quinta-feira, 20 de agosto de 2020

SAD disponibiliza novos cursos EAD GRATUITOS para servidores e o público em geral

Para o mês de setembro estão sendo oferecidas um total de 3.580 vagas. As inscrições já podem ser feitas pelo site: www.cefospe.pe.gov.br



O Centro de Formação dos Servidores e Empregados Públicos de Pernambuco (Cefospe), vinculado à Secretaria de Administração (SAD), divulga a grade de cursos na modalidade a distância - EaD para o mês de setembro. Ao todo são 3.580 vagas distribuídas em capacitações EAD on-line, EaD com tutoria e EaD Autoinstrucionais (sem tutoria). A novidade desta vez são 14 novos cursos a distância, sendo 12 na modalidade EaD on-line e 02 (dois) EaD com tutoria. O site para realizar a inscrição é o: www.cefospe.pe.gov.br.

Entre os 14 novos cursos on-line estão “Dispensa e Inexigibilidade”, “Resiliência na prática”, Noções de Direitos Humanos”, “Gerenciamento de risco”, entre outros. Já na modalidade de cursos EaD com tutoria foram incluídas duas novas capacitações: “A arte de desenvolver equipes de alta performance” e “Motivação e Liderança na Administração Pública”.

Dentre essas 26 capacitações, 16 são destinadas a cursos EaD on-line, 06 (seis) de EaD com Tutoria, estas para servidores públicos estaduais e municipais. Serão ofertados quatro (04) na EaD sem tutoria (autoinstrucionais), com duas (02) mil vagas, para servidores públicos e o público em geral.

“O Governo do Estado tem investindo na qualificação contínua dos servidores e da população pernambucana. Sabemos o quão importante é ofertar cursos a distância gratuitos e com certificação, neste período difícil de pandemia e isolamento social. Desde o mês de abril o Cefospe vem ampliando e diversificando a oferta de cursos EaD. Ao se capacitar o servidor está apto a melhor atender à população, e o cidadão tem mais oportunidades para se inserir no mercado de trabalho”, comenta a diretora do Cefospe, Analúcia Cabral. 

Escolha o seu curso, faça a sua inscrição e ótimo aprendizado!

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Paulo Câmara sanciona lei para garantir gratuidade aos cursos da UPE

A regulamentação torna o benefício permanente para todos os cursos de graduação e pós-graduação oferecidos pela Instituição



Buscando consolidar e garantir o acesso ao ensino superior de qualidade para os pernambucanos, o governador Paulo Câmara sancionou, nesta quarta-feira (19.08), a Lei que consolida a gratuidade de todos os cursos de graduação e pós-graduação acadêmica, presenciais ou à distância, oferecidos pela Universidade de Pernambuco (UPE). Com a regulamentação da lei, o benefício se torna permanente, e não poderá ser modificado ou cancelado por futuras gestões.

Presente à solenidade, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lucas Ramos, reforçou que a gratuidade do ensino superior para os alunos da UPE foi uma conquista assegurada na gestão do ex-governador Eduardo Campos, por meio de um decreto-lei. “Como deputado estadual, também tive a honra de, no final do primeiro semestre deste ano, votar a lei encaminhada pelo governador Paulo Câmara. Agora, na condição de secretário, é uma honra participar da solenidade de sanção dessa lei”, afirmou. Ex-secretária de Ciência e Tecnologia da gestão de Eduardo, a atual vice-governadora Luciana Santos também participou da solenidade.

HISTÓRIA - Até dezembro de 2009, quando foi assinado pelo então governador Eduardo Campos o decreto para instituir, a partir de 2010, a gratuidade da UPE – com a contribuição da então secretária Luciana Santos – a instituição era a única universidade pública estadual do País a cobrar mensalidade aos estudantes. Os valores variavam entre R$ 27 e R$ 110, e cerca de 55% dos alunos da instituição pagavam alguma taxa. Outra ação do governo Eduardo Campos para alavancar o desenvolvimento da educação no Estado foi a assinatura do decreto, em dezembro de 2011, que garantiu a gratuidade também aos estudantes da pós-graduação Stricto Sensu (mestrado e doutorado) e do Progrape (já extinto).

Foto: Américo Santos/SEI

Paulo Guedes quer taxar livros em 12%. Assine petição contra a medida


O ministro Paulo Guedes enviou uma proposta de reforma tributária que colocou uma taxação de 12% em cima dos livros. Atualmente, os livros não possuem essa taxa, pois o objetivo disso (quando proposto por Jorge Amado) era tornar o acesso à cultura mais fácil. Infelizmente, sabemos que esse acesso já não é tão fácil assim.

Se aprovado o Projeto de Lei 3887/2020, os livros irão se tornar mais caros e inacessíveis do que já são para grande parte da população. Afetando, assim, não somente os que têm apreço à leitura, mas também editoras menores sustentadas por famílias que já LUTAM por sua sobrevivência e, consequentemente, autores de livros - em especial os nacionais não famosos.

O consumo de livros já é completamente elitizado, imagine se a proposta for aprovada e os livros ficarem mais caros do que já são? A média de leitura do brasileiro é de APENAS dois livros por ano e, mesmo assim, a reforma foi encaminhada. Qual o real intuito de aumentar um imposto de um mercado já defasado? Seria o intuito “acabar com privilégios” ou perpetuar um sistema que os permite existir ?

Ao ser questionado sobre isso, o ministro Paulo Guedes AFIRMOU que iriam doar livros para os "pobres e frágeis", mas os ricos deveriam pagar impostos sobre os livros. Mas eu te pergunto: com o histórico que o governo apresenta em ajudar os "pobres e frágeis" você acha mesmo que isso vai acontecer? Quais livros eles estão falando que vão doar? Por que ele disse isso e ao mesmo tempo nenhuma proposta do tipo foi encaminhada ao congresso? Mal se tem livros nas escolas públicas para todos os alunos!

Ao invés de estar correndo atrás de políticas para que os livros possam ser acessados pela maior parte, ou até por toda a população, o governo está fazendo exatamente o contrário.

Se você é contra a taxação de livros, assine a petição On-Line.

https://www.change.org/

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terça-feira, 18 de agosto de 2020

Orçamento: MEC deve perder 13% e ter menos recursos que a Defesa

 

Após todos os problemas enfrentados com a pandemia do novo coronavírus, o Ministério da Educação deverá ter menos recursos do que a Defesa em 2021, fato inédito no país.

Cálculos a partir de projeções do Orçamento da União para o ano que vem indicam que o MEC perderá 13,1% da verba em relação a este ano. A Defesa, apesar de previsão de queda de 5%, ficará com valores superiores.

A Saúde, também fortemente afetada pela Covid-19, terá queda de 5%.

Os ministros ainda podem conseguir mais recursos até o envio formal da peça orçamentária ao Congresso, cujo prazo se esgota no dia 31. Em seguida, parlamentares vão analisar a proposta do governo e poderão fazer remanejamentos.

“Tenho certeza que a luta vai ser muito grande no Congresso para reverter isso, não vamos só lamentar”, afirma a deputada Tabata Amaral (PDT-SP), ao apontar desafios do MEC no próximo ano: a implementação de protocolos sanitários, o acesso de estudantes à internet e a necessidade de construir um novo calendário escolar.

Opinião: o governo quer gastar mais com militares do que com estudantes, afirma Bernardo Mello Franco: “O plano é coerente com a trajetória de Bolsonaro, um político que nunca tirou os pés do quartel”.

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