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terça-feira, 27 de junho de 2017

Antônio Campos se aproxima de Armando Monteiro, adversário político do PSB de Eduardo e Paulo



Eduardo Campos elegeu Armando Monteiro e Humberto Costa para o senado. Quando Armando quis se candidatar ao Governo do Estado, na sucessão de Eduardo, a aliança rompeu. O então governador queria que o governo continuasse nas mãos de socialistas. Foi assim que lançou, pessoalmente, o nome de Paulo Câmara. Armando Monteiro se tornou o principal opositor de Eduardo Campos, de Paulo e do PSB em Pernambuco. Veio então, três anos depois, a morte de Eduardo. O PSB seguiu sob o comando do grupo mais ligado ao ex-governador e sua esposa, Renata Campos, que participava ativamente das campanhas e das decisões do partido.

Na última eleição surgiu politicamente a figura do irmão de Eduardo, Antônio Campos, que se candidatou a prefeito de Olinda. A experiência acabou traumática. O governo do estado tinha vários aliados candidatos, e Paulo não subiu no palanque de ninguém no primeiro turno, causando desconforto em Tomca (como Antônio Campos é chamado), que esperava apoio integral. Paulo Câmara foi ao segundo turno, mas aí o mal estar já estava criado. Professor Lupércio venceu a disputa e Campos partiu para o ataque. Acusou o PSB estadual, falou de Renata, foi à Executiva Nacional do partido e deixou a legenda em seguida.

Agora Antônio Campos está se filiando ao Podemos (Ex-PTN), aliando-se a Armando Monteiro e disputará uma vaga na Câmara Federal em 2018. Tomca tem conversado também com lideranças da oposição a exemplo de Sílvio Costa Filho e o deputado Ricardo Teobaldo.

A incógnita é se a força do seu sobrenome se transformará em votos, o que deve acontecer provavelmente, principalmente pelo recall de Olinda e o fato de se tornar uma figura anti-PSB, que deve atrair votos de insatisfeitos.

Para Armando, que já contou com Marília Arraes, outra dissidente da família, em seu palanque, contar com Antônio Campos ajuda a bater ainda mais no projeto socialista estadual.

Politicamente, Eduardo não tinha Antônio nem Marília em seu governo, nem nas decisões do partido.

Duas questões subjetivas: De que lado ficaria Eduardo Campos? Como fica o coração de mãe de Dona Ana, uma senhora admirada por todos os pernambucanos.

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