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DR. ELENÍLSON LIBERATO

sábado, 8 de fevereiro de 2014

A cara dos assassinos de EDELSON LIMA





Numa ação conjunta da 22ª Delegacia de Polícia de Homicídios de Garanhuns, que tem como titular o Dr. João Lins, e policiais da 134ª Delegacia, comandada pelo Delegado Dr. Helianthus, Soares investigaram o desaparecimento do Professor EDELSON LIMA, até chegar à apresentação dos criminosos. Dois latrocidas, que mataram o professor para roubar. Uma forma violenta, perversa e desnecessária para adquirir algo, pondo fim a uma vida que só tinha serviços prestados à sociedade, através da educação. Edelson era uma pessoa de muitas amizades pelo caráter e dedicação que dispunha para o trabalho e a todos que o rodeavam. Acho que é o pior que pode acontecer, desvalorizar tanto a vida a este ponto, em que se mata para roubar.

O primeiro acusado é RAFAEL BRUNO DA SILVA de 21 anos, amasiado, residente na Rua dos Emboabas, bairro do Jardim Petrópolis em Garanhuns/PE. O segundo é ARISTON CARLOS ANDRADE SILVA, de 23 anos, residente na Rua Cristina Tavares, bairro do Parque Fênix, Garanhuns/PE.

Para saber mais sobre os criminosos, confira a reportagem completa no Blog AGRESTE VIOLENTO.


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AGORA COMIGO: Do triste episódio, ficam vários ensinamentos. Primeiro, a paixão como a família se dedicou para encontrar o ente querido. Uma mostra de união e valorização da família. 

Outra coisa, a dedicação ao trabalho. Vejam como foi identificado rapidamente o desaparecimento de Edelson. Ele faltou ao trabalho em um domingo, às 8h da manhã. Poucas horas depois já estavam todos à sua procura. Se fosse um profissional irresponsável, todos diriam que tinha farrado na noite anterior ou coisa assim. Foram 26 anos de dedicação ao SESC, e não se faz uma história de verdade se não for pelo profissionalismo. Por isto, se Edelson faltou ao trabalho, todos sabiam que havia algo errado. Simples assim!

Tem mais, família, amigos e colegas de trabalho fizeram questão de demonstrar todo o carinho por Edelson, e isto mobilizou a sociedade, que gerou uma onda do bem e de oração e que atuou na motivação policial.

Por falar em polícia, a rápida elucidação gera um sentimento de conforto na sociedade, de segurança, de que há uma polícia vigilante a trabalhar por nós. Por vezes, a sociedade critica o sistema, diante da falta de conclusão de investigações de casos de repercussão, mas agora é hora de reconhecermos o trabalho, e buscar apoiar os que fazem a força policial do estado, até auxiliando para que possam ter mais informações que levem às conclusões de crimes. Que bom que tivemos este resultado!

Fica a lição que o crime não compensa, e que as pessoas não precisam agir desta forma para conseguir algo. Viram o exemplo que o próprio Edelson deu para que o Rafael conseguisse mais trabalho? Postou em seu facebook, indicando o profissional para que tivesse mais serviço. Quinze dias depois, aquele que ele deu uma oportunidade foi o seu algoz. Mas precisamos continuar acreditando que o mundo será melhor.

E por fim, creio que a conclusão do crime, motivada exclusivamente no dinheiro de Edelson, põe fim a outras tolas discussões, e o professor pode descansar em paz, tendo sua história escrita com caneta de ouro, sua reputação ilibada e seu nome enaltecido por todos que tiveram a oportunidade de conviver com ele, por incrível que pareça, até seus assassinos, que um dia tiveram a oportunidade de conhecê-lo e saber o quanto aquele professor era desprovido de maldade no coração. 

Fica um belo exemplo de gente humana para todos nós. E por outro lado, o debate com a sociedade sobre o que fazer com indivíduos com tanta maldade na raiz, e que não tiveram o mínimo discernimento sobre a importância da vida. 

Edelson era feliz, e agora descansa em paz!

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