quinta-feira, 16 de abril de 2020

Mandetta vice de João Dória em 2022?

O DEM já avisou que Mandetta não vai para nenhuma secretaria estadual, vai transformá -lo em uma figura nacional.

Está formatada a primeira chapa de centro-direita: "Doria/Mandetta".

PSDB teve o DEM na vice. FHC/Marco Maciel

São partidos unha e carne. Bola cantada.

Mandetta acaba de ser demitido do governo Bolsonaro.

A Prefeitura de Garanhuns está realmente sem recursos?

UPA24h, que deveria estar funcionando há uns quatro anos, vai oferecer leitos para pacientes com Covid-19


Havia um discurso que a atual gestão tinha não sei quantos milhões em caixa. Depois era que Garanhuns nunca tinha arrecadado tanto, que em um ano equivalia aos quatro anos do governo anterior. Tudo dito pelo próprio prefeito. E eu acredito que era verdade.

De repente, o município está quebrado, o prefeito tem sido recorrente neste discurso que Garanhuns não tem dinheiro para isto e aquilo, cortando gratificações e deixando de investir na saúde como se espera neste momento, mesmo chegando verba extra de pré-sal, IPVA e Covid. Somadas, só estas verbas devem passar de R$ 12 milhões.

Mas de forma repentina, a prefeitura não tem mais recursos. E somam-se obras paradas.

Ou errou na gestão, elevando os gastos a patamares astronômicos, ou nunca teve o mar de rosas que se propagava. E errou ao não priorizar a saúde pública, que agora precisa de recursos e a prefeitura afirma que não tem.

Provavelmente faltou gestão dos recursos com licitações e gastos desnecessários.

Depois de tantas cobranças nas redes sociais e meios de comunicação, soubemos que começaram a mexer no prédio da UPA24h, há anos parado, que enfim vai ser usado, provavelmente para oferecer leitos a pacientes de Covid-19. Tomara que continue funcionando após passar este caos.

Garanhuns vê agora outros municípios investindo emergencialmente na saúde e aqui o prefeito diz que não há muito que possa fazer. De certo, Garanhuns sente a falta da UPA24h funcionando regularmente e de um Hospital Municipal para atender a população.

Mandetta rejeita demissão de secretário e sinaliza que está de saída do governo




Em tom de despedida, o ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) reconheceu, em entrevista coletiva, que há um descompasso entre o trabalho de sua equipe e a linha de ação do presidente Jair Bolsonaro e comentou abertamente a possibilidade de deixar o cargo. “O importante é que a pessoa que o presidente colocar no ministério tenha condições de trabalhar baseado na ciência, nos números e na transparência”, declarou.

Contexto: a declaração ocorreu após o ministro recusar o pedido de demissão do secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira. Considerado o principal estrategista da pasta contra o novo coronavírus, Wanderson participou da entrevista e permanecerá no posto. “Vamos trabalhar juntos até o momento de sairmos juntos”, afirmou Mandetta.

Bastidores: mais cedo, o ministro sinalizou sua saída e se despediu de deputados da frente parlamentar da saúde. Mandetta indicou apoio a um eventual sucessor: “Tenho certeza de que outros virão fazer melhor”. Ontem, ele já havia avisado a assessores que sua demissão está próxima.

O que está acontecendo: a possível demissão de Mandetta é motivo de queda de braço entre aliados de Bolsonaro pela indicação do sucessor. O presidente deseja um nome técnico e com respaldo na classe médica, para minimizar a demissão de Mandetta. A falta de consenso estaria postergando a decisão.



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