nota da REDE Sustentabilidade Garanhuns em apoio aos servidores municipais



A REDE Sustentabilidade, através do Elo Garanhuns, acompanha com preocupação a intransigência do governo municipal frente aos direitos trabalhistas da classe de servidores públicos municipais, em especial aqueles representados pelo SINPRO (Sindicato dos professores), SINDACS (Sindicato dos Agentes de Saúde e de Endemias), AMACS (Associação Municipal dos Agentes) e SINSEMUG (Sindicato dos Servidores Municipais). A REDE entende que está instalada uma crise sem precedentes entre o governo e os servidores, em que a inabilidade para o diálogo, por parte do poder executivo e do legislativo, tem ferido fortemente os direitos da classe de funcionários da municipalidade. 

A impressão que se tem é que, ao invés da Prefeitura enxergar seus servidores como sendo instrumentos, por excelência, de melhoria contínua na prestação de serviços, encara-os como sendo seus adversários ou como algo que não passa de mera despesa. 

Como se não bastasse o executivo frear os legítimos interesses da classe de servidores do município, a Câmara de Vereadores de Garanhuns, que atua como um anexo do governo municipal, também segue a mesma cantiga. 

A maioria dos parlamentares transforma o poder legislativo em um poder subserviente, que prioriza os interesses do governo em detrimento dos interesses mais amplos da população. Insere-se nesta população, portanto, a classe de servidores, que, ao contrário dos que tomam cafezinho no colo do prefeito, é a classe que se esforça para satisfazer as necessidades essenciais ou secundárias da coletividade garanhuense, através da prestação de serviços públicos. 

Conforme as alegações dos Sindicatos acima citados, diversos ataques têm sido desferidos contra os servidores. Para citar alguns, alega-se que itens de planos de cargos e carreiras estão sendo descumpridos, pelo executivo municipal, bem como a retirada de direitos adquiridos; e isso sob as hostes e apoio da maioria dos vereadores. 

Diante desse contexto, a REDE compreende que uma gestão pública de qualidade vai além de meras pavimentações de ruas (de qualidade pífia), que é a marca do governo municipal, até agora. A REDE advoga que uma gestão pública eficiente valoriza as pessoas. E, entre estas, estão os servidores, que, para prestação de um serviço digno, precisam estar motivados, em condições decentes e vislumbrando progressão em suas carreiras. Assim, a REDE apoia a luta séria e valorosa dos servidores do município de Garanhuns. 

REDE Sustentabilidade
Garanhuns - PE

sábado, 10 de março de 2018

POR IRREGULARIDADES, TCE suspende concursos públicos em municípios do Agreste

Certame estava sendo organizado pelo Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano e Fronteiras (CONIAPE)

http://www.folhape.com.br/economia/blgi.aspx?iId=2421
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou a suspensão de concursos públicos realizados em 2017 e 2018 nos municípios de Altinho, Cupira, Panelas, Santa Cruz do Capibaribe e São Joaquim do Monte. Os certames ofereceram centenas de vagas para diversas categorias. 

O ato aconteceu após solicitação do Ministério Público de Contas. A Primeira Câmara do TCE referendou, na última quinta-feira (08), uma Medida Cautelar contra ato do presidente do Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano e Fronteiras (CONIAPE), Edson de Souza Vieira, por conta da dispensa de licitação que deu origem ao contrato com a empresa Instituto de Administração e Tecnologia (ADM & TEC) para ser a organizadora do concurso público a ser realizado nos cinco municípios.

O TCE determinou que seja suspenso qualquer ato relativo aos concursos, tanto o primeiro, que já foi realizado, como os que ainda não tiveram suas provas aplicadas.

O procurador do MPCO, Ricardo Alexandre, argumentou que não existiam requisitos para contratação por dispensa, já que a empresa contratada não possui inquestionável reputação, uma vez que não havia realizado concursos públicos para órgãos federais ou tribunais judiciais. Outro ponto levantando por ele foi o fato da empresa, mesmo realizando concurso de grande porte, possuir apenas dois empregados cadastrados nos Sistemas RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e no CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Também pesou o fato de haver “indícios de graves irregularidades praticadas pela mesma empresa na Prefeitura de Buíque” (Processo TC nº 1607597-3).

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