segunda-feira, 3 de agosto de 2015

GARANHUNS: Tem início reforma da CEAGA que vai custar mais de R$ 5 milhões

Vai ter início a reforma da CEAGA - Central de Abastecimento de Garanhuns. Serão investidos na construção dos novos prédios um total de R$ 5.114.819,53, sendo R$ 4.875.000,00 oriundos do Ministério da Agricultura (MAPA) e apenas R$ 239.819,53 de recursos próprios.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de Garanhuns, informa que os locais de comercialização na CEAGA tanto do atacado, que acontece nas terças e quintas, quanto da feira livre, que é realizada aos sábados, passará por mudanças a partir desta terça-feira (04).

Segundo o Secretário de Agricultura e Abastecimento, Epaminondas Borges Filho, a mudança das barracas do atacado e dos feirantes é necessária para liberar o espaço físico para a construção de mais um galpão na Ceaga. O novo galpão possuirá 130 metros de comprimento e uma área construída de 3.246,90 m2.

Com a mudança as barracas da venda do atacado e dos feirantes passarão a funcionar em frente à Diretoria da Ceaga, isto é, na Rua André Vidal de Negreiros e na Rua Dom Mário Vilas Boas.


Parte da feira será transferida para o lado de cima da CEAGA 
Com informações / SECOM GARANHUNS

Izaías é recebido por Paulo Câmara no Palácio do Governo


O governador Paulo Câmara recebeu, em seu gabinete, nesta segunda-feira (3), o prefeito de Garanhuns, Izaías Régis. Foi a primeira visita institucional do gestor ao Palácio do Campo das Princesas depois de Paulo ter assumido o Governo. 

O secretário da Casa Civil, Antônio Figueira, também participou do encontro, que teve como objetivo estreitar as relações entre o Estado e a prefeitura.

Izaías Régis aproveitou a audiência com o governador para agradecer a realização do 25º Festival de Inverno de Garanhuns. Classificado pelo prefeito como um sucesso de público e de retorno econômico para a região, o FIG aconteceu em julho.



Imprensa do Estado
Fotos: Wagner Ramos/Sei

INALDO SAMPAIO: Lula manda Dilma viajar para recuperar popularidade, mas só isso não resolve

O jornalista Inaldo Sampaio, que assina um dos blogs mais importantes do estado, faz uma interessante análise das viagens que Dilma fará pelo Nordeste. Pra resumir, se não liberar recursos para obras estruturais, vai levar vaias. Na verdade, estas viagens são planejadas para criar "agendas positivas", com claque de simpatizantes e governistas, longe das encrencas da insatisfação popular.

Vejamos a nota de Inaldo Sampaio, e se quiserem saber mais do mundo da política, cliquem aqui. 




Por recomendação de Lula, Dilma fará um périplo pelo Nordeste neste mês de agosto em busca da reconquista da popularidade. Ela obteve 70% dos votos desta região no segundo turno da eleição presidencial. Mas, hoje, segundo pesquisa do Datafolha, apenas 14% dos nordestinos aprovam o seu governo. A região é fortemente castigada por seca e desemprego e o governo federal não tá nem aí. Uma obra como a adutora do Agreste, por exemplo, que resolveria em definitivo o problema da água de 70 municípios daquela região, caminha a passo de cágado porque o Ministério da Integração segura os recursos. A presidente iniciará o seu roteiro pelo Maranhão, seguindo depois para o Ceará, Pernambuco e Bahia como se a simples passagem por esses três estados tivesse o condão de devolver-lhe a popularidade perdida. Se a viagem for desatrelada do anúncio de recursos para a região, seria melhor nem vir para poupar-se de vaias.

Inaldo Sampaio

Brasil deve perder 1 milhão de postos de trabalho em 2015. Vixe!



Com 345 mil postos formais de trabalho extintos nos seis primeiros meses do ano, a economia brasileira deve acelerar a diminuição de empregos no segundo semestre. Segundo estudo do Conselho Federal de Economia (Cofecon) divulgado nesta semana, o país deve encerrar o ano com 1 milhão de vagas com carteira assinada a menos.

Com base no estudo, a entidade recomenda ações de longo prazo para reativar o mercado de trabalho. Para a entidade, os sucessivos reajustes da taxa Selic, juros básicos da economia, estão provocando impacto direto sobre a geração de empregos nos últimos anos. Nos últimos 12 meses, o efeito intensificou-se, resultando na extinção de postos de trabalho. 

De acordo com o levantamento, o início do ciclo de elevação dos juros básicos, em abril de 2013, coincidiu com a redução da geração de empregos, conforme as estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas pelo Ministério do Trabalho. Naquela época, a Selic estava em 7,25% ao ano, no menor nível da história, e passou a ser reajustada com alguns intervalos de estabilidade, desde então.

A partir do segundo semestre do ano passado, quando o país passou a fechar mais postos de trabalho do que criou, a situação agravou-se. Na época, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) segurou a taxa básica, deixando para aumentar a Selic somente após o segundo turno das eleições presidenciais. De lá para cá, foram sete aumentos consecutivos, que elevaram a Selic para 14,25% ao ano, no maior nível desde outubro de 2006.

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