Com a força de quem fez o prefeito de São Paulo no primeiro turno (João Dória), no maior Colégio Eleitoral do país, o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) estará no Recife nesta quinta-feira (20), onde participa, ao lado do governador Paulo Câmara (PSB), do lançamento do Ensaio Clínico da Fase III da Vacina da Dengue, no Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães.
O PSB tem mantido independência no Congresso Nacional, inclusive marcando posição na votação da PEC-241, quando não acompanhou em bloco o Governo Temer.
Mesmo tendo apoiado Marina Silva na última campanha, devolvendo seu apoio a Eduardo, para 2018 tem mais possibilidades de reatar a parceria com o PSDB, com quem esteve no palanque de Aécio no segundo turno.
Daqui pra lá, o PSDB ainda vai resolver se vai de Aécio ou de Alckmin, pois muita água ainda vai rolar embaixo da ponte, mas se o governador de São Paulo está buscando esta aproximação, é porque está no jogo pra valer. Se Temer não for candidato, o PMDB pode estar com o PSDB, e ter o PSB, principalmente o nordestino, é facilitar a entrada na região.
Com o PT em baixa, e se achar um bom vice nordestino, Alckmin pode pensar seriamente em 2018. Aécio, sendo mineiro, precisaria de um vice paulista, como fez em 2014, com Aloysio Nunes.
O PT só tem competitividade com Lula, e a alternativa seria Ciro Gomes.
O PT só tem competitividade com Lula, e a alternativa seria Ciro Gomes.